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Resumo

Introdução
De acordo com Schwartsman (2016), “A festa foi bonita. Mas, exceto por Munique-72 e Atlanta-96, marcados por ataques terroristas, o espetáculo olímpico é sempre bacana” No dia dois de outubro de 2009, eu caminhava pelas ruas do centro de Aracaju enquanto acompanhava um amigo, também carioca e recém-chegado a Sergipe, a fazer compras, quando me deparei com um televisor ligado em uma loja. O aparelho transmitia, direto de Copenhagen, Dinamarca, a cerimônia de eleição da cidade-sede dos futuros Jogos Olímpicos de 2016. As comitivas de Brasil, Japão, Espanha e Estados Unidos aguardavam ansiosamente para o desfecho do processo, até que o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, abriu o envelope que trazia o nome da candidatura vencedora: Rio de Janeiro! No ato, vibramos como se nosso time de futebol tivesse acabado de marcar um gol. Parecia mesmo algo a se comemorar, afinal naquele momento “deixamos para trás o nosso complexo de vira-lata” (FREIRE, 2016).

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