Relação de Volume Expiratório Forçado em Um Segundo e Imc em Mulheres Obesas

Por: Elizabeth Mattos, Luzimar Teixeira e Simone Padilha Cavalcante Matteoni.

XI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Introdução:A grande incidência de asma e obesidade vem ocorrendo nas últimas
décadas e isto vem preocupando e alertando alguns estudiosos. Nos indivíduos
obesos, a prevalência de obesidade tem aumentado e tem sido associada ao
aparecimento de problemas respiratórios. Diante das doenças respiratórias a
rinite e a asma são as principais. Alguns estudos mostram uma associação
entre IMC e asma, ocorrendo em indivíduos obesos. Objetivo: O objetivo
deste trabalho foi verificar a relação entre Volume Expiratório Forçado em um
segundo (FEV1) e Índice de Massa Corpórea (IMC) em mulheres obesas com
IMC acima de 30. Metodologia: A população foi de mulheres de 25 anos ± 7,
do ambulatório de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas da
cidade de São Paulo. A amostra foi composta por 20 mulheres obesas saudáveis
(sem síndrome metabólica), sendo 10 obesas de grau I e 10 obesas de grau II.
Para verificarmos o FEV1 foi utilizado o equipamento Espirômetro do próprio
ambulatório de Imunologia Clínica e Alergia. Foram coletados dados
antropométricos de estatura (EST), índice de massa corporal (IMC) e o volume
expiratório forçado em um segundo (FEV1). Resultados: Neste estudo, os
resultados demonstraram uma prevalência de broncoespasmo em 45% das
mulheres, sendo 40% das mulheres com obesidade de grau I e 50% das mulheres
obesas de grau II. A média do FEV1 das mulheres obesas de grau I foram de
75,75% e das mulheres com obesidade de grau II foram de 71,50%. Conclusão:
As mu lhe re s obe s a s de grau II apre s ent a ram ma ior pre va l ênc i a de
broncoespasmo tendo a sua média de 71,50% do FEV1, esta maior prevalência
está diretamente relacionada ao IMC e FEV1, que são indicativos da associação
entre disfunção pulmonar e obesidade. Para uma melhor avaliação da relação
destas patologias, sugere-se um estudo longitudinal que verifique a relação do
FEV1 e IMC na diminuição do peso corporal através de um programa de
atividade física e dieta para esta população.

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/63_Anais_p263.pdf

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