Representações, Estímulos e Constrangimentos do árbitro de Futebol de 11

Por: Adilson Marques, Antonino Pereira e Hugo Miguel Sarmento.

Motricidade - v.11 - n.4 - 2015

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Resumo

O objetivo do estudo foi conhecer as representações, estímulos e constrangimentos de árbitros portu-gueses de futebol de 11. Através da realização de entrevistas semiestruturadas foram inquiridos 19 árbi-tros. Os dados foram analisados através da técnica de análise de conteúdo com o software Nvivo 10. A análise dos resultados permitiu concluir que a representação do que é ser árbitro se consubstancia, so-bretudo, pelo paixão e prazer pela atividade, sendo também atribuída significativa importância aos valo-res como a idoneidade, a isenção, responsabilidade, respeito e dignidade. Referiram que um bom árbitro apresenta não só uma boa condição física, mas também uma estrutura psicológica e um “saber estar” que potenciam o seu desempenho. A generalidade dos entrevistados sentia-se estimulada para o exercí-cio desta atividade, referindo o prazer e a possibilidade de progressão na carreira como os principais estímulos. Aqueles que não se sentiam estimulados consideraram que eram mal remunerados e pouco acompanhados e acarinhados pelos responsáveis da arbitragem. Os principais constrangimentos aponta-dos foram os comportamentos agressivos de adeptos, dirigentes e público, as dificuldades de conciliação com a vida familiar e profissional, as dificuldades de progressão na carreira e a injustiça na avaliação do desempenho.

Endereço: http://revistas.rcaap.pt/motricidade/issue/view/407/showToc

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