Produtividade e Elitismo na Educação Física Brasileira -1930 -1990

Por: , e Luiz Henrique Loureiro dos Santos.
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PRODUTIVIDADE E ELITISMO NA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA[1]

por

LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ

Mestre em Ciência da Informação; CEFET-MA

LAÉRCIO ELIAS PEREIRA

Doutor em Educação Física – UNICAMP

LUIZ HENRIQUE LOUREIRO DOS SANTOS

Mestre em Ciência da Informação – UFMG

RESUMO

A análise da ciência, através da produção escrita, é objeto de estudo de historiadores, sociólogos e cientistas da informação. A Bibliometria, ou Cientometria, tem por objetivo a análise do tamanho (extensão), crescimento e distribuição da bibliografia e o estudo da estrutura social dos grupos que produzem e utilizam a literatura científica. A relação entre artigos de interesse de um especialista e os periódicos em que possam ocorrer esses artigos foram estabelecidos por BRADFORD, em 1934 (Lei de Bradford). O índice de produtividade de autores foi estabelecido por LOTKA, em 1926 (Lei de Lotka). SOLA PRICE , estudando a Lei de Lotka estabeleceu o Princípio do Elitismo, segundo o qual “toda produção de tamanho N tem uma elite igual a Vn (raiz quadrada de n)”.

O objetivo deste estudo (em andamento) é: (i) resgatar a memória da produção científica da Educação Física e das Ciências do Esporte disseminada através de periódicos; (ii) caracterizar a produção científica da Educação Física e dos Esportes no Brasil; (iii) determinar os periódicos mais produtivos e a elite de autores na área, identificados através dessa produção.

Foram indexados 5.014 artigos, publicados no período de 1936 a 1992 em 13 revistas devotadas à educação física e às ciências do esporte. Os artigos foram caracterizados em três áreas – Biomédica, Humanística e Gímnico-desportiva, de acordo com a classificação dada por GONÇALVES e VIEIRA (1989). Utilizou-se da Lei de Bradford para a determinação dos periódicos mais produtivos e do Princípio de Elitismo, de Sola Price, para a determinação da elite de autores.

Introdução:

O sistema de informação científica e tecnológica utiliza fundamentalmente dois canais básicos de comunicação – os canais formais ou de literatura e os canais informais ou pessoais. O principal  universo  da  atividade  científica   é informação verbalmente codificada (periódicos, anais de congressos, etc.) e seu produto essencial também é informação verbalmente codificada (artigos publicados em revistas científicas, comunicação em congressos), constituindo insumo para outras pesquisas científicas, e assim sucessivamente ( AGUIAR, 1991) . Conhecimento novo,  resultado de pesquisa, é registrado na literatura científica.

Tanto ARAÚJO (1979) quanto  CASTRO (1986), chamam-nos atenção para o fato de, de todos os cientistas registrados até o momento, cerca de 80% a 90% estão vivos. Enquanto em 1760 existiam apenas 10 revistas científicas em todo o mundo, em 1962 haviam 35.000, com uma publicação anual de cerca de um milhão de artigos. Cinco anos após, 1967, estimou-se que haviam 127 mil autores em todo o mundo. Hoje existem 100 mil periódicos em todo o mundo.

A análise da ciência  através da produção escrita é objeto de estudo de historiadores, sociólogos e cientistas da informação . A Bibliometria, ou cientometria, ocupa-se da análise estatística dos processos de comunicação escrita, tratamento quantitativo (matemático e estatístico) das propriedades e do comportamento da informação registrada (FIGUEIREDO, 1977), oferecendo possibilidades de análise quantitativa da produção literária.  Como  ciência  da  ciência, tem  um caráter puramente teórico e como finalidade aplicar recursos da ciência na análise da própria ciência; como técnica, tem aplicação no campo da documentação científica (SÁ, 1978). Para LOPES PIÑERO (1972, citado por LIMA, 1986) a bibliometria tem os seguintes objetivos:

  1. analisar o tamanho (extensão), crescimento e distribuição da bibliografia;
  2. estudar a  estrutura  social dos grupos que produzem e utilizam a literatura científica.

 

Ainda de acordo com esse autor, é possível trabalhar, no campo da documentação científica, com quatro temas:

  1. crescimento e envelhecimento da literatura científica;
  2. a dispersão das publicações científicas;
  3. a produtividade dos autores científicos e a “visibilidade” de seus trabalhos; e
  4. relação entre autores (cientistas), descobrimentos múltiplos e a transmissão de idéias através de publicações (comunicação científica, “gatekeepers”, colégio invisível …).

 

BRADFORD estabeleceu, em 1934, a relação entre artigos de interesse de um especialista e os periódicos em que podem ocorrer estes artigos (LEIMKUHLER, 1970; BROOKS, 1970; PINHEIRO, 1983; CUNHA, 1985).  A análise da dispersão da literatura, iniciada por Bradford, permite estabelecer as tendências da pesquisa em diferentes assuntos.

O índice de produtividade de autores foi estabelecido por LOTKA, em 1926. Constatou que uma grande proporção da literatura é produzida por um pequeno número de autores (LIMA, 1986). Estudando a lei de Lotka, SOLA PRICE (1965, apud LIMA, 1986) inferiu que 1/3 da literatura levantada é produzida por menos de 1/10 dos autores, levando uma média de 3,5 documentos por autor e 60% dos autores produzindo um único documento.

Considerando-se que no ambiente da educação física os periódicos ainda não têm a mesma penetração dos livros (BRACHT, 1992), estabeleceu-se como objetivos deste estudo:

  • resgatar a memória da produção científica da educação física e das ciências do esporte disseminada através de periódicos;

 

  • caracterizar a produção científica da educação física e dos esportes no Brasil;

 

  • determinar os periódicos mais produtivos e a elite de autores na área, identificados através dessa produção.

Caracterização da produção científica em Educação Física e Ciências do Esporte:

FARIA JÚNIOR (1987), em seu trabalho de pós-doutorado, avalia a produção científica da educação física brasileira através das dissertações de mestrado e teses de doutorado, classificando as áreas de pesquisa em Educação Física em:

– Médico-fisiológica

– Filosófica;

– Sócio-antropológica;

– Pedagógica;

– Técnica (treinamento esportivo)

– Biológica.

GONÇALVES e outros (1992), ao analisarem a educação física na perspectiva da saúde/atividade física  caracterizam a produção científica nesta área basicamente em três linhas:

1) epidemiologia das lesões desportivas;

2) saúde coletiva e atividade física; e

3) instância da produção do conhecimento em Educação Física/Ciências do

Esporte.

No âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq -, a Educação Física apresenta-se como componente do setor saúde, o que, “por razões históricas, tem ocorrido também nas Universidades, onde a área normalmente está vinculada ao setor biomédico” (GONÇALVES e VIEIRA, 1989, p. 50). Estes autores procederam à caracterização quantitativa da produção científica na área da educação física e esportes no Brasil no triênio 1984-1986, subsidiada pelo CNPq. Para efeito de classificação, procederam à distribuição dos temas em três segmentos: biomédico, humanístico e gímnico-desportivo. No QUADRO I é apresentada a distribuição dos temas segundo os segmentos:

QUADRO 1

DISTRIBUIÇÃO DOS TEMAS SEGUNDO A ÁREA, SUBÁREA E ESPECIFICAÇÃO SEGUNDO CARACTERIZAÇÃO ESTABELECIDA POR GONÇALVES E VIEIRA

SEGMENTO SUBÁREA ESPECIFICAÇÃO
BIOMÉDICO Medicina Desportiva

e Ciência do Exercício

Aprendizagem Motora

Desportos e Genética

Cineantropometria

Saúde e Nutrição

Biomecânica

Psicologia Desportiva

Relação Treinamento,

Qualidades Físicas

Efeitos fisiológicos,

Performance                                                                                   Avaliação funcional e Atividade de                                                                                                     laboratório

Bioquímica

Reabilitação

Nutrição e Performance

Traumatismo

Aprendizagem motora e  Performance

Postura e Locomoção

Deficientes e Deficiências individuais

Crescimento, Maturidade e                                                                                       Desenvolvimento motor

Estudos antropométricos em relação à                                                                                                idade e sexo

Fatores de risco

Diagnósticos

Biomecânica aplicada à   Metodologia                                                                                                do Treinamento Desporti vo

Formação do Professor

Desporto, Exercício,  Efeitos                  Psicológicos

HUMANÍSTICO Pedagogia

Antropologia

Filosofia

História

Formação do Professor

Processo de Ensino

Laboratório pedagógico

Currículo

Antropologia e Educação

Ideologia

Evolução histórica na Educação Física

GÍMNICO-

DESPORTIVO

Ginástica e Dança Estudos genéricos

Dança

Programa de massa

FONTE: GONÇALVES e VIEIRA, 1989, p. 55

Metodologia:

 

Foram indexados 5.014 artigos de periódicos publicados no de período de 1936 a 1992 em 13 revistas devotadas à Educação Física e às Ciências do Esporte (TAB. 2). Caracterizou-se os artigos indexados em três áreas – Biomédica; Humanística; e Gímnico-desportiva (TAB. 2), para a determinação do assunto. Quando o mesmo  artigo teve que ser classificado em mais de uma área, procedeu-se à caracterização do mesmo em duas ou mais áreas, e o descritor correspondente foi associado à estas áreas de caracterização, associando-o ao(s) autor(es).

Utilizando-se a Lei de BRADFORD foi determinado o núcleo de periódicos mais produtivos no período estudado, estabelecendo-se como  “tema determinado” as áreas caracterizadas pelo estudo de GONÇALVES e VIEIRA (1989).  BROOKS (1970) apresenta  a seguinte formulação para a lei de Bradford:

Se  periódicos  científicos  forem  dispostos  em    ordem decrescente de produtividade de artigos sobre determinado tema, pode-se distinguir um núcleo de periódicos mais particularmente devotados a este tema e vários grupos ou zonas que incluem o mesmo número de artigos que o núcleo, sempre que o número de periódicos existente no núcleo e nas zonas sucessivas seja de ordem de 1:n:n2:n3:n4…”.(citado por LIMA, 1986, p. 128).

Os estudos de SOLA PRICE (1965, citado por LIMA, 1986) baseados na Lei de LOTKA, apontam para o chamado “Efeito Mateus” – da parábola dos talentos, do princípio de que sucesso atrai sucesso e fracasso atrai fracasso -,  onde os autores mais produtivos produzem sempre mais. Estabeleceu oPrincípio do Elitismo”, segundo o qual  “toda a produção de tamanho N tem uma elite igual a VÑ (raíz quadrada de N)” (p. 130). Para LIMA (1986) quando se trata de autores, produtividade e elitismo observa-se que

“… a produtividade é mais acentuada em alguns autores que produzem 2/3 da literatura registrada em determinado campo do conhecimento. Este grupo de mais produtivos pode ser a elite quantificável através do Princípio do Elitismo” (p. 130).

Análise dos resultados:

Produtividade de Periódicos:

 

Foram utilizadas as coleções particulares dos autores; as coleções da Biblioteca da Escola de Educação Física da UFMG; a coleção dos Boletins da FIEP do prof. Herbert A. Dutra; o da KINESIS do prof. Renan Sanpedro, sendo indexadas as coleções completas das revistas:

REVISTA EDITOR
ARQUIVOS ESCOLA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS – antigo

BOLETIM TÉCNICO INFORMATIVO

 

DED/MEC

BOLETIM DA FIEP FIEP
REVISTA COMUNIDADE ESPORTIVA Fundação MOBRAL
REVISTA CORPO & MOVIMENTO APEF/SP
REVISTA DESPORTOS & LAZER SEDEL-MA
REVISTA COLETÂNEAS Departamento de Esportes da Escola de  Educação Física da UFMG.

Das revistas

– EDUCAÇÃO PHYSICA;

– ESPORTE & EDUCAÇÃO,

não se teve à disposição as coleções completas, indexando-se os números disponíveis. Todas estas já deixaram de ser publicadas. Das revistas

REVISTA EDITOR
BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE Colégio Brasileiro de                      Ciências do Esporte
BRASILEIRA DE CIÊNCIA & MOVIMENTO CELAFISCS e UNIFEC
SPRINT Palestra Edições
KINESIS Universidade Federal de Santa Maria

utilizou-se os números publicados desde seu aparecimento até o ano de 1992. No QUADRO 2 são apresentados os períodos de publicação dessas revistas:

QUADRO 2

PERIÓDICOS ANALISADOS

TÍTULOS DOS PERIÓDICOS                                                                 PERÍODO DE PUBLICACÃO
PHYS

ARQU

RBED

ES&E

FIEP

RBCE

COME

DE&L

SPRI

CO&M

KINE

RBCM

COLE

Revista  Educação Physica *

Revista Arquivos da Escola Nacional de Educação Física e Desportos **

Boletim Tecnico e Informativo/

Revista Brasileira de  Educação Fisísica e Desportos **

Revista Esporte & Educaço

Boletim da Federação Internacional de Educação Física  **

Revista  Brasileira de Ciências do Esporte **

Revista Comunidade Esportiva ***

Revista Desportos & Lazer **

Revista Sprint

Revista Corpo & Movimento **

Revista Kinesis **

Revista Brasileira de Ciência & Movimento **                                                     Revista Coletâneas **

1936 a 1943

1945 a 1972

1968 a 1984

1969 a 1971

1977 a 1989

1979 a 1992

1980 a 1986

1980 a 1983

1982 a 1990

1983 a 1985

1984 a 1990

1987 a 1992

1988 a 1990

* Início da publicaçao: 1932, sendo que para este estudo se teve à disposição do vol 6   em  diante, alguns volumes;

** Coleção completa

*** Comunidade Esportiva até o número 7 apareceu em formato de  jornal, sendo indexado  a partir do oitavo, em forma de revista.

