Treinamento de Corrida de Endurance Associado à Aplicação de Led: Efeitos em Variáveis de Desempenho, Marcadores de Estresse Oxidativo e Dor Muscular em Homens Jovens Não Treinados

Por: Cecília Segabinazi Peserico.

115 páginas. 2016 12/12/2016

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Resumo

Resumo: Com a finalidade de otimizar as adaptações advindas do treinamento de corrida de endurance, a aplicação de LED vem sendo utilizada com o intuito de acelerar a recuperação muscular e como um recurso ergogênico do metabolismo oxidativo. Entretanto, pouco se sabe sobre o efeito longitudinal da aplicação de LED associada ao treinamento de endurance sobre parâmetros de desempenho, respostas de estresse oxidativo e dor muscular. Logo, o objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos de oito semanas de treinamento de corrida, prescritos pela velocidade pico (Vpico) e seu respectivo tempo limite (tlim), em associação com a aplicação de LED sobre variáveis de desempenho, marcadores de estresse oxidativo e dor muscular em homens jovens não treinados. Participaram do estudo 30 homens jovens não treinados que foram divididos em um grupo controle (GC) e um grupo LED (GL) com 15 participantes cada. Ambos os grupos realizaram um protocolo de treinamento durante oito semanas, no qual o GL teve a aplicação de LED e o GC não. O LED foi aplicado imediatamente antes de todas as sessões de treinamento em ambas as pernas, respeitando-se a ausência ou presença da emissão de luz para cada grupo. Os participantes realizaram avaliações em três momentos: na semana 1 (S1), após as primeiras quatro semanas de treinamento (semanas 2-5), ou seja, na 6ª semana do protocolo e após as quatro últimas semanas de treinamento (semanas 7-10), ou seja, na 11ª semana do protocolo. As avaliações de desempenho foram: testes para determinação Vpico e do tlim e performance de 5 km. Foram coletados, no período da manhã, 6 ml de sangue venoso para a dosagem dos marcadores de estresse oxidativo: malondialdeído (MDA) em plasma, enzimas antioxidantes catalase (CAT) e superóxido dismutase (SOD), concentrações de glutationa total, reduzida (GSH) e oxidada (GSSG) em eritrócitos; também foi avaliada a dor muscular através da escala visual analógica antes e após todas as sessões de treinamento. As comparações entre os grupos e momentos S1, S6 e S11 foi feita pela Anova mista de medidas repetidas seguido do post hoc de Bonferroni; foi calculado o valor percentual (%) de variação e os tamanhos de efeito (TE) para determinação da magnitude de mudança durante o período de treinamento. Adotou-se nível de significância de P < 0,05. Os resultados demonstraram que a Vpico aumentou significantemente em ambos os grupos (GC: S1 = 13,4 ± 1,1, S11 = 14,4 ± 1,0 km"

Endereço: http://nou-rau.uem.br/nou-rau/document/?code=vtls000225187

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