Torque Isocinético da Articulação do Ombro de Jovens Atletas de Voleibol com e Sem Histórico de Lesão

Por: João Otacílio dos Santos, Mateus Rossato, Rafael Martins da Costa,, Rodrigo Ghedini Gheller e Whendel Mesquita do Nascimento.

Revista da Educação Física - UEM - v.29 - n.1 - 2018

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Resumo

Lesões articulares no ombro representam a terceira mais comum em atletas de voleibol, estudos sugerem que o desequilíbrio muscular entre os músculos rotadores internos e externos do ombro podem estar relacionados a tais lesões. Foram comparados os picos de torque (PT) isocinéticos durante a rotação externa e interna do ombro em jogadores de voleibol com histórico de lesão (HL) de ombro e sem histórico (SH). Participaram 21 jogadores de voleibol do sexo masculino (idade: 17,2±1,96 anos; estatura: 183,6±6,63 cm; peso: 75,1±11,50 kg; gordura: 13,4±2,77%) divididos em 2 grupos: HL (n=8); SH (n=13). Foram realizadas duas séries de 5 repetições concêntricas para rotação interna (RI) e externa (RE) do ombro à 60°/s e 180°/s. Calculou-se as razões convencionais de PT: para RE e RI em ambas velocidades. Foram encontrados PTs concêntrico para RE à 60º/s e 180º/s significativamente maiores para o grupo HL, o PT na RI foi maior comparado a externa em ambos os grupos. Apenas a razão convencional à 60º/s, foi significativamente maior para jogadores HL. Conclui-se que os atletas com histórico de lesão de ombro apresentam desequilíbrio muscular, podendo este fator ser considerado um aspecto que tenha levado ao aparecimento do evento lesivo

Endereço: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/34376

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