Por Celso Wolf Jr
em 23-07-2009, às 10h40.
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Formação Técnica de Badminton no Brasil
Gostaria de propor este assunto, pois é um dos grandes entraves para o desenvolvimento da modalidade no Brasil. A inexistencia de locais para a formação de técnicos de badminton no Brasil.
Celso
Comentários
Por Sandra Sorpreso
em 23-07-2009, às 11h28.
Bom dia,
Gostaria de deixar uma sugestão para a Formação de Técnicos de Badminton no Brasil.
Hoje sou praticante de Badminton, mas joguei tênis por 20 anos e participando deste meio esportivo presencie várias Clínicas para atletas e técnicos no meio dos tenistas.
A sugestão seria trazer para o Brasil, algum profissional internacional do Badminton para realizar um Curso para Professores graduados em Educação Física, público capacitado para se tornarem futuros técnicos de Badminton.
Este Curso seria muito interessante também para reciclar os conhecimentos dos pouco técnicos que atuam hoje no Brasil com a modalidade.
E aproveitando a vinda deste Profissional para o Brasil, proporcionar uma Clínica para os atletas que tivessem interesse em fazer um treinamento intensificado por este técnico.
A Fast Play Eventos Esportivos fica à disposição para realizar esta parceria neste Projeto na Formação de Técnicos em Badminton.
Sandra Sorpreso
Por José Roberto Santini Campos
em 23-07-2009, às 12h34.
A primeira coisa à ser feita, é tratar o que existe de Badminton atualmente, como um Negócio, com profissionalismo, organização e postura, em todos os lugares de práticas, mesmo que os envolvidos tenham atuação voluntária. O que se percebe hoje, é que isso não é prioridade e assim temos uma grande confusão, que não permite a modalidade crescer mais e com mais qualidade. Queremos o Badminton com foco Social ou de Alto Rendimento? Pode-se ter os dois, porém tem que ficar claro, que são modelos de Gestão, totalmente diferentes e a grande confusão que existe é essa, coloca-se os dois focos no mesmo balaio e age-se na maioria das vezes como amadores, tomado quase sempre, pela emoção.
Assim fica impossível despertar o interesse de Grupos Educacionais, pois o foco destes, é Negócio. E Negócio, Alto Rendimento, exige ter dados, projeto factível e principalmente pessoas preparadas e que transmintam credibilidade à estes empresários, para conduzir os contatos.
Além disso, é necessário ter bem claro quais serão as contra-partidas destes Grupos, assim como, os objetivos de quem está mantendo o contato, entidade, clube, etc. É importante também, ter uma estrutura de prática, com resultados comprovados, para apresentar, com foco no suporte da parte prática desta formação.
Na minha opinião, este é o principal entrave, fazer do Badminton, um Negócio que gere interesse.
No Clube Fonte São Paulo, estamos atuando neste sentido à 05 anos, evoluimos muito, em estrutura, organização, gestão financeira e principalmente na postura e atitude da nossa Comissão Técnica e Atletas. Hoje, desde Dezembro / 08, temos uma Comissão Técnica (Técnicos, Preparadores Físicos e Fisioterapeuta), que se interagem e buscam em conjunto, atender as Metas traçadas, também em conjunto, com o Diretor e Atletas, para o ciclo 2009-2012. Podemos dizer que hoje, temos de fato uma estrutura profissional atuando, onde cada um tem muito claro sua responsabilidade. Fazemos também, reuniões periódicas, para avaliarmos os resultados e adequarmos o Planejamento. Com isso, estamos conquistando resultados significativos no cenário esportivo, com uma Equipe de Alto Rendimento muito jovem e extremamente dedicada. Além disso, estamos formando cidadãos, que sabem de seus direitos (conforme regras do Clube) e de seus deveres. Considero isso, o primeiro grande passo para termos grandes Atletas. Hoje, podemos dizer com certeza, que temos uma Equipe, composta por 100 atletas.
Esta forma de atuação, tem nos proporcionado algumas parcerias, pois conseguimos despertar o interesse do empresário / investidor e isso contribui muito, para sustentarmos a atual estrutura.
