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Resumo

Este trabalho tem como objeto de estudo a história do voleibol brasileiro em três décadas, a saber, 1970, 80 e 90. Analisando as peculiaridades contidas na história dessa modalidade, as quais foram detectadas desde sua criação, percebemos que o Voleibol apresentou transições. Denominamos de "viradas" as transições ocorridas e marcadas pelos períodos de amadorismo, profissionalismo e espetacularização do esporte. No estudo buscamos apresentar e identificar como e por que ocorreram essas transições, além de explicitar as relações, conseqüências e interdependências estabelecidas nesse trajeto, que, num sentido lato, redirecionou e metamorfoseou o sentido e a lógica do consumo e da prática do Voleibol. Material e métodos: Pesquisamos as principais fontes, primárias e secundárias, para recuperar, constituir e analisar a história recente do voleibol brasileiro. Para a análise do material coletado utilizamos os principais conceitos da teoria dos campos de Pierre Bourdieu e, complementarmente, o modelo do jogo competitivo da sociologia configuracional de Norbert Elias. Principais resultados e conclusões: Como conclusões, encontramos subsídios teóricos e empíricos que corroboraram a leitura do processo de resignificação do voleibol no Brasil.

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