Projeto político pedagógico da Educação Física: Construindo e reconstruindo através de temas de estudo

Por: Gabriela Aragão Souza de Oliveira.

V EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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 A EF escolar vem sofrendo uma transformação dos valores que norteam sua prática. Hoje em dia é encarada de uma forma completamente diferente pelos profissionais que publicam acerca da EF escolar2 que vislumbram a possibilidade de transformá-la em uma disciplina como qualquer outra presente na escola, cuja função última é educar para compreender e transformar a realidade que nos cerca, a partir da sua especificidade que é a cultura do movimento humano, expressa através dos jogos, da dança, da ginástica, das lutas e dos esportes.


 Atualmente há uma crítica à EF como mera atividade, passatempo e descanso para a rotina desgastante da escola. Uma EF descontextualizada histórica e socialmente tem à sua prática apenas como lazer ou busca do rendimento físico, acreditamos no entanto, que o movimento humano é uma forma de expressão cultural e que, por isso, carrega em si elementos históricos, políticos, pedagógicos, filosóficos éticos e étnicos que devem ser estudados na escola para que se possa compreender o verdadeiro lugar de movimentar-se em nosso mundo. Temos que dar nossa contribuição para que nosso aluno possa escolher, vivenciar, planejar e ser capaz de julgar os valores associados à prática de atividade física, mais do que apenas praticar sem entender seus reais benefícios.


 Nossa vivência aponta para uma EF que procura conquistar seu espaço e sua "real" obrigatoriedade nas escolas, pois ainda não equiparou-se às demais disciplinas quando refletimos sobre sua relevância no quotidiano dos alunos.


 Entre algumas propostas, podemos citar como inovadora aquela oferecida pelos autores do livro intitulado Metodologia do Ensino da Educação Física, conhecido como Coletivo de Autores (1992), que lançou a discussão a respeito da cultura corporal enquanto conteúdo da EF. Os jogos, as brincadeiras, a dança, os esportes, as ginásticas e as lutas, constituintes da cultura corporal do movimento, articulados com algumas temáticas para discussão que têm estado presentes na nossa prática pedagógica de professora da rede estadual de educação. Importa-nos destacar que os temas de estudo, que serão agora apresentados neste projeto não pretendem esgotar-se em si mesmos. Podem e devem ser trabalhados em conjunto com os professores das demais disciplinas da escola; e em função da realidade dos alunos, pode-se trabalhar com outras temáticas, como as citadas pelos PCNs no que diz respeito aos temas transversais sobre ética, pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, orientação sexual e temas locais (que abordariam os problemas vivenciados pelos alunos em suas comunidades). Tal proposta vêm sendo desenvolvida com sucesso por nós, em escolas públicas no Rio de Janeiro (Souza de Oliveira e Devide, 2000). Procuraremos relatar os temas de estudo mais trabalhados por nós, com objetivo de consubstanciar os conteúdos da cultura corporal do movimento empregados em nossa aulas de EF escolar no CIEP Roquete Pinto em Queimados.


 O primeiro tema que propomos é a Promoção da Saúde (Faria Júnior, 1991), considerada como um conjunto de idéias capaz de ampliar a discussão do binômio exercício-saúde, de reconhecer o seu conceito multifatorial e a sua relação com a prática regular de atividade física, além de possibilitar à EF um papel na educação para a saúde dos alunos, um dos aspectos principais a ser tratado na EF escolar (Mota, 1992).


 A História é um dos aspectos relevantes no trato de qualquer conteúdo da EF escolar. Por possibilitar a apresentação dos antecedentes que originaram as formas atuais constituintes da cultura corporal do movimento, esclarecer os significados que estas formas tiveram ao longo do tempo, discutir quais os papéis da atividade física nas sociedades humanas, atribuindo-lhes a noção de historicidade, esta temática proporciona o resgate do valor de atividades já esquecidas ou desvalorizadas pelas sociedades contemporâneas, como, por exemplo, os jogos populares (Melo, 1985).


 O aspecto técnico refere-se a como "fazer" a atividade, entendendo-a como produto sempre inacabado, passível de (re)construção a cada nova experiência da aula. Assim, a partir da técnica oficial do desporto, por exemplo, os professores podem problematizar com os alunos as técnicas oficiais de execução de habilidades, recriando novas formas de saltar, correr, lançar, arremessar etc., com base no processo criativo (Taffarel, 1991) e nos estilo de ensino por descoberta orientada e solução de problemas (Mosston, 1966).


 A competição constitui-se em temática relevante a ser problematizada na Educação Física escolar. Muitas vezes, a ênfase exclusiva no rendimento traz a conseqüente perda do caráter prazeroso das atividades, contribuindo para a criação de um "exército" de alunos que desprezam a EF na escola. A participação, em detrimento da exclusão causada pela competição exacerbada, deve ser estimulada para que os alunos desenvolvam o senso de curiosidade, da busca do novo, do envolvimento e do prazer em vivenciar, aprender e ensinar, do banimento da mera repetição mecânica, de práticas vazias de significado.


