Risco Fisiológico de Quedas, Funcionalidade e Dor Lombar Aguda em Idosos: Um Estudo Transversal: Dados da Subamostra do Estudo Back Complaints In The Elders- Bace Brasil

Por: Nayza Maciel de Britto Rosa.

169 páginas. 2016 15/04/2016

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Resumo

A dor lombar (DL) é uma desordem musculoesquelética comum em idosos, sendo a mais encontrada naqueles com mais de 75 anos. A DL em idosos é uma condição de saúde incapacitante, que impacta negativamente na capacidade física dessas pessoas e é associada com consequências negativas, tais como o aumento do número de quedas. Há uma lacuna na literatura em relação aos estudos sobre a DL em idosos, principalmente sobre desfechos incapacitantes, como as quedas. A DL aguda envolve mecanismos que podem estar relacionados com maior risco de quedas em idosos, como o mecanismo de inibição da dor que levará a alterações no equilíbrio corporal. A avaliação do risco de queda em idosos é complexa devido à natureza multifatorial dos fatores de risco subjacentes. O Physiological Profile Assessment (PPA) é uma ferramenta validada de avaliação do risco de queda que envolve a avaliação direta de habilidades sensório-motoras. O PPA contém cinco testes: sensibilidade visual ao contraste, tempo de reação da mão, força muscular do quadríceps, propriocepção dos membros inferiores e oscilação postural. O objetivo principal da tese foi comparar o risco de quedas e a funcionalidade em idosos comunitários com e sem dor lombar aguda e investigar a associação entre os fatores clínicos e funcionais com o risco de quedas em idosos da comunidade com DL aguda. Foi realizado um estudo transversal, com um total de 192 indivíduos: 140 idosos com DL (69,9 ± 5,2 anos) participantes do estudo epidemiológico Back Complaints in the Elders (BACE)-Brasil e mais 52 idosos sem DL. O risco de quedas foi avaliado pelo PPA versão curta; a DL foi avaliada pela escala numérica de dor e pelo questionário McGill de dor; a capacidade física foi avaliada pelos testes Timed Up and Go (TUG), velocidade de marcha usual (VM) e teste de sentar e levantar (TSL) por cinco vezes; o desempenho funcional foi avaliado pelo Questionário Rolland Morris. A autoeficácia em quedas foi avaliada pela Falls Efficacy Scale-International-Brasil (FES-I-BRASIL)

Endereço: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/BUBD-ADDPQ4

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