Princípios e Ações para a Gestão da FEF Unicamp (2014-2018)

Por: e .
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Chapa Diálogos e Mudanças para a FEF

Diretora: Heloisa Reis

Diretora Associada:  Elaine Prodócimo

A Faculdade de Educação Física da Unicamp foi criada em 1985, e, desde sua implantação, representou a vanguarda da área no Brasil. Pautada nos princípios identitários desta universidade, a FEF concebeu e propôs inovações na formação profissional da área, sendo a primeira f aculdade a implementar um curso de bacharelado no país. Dois anos após sua criação, em 1987, a legislação federal, seguindo a proposição da FEF, oficializava a formação em Educação Física em duas modalidades: licenciatura e bacharelado.

A tradição da FEF de posicionar-se, bem como sua tendência propositiva e crítica, fizeram com que ela se tornasse referência na área. O respeito alcançado em âmbito nacional era condizente com a posição de vanguarda ocupada pela Unicamp no meio acadêmico.

Ao longo de seus 29 anos de vida, a FEF destacou-se nacionalmente no campo da pesquisa alcançando destaque acadêmico nas diferentes áreas que a conformam, como a Educação, o Lazer, o Treinamento Esportivo, a Fisiologia e Biomecânica do Exercício, a História e Sociologia do Esporte e a Educação Física Adaptada.

Os cursos de Mestrado e Doutorado da FEF iniciaram-se em 1988 e 1993, respectivamente. Desde então, a FEF formou 555 mestres e 237 doutores até o ano de 2014. Ex-alunos da pós-graduação, mas também da graduação, tornaram-se lideranças em diversas instituições de ensino superior no país. O programa de pós-graduação, que já obteve a nota 5 na avaliação federal da Capes, atualmente é conceito 4.

Na extensão universitária, a FEF é referência na Unicamp e no cenário nacional, atendendo ao expressivo número de cerca de 2.500 usuários a cada ano. Com uma estrutura que ocupa 93.000 m2, suas instalações, sejam as esportivas, seu bosque e suas salas de multiuso, são utilizadas pela comunidade universitária e pela comunidade externa. Assim, ela consolida-se como uma das maiores prestadoras de serviço da Unicamp.

A comunidade “Fefiana”, formada por 54 funcionários, 633 alunos de graduação, 145 alunos de pós-graduação e 33 docentes, tem a oportunidade de retomar a trajetória histórica que a tornou modelo de excelência no campo da Educação Física no Brasil nestas eleições para Direção em 2014.

Por essa razão, entre outras que aqui esboçamos, a chapa Heloisa Reis e Elaine Prodócimo propõe princípios e ações que têm como objetivo principal devolver à FEF o lugar de protagonista da Educação Física brasileira, a partir de uma gestão em que o diálogo com todos os segmentos da faculdade se constitua no fio condutor. Construir uma gestão em que professores, funcionários e estudantes sejam ouvidos e, sobretudo, tenham uma efetiva participação na elaboração de um projeto coletivo de excelência acadêmica é nosso objetivo.

Eleger princípios e ações comprometidas com essa história fundamenta nossa atuação, que é pautada nos seguintes princípios:

Política universitária institucional e republicana

A gestão administrativa e acadêmica da FEF deve ser fomentada por um projeto democrático e coletivo que tenha como meta a excelência acadêmica, de formação inicial e continuada, assim como de serviços prestados à comunidade e não atrelada a interesses individuais ou de grupos. Para isso, deve salvaguardar os interesses públicos, cuidar da res publica, da coisa pública, proporcionando melhores condições de trabalho, de ensino, de pesquisa, de extensão a todos os segmentos, e não somente a grupos específicos que se cristalizam no poder e, por vezes, impedem mudanças necessárias ao bom desempenho do serviço público. As relações internas da comunidade devem ser institucionalizadas a partir de critérios claros, para que todos tenham a possibilidade de construir sua carreira profissional na FEF, independente de seus posicionamentos teóricos e de formação, políticos e sindicais, bem como sua proximidade, ou não, com indivíduos e grupos.

