Teoria e Prática do Lazer de Aventura: Vivências e Reflexões

Por: Rayra Possato Gaudio Barbosa e Salvador Inácio da Silva.

VIII Congresso Brasileiro de Atividades de Aventura - CBAA

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Resumo

O curso de Educação Física da Universidade Vila Velha – UVV tem em sua grade curricular a disciplina de teoria e prática do lazer II, dentre seus conteúdos teóricos e práticos voltados para o lazer de aventura, a vivência tem o seu destaque auxiliador no processo ensinoaprendizagem. Entre as atividades vivenciadas pelos acadêmicos desta disciplina, temos: trilha, rafting, rapel, escalada, canoagem, parapente, surfe e bodyboard. Como atividade principal, a trilha vem se destacando como opção de lazer de aventura mais democrática aos alunos. Inicialmente, trilha é a atividade de aventura de menor custo do mercado e de maior acessibilidade. Com criatividade, planejamento e segurança o organizador pode chegar a propor uma boa atividade para aqueles que buscam o lazer de aventura. Da parte teórica, são artigos relacionados aos principais conteúdos que cortam a temática do lazer de aventura. Entre os conteúdos expostos temos: conceitos, classificações, riscos, segurança, percepção ambiental, impacto ambiental, sensações e emoções. Leitura dirigida, exercícios, seminários, vídeos, debates e reflexões fazem parte do procedimento metodológico desta disciplina. No primeiro momento trabalha-se a ideia conceitual da atividade de aventura, passando pelo menos por três âmbitos diferentes que se completam: esporte de aventura, turismo de aventura e o lazer de aventura. No segundo momento apresentam-se os artigos e iniciam-se a leitura dirigida e interpretativa; com exercícios de perguntas e respostas. No terceiro momento elabora-se um projeto e coloca-se em prática. Surgem então as trilhas aproveitando o espaço próximo da universidade; como: ruas, praias e morros. O Morro do Moreno, localizado a seis quilômetros da instituição permite a vivência das trilhas, passando pelos níveis iniciais e intermediários. São mais de oito trilhas com graus de exigência física e psicológica diferentes. Apresenta-se neste momento não somente o espaço, mas o retorno aos conteúdos trabalhados nos artigos. Seleciona-se a trilha a partir dos conteúdos já trabalhados em sala de aula. O Morro do Moreno passa-se chamar sala ambiente para estudos e vivências de atividades de aventura. No quarto momento, trabalha-se com os conteúdos que ficaram registrados entre a teoria e a prática. Agora com ênfase na proposta criadora e artística passa-se a trabalhar na construção de vídeos; tipo: clip e documentário. Que junto com os seminários, os alunos apresentam as suas ideias debatendo e refletindo sobre questões que reaparecem na sala de aula. Neste momento que percebe-se a apropriação dos conteúdos pelos alunos; então a relação teoria e prática se afinam. O objetivo deste texto foi apresentar a disciplina de teoria e prática do lazer II, seus mecanismos didáticos e seus resultados. Para isso utilizou-se os procedimentos descritivo e exploratório; dialogando com alunos e professor.

Endereço: http://cev.org.br/biblioteca/anais-do-viii-congresso-brasileiro-de-atividades-de-aventura-cbaa

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