Foram analisadas 13 revistas, publicadas ao longo de 56 anos – 1936 a 1992 -, abrangendo o período de publicação:

27 anos :

16 anos :

13 anos :

9 anos :

7 anos :

6 anos :

4 anos :

3 anos :

 Arquivos

Brasileira de Educação Física e Desportos;

FIEP;

Brasileira de Ciências do Esporte;

Sprint (incompleta);

Educação Physica (incompleta);

Comunidade Esportiva (fase de revista);

Kinesis;

Brasileira de Ciência e Movimento;

Desportos & Lazer;

Esporte & Educação (incompleta);

Corpo & Movimento;

Coletâneas.

Considerou-se todos os artigos publicados – inclusive editoriais, cartas, consultas, normas para publicação, notas, notícias diversas… – de autoria única, múltipla e/ou institucional. Nos artigos de autoria múltipla, no momento da indexação, não foi possível, neste primeiro momento da pesquisa, registrar-se todos os autores, aparecendo, quando mais de três, o termo “OUTROS” em substituição aos nomes.

A determinação da produtividade, pela Lei de Bradford, só é possível pelo uso de autores individuais, eliminando-se as autorias múltiplas e coletivas. Na indexação dos 5.014 artigos não se levou em consideração esta regra, aparecendo na TAB. 1 todos os artigos, independente de a autoria ser individual, múltipla ou institucional:

TABELA 1

PERIÓDICOS ANALISADOS E SUA PRODUÇÃO DE ARTIGOS,

NO PERÍODO DE 1936 A 1992

TÍTULOS DOS PERIÓDICOS NÚMERO  DE   ARTIGOS %
PHYS    Revista  de Educação Physica 1.039 20,73
RBCE    Revista Brasileira de Ciências do Esporte * 871 17,37
FIEP      Boletim da FIEP * 566 11,29
RBCM  Revista Brasileira de Ciência & Movimento * 508 10,13
RBED   Boletim Técnico e Informativo/ Revista

Brasileira de Educação Física e Desportos *

450 8,97
SPRI      Revista Sprint 431 8,59
COME  Revista Comunidade Esportiva * 310 6,18
ARQU  Revista Arquivos da ENEFD * 287 5,72
ES&E    Revista Esporte & Educação 209 4,18
DE&L   Revista Desportos & Lazer * 110 2,19
KINE    Revista Kinesis * 109 2,18
CO&M  Revista Corpo & Movimento * 98 1,95
COLE    Revista Coletâneas * 26 0,52
TOTAL 5.014 100,0

* Coleção completa

Dos 13 periódicos indexados, oito já deixaram de ser publicados. Na TAB. 2 apresenta-se o “nascimento” dos periódicos analisados:

TABELA 2

“NASCIMENTO” DOS PERIÓDICOS ANALISADOS

PERÍODO NÚMERO DE TÍTULOS %
Até     1939 1 7,70
1940 a 1949 1 7,70
1950 A 1959
1960 A 1969 2 15,38
1970 A 1979 1 15,38
1980 A 1989 7 53,84
1990 A 1992
TOTAL 13 100,0

Na TAB. 3 tem-se o total de artigos indexados, por década:

TABELA 3

PERIÓDICOS ANALISADOS E SUA PRODUÇÃO DE ARTIGOS,

POR DÉCADA

 

PERIÓDICOS

1936

A

1939

1940

a

1949

1950

a

1959

1960

a

1969

1970

a

1979

1980

a

1989

1990

a

1992

 

total

PHYS  641 398 1.039
RBCE 42 593 236 871
FIEP 194 372 566
RBCM 212 296 508
RBED 74 271 105 450
SPRI 376 55 431
COME 310 310
ARQU 55 117 105 10 287
ES&E 76 133 209
DE&L 110 110
KINE 96 13 109
CO&M 98 98
COLE 15 11 26
TOTAIS 641 453 117 255 650 .2.287 611 5.014

 

 

NO PERÍODO DE 1936 A 1992

Verifica-se que na década de 80 aparecem 45,61% dos artigos publicados e 76,92% das revistas indexadas. Na TAB. 4 aparecem o total de títulos e o total de artigos que cada revista publicou por década:

TABELA 4

DISTRIBUIÇÃO DE TÍTULOS E ARTIGOS PUBLICADOS POR DÉCADA

PERÍODO No. DE TÍTULOS % No. DE TÍTULOS %
1936 a 1939 1 7,70 641 12,78
1940 a 1949 2 15,38 453 9,04
1950 a 1959 1 7,70 117 2,35
1960 a 1969 3 23,07 255 5,08
1970 a 1979 5 38,46 650 12,96
1980 a 1989 10 76,92 2.287 45,61
1990 a 1992 5 38,46 611 12,18
TOTAIS 13* 207,69* 5.014 100,0

* Número superior a 100% porque alguns periódicos aparecem ao longo de mais de uma década.

Nas TAB. 5, 6, 7 e 8 apresenta-se essa distribuição por área, considerando-se a caracterização estabelecida por GONÇALVES e VIEIRA (1989), adotada para este estudo. Foram excluidas as autorias múltipla e da institucional, aquelas assinadas pelos Editores das revistas. Os artigos foram indexados por até cinco palavras-chave, e o assunto tratado nos artigos classificado em mais de uma área, quando tal o exigiu:

TABELA 5

PERIÓDICOS ANALISADOS E SUA PRODUÇÃO DE ARTIGOS

NA ÁREA BIOMÉDICA,  POR DÉCADA, NO PERÍODO DE 1936 A 1992

PERIÓDICOS 1936 a 1937 1940 a 1949 1950 a 1959 1960 a 1969 1970 a 1979 1980 a 1989 1990 a 1992 TOTAIS
RBCE 39 385 80 504
RBCM 131 193 324
PHYS 135 103 238
SPRI 137 33 170
FIEP 29 96 125
RBED 12 75 35 122
ARQU 21 32 47 3 103
KINE 44 8 52
COME 41 41
ES&E 5 11 16
CO&M 14 14
COLE 3 4 7
DE&L 6 6
TOTAIS 135 124 32 64 157 892 318 1.722