Estamos neste momento, mantendo alguns contatos que em curto tempo, podem nos trazer novidades, que irá contribuir com os problemas relacionados aos aspectos questionados: Formação de Técnicos e Gestão de Equipes de Alto Rendimento, ambos focados ao Badminton.
Caso tenhamos sucesso e novidades, estarei compartilhando com todos.
José Roberto
Por Raquel Pedercini
em 23-07-2009, às 21h08.
Para podermos tratar de formação de técnicos no Brasil é preciso antes de mais nada que o Badminton no país se desenvolva além da perspectiva treinamentista. Acho fantástica essa abordagem e sei que é muito importante, mas existem outras sendo deixadas de lado. A manifestação da modalidade no segmento escolar ainda é pouco expressiva; a prática da modalidade por lazer continua pouco explorada; os deficientes físicos com acesso ao badminton ainda são poucos.
A formação técnica deve ser uma consequência. Não adianta termos muitos técnicos, o que precisamos é de muitos (e bons) professores! E para termos muitos (e bons) professores o que precisamos é de instruir os Professores de Educação Física que atuam em escolas. Eles são os responsáveis pela multiplicação do número de praticantes de badminton. A partir dessa multiplicação haverá necessariamente uma maior procura pela modalidade fora das escolas...... Eis aí a CONSEQUÊNCIA: a necessidade de técnicos.
À medida que a modalidade for crescendo em número de participantes e atletas, irá crescendo também em número de professores e treinadores. Nesse caso, há alguns anos, propus Cursos de Formação por nivelamento, para que não corressemos o risco de termo mais treinadores que praticantes. E acho que esse ainda poderia ser um bom caminho. Nível 1, 2, 3, 4 e 5 - oferecidos por órgãos competentes (Confederação em parceria com Universidades).
Já me coloquei diversas vezes à disposição para debate mas nunca me retornaram o contato. Continuo disponível.
Atenciosamente,
Profa. Raquel Pedercini
Presidente da AMEDEC (Associação Mineira de Esportes Diferenciados e Cultura)
Por Sandra Sorpreso
em 23-07-2009, às 23h29.
Boa noite Profª Raquel,
Primeiramente gostaria de parabenizá-la pelo seu trabalho e atuação. Fico muito feliz e satisfeita em saber que mais profissionais da área de Educação Física estão envolvidos com a modalidade Badminton.
Concordo sobre o seu questionamento e também acredito que para o Badminton se desenvolver no país ele precisa ser trabalhado nas escolas por professores capacitados.
Na verdade temos um grande, ou melhor, um enorme trabalho a ser feito. Sendo assim, novamente fico feliz em saber que mais profissionais da área estão se interessando pelo esporte.
Desde o ano passado, eu e meu sócio, com a intenção de divulgar o esporte montamos uma empresa e passamos a realizar sem custo para as entidades, clínicas de Badminton em escolas particulares, municipais e estaduais. Acreditamos que este é um dos caminhos que com certeza podem contribuir para expandir o esporte.
Realizando este trabalho, já conseguimos introduzir o Badminton em algumas escolas e para dar continuidade a este desenvolvimento iniciamos com muito sucesso o TORNEIO ESCOLAR DE BADMINTON.
Eu posso dizer que com muito sucesso, pois fizemos uma parceria muito importante com a FEDEESP - Federação do Desporto Escolar do Estado de São Paulo, que tem nos orientado para o desenvolvimento do Desporto Escolar. e não Desporto de Rendimento.
O nosso Torneio Escolar de Badminton tem uma configuração bem diferente dos torneios realizados pela FEBASP, o que tem agradado professores, alunos e pais envolvidos. Neste segundo semestre de 2009 iremos realizar a 6ª Etapa e o número de alunos e escolas tem crescido de maneira significante.
Como professora da área de Educação Física, fico muito preocupada com o processo de mutiplicadores do esporte na área do badminton, sem uma orientação e acompanhamento profissional. Sendo assim, criamos o Estágio em Badminton, ou seja, o professor de educação física que faz o nosso Curso de Capacitação precisa realizar um estágio em um dos locais aonde atuamos, para vivenciar o esporte.
Seguindo este caminho, também já realizamos, sem custo para a entidade, algumas clínicas em universidades que tem o curso de Educação Física, para dispertar nos universitários o interesse por esta modalidade. Em consequência a este trabalho, criamos e organizamos o Torneio Universitário de Badminton em parceria com a Liga Esportiva Universitária Paulista.