Ética

Ela deve ser construída nas relações de trabalho, de ensino, de pesquisa e extensão, a partir do diálogo, princípio que deve nortear as ações de uma gestão que almeja a participação de funcionários docentes e não docentes e estudantes na construção de uma FEF democrática, que cuidará para que deveres e direitos sejam sempre preservados. Enfim, a ética não é uma moral imposta de fora, mas o resultado da reflexão de indivíduos e grupos interessados em construir uma comunidade: a comunidade “Fefiana”. A ética, repetimos, não é uma moral dominante, mas uma conquista de todos a partir do diálogo. Com isso, pretendemos ouvir, debater, refletir e realizar as ações da Unidade FEF de modo a acolher os segmentos que a constituem, em sua diversidade, com a finalidade de construir uma ambiência propositiva, inovadora e democrática.

Diversidade

A FEF historicamente foi o lugar de acolhimento da diversidade de abordagens, de teorias e de campos do conhecimento que constituem a Educação Física. Uma de suas marcas quando de sua criação foi, exatamente, a de acolher aquilo que brotava na comunidade acadêmica da Educação Física olhando para o diverso e diferente não como ameaça ou como negação, mas como riqueza na construção da unidade. Desse modo, o princípio norteador de nossa gestão reafirma o que caracterizou a FEF em sua criação: a garantia e o respeito ao diverso e amplo conjunto de teorias, abordagens e campos do conhecimento que constituem a Educação Física como área acadêmica e profissional. Nesse sentido, é oportuno sublinhar e promover o que foi um dos signos de projeção da FEF no cenário nacional: a compreensão de que a Educação Física é um campo multidisciplinar e que as Ciências Humanas e Biológicas lhe são constitutivas. O que se deve buscar é a excelência dos campos científicos clássicos que constituem a área e não sua eliminação. Para tal, é necessário recuperar o respeito entre os campos e os distintos modos de se produzir ciência específicos a cada um deles, desestimulando a competição interna e promovendo a contínua qualificação de funcionários docentes e não docentes em suas diferenciadas perspectivas. Com isso, almejamos resultados que se revelam, sem dúvida, em uma qualificada formação e capacitação discente seja na Graduação, seja na Pós-Graduação.

Excelência acadêmica

A FEF deve ocupar lugar de destaque no cenário acadêmico nacional, tal como outras unidades dessa universidade. É impensável que uma unidade da Unicamp não goze desse protagonismo cuja retomada se fará a partir de uma gestão participativa e democrática em que a qualidade de seus corpos docente e não docente se fará evidente na consecução das decisões e estratégias a serem tomadas. Superar a separação entre os que pensam e os que executam, entre os que mandam e os que obedecem, construindo um novo lugar, aquele da partilha de ideias, mas, sobretudo, de responsabilidades, pois uma gestão participativa implica competência técnico administrativa e acadêmica, cujo objetivo principal não é outro senão o da excelência na pesquisa, no ensino, na extensão, assim como na gestão.

Se você concorda com estes princípios, se avalia que a FEF distanciou-se do objetivo primordial da excelência acadêmica e da gestão democrática e participativa, convidamos você a debater algumas das ações que propomos para uma nova gestão da FEF. Mais do que isso, convidamos você a também propor outras, nos campos do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão administrativa.

Ações no campo da Gestão Administrativa

Planejamento participativo. Promover reuniões periódicas com as representações de docentes e funcionários não docentes, bem como estudantis no âmbito da FEF para a elaboração de um plano estratégico de gestão, debatido em um Seminário Anual. Essa ação visa a fomentar as manifestações de ideias, críticas e sugestões para a melhoria das condições de pesquisa, ensino e trabalho na faculdade.

Qualificação técnica-administrativa. Estimular e criar condições de participação do quadro de funcionários não docentes em cursos de formação profissional com o objetivo de melhor qualificá-lo no que diz respeito ao domínio de linguagens instrumentais, técnicas ou ferramentas administrativas próprias de sua função, assim como do aprendizado de línguas estrangeiras.

Seminários temáticos. Apoiar e incentivar iniciativas dos corpos docente, discente e administrativo, no que diz respeito à organização de eventos temáticos condizentes com o debate de cada segmento da comunidade e do desenvolvimento científico e tecnológico.