TABELA 6

PERIÓDICOS ANALISADOS E SUA PRODUÇÃO DE ARTIGOS

NA ÁREA HUMANÍSTICA, POR DÉCADA, NO PERÍODO DE 1936 A 1992

PERIÓDICOS 1936 a 1937 1940 a 1949 1950 a 1959 1960 a 1969 1970 a 1979 1980 a 1989 1990 a 1992 TOTAIS
RBCE 16 322 199 537
PHYS 294 180 474
FIEP 181 259 440
RBCM 142 145 287
RBED 43 156 66 265
COME 233 233
ARQU 31 80 61 6 178
SPRI 133 11 144
ES&E 45 73 118
COM&M 90 90
DE&L 82 82
KINE 64 4 68
COLE 7 3 10
TOTAIS 294 211 80 149 432 1.398 362 2.926

TABELA 7

PERIÓDICOS ANALISADOS E SUA PRODUÇÃO DE ARTIGOS

NA ÁREA GÍMNICO-DESPORTIVA NO PERÍODO DE 1936 A 1992

PERIÓDICOS 1936 a 1937 1940 a 1949 1950 a 1959 1960 a 1969 1970 a 1979 1980 a 1989 1990 a 1992 TOTAIS
PHYS 378 145 523
RBED 55 207 65 327
RBCE 17 221 68 306
SPRI 230 35 265
COME 221 221
FIEP 69 112 181
RBCM 82 99 181
ES&E 45 75 120
ARQU 13 31 30 3 77
DE&L 73 73
KINE 32 5 37
CO&M 36 36
COLE 7 7 14
TOTAIS 378 158 31 130 371 1.079 214 2.361

Observa-se predominância de trabalhos na área Humanística (58,35%), seguindo-se a Gímnico-desportiva (47,08%) e a Biomédica (34,34)

TABELA 8

FREQUENCIA DE ARTIGOS PRODUZIDOS POR ÁREA, POR DÉCADA,

NO PERÍODO DE 1936 A 1992

 

ÁREAS

1936 a 1939  

%

1940 a 1949  

%

1950 a 1959  

%

1960 a 1969  

%

HUMANÍSTICA 294 36,43 211 42,80 80 55,95 149 43,45
GÍMICO-DESPORTIVA 378 46,84 158 32,05 31 21,67 130 37,90
BIOMÉDICA 135 16,73 124 25,15 32 22,38 64 18,65
TOTAIS 807 100 493 100 143 100 343 100
ÁREAS 1936 a 1939 % 1940 a 1949 % 1950 a 1959 % 1960 a 1969 %
HUMANÍSTICA 432 45,00 1.398 41,50 362 40,15 2.926 58,35
GÍMICO-DESPORTIVA 371 38,65 1.079 32,00 214 23,67 2.361 47,08
BIOMÉDICA 157 16,35 892 26,47 328 36,28 1.722 34,34
TOTAIS 960 100 3.369 100 904 100 7.009 100

OBS. O total é superior à 100% em função de um mesmo artigo ser indexado em mais de uma área.

No período de 1936 a 1939 predominou a área Gímnico-desportiva (46,84%), enquanto nos períodos seguintes houve predominância da área:

Humanística: 1940 – 49  42,80%
  1950 – 59 55,95%
  1960 – 69 43,45%
  1970 – 79 45,00%
  1980 – 89 41,50%
  1990 – 92 40,15%

A área Gímnico-desportiva aparece a seguir, na segunda posição quanto ao número de artigos publicados, nos períodos de

                                             1940 – 49  32,05%
                                             1960 – 69  37,90%
                                             1970 – 79  38,65%
                                             1980 – 89  32,03%

enquanto os trabalhos da área Biomédica representaram

16,73%  no período de 1936 a 1939;  
25,15%  (1940 – 49)  
22,38%  (1950 – 59)  
18,65%  (1960 – 69)  
16,35%  (1970 – 79)  
26,47%  (1980 – 89)  
e aparece na segunda posição no período de 1990-92, com 36,28%  

Nas TAB. 9, 10, 11 é mostrada a frequência da distribuição dos artigos nos periódicos analisados, por área:

TABELA 9

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS ARTIGOS

ÁREA BIOMÉDICA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 – RBCE 355 355 1 355 1a.
1 – RBCM 261 261 2 616 ZONA
1 – SPRI 154 154 3 770  
1 – PHYS 152 152 4 922  
2 – RBED 118 236 6 1.158 2a.
     FIEP         ZONA
1 – ARQU 102 102 7 1.260  
1 – KINE 52 52 8 1.312  
1 – COME 38 38 9 1.350  
1 – ES&E 14 14 10 1.364 3a.
1 – CO&M 13 13 11 1.377 ZONA
1 – COLE 7 7 12 1.383  
1 – DE&L 3 3 13 1.387  
      13 1.387  

Na área BIOMÉDICA tem-se duas revistas como as mais devotadas – REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE e REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIA & MOVIMENTO -, aparecendo na segunda zona cinco revistas – SPRINT; EDUCACÃO PHYSICA; BRASILEIRA DE EDUCACÃO FÍSICA E DESPORTOS; BOLETIM DA FIEP; e ARQUIVOS –

TABELA 10

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS ARTIGOS

ÁREA HUMANÍSTICA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 – RBCE 445 4455 1 445 1a.
1 – FIEP 346 346 2 801 ZONA
1 – PHYS 319 319 3 1.120  
1 – RBED 249 249 4 1.369  
1 – RBCM 241 241 5 1.600  
1 – COME 169 169 6 1.769 2a.
1 – ARQU 159 159 7 1.928 ZONA
1 – SPRI 139 139 8 2.067  
1 – COM&M 65 65 9 2.132  
1 – KINE 59 59 10 2.191  
1 – ES&E 53 53 11 .2.244  
1 – DE&L 26 26 12 2.270 3a.
1 – COLE 10 10 13 2280 ZONA
      13 2.280  

Na área HUMANÍSTICA tem-se, na zona 1, três revistas (REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE; BOLETIM DA FIEP e EDUCACÃO PHYSICA) como as mais devotadas, aparecendo na segunda zona oito periódicos.

TABELA 11

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS ARTIGOS

ÁREA GÍMNICO-DESPORTIVA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 – PHYS 387 387 1 387 1a.
2 – RBED 308 308 2 695 ZONA
1 – SPRI 247 247 3 942 2a.
1 – RBCE 235 235 4 1.177  
1 – COME 170 170 5 1.347 ZONA
2 – FIEP 150 300 7 1.647  
     RBCM          
1 – ES&E 100 100 8 1747 3a.
1 – ARQU 75 75 9 1.822  
1 – KINE 37 37 10 1.859 ZONA
1 – CO&M 34 34 11 1.893  
1 – DE&L 19 19 12 1912  
1 – COLE 14 13 13 1.926  
      13 1.926  

Já na área GÍMNICO-DESPORTIVA aparecem as revistas EDUCAÇÃO PHYSICA e BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS como as mais importantes quanto ao número de artigos publicados na área (zona 1), seguindo-se – zona 2 – com três revistas, a SPRINT; REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE e COMUNIDADE ESPORTIVA.