 Valorizamos a participação, pois nossa experiência empírica vem demonstrando que a freqüência e o interesse pelas aulas de EF tende a crescer após a adoção de práticas pedagógicas com ênfase na inclusão e na minimização da competição nas atividades.
Entretanto, esta postura não tem a intenção de banir a competição das aulas de EF na escola, mas de torná-la objeto de análise e reflexão, para que o seu uso tenha resultados construtivos para os alunos, como, por exemplo, o estímulo da prática dos jogos em que a competição esteja relacionada à auto-superação (Roberts, 1992).


 A discussão sobre o lazer no tempo livre também tem sido feita nas aulas na escola. A partir da realidade vivida dos alunos, problematizamos as mudanças nos modos de produção do quotidiano, enfatizando o aumento do tempo livre e a possibilidade de sua utilização para o desenvolvimento da criatividade humana através da cultura corporal, além das questões sociais acerca do lazer e suas barreiras em função das diferenças sociais (Marcellino, 1995).


 A influência da mídia na consolidação de representações sociais e crenças associadas à prática de atividade física tem sido outro aspecto abordado. Situações como o uso do esporte para interesses capitais de ascensão social, a associação feita entre determinados esportes e a violência, a gênese de uma representação sobre uma relação causal entre a prática de exercícios e a saúde, entre outros aspectos, é outra temática geradora de discussões frutíferas.


 Os conhecimentos sobre o corpo em movimento, tais como a fisiologia do exercício, os mitos relacionados aos exercícios veiculados no quotidiano, as dicas para a prática correta de exercícios; as qualidades físicas e sua importância no dia a dia, são temas que podem permear a prática de diferentes elementos da cultura corporal e já trabalhados por professores com sucesso na escola (Devide, Rizzuti, 1999).


 Por fim, o tema da co-educação pode ser trabalhado nas aulas de EF escolar com vistas à uma reflexão crítica acerca do sexismo nas práticas corporais, como os rótulos atribuídos à determinadas atividades como sendo masculinas ou femininas. O desenvolvimento de aulas mistas em que surjam situações-problema para a discussão das diferenças de cunho sócio-cultural e biológico entre meninos e meninas na prática de atividades físicas é uma rica possibilidade para se trabalhar com esta temática (Saraiva, 1999). Tivemos a possibilidade de observar os frutos de um trabalho co-educativo, ao trabalharmos, por um bimestre, o conteúdo do futebol em aulas mistas, quando surgiram diversas situações, tais como a cooperação entre meninos e meninas na execução das atividades propostas.
Interpretando os temas de estudo trabalhados na aulas de EF


 Neste contexto, considero necessário que os conteúdos abordados nas aulas de EF desconstruam a crença da aula essencialmente prática. Entendo que a consolidação desta disciplina no currículo escolar perpassa pela viabilidade e visibilidade dos conteúdos da cultura corporal atravessados por temas de estudo, como os acima apresentados, desenvolvidos com os alunos nos diferentes ciclos da educação básica (LDB,1997), através de uma abordagem simultânea e de uma seqüência que possibilite a vivência de todos estes temas em cada um dos ciclos de ensino, num grau de complexidade e aprofundamento cada vez maiores, à medida que vão sendo debatidos e ampliados ao longo dos anos escolares.


 Neste sentido, considero que a EF pode e deve proporcionar a vivência e a discussão sobre o movimentar-se, a partir dos conteúdos da cultura corporal de movimento (esportes, danças, lutas, jogos, ginástica), nos diferentes momentos e situações das aulas.

 Debatendo sobre os aspectos históricos, fisiológicos, estéticos, éticos, culturais, sociais e políticos que constituem estas temáticas, a EF escolar, inserida no contexto educacional, pode criar condições efetivas de formar um aluno crítico, capaz de desencadear mudanças na realidade social ao seu redor.


 É com base em propostas inovadoras como a supracitada que procuramos desenvolver nossa disciplina no Centro Integrado de Educação Pública Roquete Pinto3, com vista a consolidarmos, dentro das possibilidades, a EF enquanto componente curricular relevante na escola, pois a prática pela prática, por não questionar os valores implícitos, acaba reforçando a competição, a busca exacerbada pela vitória a qualquer custo, o individualismo, o consumismo, a acriticidade e o culto ao corpo.