Avaliação dos funcionários não docentes. Garantir uma avaliação técnica de desempenho dos funcionários não docentes pautada na ética, respeito e dignidade, levando-se em conta sua atuação a partir de regras claras, diferenciando o que é rotineiro do que é excepcional. Para tal, a avaliação técnica de desempenho dos funcionários não docentes deve se pautar em critérios qualitativos, tendo como instrumento não apenas a avaliação da chefia imediata, mas a consulta de seus pares e da comunidade atendida pelo setor específico. O conjunto de critérios, regras, procedimentos, prazos e resultados devem ser amplamente divulgados.

Reforma administrativa. Tem como objetivo revisar e atualizar todos os regimentos e normas da FEF no menor tempo possível.

Manutenção, ampliação e modernização dos espaços físicos. Considerando a estrutura física existente, almejamos criar condições de excelência para a docência, a pesquisa e a extensão na FEF. Essa ação implica reforma e construção de espaços físicos, priorizando a conclusão da cobertura das quadras poliesportivas e da piscina, assim como a finalização do conjunto de trabalhos do Salão de Dança. Almeja, também, a estruturação dos laboratórios, reestruturação da sala de congregação e construção de um salão nobre e uma quadra de areia, esforços para viabilizar recursos para a construção de uma biblioteca com auditório e instalações próprias da pós-graduação. Assim como a realização de trabalhos que efetivem conforto térmico e acústico nos espaços existentes, incluídos aí as salas de aulas. Por fim, caberia, ainda, reivindicar junto à Reitoria melhores condições de funcionamento da FEF durante o expediente noturno.

Ações no campo do ensino

Projeto Pedagógico. Debater e tornar públicos os princípios do projeto pedagógico da FEF. A ação visa refletir sobre o perfil do egresso formado pela FEF e avaliar sua inserção na vida acadêmica e profissional.

Reformulação curricular dos cursos de graduação. Visa aperfeiçoar os eixos temáticos curriculares, propiciando a adequação de conteúdo programático com a finalidade de evitar a sobreposição de conteúdos.

Procedimentos avaliativos e Avaliação discente na FEF. Visa dar apoio às Coordenações e Comissões de Graduação e Pós-Graduação no que se refere ao conjunto de procedimentos avaliativos de ensino-aprendizagem. Visa, também, estimular o debate no que se refere à avaliação discente, estimulando os estudantes para a sua realização.

Estímulo às atividades extraclasse. Esta ação visa incentivar e apoiar a atuação acadêmica articulada à formação dos estudantes em atividades extracurriculares, tais como: a participação nos debates acadêmico-políticos pertinentes a sua formação como licenciados e bacharéis em Educação Física; a busca por intercâmbios nacionais e internacionais; a organização de entidades representativas deste segmento na FEF; a efetiva participação em distintas representações nas diversas instâncias da FEF, que, atualmente, encontram-se ociosas.

Apoio à Biblioteca. Esta ação visa dar suporte ao trabalho desenvolvido pela Biblioteca no apoio ao ensino de Graduação e Pós-Graduação.

Ações no campo da pesquisa

Divulgação e intercâmbio com universidades nacionais e internacionais. Visa incentivar e apoiar a realização de estágios de pós-doutoramento, intercâmbios nacionais e internacionais para todo o corpo docente, bem como, a recepção de pesquisadores de pós-doutoramento, estreitando relações com universidades de expressão. Outra estratégia pertinente é manter os programas de cooperação e intercâmbios existentes, bem como ampliá-los.

Agências de fomento à pesquisa. Visa ampliar a participação do corpo docente em editais de pesquisa, incentivando-o em termos logísticos, com o apoio do corpo administrativo na organização da documentação necessária às proposições e às prestações de contas. Divulgar os resultados dos relatórios técnicos. Dar visibilidade aos projetos financiados.

Eventos Acadêmicos. Organização de eventos internos e externos para a divulgação de resultados de pesquisas dos docentes no âmbito da graduação e da pós-graduação.

Laboratórios. Priorizar a estruturação física, bem como reivindicar a contratação de pesquisadores e pessoal técnico especializado para o desenvolvimento das linhas de pesquisa.