4.2. Elitismo:

 

Utilizando-se do Princípio do Elitismo, pode-se determinar que os autores constantes da zona 1 constituem-se a elite da Educação Física e das Ciências do Esporte no Brasil, aparecendo na zona 2 o segundo grupo em importância, na zona 3 o terceiro em importância… Para a determinação da elite de autores, utilizou-se os 5.014 artigos indexados. Quando de autoria única, procedeu-se o registro do autor relacionando-o com os termos de indexação, caracterizados por área. Quando o mesmo artigo exigiu a caracterização em mais de uma área, assim se procedeu. Das autorias múltiplas, foram eliminados aqueles artigos que apareceram como de “E OUTROS”, quando no foi possível resgatar o nome de todos os co-autores; dos artigos com autoria múltipla foram considerados os co-autores, relacionando-os com os artigos, como se de autoria individual fossem. Das autorias institucionais, foram eliminados os assinados pelos Editores dos periódicos. Daí a diferença nos números totais de artigos apresentados. Na TAB. 12 observa-se a frequência dos autores:

TABELA 12

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS AUTORES MAIS PRODUTIVOS

(continua)

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 103 103 1 103  
1 89 89 2 192  
1 79 79 3 271  
1 45 45 4 316  
1 42 42 5 358  
1 40 40 6 398  
1 36 36 7 434  
1 33 33 8 467  
2 28 56 10 523 1a.
1 27 27 11 550  
1 25 25 12 575  
1 23 23 13 598 zona
2 22 44 15 642  
2 20 40 17 682  
4 19 76 21 748  
1 18 18 22 776  
4 17 68 26 844  
4 15 60 30 904  
2 14 28 32 932  
6 13 78 38 1.010  
4 12 48 42 1.058  
6 11 66 48 1.124  
15 10 150 63 1.274  
15 9 135 78 1.409  
19 8 152 97 1.561  
22 7 154 119 1.715 2a.
21 6 126 140 1.841 zona
54 5 270 194 2.111  
34 4 136 220 2.247  
28 4 112 256 2.389  
130 3 390 386 2.749 3a.
308 2 616 694 3.365 zona
7 1 7 801 3.372  
1615 1 1615 2.316 4.987  

Na zona 1, dos autores mais produtivos (elite), temos 2,07% dos autores produzindo 46,44% dos artigos. Na TAB. 13 apresenta-se esta elite e na TAB. 14 a distribuição por década:

TABELA 13

ELITE DE AUTORES

(continua)

AUTOR NÚMERO DE TRABALHOS
MATSUDO, V.K.R.

SANTOS, N.

SEURIN, P.

CONTURSI, E.B.

F.I.E.P. (COMITE EXECUTIVO)

ARENO, W.

MARINHO, I.P.

HOLLANDA LOYOLA

DUARTE, C.R.

VALE JUNIOR, M.P. DO

FRANÇA, N.M. DE

JORDAO RAMOS, J.

PEREGRINO JUNIOR

ANDRADE, D.R.

ARAUJO, C.G.S. DE

FANALI, O.A.C.

TARGA, J.F.

FARIA JUNIOR, A.G. DE

FIGUEIRA JUNIOR, A.J.

LOTUFO, J.

MEC

R. NETTO, A.

BRAMANTE, A.C.

MELLO, P.R.B. DE

PEREIRA DA COSTA, L.

TUBINO, M.J.G.

ANDREWS, J.C.

GONCALVES, A.

PERNAMBUCANO, R.

RIVET, R.

CANTARINO FILHO, M.R.

PEREIRA, M.H.N.

ANJOS, L.A. DOS

FERREIRA, M.

LATORRE DE FARIA, A.

MORAES, C.A.

SILVA, O.E.

VIANA, A.R.

CALLEJA, C.C.

GUEDES, D.P.

MATSUDO, S.M.M.

OLIVEIRA, R.

AUSTREGESILO, A.

D’ALBUQUERQUE, A.T.

DIANNO, M.V.

PELLEGRINOTTI, I.L.

PEREIRA, L.E.

SOARES, J.

103

89

79

45

42

40

36

33

28

28

27

25

23

22

22

20

20

19

19

19

19

18

17

17

17

17

15

15

15

15

14

14

13

13

13

13

13

13

12

12

12

12

11

11

11

11

11

11

TABELA 14

DISTRIBUIÇÃO DA ELITE DE AUTORES POR DÉCADA

(continua)

AUTOR 30 40 50 60 70 80 90 TOTAL
SANTOS, N. 89 89
R, NETTO, A 18 18
PERNAMBUCANO, R 15 15
MORAES, C.A. 13 13
SILVA, O.E. 13 13
D’ALBUQUERQUE, A.T. 11 11
LOTUFO, J. 17 2 19
HOLLANDA LOYOLA 15 18 33
AUSTREGESILO, A. 4 7 11
MEC 1 8 10 19
PELEGRINO JUNIOR 9 14 23
ARENO, W. 7 16 15 2 40
MARINHO, I.P. 12 14 1 3 6 36
JORDÃO RAMOS, J. 2 10 13 25
VALE JUNIOR, M.P. DO 7 21 28
TARGA, J.F. 2 7 11 20
PEREIRA DA COSTA, L. 3 7 7 17
TUBINO, M.J.G. 1 7 9 17
CANTARINO FILHO, M. 2 4 8 14
FARIA JUNIOR, A.G. 6 4 7 2 19
SEURIN, P. 41 38 79
DUARTE, C.P. 2 26 28
ARAUJO, C.G.S. DE 3 19 22
FANALI, C.A.C. 3 17 20
CALLEJA, C.C. 11 1 12
MATSUDO, V.K.R. 4 64 35 103
BRAMANTE, A.C. 1 13 3 17
ANDREWS, J.C. 4 10 1 15
GUEDES, D.P. 1 10 1 12
SOARES, J. 1 7 3 11
FIEP 42 42
MELLO, P.R.B. DE 17 17
CONTURSI, E.B. 39 6 45
FRANÇA, N.M. DE 17 10 27
ANDRADE, D.R. 3 19 22
FIGUEIRA JUNIOR, A.J. 8 11 19
GONÇALVES, A. 5 10 15
RIVET, R. 14 1 15
PEREIRA, M.H.N. 11 3 14
ANJOS, L.A. DOS 10 3 13
FERREIRA, M. 2 11 13
VIANA, A.R. 12 1 13
OLIVEIRA, R. 7 5 12
DIANNO, M.V. 6 5 11
PELLEGRINOTTI, I.L. 8 3 11
PEREIRA, L.E. 10 1 11
MATSUDO, S.M.M. 12 12
TOTAIS 196 58 54 49 147 473 147 1.124

