Superliga Feminina de Voleibol: Análise das Ações Para Obtenção de Pontos na Temporada de 2015-2016

Por: Ana Flavia Inacio Sabino, Dayana Chaves Franco e Thiago Ferreira de Sousa.

Arquivos de Ciências do Esporte - v.6 - n.3 - 2018

Send to Kindle


Resumo

Objetivo: Comparar o desempenho entre as equipes que competiram na Superliga Feminina de Voleibol, na temporada 2015-2016, nas ações relacionadas à obtenção da pontuação (ataque e saque). Métodos: Foi realizado um estudo documental, por meio do levantamento das informações nas bases de dados da competição. Foram extraídas as informações da etapa classificatória da competição das 12 equipes participantes, perfazendo um total de 22 rodadas, em relação a quantidade de ataques e saques, os números de erros de ataque e saque e números de pontos de ataque e saque. Realizou-se o cálculo da eficácia do ataque e saque. As comparações entre as ações de ataque e defesa, entre as equipes, foram realizadas pelo teste Anova, oneway, complementadas pelo teste post hoc de Tukey. O nível de significância foi de 5%.Resultados: Foram analisados 132 jogos, sendo jogos de ida e volta. De modo geral, a eficácia no ataque foi de 28,6% e a eficácia no saque foi de -4,1%. Observou-se que a média de eficácia no ataque foi maior para a equipe do Rexona Ades (35,6%). As equipes de Valinhos Country e São Bernardo Vôlei apresentaram as menores médias de pontos de ataque. Conclusão: Notou-se discrepância nas médias de pontos e erros de ataque e saque para obtenção de pontos entre as equipes, sendo que a equipe que foi campeã da competição (Rexona Ades) mostrou melhor eficácia nas ações de ataque na etapa de classificação

Referências

Betti M. A janela de Vidro: Esporte, Televisão e Educação Física. 3ª ed. Campinas. Editora Papirus, 1997.

Tubino MJG. Estudos brasileiros sobre o esporte: ênfase no esporte-educação. Maringá. Editora Eduem, 2010, p.43.

Haiachi MC, Fernandes Filho J. Análise de saltos e rally no confronto entre Brasil e Itália nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Ação & Movimento: educação física e desportos 2011;3(1):16-20.

Ugrinowitsch H, et al. Transition I efficiency and victory in volleyball matches. Motriz: Revista de Educação Física 2014;20(1):42-6.

Mendonça G, Cheng LA, Farias Junior JC. Padrões de prática de atividade física em adolescentes de um município da região Nordeste do Brasil. Ciência & Saúde Coletiva 2018;23(7):2443-51.

Sousa TF. Atividades físicas praticadas no lazer por universitários de uma instituição pública do nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde 2012;17(2):125-31.

Lima DF, Lima LA, Silva MP. Tendências temporais dos tipos principais de exercício físico e esporte praticados no lazer na cidade de Curitiba, Brasil: 2006-2014. Revista Brasileira de Ciência e Movimento 2017;25(3):98-105.

Weishoff, P. Ataque. In: Shondell DS; Reynaud C. A bíblia do treinador de voleibol. Porto Alegre: Artmed, 2005, p. 203-28.

Gil Arias A, et al. Análisis de la eficacia del saque de voleibol en categoría de formación. Revista Internacional de Medicina y Ciencias de la Actividad Física y el Deporte 2011;11(44):721-37.

Costa GCT, Barbosa RV, Gama Filho JG. A modulação do ataque no voleibol de alto nível: o caso da Superliga feminina 2011-2012. Revista da Educação Física/UEM 2013;24(4):545-57.

Marcelino R, et al. Estudo dos indicadores de rendimento em voleibol em função do resultado do set. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte 2010;24(1):69-78.

Costa GCT, Mesquita I, Greco PJ, Ferreira NN, Moraes JC. Relação saque, recepção e ataque no voleibol juvenil masculino. Motriz: Revista de Educação Física 2011;17(1):11-8.

Castro HO, Cavalli I, Silva CJA, Greco PJ. Interação no Curso das Ações de Saque e Bloqueio no Voleibol Juvenil. Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP 2014;12(3):34-54.

Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 2002.

Marques Junior NK. Evidências científicas sobre os fundamentos do voleibol: importância desse conteúdo para prescrever o treino. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício 2013;7(37):78-97.

Collet C, Nascimento JV, Ramos V, Stefanello JMF. Construção e validação do instrumento de avaliação do desempenho técnico-tático no voleibol. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano 2011;13(1):43-51.

Rizola Neto, A. Uma proposta de preparação para equipes jovens de Voleibol feminino [dissertação]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP; 2003.

Medeiros KR, et al. Bases de dados orçamentários e qualidade da informação: uma avaliação do Finanças do Brasil (Finbra) e do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). Revista de Administração Pública 2014;48(5):1113-33.

Rocha T, et al. Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde: evidências sobre a confiabilidade dos dados. Ciência & Saúde Coletiva 2018;23(1):229-40.

Endereço: http://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/aces/article/view/3418

Comentários


:-)





© 1996-2020 Centro Esportivo Virtual - CEV.
O material veiculado neste site poderá ser livremente distribuído para fins não comerciais, segundo os termos da licença da Creative Commons.