Como já havia dito, temos um enorme trabalho a ser feito. Temos muito a ser discutido e principalmente, muito a ser dividido com os colegas apaixonados pelo esporte.
Fico à disposição para trocarmos idéias no que diz respeito ao desenvolvimento do Badminton no âmbito escolar e universitário, realizado por profissionais da área de educação física.
Atenciosamente,
Profª Sandra Sorpreso
Por Celso Wolf Jr
em 24-07-2009, às 12h17.
A abordagem deste assunto de formação técnica, é exatamente pelos problemas apresentados nos comentários. Somente poderemos desenvolver nas escolas, se tivermos professores com formação técnica em badminton!! Isto somente pode acontecer se tivermos a modalidade nas faculdades de Educação Fisica, e no Brasil hoje não existe nem UMA Faculdade oferecendo uma formação em badminton! Este é o problema, na minha opinião. Consequentemente não temos formação de técnicos no Brasil.
Celso
Por José Roberto Santini Campos
em 24-07-2009, às 12h45.
É EXATAMENTE ISSO...............E NÃO TEMOS NENHUMA FACULDADE INTERESSADA EM FAZER ISSO, POIS NÃO CONSEGUIMOS DESPERTAR O INTERESSE DESTES EMPRESÁRIOS......É EXATAMENTE O QUE ABORDEI EM MEU COMENTÁRIO.
ENQUANTO O BADMINTON NÃO FOR TRATADO COMO UM NEGÓCIO, DIFICILMENTE ESTES ENTRAVES SERÃO SOLUCIONADOS.
José Roberto
Por Raquel Pedercini
em 25-07-2009, às 19h40.
Caros participantes da Comunidade,
Me desculpem o tamanho do texto mas, achei pertinente o conteúdo “despejado”.
Primeiramente gostaria de parabenizar a Profa. Sandra Sorpreso pelo seu trabalho e mais uma vez colocar-me à disposição para debates a respeito de desenvolvimento da modalidade, acreditando ainda que o caminho começa pela escola e se dirige para o alto rendimento.
Em segundo lugar, entendo que esse assunto é muito importante para o bom andamento do desenvolvimento da modalidade no Brasil. Mas entendo também que existe ainda uma centralização de informações da modalidade o que leva à desinformação no sentido amplo.
Por exemplo: existe sim Universidades/ Faculdades em que o Badminton figura como conteúdo para alunos de Cursos de Educação Física.
Eu sou Professora Universitária e ministro aula de Badminton na PUC Minas; implantei a disciplina no UNI-BH, dei aula lá por 4 anos e hoje outra pessoa é responsável pela disciplina; a Fundação Helena Antipoff também possui uma disciplina em que o Badminton é um conteúdo presente ... e isso só das que eu interferi diretamente em Minas Gerais, fora as que eu não sei.
Em 1998 fundei a Federação Mineira de Badminton. Éramos 4 inexperientes jovens porém entusiasmados, todos estudantes de Educação Física e recém praticantes de badminton. Tínhamos em mente uma clara filosofia: fazer o Badminton virar “febre” em Minas Gerais a partir da escola para depois passar para clubes e termos equipes e assim sucessivamente. Conseguimos organizar em 1999 o 1º Festival Escolar de Badminton com mais de 100 crianças – um feito para 4 jovens que estudavam em tempo integral (regime de funcionamento da UFMG).
Em 2000 esse grupo começou a se desfazer. Eu fui morar em Porto Alegre e comecei a trabalhar na Federação Gaúcha de Badminton. Juntamente com a Profa. Vera Mastrascusa, as escolas foram o foco de ação de trabalho da FGB; e não há como negar que os trabalhos do RS rendem frutos maravilhosos.
A Profa. Sandra Sorpreso faz um excelente trabalho oferecendo cursos de capacitação; a AMEDEC faz um excelente trabalho oferecendo cursos de capacitação e formação de professores. Só acho que estamos fatalmente correndo num sentido perigoso. Eu pelo menos posso falar isso pois já perdi as contas de quantas vezes tentei um contato com a nova Federação Mineira de Badminton para uma parceria; assim como com a Confederação Brasileira.