Nas TAB. 15, 18 e 21 é determinada a frequência na distribuição dos autores mais produtivos por área; nas TAB. 16, 19 e 22 são identificados esses autores enquanto nas TAB. 17, 20 e 23 observa-se a distribuição dessa elite por década:

TABELA 15

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS AUTORES MAIS PRODUTIVOS

ÁREA BIOMEDICA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 87 1 87 87  
1 24 2 24 111  
1 22 3 22 133  
1 19 4 19 152  
1 15 5 15 167  
4 12 9 48 215 1a.
4 11 13 44 259 zona
5 10 18 50 309  
3 9 21 27 336  
9 8 30 72 408  
4 7 34 28 436  
9 7 43 63 499  
14 6 57 84 583 2a.
11 5 68 55 638 zona
12 5 80 60 698  
20 4 100 80 778 3a.
1 3 101 3 781 zona
35 3 136 105 886  
34 3 170 102 988  
169 2 339 338 1.326  
841 1 1.180 841 2.167  

A elite de autores da área Biomédica – 7,79% – produziu 54,45% dos artigos.

TABELA 16

ELITE DE AUTORES NA ÁREA BIOMÉDICA

AUTOR NÚMERO DE TRABALHOS
MATSUDO, V.K.R.

DUARTE, C.R.

FRANCA, N.M. DE

ARAUJO, C.G.S. DE

ARENO, W.

GUEDES, D.P.

MATSUDO, S.M.M.

PEREGRINO JUNIOR

RIVET, R.

ANJOS, L.A. DOS

MELLO, P.R.B. DE

PEREIRA, M.H.N.

VIANA, A.R.

D’ANGELO, M.D.

FIGUEIRA JUNIOR, A.J.

FRACCAROLI, J.L.

GONCALVES, A.

SOARES, J.

ANDRADE, D.R.

DUARTE, M. DE F.S.

RODRIGUES, L.O.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE

DE ROSE, E.H.

NUNES, V.G. DA S.

OSES, A.

PEREIRA, L.F.R.

PIRES NETO, C.S.

ROMERO, E.

SAMULSKI, D.

SEURIN, P.

BRANDAO, M.R.F.

CAVASINI, S.M.

DIANNO, M.V.

FONTANA, K.E.

GOMES, P.S.C.

GUIMARAES, A.C.S.

MENDES, O.C.

MYIOTIN, E.

PELLEGRINOTTI, I.L.

PEREGRINO, A.

PETROSKI, E.L.

PINTO, J.R.

VOLP, C.M.

87                                                                                                                                           24

22                                                                                                                           19                                                                                      15                                                                                                                                                      12

12                                                                                                                                                     12

12

11

11

11

11

10

10

10

10

10

9

9

9

8

8

8

8

8

8

8

8

8

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

TABELA 17

DISTRIBUIÇÃO DA ELITE DA ÁREA BIOMÉDICA POR DÉCADA

AUTOR 30 40 50 60 70 80 90 TOTAL
PEREGRINO JUNIOR 5 7 12
ARENO, W. 3 6 5 1 15
PEREGRINO, A. 1 6 7
FRACCAROLI, J.L. 2 4 4 10
PINTO, J.R. 2 2 3 7
DUARTE, C.R. 2 22 24
ARAUJO, C.J.S. DE 3 16 19
DUARTE. M. DE F.S. 1 8 9
DE ROSE, E.H. 6 2 8
OSES, A. 1 7 8
SEURIN, P. 5 3 8
CAVASINI, S.M. 1 6 7
MATSUDO, V.K.R. 4 53 30 87
GUEDES, D.P. 1 10 1 12
SOARES, J. 1 7 2 10
GOMES, P.S.C. 1 3 3 7
MELLO, P.R.B. DE 11 11
VIANA, A.R. 11 11
RODRUGUES, L.O. 9 9
NUNES, V.G. DA S. 8 8
PEREIRA, L.F.R. 8 8
FONTANA, K.E. 7 7
GUIMARÃES, A.C.S. 7 7
MENDES, O.C. 7 7
MYIOTIN, E. 7 7
PETROSKI, E.L. 7 7
VOLP, C.M. 7 7
FRANÇA, N.M. DE 16 6 22
RIVET, R. 11 1 12
ANJOS, L.A. DOS 8 3 11
PEREIRA, M.H.N. 8 3 11
DÁNGELO, M.D. 9 1 10
FUGUEIRA JUNIOR, A.J. 5 5 10
GONÇALVES, A. 4 6 10
ANDRADE, D.R. 3 6 9
AMERICAN COLLEGE 6 2 8
PIRES NETO, C.S. 7 1 8
ROMERO, E. 6 2 8
SAMULSKI, D. 5 3 8
BRANDÃO, M.R.F. 3 4 7
DIANNO, M.V. 5 2 7
PELLEGRINOTTI, I.L. 6 1 7
MATSUDO, S.M.M. 12 12
TOTAL 8 16 17 33 331 94 499

TABELA 18

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS AUTORES MAIS PRODUTIVOS

ÁREA HUMANÍSTICA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 73 1 73 73  
1 52 2 52 125  
1 41 3 41 166  
1 38 4 38 204  
1 36 5 36 240  
1 35 6 35 275  
1 32 7 32 307  
1 30 8 30 337  
1 22 9 22 359  
1 19 10 19 378  
1 18 11 18 396 1a.
4 16 15 64 460 zona
2 15 17 30 490  
1 14 18 14 504  
2 13 20 26 530  
2 12 22 24 554  
1 11 23 22 565  
5 10 28 50 615  
9 9 37 81 696  
2 9 39 18 714  
8 8 47 64 778 2a,
9 7 56 63 841 zona
13 6 69 78 919  
5 5 74 25 944  
25 5 99 125 1.069 3a.
12 4 111 48 1.117 zona
25 4 136 100 1.217  
67 3 203 201 1.418  
180 2 383 360 1.778  
1.005 1 1.388 1.005 2.784  

Nesta área, 5,31% dos autores (elite) produziram 49,87% dos artigos

TABELA 19

ELITE DE AUTORES DA ÁREA HUMANÍSTICA

AUTOR NÚMERO DE TRABALHOS
SEURIN, P.

SANTOS, N.

CONTURSI, E.B.

F.I.E.P. (COMITE EXECUTIVO)

MARINHO, I.P.

MATSUDO, V.K.R.

HOLLANDA LOYOLA

ARENO, W.

JORDAO RAMOS, J.

