Robôs, Ciborgues e Androides: as Figurações do Corpo-artefato no Cinema

Por: Joon Hoo Kim.

Cinema e Corpo.

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Resumo

Em Blade runner, caçador de andróides (1982), a sequência em que Rick Deckard (Harrison Ford) está na Tyrell Corporation começa em uma ampla sala na qual ele aguarda ser recebido. Ele foi à Tyrell conhecer um de seus produtos, um replicante Nexus VI. Uma coruja voa de um lado ao outro da sala e, enquanto Deckard acompanha o voo do pássaro, uma mulher de cabelos negros (Sean Young) entra na sala e inicia um diálogo:

– Gosta na nossa coruja?

– É artificial?

– Claro que é.

– Deve ser muito cara.

– Muito. Eu sou Rachel. Pouco depois, Eldon Tyrell (Joe Turkel) entra na sala e questiona Deckard sobre o teste Voight-Kampff de identificação de androides:

– Quero ver se isso funciona em uma pessoa. Eu quero ver um negativo antes de fornecer um positivo.

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