Os trabalhos da Profa. Sandra, da AMEDEC e de “Sebastiões”, devem ser incentivados e integrados com as Federações e Confederação em parceria com Universidades ... Isso é possível e necessário.
Mais uma vez à disposição,
Profa. Raquel Pedercini
Por Manoel Gori
em 26-07-2009, às 02h32.
Olá Raquel, tudo bem com você ?
Primeiro, estou feliz em reencontrá-la nesse fórum de discussão.
Não sei se cadastrei você nos e-mails da Federação de Badminton do Estado de São Paulo-FEBASP. O Luis Manuel chegou a me passar o seu e-mail.
Bom, a formação técnica é fundamental para o desenvolvimento da modalidade e todo o trabalho começa nas Escolas.
A FEBASP pensando nisso está incentivando o Badminton Escolar realizando Torneios Interescolares. Em São Bernardo do Campo, sede da FEBASP, o esporte entrou nos Jogos Escolares como modalidade Oficial e já existem outras cidades em condições de acontecer isso.
Santos, por exemplo, é outro caso. Lá o Luis Manuel está realizando um excelente trabalho.
Temos realizado Cursos de Capacitação para Professores Nível 1 onde numa carga horária (16h) o professor aprende como iniciar a modalidade em escolas (regras, exercícios, etc). Esses cursos estão sendo fundamentais para o desenvolvimento da modalidade. Em pouco tempo, já capacitamos cerca de 100 profissionais e o mais importante é que eles já estão multiplicando os seus conhecimentos, levando a modalidade para as suas escolas e clubes.
Esses cursos têm possibilitado levar a modalidade para outras cidades do Estado e até mesmo para fora dele.
Agora em agosto teremos o 1º Universitário de Badminton em parceria com o JUP (Jogos Universitários Paulistanos). Sem dúvida um grande avanço para o esporte.
Podemos ter o esporte de base e de alto rendimento. São modelos diferentes, mas estão interligados. Se tivermos uma base forte e sólida e depois um trabalho técnico bem feito (como alguns clubes já realizam), teremos excelentes atletas.
Dá para se trabalhar tanto na base como na ponta da pirâmide.
Bom Raquel, a FEBASP está à disposição para ajudar no que for preciso ao desenvolvimento do esporte.
Um grande abraço
Manoel Gori
011 96037608
Por João Guilherme Cren Chiminazzo
em 27-07-2009, às 02h54.
Olá a todos....
Mas que felicidade em ver todos aqui, discutindo o badminton!!! Sou novo na modalidade, mas estou desenvolvendo um carinho tão grande que já me sinto um verdadeiro praticante!!!!
Olha, muitos pontos abordados são interessnates. Não devemos descartar nenhum, muito menos concluir alguma coisa. Mas podemos sim trocar essas idéias e criar planos de ações e desenvolvimento da modalidade. É tão importante a iniciação, quanto o treinamento, a acapacitação de professores, o desenvolvimento da modalidade no âmbito escolar, as competições... enfim tudo vale a pena!!! O que não pode é ter ações isoladas, cada um faz um pouco, sem existir relação alguma entre essas ações. Precisamos amarrá-las para que realmente o crescimento da modalidade seja forte e auto-sustentável!!! Senão, tudo cai por terra e voltamos a estaca zero!
Eu também sou professor universitário e na disciplina PEDAGOGIA DOS ESPORTES DE RAQUETE, desenvolvo um módulo de BADMINTON. Faço isso desde 2003, ou seja, muitos de meus alunos que hoje já são professores conheceram a modalidade e tiveram condições de aprender um pouco mais e consequentemente desenvolver atividades nos locais de trabalhos. Mesmo com materiais adaptados.... hoje tenho dois ex-alunos que trabalham com o badminton. É importante oferecermos cursos de capacitação, principlamente para professores de educação física de escolas públicas e particulares... Também conheço outros professores que desenvolvem o badminton no meio univertitário!!!
Ou seja, existe sim movimentos de desenvolvimento da modalidade no ambiente universitário, no processo de formação de professores de educação física.... o que nos falta então? Será que todos "falam a mesma língua"? Será que as competições são acessíveis a todos interessados? Será que conseguimos aumentar a base da pirâmide e com isso possibilitar que maior quantidade de pessoas atinjam o pico da pirâmide?