Iniciação científica. Incentivar e apoiar a constituição de grupos de pesquisa que proporcionem a inserção de estudantes com a finalidade de realizar pesquisas de Iniciação Científica.

Revista Conexões. Investimento e “profissionalização” da revista Conexões visando à sua indexação em bases de dados exigidas em estratos superiores do Qualis Capes, tendo como princípio o respeito à diversidade e as especificidades do campo da Educação Física e de sua produção.

Política de Pós-Graduação. Esta ação visa a garantia de incentivo e apoio aos professores da FEF Unicamp para integrar o corpo docente da PPG/FEF pautados na qualidade, na competência, no respeito, no diálogo, na diversidade intelectual e na autonomia universitária.

Ações no campo da Extensão

Garantia da extensão como um dos pilares da FEF. Esta ação visa apoiar, valorizar e incentivar o corpo docente a planejar e executar ações neste segmento. Para isso, priorizaremos os projetos de extensão que ofereçam atividades gratuitas e com bolsas de estudo.

Política para Cursos de Especialização. Esta ação visa retomar e apoiar a atuação da FEF no que diz respeito à criação de novos cursos de Especialização e Atualização. Visa, também, estimular o oferecimento de cursos inativos já ministrados em outros momentos.

Visibilidade. Esta ação visa garantir maior visibilidade às atividades desenvolvidas pela Extensão, bem como ao conjunto de ações da FEF neste âmbito. Divulgação de participações em congressos e de todas as ações externas de Professores, Funcionários e Estudantes. Para essas ações, as redes sociais são ferramentas importantes, razão pela qual propomos a criação de um número maior de canais de comunicação oficiais da FEF nestas redes.

Vida no campus. As ações para este item visam organizar e apoiar atividades culturais no campus em que se incluem eventos esportivos, artísticos, literários que promovam a sociabilidade e a integração dos diversos segmentos da comunidade “fefiana”, assim como da comunidade universitária da Unicamp.

Infraestrutura. Implantar um instrumento de avaliação das condições estruturais de atendimento à comunidade externa que vise diagnosticar e sanar problemas buscando sua melhoria.

Programa de Extensão Institucional. Visa contribuir com a formação acadêmica no âmbito da Graduação. Esta ação parte da constatação das políticas e programas existentes buscando sua manutenção, ampliação e articulação mais estreita com o projeto pedagógico da FEF.

Biblioteca. Manter e ampliar as ações da Biblioteca no Programa de Extensão da FEF. Compreender o papel extensionista da Biblioteca, através da sua integração com os serviços de comunicação e bancos de dados, museus e centros de memória.

Compromissos da Direção

Representar a FEF Unicamp em todas as instâncias da universidade e externas a ela a partir de decisões coletivas.

Respeitar as decisões deliberadas pelas instâncias internas da FEF.

Reivindicar junto à reitoria todas as demandas da FEF independentemente de convergência ou divergência de interesses políticos.

Participar ativamente do Conselho Universitário e de outros órgãos e câmaras da universidade mantendo sempre a autonomia da FEF Unicamp.

Elaborar e executar o orçamento da FEF/Unicamp com participação dos funcionários docentes e não docentes da unidade, assim como divulgá-lo periodicamente.

Participar ativamente da modernização dos regimentos da Unicamp e do projeto de segurança no campus.

Visibilizar e propor projetos institucionais entre a FEF- Unicamp e órgãos públicos municipais, estaduais e federais, tais como: prefeituras e associações culturais e esportivas, Secretarias de Esporte, Cultura, Educação, Ministérios do Esporte, da Justiça, da Educação, da Saúde, bem como as Secretarias Especiais da Presidência da República como a das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude.

Criar políticas setoriais que orientem as ações da Direção e tornem públicos os critérios de sua realização.

Heloisa Reis

Possui doutorado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (1998), mestrado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Maria (1994), especialização em handebol pela Universidade de São Paulo (1986) e graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1985). Seu Pós-doutorado ocorreu no ano 2000, em Direito Esportivo e Sociologia do Esporte, pela Universidad de Murcia, Espanha. Em 2004 obteve o titulo de livre-docência pela Unicamp, universidade em que atua como docente no âmbito da Graduação desde o ano de 1988 e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física desde 2001.

