Solidão, Fascismo e Literalidade

Por: Peter Pál Pelbart.

Educação e Sociedade - v.26 - n.93 - 2005

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Resumo

Discuto algumas questões levantadas por François Zourabichvili em “Deleuze e a questão da literalidade”, publicado neste mesmo dossiê. Pergunto, primeiramente, por possíveis equivalências entre a literalidade e a potência do falso que Nietzsche apresenta já em “Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral”. Em segundo lugar, pergunto em que medida um exercício filosófico da literalidade nos libera de uma assertividade e de uma gregariedade crescentes. Em terceiro lugar, pergunto: “o que numa aula é a face atual, e qual é a face virtual?”, ou em outros termos, “qual é a relação entre a pedagogia interna à filosofia e a pedagogia não-filosófica?”. Finalmente, pergunto se devemos tomar literalmente a tese de Zourabichvili de que todos os que falam de ontologia a propósito de Deleuze ou cometem um contra-senso completo ou não sabem o que significa ontologia.

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