 Na verdade, o esporte é o que se fizer dele e, quando se pensa na escalada do doping entre profissionais e amadores, na violência nos estádios, na segregação dos sexos, na ênfase no individualismo em detrimento do esforço coletivo, no culto narcisista ao corpo, na perda do caráter lúdico de várias atividades, chega-se à conclusão de que o movimento humano têm se desvirtuado e precisa ser repensado. Todo cidadão tem hoje grande envolvimento com elementos da cultura corporal do movimento, seja na prática, como espectadores, na escola, na rua, nos parques, nos clubes, nos estádios, nas academias e escolinhas de esportes ou através da mídia. Entretanto, a escola é o único espaço em que esta prática pode ser estudada e discutida com isenção e de forma democrática.


 Acredito que muitos professores consciente ou inconscientemente, tem utilizado novas metodologias de ensino para contribuir para melhoria do processo ensino-aprendizagem. Mas, temos que usar os conteúdos e os métodos de forma organizada, para não ficarmos sempre na tentativa e erro. Assim, estaremos contribuindo e maneira efetiva para uma EF relevante no currículo escolar. Portanto, apresentaremos alguns conceitos que devem nos acompanhar cotidianamente na construção de nossas aulas; sejam de EF ou de qualquer outra disciplina da escola.


 A proposta de EF escolar em desenvolvimento no CIEP Roquete Pinto
Buscamos, através da EF, ministrar conteúdos que escapassem à tradicional prática desportiva, comum às aulas de EF escolar. Procurando desenvolvê-la de acordo com o ideal de projeto político pedagógico da escola idealizado por nós.


 Logo, além do desporto, ministrado em aulas teórico-práticas, ensinamos, através de métodos de ensino abertos, com foco na descoberta orientada e na solução de problemas


 (MOSSTON, 1966), outros conteúdos relacionados à área, mas desconsiderados pela grande maioria dos professores que atuam na escola.


 Com a preocupação em desenvolver o trabalho em grupo, a capacidade de organização, a cooperação mútua e a solidariedade, ministramos conteúdos teóricos, sobre os quais os alunos apresentavam seminários, seguidos de ampla discussão com a turma. Sempre que possível, os conteúdos serão trabalhados em sala e aplicados nas aulas práticas. Desta forma, teremos a oportunidade de apresentar novos conteúdos, até então desconhecidos pelos alunos, pois tais conteúdos tendem a ser específicos da EF, sendo abordados quando muito, superficialmente em outras disciplinas da escola.


 Em relação à interação professor-aluno, buscamos, sempre que possível, a manutenção de uma postura democrática na escolha dos conteúdos e na elaboração da avaliação. Os conteúdos são propostos e discutidos com a turma, com o intuito de escolher aqueles que melhor interessassem aos alunos, sendo relevantes em seu quotidiano. Já a avaliação é debatida, sendo realizada de acordo com que cada turma escolhia. Diante disto, em todas as turmas a avaliação abrangeu a participação nas aulas (teóricas e práticas); uma avaliação prática (na quadra e relacionada às atividades desenvolvidas); e outra teórica (sob a forma de seminário e que ficava exposta - quando no material haviam cartazes - nos murais dos corredores da escola).


 Construindo o planejamento anual da EF


 Em cada um dos bimestres abordaremos um aspecto de cada uma das formas de cultura corporal. Trabalhamos no CIEP- Roquete Pinto com a EF escolar de acordo com as normas da LDB para o Ensino Fundamental. Portanto, as aulas são ministradas em três tempos de 50 minutos semanais, sendo 50 minutos de aula na sala e dois tempos de 50 minutos de aula na quadra. Ressaltamos o fato, de que neste colégio temos autonomia para utilizarmos este tempo da maneira que mais nos convier. Abaixo relacionamos alguns dos conteúdos que podem ser abordados na EF escolar durante o ensino fundamental e médio, respeitando é claro, o nível de aprendizado da turma.


 Brincadeiras de rua e brinquedos: Vivências de brincadeiras praticadas ou não pelos alunos. Origem destas brincadeiras, criação de novas brincadeiras, brinquedos antigos e atuais. Construção de brinquedos com material alternativo, (peteca, ping-pong).
Jogos: Modificação de regras de jogos e esportes escolhidos. Discussão da diferença entre jogo e esporte, competição e ludicidade. O jogo oficial e sua modificação nas aulas (voleibol, basquete, handebol, futebol).


 Dança: Dança folclórica, cantigas de roda, forró, samba, quadrilha, bumba-meu-boi, montagem de coreografia. Discussão sobre a questão de gênero na dança.


 Ginástica: Localizada, Yoga, Rolos, Saltos e Circuito. Trabalhos de resistência, força, velocidade, potência. Academia de ginástica e sua finalidade, doping nas academias, modismo esportivo.


 Corpo em movimento: Atividades aeróbicas e anaeróbicas, freqüência cardíaca, hidratação, alongamento, flexibilidade. O problema do sedentarismo e do excesso de carga ou do exercício realizado incorretamente.


 Lutas: Cabo de Guerra, briga de galo e braço de ferro. Origem de lutas como a capoeira e o judô. Diferença entre agressividade e agressão.


