Representações Sociais da Saúde dos Professores de Educação Física Que Atuam em Academias do Rio de Janeiro

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2005 07/07/2005

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Resumo

Este estudo teve como ponto de partida observações do cotidiano dos(as) professores(as) de Educação Física que atuam em academias, a partir da minha vivência de 20 anos nesta área. A leitura de pesquisas que abordam temas semelhantes gerou a necessidade de um aprofundamento sobre as questões que envolvem a saúde desses profissionais. A partir de pesquisas como as de Pacheco Pereira (1996) e Novaes (1990) e de observação empírica, verifica-se que a procura pela academia atualmente se dá por duas razões: saúde e estética. Os professores orientam seu trabalho para atender a essas demandas, no entanto, parece que em suas atividades cotidianas negligenciam os cuidados com a sua própria saúde. Capinussú (1998) define a academia de ginástica como “um estabelecimento destinado a vender saúde” (p. 29). No entanto, relata que o grande crescimento do número de academias, aliado à falta de fiscalização, tornam-nas local de agressão à saúde. Justifica este fato dizendo que a academia constitui-se em local narcíseo, que se transformou num bem de consumo. Para ele, a agressão à saúde se dá sob cinco aspectos: profissionais mal preparados; falta de fiscalização; estabelecimento de construções faraônicas, capazes de iludir os leigos; utilização indiscriminada de métodos, sem considerar as individualidades; e aulas ministradas em locais inapropriados

Endereço: https://www.dropbox.com/s/nm82u84i8oytyzp/UGF.00293.pdf

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