Na qualidade de pesquisadora, possui intercâmbio científico com a Universidad de Murcia (Espanha); Universidad de Extremadura (Espanha); INEF de Madrid; Universidad de Buenos Aires; Consejo Superior de Deporte e Loughborough University (UK), universidade na qual foi pesquisadora colaboradora convidada como observadora da segurança das Olimpíadas de Londres de 2012. Sua vasta experiência em pesquisa e docência está centrada nas áreas de Pedagogia do Esporte, Handebol, Sociologia do Esporte e Direito Esportivo, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas de prevenção à violência e de segurança em espetáculos esportivos, futebol e violência, sociologia do esporte, legislação e esporte, handebol.

É membro de inúmeras comissões nacionais e internacionais relativas ao Esporte, entre as quais destaca a Comissão Nacional de Prevenção à Violência e Segurança nos Estádios – CONSEGUE – nomeada pelo Ministro do Esporte, tendo sido convidada inúmeras vezes como palestrante em audiências públicas na Câmara dos Deputados e Ministérios da Justiça e do Esporte sobre o tema Futebol, Violência, Segurança e Prevenção, bem como pela Ordem dos Advogados do Brasil/SP como palestrante no Curso de Especialização em Direito Esportivo.

Idealizadora e organizadora dos Simpósios sobre Hooliganismo no Futebol (20012; 2013; 2014) e na América Latina (2013), evento promovido pelo Ministério do Esporte, foi também organizadora do 1º. e 10º e do Simpósio Internacional sobre Norbert Elias e o Processo Civilizador na Unicamp. É membro convidado da Academia Lance e em 2013 foi indicada na publicação internacional Marquis Who´s Who 2014.

Foi membro do Centro de Estudos Avançados da Unicamp de 2011/2012 e é Assessora Científica da FAPESP e autora, desde 2005, de vários projetos Fapesp e CNPq de vinda de pesquisadores Europeus para a Unicamp.

Em 2007 recebeu o Prêmio de Mérito Científico da Unicamp pela orientação da estudante Carla Abrahão Verginelli na pesquisa “Análise da tática defensiva da seleção brasileira adulta de handebol feminino, na marcação do pivô”, e em 2011 recebeu o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico "Zeferino Vaz" da Unicamp.

No âmbito da FEF foi membro da CODESP (Extensão) por dois mandatos, membro da Comissão de Graduação por cinco mandatos (2000-2007; 2009), membro da Comissão de Pós-graduação em sexto mandato (2003-2014); Chefe do Departamento de Estudos do Lazer (2005-2007); Representante da categoria de docentes MS-5 na congregação (2013-2014); Representante da FEF no Conselho de Representantes da Adunicamp.

Elaine Prodócimo

Doutora em Educação Física pela FEF/UNICAMP (2002), fez Mestrado no Programa de Pós Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR (1994), e Licenciatura e Bacharelado pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas – FEF/UNICAMP (1989).  Possui Livre Docência pela FEF/UNICAMP (2011) e Pós-doutorado na Faculdade de Psicologia, Departamento de Psicologia Evolutiva e Educação da Universidade de Murcia – Espanha (2013). Atua como docente na Graduação desde 2003 e Pós-Graduação da FEF desde 2006. Como pesquisadora possui Intercâmbio científico com a Universidade de Murcia e a Universidade de Lisboa. Sua experiência em pesquisa e docência se dá na área da Educação Física escolar, do jogo e da violência. Foi chefe do Departamento de Educação Motora, atual Departamento de Educação Física e Humanidades nos anos 2007 e 2008, Coordenadora Associada de Graduação de 2008 à 2010 e Coordenadora de Graduação de 2010 à 2012. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Violências – GEPEVs desde 2007, e do EscolaR – Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Educação Física Escolar, criado em 2014. Foi coordenadora de área do projeto Multidisciplinar, do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID  Durante os anos 2010 à 2013, atualmente é Coordenadora de Gestão do mesmo programa na UNICAMP. Como docente da FEF recebeu 12 homenagens das turmas formadas: foi 2 vezes professora homenageada, 4 vezes paraninfa e 6 vezes patronesse.

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