Relações Entre Obesidade Mórbida, Atividade Física e Qualidade de Vida em Saúde

Por: Alessandra Monaco Rigatto.

0 páginas. 2003

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Resumo

A obesidade tornou-se um problema de saúde pública na medida em que seus índices passaram a ser alarmantes num contexto mundial. A globalização, as facilidades da vida diária e o aumento no número de fast-foods contribuem para que o gasto energético diário não ultrapasse a ingesta calórica. Desta maneira, o desbalanço energético tem sido a maior causa do acúmulo excessivo de gordura em relação à massa magra, formando uma enorme população de obesos. Obesos mórbidos são indivíduos que possuem Índice de Massa Corpórea (IMC) maior ou igual à 40Kg/m². As complicações metabólicas, cardiovasculares, ventilatórias, osteoarticulares, psicológicas e de contexto social são exacerbadas neste grupo, o que os torna um grupo de risco para atividade física. Este trabalho teve como objetivo estudar em obesas mórbidas os efeitos da atividade física sobre a perda de peso, o condicionamento físico e a qualidade de vida em saúde; bem como elaborar matriz teórica-técnica sobre a performance humana na condição de obesidade mórbida e suas relações com a atividade física. A atividade foi composta de aquecimento, caminhada, relaxamento e alongamentos globais, com o total de 10 minutos de aquecimento, 30 minutos de caminhada contínua e 5 minutos de recuperação seguidos de alongamento. Para avaliarmos a evolução do grupo com a aplicação do programa utilizamos no início e no final o questionário de qualidade de vida em saúde e o SF-36 e o teste de caminhada de 6 minutos (TM6). Analisando os resultados verificamos que o peso corporal não apresentou uma redução significativa. Quanto à qualidade de vida medida com o questionário SF-36, verificamos melhora em todos os domínios. O TM6 evidenciou aumento significativo na distância percorrida, pressão arterial sistólica e índice de percepção de esforço de Borg, enquanto a freqüência respiratória em repouso apresentou decréscimo. Os dados colhidos em todas as atividades nos mostraram que da segunda semana até o final, os sinais vitais durante a atividade se mantiveram constantes e após dez minutos de repouso, a PA, f e IB foram menores do que no início do programa.

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