MEC

FARIA JUNIOR, A.G. DE

ANDRADE, D.R.

FANALI, O.A.C.

PEREIRA DA COSTA, L.

TARGA, J.F.

BRAMANTE, A.C.

FRANCA, N.M. DE

DUARTE, C.R.

CANTARINO FILHO, M.R.

PEREGRINO JUNIOR

ANDREWS, J.C.

MORAES, C.A.

PEREIRA, L.E.

AZEVEDO, F.

BRUHNS, H.T.

FERREIRA, M.

FIGUEIRA JUNIOR, A.J.

GONCALVES, A.

ARAUJO, C.G.S. DE

AUSTREGESILO, A.

BOHME, M.T.S.

CASTELLANI FILHO, L.

DECKER, R.

MOREIRA, W.W.

R. NETTO, A.

RIVET, R.

TAFFAREL, C.N.Z.

TUBINO, M.J.G.

VALE JUNIOR, M.P. DO

73

52

41

38

36

35

32

30

22

19

18

16

16

16

16

15

15

14

13

13

12

12

11

10

10

10

10

10

9

9

9

9

9

9

9

9

9

9

9

TABELA 20

DISTRIBUIÇÃO DA ELITE DA ÁREA HUMANÍSTICA POR DÉCADA

AUTOR 30 40 50 60 70 80 90 TOTAL
SANTOS, N. 52 52
MORAES, C.A. 12 12
R. NETTO, A. 9 9
HOLLANDA LOYOLA 15 17 32
AZEVEDO. F. 7 3 10
AUSTREGESILO, A. 2 7 9
MEC 1 8 10 19
PEREGRINO JUNIOR 5 8 13
ARENO, W. 6 12 11 1 30
MARINHO, I.P. 12 14 1 3 6 36
JORDÃO RAMOS, J. 1 8 13 22
VALE JUNIOR, M.P. DO 4 5 11
PEREIRA DA COSTA, L. 3 6 7 16
TARGA, J.F. 2 7 7 16
CANTARINO FILHO,M.R 1 4 8 13
FARIA JUNIOR, A.G. DE 5 4 7 18
SEURIN. P. 39 34 73
FANALI, O.A.C. 1 15 16
DUARTE, C.R. 1 13 14
ARAUJO, C.G.S. DE 1 8 9
DECKER, R. 8 1 9
TUBINO, M.J.G. 3 6 9
MATSUDO, V.K.R. 1 24 10 35
ANDREWS, J.C. 4 7 1 12
FIEP 38 38
BOHME, M.T.S. 9 9
CASTELANI FILHO, L. 9 9
RIVET, R. 9 9
CONTURSI, E.B. 35 6 41
ANDRADE, D.R. 2 14 16
BRAMANTE, A.C. 12 3 15
FRANÇA, N.M. DE 9 6 15
PEREIRA, L.E. 10 1 11
BRUHNS, H.T. 5 5 10
FERREIRA. M. 2 8 10
FIGUEIRA JUNIOR, A.J. 4 6 10
GONÇALVES, A. 3 7 10
MOREIRA, W.W. 5 4 9
TAFFAREL, C.N.Z. 7 2 9
TOTAL 98 50 35 35 109 312 75 714

TABELA 21

FREQUÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DOS AUTORES MAIS PRODUTIVOS

ÁREA GÍMNICO-DESPORTIVA

NÚMERO

DE

TÍTULOS

NÚMERO

DE

ARTIGOS

TOTAL

DE

TÍTULOS

SOMATÓRIO

DE

TÍTULOS

NÚMERO CUMULATIVO DE ARTIGOS  

ZONA

T A T X A { T { (T X A)  
1 68 1 68 68  
1 39 2 39 107  
1 28 3 28 135  
1 26 4 26 161  
1 18 5 18 179  
1 15 6 15 194 1a.
4 13 10 52 246 zona
4 12 14 48 294  
2 11 16 22 316  
2 10 18 20 336  
3 9 21 27 363  
6 8 27 48 411  
9 7 36 63 474  
1 6 37 6 480  
11 6 48 66 546  
25 5 73 125 671 2a.
1 4 74 4 675 zona
27 4 101 108 783 3a.
10 3 111 30 813 zona
67 3 178 201 1.024  
198 2 376 396 1.410  
1.006 1 1.382 1.006 2.416  

7,70% dos autores (elite) produziram 57,16% dos artigos, nesta área.

TABELA 22

ELITE DE AUTORES DA ÁREA GÍMNICO-DESPORTIVA

AUTOR NÚMERO DE TRABALHOS
SANTOS, N.

MATSUDO, V.K.R.

SEURIN, P.

VALE JUNIOR, M.P. DO                                                                         26

LOTUFO, J.

PERNAMBUCANO, R.

DUARTE, C.R.

JORDAO RAMOS, J.

MARINHO, I.P.

SILVA, O.E.

ARAUJO, C.G.S. DE

BRAMANTE, A.C.

CALLEJA, C.C.

PEREIRA DA COSTA, L.

HOLLANDA LOYOLA

RIVET, R.

R. NETTO, A.

REEBERG, W.

ARENO, W.

BROWN, F.

SILVA, S.C. DA

ANDRADE, M.M.

BARROS, N.

BATTAGLIA, V.

COFRE, M.

MEC

MORAES, C.A.

COFRE, M.

MEC

MORAES, C.A.

BOAVENTURA DA SILVA, A.

DANTAS, E.H.M.

DIANNO, M.V.

KNOPLICH, J.

LATORRE DE FARIA, A.

MELLO, P.R.B. DE

OSES, A.

PELLEGRINOTTI, I.L.

TARGA, J.F.

D’ANGELO, M.D.

DE ROSE JUNIOR, D.

FANALI, O.A.C.

FERREIRA, R.

GUERIOS, S.F.M.

MOREIRA, W.W.

SAMULSKI, D.

SOUZA, M.T.

TUBINO, M.J.G.

VIANA, A.R.

VOLP, C.M.

WILLIAMS, C.E.

