Tendências Temporais de Atividade Física e Comportamento Sedentário em Porto Alegre, Brasil: 2006-2012

Por: Alex Sander Souza de Souza.

73 páginas. 2015 00/00/0000

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Resumo

A prevalência global de inatividade física em adultos é de 31%, variando de 17% na Ásia a 43% nas Américas. Entre as consequências do sedentarismo e da inatividade física estão o risco aumentado de complicações cardiovasculares e metabólicas, o aumento do risco de diversas DCNT’s, desordens mentais e morte prematura. A inatividade física é responsável por 5,3 milhões de mortes por ano no mundo. Nesse contexto, os sistemas de vigilância e monitoramento da saúde são de grande importância para o controle dos principais determinantes das doenças crônicas não transmissíveis, permitindo o entendimento das características de saúde da população, contribuindo assim para a formulação de políticas públicas que promovam a melhoria da qualidade de vida da população (VIGITEL, 2012). Sendo assim, o objetivo desse estudo será analisar tendências temporais de atividade física e comportamento sedentário e sua relação com indicadores sociodemográficos, em adultos da cidade de Porto Alegre, RS, Brasil, no período de 2006 a 2012. Trata-se de um estudo transversal comparativo de base populacional, baseado em dados secundários, do inquérito do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e de Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) realizado nos anos de 2006 a 2012, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Serão analisados dados de 13,721 adultos (18 anos ou mais) participantes do VIGITEL. Tendências temporais para cada indicador de atividade física serão analisadas e estratificadas por sexo (masculino; feminino), idade (18-24; 25-34; 35-44; 45-54; 55- 64; 65 + anos) e anos de escolaridade (0-4, 5-8, 9-11, 12 ou mais). A significância estatística das mudanças entre anos será calculada pela regressão de Poisson, com o indicador de atividade física como o desfecho de interesse e ano de pesquisa como a exposição. O delta de variação será calculado a partir do IRR, obtido através da regressão de Poisson. Serão utilizadas as seguintes formulas para o cálculo do delta de variação: quando o IRR for maior que zero a formula é (IRR-1) *100 e se Q for menor do que zero a fórmula é (1-IRR)*100. O resultado obtido expressará a mudança média anual em percentual. As análises serão realizadas utilizando Stata versão 12.0 

Endereço: http://wp.ufpel.edu.br/ppgef/arquivo-de-dissertacoes-2015/

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