Qualidade de Vida e Atividade Física em Profissionais de Terapia Intensiva do Sub Médio São Francisco

Por: Cícero Beto Freire, Eduardo Eriko Tenório de França, Emilia Chagas Costa, Flávio Maciel Dias de Andrade, Marco Aurélio de Valois Correia Junior, Paulo Adriano Schwingel e Ricardo Freitas Dias.

Revista Brasileira de Enfermagem - v.68 - n.1 - 2015

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Resumo

Objetivo: o objetivo deste estudo foi avaliar o nível de atividade física (NAF) e a qualidade de vida (QV) dos profi ssionais que trabalham em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Método: tratou-se de um estudo transversal realizado em UTIs clínicas adultos, onde o NAF foi avaliado pelo questionário internacional de atividade física (IPAQ) e a QV através do questionário Medical Outcomes Study 36 (SF-36). Resultados: estavam ativos 50,85% de 59 profi ssionais, sendo os técnicos de enfermagem considerados os mais ativos (60,6%). A QV dos profi ssionais ativos foi melhor quando comparados aos inativos, com diferenças estatísticas para os domínios limitação por aspectos físicos, aspecto social e saúde mental. A jornada de trabalho estava acima do recomendado, sendo a dos médicos maiores que as dos fi sioterapeutas, enfermeiros e técnicos de enfermagem (p=0,04). Conclusão: profi ssionais de UTI fi sicamente ativos apresentaram maior qualidade de vida provavelmente por possuírem uma menor jornada de trabalho e consequentemente mais tempo livre para realizar atividades físicas. 

Endereço: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0034-71672015000100026&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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