Enfim, vamos continuar conversando, trocando idéias e construir nossos planos de ações para a modalidade. Temos aqui representantes da CBBd, clubes, professores universitários, praticantes, jogadores.... enfim muita gente capacitada e com muitas idéias.... precisamos convergir tudo isso para um só objetivo!!!
Fico na escuta, a disposição...
abraços,
JG
Por Celso Wolf Jr
em 27-07-2009, às 12h42.
Concordo com todas as opiniões aqui emitidas.
Porém, como existe aqui em Campinas, na Unicamp na Metrocamp, e em varios locais no Brasil, como a Raquel descreveu e o João Guilherme também, dentro de Esportes de Raquetes a modalidade Badminton é apresentada. O que quero dizer é que no Brasil não tem nenhum curso formador de técnico de badminton certificado, etc. como existe de outras modalidades olimpicas .
A intenção do debate que tenho é de tentar pressionar com que tenhamos isto no Brasil, pois é impossivel o esporte crescer sem tecnicos qualificados em todo o Brasil. Recebo inumeros email´s de Professores de Educação Fisica de todo o Brasil perguntando onde existe um Curso de Formação de Tecnico de Badminton pois gostariam de seguir neste esporte.
Celso
Por João Guilherme Cren Chiminazzo
em 28-07-2009, às 14h40.
Celso e demais....
Como já disse em outra lista de discussão, aqui do badminton, eu acho que os cursos de capacitação devem partir da CBBd, pois é a entidade máxima da modalidade. seria interessante elegermos alguém que ficaria responsável para criação desses cursos. Não necessariamente seria a pessoa que daria o curso, Isos seria a segunda etapa. Podemos ter disseminadores dos cursos, alguém habilitado pela CBBd a dar o curso de capacitação.
Enfim, acho que seria interessante, num primeiro momento, um grupo de pessoas esquematizar como seria estruturado os cursos de capacitação, discutir com todos aquie encontrar o melhor modelo.
Depois dessa etapa, partiríamos para a prática, oferecendo esses cursos. Lembrando que é totalmente louvável os cursos que já existem e essas pessoas podem ajudar nessa etapa, não quero desmerecer ninguém, apenas quero que o badminton cresça de forma sustentável. Quam já ofereçe esses cursos, pode ajudar e muito isos tudo.... e por que não ser o responsável pelo esta área....
Bem isso é o que eu acho, é apenas uma idéia.... vamos aproveitar aqui e continuar conversando....
Abraços,
João Guilherme
Por Celso Wolf Jr
em 29-07-2009, às 17h50.
João, não tem nenhum problema da CBBd promover cursos, nós já fizemos vários, mas repito, não são formados técnicos de badminton, funciona somente como um informativo aos interessados na modalidade, como um primeiro contato.
O que estou estudando é trazer um profissional do exterior com excelente perfil técnico para nos auxiliar no alto rendimento mas com experiencia em formação de tecnicos. Talvez de certo !!
Celso
Por Adriano Fioi
em 10-08-2009, às 12h52.
Ola caros amigos, é um prazer poder participar desta comunidade e debater sobre o Badminton.
Ola Caro Sr.Celso
A meu ver observo que no Badminton Brasileiro temos poucas pessoas/técnicos de Badminton, muitos com muita vontade de promover o Badminton e com pouco conhecimento e poucos com muito conhecimento e não sendo aproveitados, acredito que uns dos passos a serem tomados seriam promover cursos e capacitação com os principais técnicos e atletas do Brasil e tentar melhorar a qualidade técnica dos treinadores com pouca experiência, módulos para primeiro formarmos bons técnicos de Badminton em varias regiões do Brasil com os treinadores que temos no Brasil, assim teremos bons profissionais podendo dar continuidade aos seus projetos com o Badminton. Com estas formações poderemos ter professores de Ed.Fisica atuando em Faculdades, Universidades e Fundações aptos a oferecerem o Badminton como proposta curricular nas mesmas. Temos varias instituições que possuem em sua grade curricular o Badminton, mas, como modalidade alternativa teria que promover o Badminton como esporte de Primeiro Plano, mas para isso temos que ter o Badminton ligado a algumas Faculdades ou Universidades, ou seja, existem Faculdades com Equipes de futebol, futsal, basquete, voleibol e outros, mas não vejo nenhuma ligada ao Badminton, teríamos que ter um incentivo para podermos apresentar a essas faculdades eles terem uma equipe de Badminton.
