Primeiras Experiências: o Esporte e a Pessoa com Deficiência Intelectual

Por: Marco Aurélio de Carvalho, e Paulo Moreira Silva Dantas.

XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VIII CONICE - CONBRACE

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Resumo

INTRODUÇÃO

A capacidade de socialização, aprendizagem, trabalho e autonomia da pessoa com deficiência é reflexo de seu estado de saúde, das relações sociais e das oportunidades que lhes são oferecidas. Comportamentos de risco à saúde são observados nessa população, como: Isolamento social, tendência ao sobrepeso, alimentação inadequada, e sedentarismo, são fatores a serem observados pelos profissionais que atendem esse público. A acessibilidade e a inclusão das pessoas com deficiência nos espaços sociais ainda carecem de atenção, registros dão conta de diversos tipos de barreiras que precisam transpor, a saber: as arquitetônicas, comunicacionais e as atitudinais, por causarem prejuízos e sofrimentos para esses indivíduos e seus familiares. Segundo Greguol (2017), é importante compreender, que entre pessoas com deficiência intelectual, existe mais uma dificuldade, que é a dependência de terceiros para o seu deslocamento. É importante ressaltar o papel dos pais que se integram de modo incondicional, sendo perceptível o benefício, é fácil identificar como os alunos procuram pelo olhar de seus pais em busca de reforço para seus feitos, demandam por apoio e elogios quando da execução de tarefas diferentes e desafiadoras.

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