 Atletismo: Corridas, saltos e arremessos. Caminhada pelas ruas dos bairros circunvizinhos ao colégio.


 Considerações finais


 Estamos encontrando resistência por parte daqueles alunos "viciados" em aulas essencialmente práticas, que questionam o porque de trabalharmos com outros temas da cultura corporal menos divulgados pela mídia e pela maioria dos professores das escolas, mas a experiência tem sido compensadora.


 Os alunos se acostumaram com um tipo de proposta durante anos e agora, tem de se defrontar com uma aula diferente. Por outro lado a participação dos alunos sem experiência esportiva aumentou em qualidade, o que para nós é gratificante e um incentivo para continuar.


 Acreditamos que nossas aulas poderão formar um aluno (a) crítico (a), capaz de exercer sua cidadania plena na vida em sociedade, e especificamente no que concerne ao acesso, ao consumo e à participação na cultura corporal do movimento.


 Obs.
A autora, profa. Gabriela Aragão Souza de Oliveira é especialista em educa[]ao física escolar pela UFF e mestranda em educa[]ao física (linha de pesquisa de representa[]oes sociais na educa[]ao física, esporte e lazer) pela U.G. F.


 Notas:


 1. Este trabalho foi apresentado na íntegra, como requisito para obtenção do título de especialista em Educação Física Escolar pela Universidade Federal Fluminense/RJ no ano de 2000.


 2. Como exemplo: Maria do Carmo Saraiva, 1999; Francisco Caparroz, 1997; Valter Bracht, 1992; Vitor Marinho Oliveira,1994; Ghiraldelli Júnior, 1992; entre outros. Podemos citar também os documentos oficiais do Ministério da Educação, a saber, LDB (1997) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997).


 3. Acreditamos na importância da EF escolar estar inserida no projeto político pedagógico da escola. Por isso apresentamos esta proposta na escola, com o intuito de alcançarmos maior visibilidade, e também para podermos receber críticas e sugestões de todos os integrantes da comunidade escolar. E isto tem sido feito a cada ano que passa, com menor ou maior adesão da comunidade.


Referências bibliográficas:


Bracht, Valter. Educação Física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister,1992.


 Coletivo de Autores . Metodologia do Ensino da Educação Fïsica. São Paulo: Cortez, 1993.


 Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC, 1997.
Brotto, Fábio O. Jogos Cooperativos. Santos: Re-Novada, 1997.


 Caparroz, Francisco. Entre a Educação Física "na" escola e a Educação Física "da" escola. Vitória: UFES,1997.


 Coletivo de autores. Metodologia do Ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.


 Devide, Fabiano Pries; Rizzuti, Elaine. V. Transformações periféricas das representações sociais de alunos de 1º grau do Colégio Estadual Edmundo Bittencourt (Teresópolis/RJ) sobre a educação física escolar após intervenção pedagógica. Anais do XI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte. Florianópolis: CBCE, pp. 1423-1424, 1999.


 Faria júnior. A. G. De. Educação física, desporto e promoção da saúde. Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras, 1991a.


 __________. Exercício e promoção da saúde. Revista Horizonte. Lisboa, 7 (44), pp. 73-76. 1991b.


 Ghiraldelli JR., Paulo. A volta ao que parece simples. Revista Movimento. Porto Alegre, Ano 2, n. 2, pp. XV-XVII. 1995.


 Marcelino, N. C. Lazer e Humanização. São Paulo: Papirus, 1995.


 Melo, A. M. Jogos Populares infantis como recurso pedagógico da Educação Física Escolar de 1º grau no Brasil. Dissertação (Mestrado em Educação Física), Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1985.


 Mosston, M. Teaching Physical Education. C.E. Merril Books. Columbus, 1966.


 Mota, J. A Escola, a educação física e a educação da saúde. Revista Horizonte. Lisboa,VIII (48), pp.208-212.1992.

Oliveira, Vitor M. de . O que é Educação Física. Rio de Janeiro, 1994.


 Roberts, G. C. Children in Competition: a Theoretical Perspective and Recomentdations for Practice. In: Yiannakis, A.; Greendorfer, S. Applied Sociology os Sport .Champaign: Human Kinetics. pp. 179-192. 1992.


 Saraiva Maria do Carmo. Co-educação física e esportes: quando a diferença é mito. Ijuí: Unijuí, 1999.


 Souza de oliveira, Gabriela Aragão & DEVIDE, Fabiano Pries. Implementação de uma Proposta Temática na Educação Física Escolar no Ensino Fundamental: Um Relato de Experiência. Anais do IV Encontro Fluminense de Educação Física Escolar , pp.88-93 . Rio de Janeiro: Departamento de Educação Física/UFF, 2000.


 Taffarel, C. N. Z. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1991.

 

 

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