68

39

28

18

15

13

13

13

13

12

12

12

12

11

11

10

10

9

9

9

8

8

8

8

8

8

8

8

8

7

7

7

7

7

7

7

7

7

6

6

6

6

6

6

6

6

6

6

6

6

TABELA 23

DISTRIBUIÇÃO DA ELITE DA ÁREA GÍMNICO-DESPORTIVA POR DÉCADA

AUTOR 30 40 50 60 70 80 90 TOTAL
SANTOS, N. 68 68
PERNAMBUCANO, R. 15 15
SILVA, O.E. 13 13
R. NETTO,A. 10 10
BROWN, F. 9 9
MORAES, C.A. 8 8
LOTUFO, J. 17 1 18
HOLLANDA LOYOLA 4 7 11
WILLIAM, C.E. 4 2 6
LATORRE DE FARIA, A. 2 5 7
ARENO, W. 3 3 2 1 7
MARINHO, I.P. 4 5 1 3 13
JORDÃO RAMOS, J. 2 4 7 13
VALE JUNIOR, M.P. DO 7 19 26
BARROS, N. 3 5 8
BATTAGLIA, V. 5 3 8
FERREIRA, R. 3 3 6
GUERIOS, S.F.M. 4 2 6
PEREIRA DA COSTA, L. 3 4 5 12
TARGA, J.F. 1 4 2 7
TUBINO, M.J.G. 1 3 2 6
CALLEJA, C.C. 11 1 12
REEBERG, W. 10 10
ANDRADE, M.M. 8 8
SEURIN, P. 14 14 28
DUARTE, C.R. 1 12 13
ARAUJO, C.G.S. DE 2 10 12
MEC 5 3 8
SILVA, A. BOAVENTUR. 4 3 7
OSES, A. 1 6 7
FANALI, O.A.C. 3 3 6
MATSUDO, V.K.R. 1 26 12 39
BRAMANTE, A.C. 1 10 1 12
DE ROSE JUNIOR, D. 1 5 6
SILVA, S.C. DA 4 5 9
COFRE, M. 8 8
DANTAS, E.H.M. 7 7
KNOPLICH, J. 7 7
MELLO, P.R.S. DE 7 7
D’ANGELO, M.D. 6 6
VOLP, C.M. 6 6
RIVET, R. 10 1 11
PELLEGRINOTTI, I.L. 4 3 7
DIANNO, M.V. 6 1 7
MOREIRA, W.W. 3 3 6
SAMULSKI, D. 3 3 6
SOUZA, M.T. 4 2 6
VIANA, A.R. 5 1 6
TOTAL 148 19 15 33 114 179 38 546

 

 

 

Resultados preliminares:

A década mais produtiva foi a de 80, em que aparecem 45,61% dos artigos, publicados em 10 periódicos. Na década de 30 a ênfase na produção estava na área Gímnico-desportiva e a partir dos anos 40 passa a ser a área Humanística. A área Biomédica, durante o período de 1936 a 1989 ocupou a terceira posição em importância quanto à produção científica, superando a Gímnico – desportiva apenas nos anos 90.

Dos periódicos analisados, pode-se determinar as revistas:

      BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE; e

      EDUCAÇÃO PHYSICA    

como as mais importantes da área, seguindo-se a revista:

      BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS

e um terceiro núcleo com as revistas:

      BRASILEIRA DE CIÊNCIA & MOVIMENTO,

      SPRINT,

      BOLETIM DA FIEP

e a   ARQUIVOS  aparecendo num quarto núcleo.

Considerando-se as áreas de caracterização, temos as revistas

BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE e

     BRASILEIRA DE CIÊNCIA & MOVIMENTO

como as mais importantes na área Biomédica; na área Humanística, as revistas

      BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE,

      EDUCAÇÃO PHYSICA e

      BOLETIM DA FIEP;

e na área Gímnico-desportiva as revistas

 

      EDUCAÇÃO PHYSICA e

      BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS.       

A elite de autores se constitui daqueles que produziram pelo menos 11 artigos. Ao se distribuir essa produção por área temos como pertencentes à elite de autores aqueles como uma produção de no mínimo:

– 9 artigos na área Humanística;

– 7 artigos na área Biomédica;

– 6 artigos na área Gímnico-desportiva.

Encontrou-se, dentre os autores pertencentes à elite, um autor que manteve uma produção ao longo de 50 anos:

MARINHO, I.P. anos 40 –                                             anos 50 –                                             anos 60 –                                              anos 70 –                                              anos  80  – 12 artigos;

14 artigos;

1 artigo;

3 artigos;

6 artigos;

e dois autores que mantiveram uma produção ao longo de quatro décadas:

ARENO, W., anos 40 –                                                  anos 50 –                                                anos 60 –                                                 anos 70 –  7 artigos;

16 artigos;

15 artigos;

2 artigos;

FARIA JUNIOR, A.G. DE anos 60  –

anos 70  –

anos 80 –

anos 90 –

6 artigos;

4 artigos;

7 artigos;

2 artigos.

Confirma-se o grupo do CELAFISCS – MATSUDO, V.K.R. à frente com 103 artigos publicados no período – como o mais produtivo núcleo de pesquisadores na área das Ciências do Esporte.

Verifica-se que a elite de autores (2,07%) produziu 46,44% dos artigos indexados. Ao se considerar a produção dessa elite por área de caracterização, temos:

BIOMÉDICA 7,79% dos autores com 54,45% dos artigos
HUMANÍSTICA 5,31% dos autores com 49,87% dos artigos
GÍMNICO-DESPORTIVA 7,70% dos autores com 57,16% dos artigos.

Referências bibliográficas:

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ARAÚJO, Vania Maria Hermes de. Estudo de canais informais de comunicação técnica: seu papel na transferência de tecnologia e na inovação tecnológica. Ciência da Informação, Brasília, v.8, n. 2, p. 79-100, jul./dez. 1979.

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CUNHA, Miriam Vieira da. Os periódicos em ciência da informação: uma análise          bibliométrica.  Ciência da Informação, Brasília, v. 14, n. 1, p. 37-45, jan./jun. 1985.

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FARIA JUNIOR, Alfredo Gomes de. Trends of research in physical education in England, Wales and Brazil (1975-1984): a comparative study. Londres : University of London, 1987. (Post  Doctoral final report).

GONÇALVES, Aguinaldo & VIEIRA, Paulo Cesar Trindade. Uma caracterização da       produção científica da área dse Educação Física e Esportes no Brasil:  avaliação trienal de seu  comportamento no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v. 10, n. 2, p. 50-59,  janeiro/89.

GONÇALVES, Aguinaldo; MONTEIRO, Henrique Luiz; GHIROTTO, Flávia Maria       Serra; MATIELLO JUNIOR, Edgard. Múltiplas alternativas na relação saúde-      atividade física. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Maringá, v. 14, n. 1, p. 17-      23, setembro 1992.

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LOPES PIÑERO, J.M. El análisis estatístico y sociométrico de la literatura científica.      Valencia : Facultad de Medicina, 1972 apud LIMA, Regina Célia Montenegro de.       Bibliometria: análise  quantitativa da literatura como instrumento de administração em        sistemas de informação.  Ciência da Informação, Brasília, v. 15, n. 2, p. 123-133,        jul./dez. 1986.

PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. Lei de Bradford: uma reformulação conceitual.      Ciência da Informação, Brasília, v. 12, n. 2, p. 59-80, jul./dez. 1983.

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[1] Tema-livre apresentado no Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, Belém-PA,  setembro de 1993;

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