Adriano Fiori
Coordenador da Área Norte – Paraná – BFP
(43)8413-5557 ou 3348-0737
CREF9/PR nº. 012115-G/PR
“BADMINTON NA VEIA”
Badminton o esporte do mundo moderno.
Por Roberto Affonso Pimentel
em 10-08-2009, às 20h25.
Aos muito interessados na difusão do badminton no Brasil, proponho uma medida que a todos parece óbvia. Aglutinarem-se em torno de uma idéia (como vem fazendo aqui), produzir um planejamento para médio e longo prazo e encaminharem-no oficialmente à CBBd e ao COB.
Digo COB porque ao frequentar algumas de suas salas e corredores, ouvi e percebi a necessidade de desenvolverem no País esportes que futuramente poderiam nos render medalhas olímpicas. Creio que o que falta é planejamento. Se este vier, há grandes possibilidades de resolução de todos os problemas, pois o apoio do Comitê abre todas as portas.
Eu mesmo quase me dispus a fazê-lo sem nunca ter jogado badminton. O que precisamos inicialmente, é planejar para alcançarmos os nossos objetivos. Como sabemos que quem decide sobre desportos no Brasil é o COB e não a politicagem do Governo e seus "dependentes", não vejo outra saída. Ficar "chovendo no molhado" não vai alterar absolutamente nada.
Para animá-los mais ainda, já enviei em outras épocas dois projetos ao COB e um à CBV, ambos sob a tutela do Nuzman. Só um vingou, por enquanto, o Vivavolei (que funciona trôpego e cambaleante à procura de dinheiro). Mas, para quem não tinha nada, já é algo.
Tenho um quarto projeto que estarei a perseguir inicialmente algumas Prefeituras. Se não conseguir, resta-me o consolo de ter tentado. Lembro-me da história do beija-flor tentando apagar o incêndio na floresta...
Acredito que conseguirão ter sucesso. Para isso, incentivo-os a perseguir com perseverança o seu intento. Estarei dando a maior força. Se precisarem de mim, saberão onde me encontrar. Frequento algumas comunidades aqui, principalmente no Voleibol.
Roberto Pimentel.
Por Roberto Affonso Pimentel
em 12-08-2009, às 08h05.
Na comunidade Educação Física em Roraima está colocado assunto de interesse. Trata-se de construção de projetos, conquista de parcerias, patrocínios e, principalmente, o COB. Façam uma visita.
Roberto Pimentel.
Por Luiz Amorim
em 11-09-2009, às 00h04.
Celso e demais membros.
A FEBARJ junto ao CREF-RJ, está desemvolvendo um modelo de formação para profissionais de Ed. Fisica, baseado em Badminton como negócio. A idéia a progredir para a criação de um curso de pós-graduação em Badminton. Temos conversado com várias Universidades de nosso estado e muitos se mostraram recepitivos a idéia.
Acho que no memento o importante e despertar nos Profissionais de Ed. Fisica o interesse pelo Badminton.
Luiz Amorim
Por João Pessoa
em 24-10-2009, às 22h09.
Caro Celso,
Estou iniciando um trabalho em uma escola municipal aqui em Natal-RN. Tenho como objetivo a médio e longo prazo a participação dos alunos em competições regionais e nacionais. Como conseguir apoio através do Ministério dos Esportes para o desenvolvimento deste projeto. Por aqui temos uma Federação de realiza competições e estará nos apoiando, mas não acredito que poderemos atender a demanda devido a carência das crianças e jovens que poderemos trabalhar.
Desde já agradeço.
Atenciosamente,
Prof. João Pessoa
CREF 000028G-RN
Por Taci Ruas
em 05-05-2010, às 23h53.
Olá Colegas! Estou chegando no CEV e fico feliz em poder discutir sobre o Badminton com profissionais de outros estados. Eu comecei o trabalho de divulgação do esporte em 2007 nas cidades de Esteio e São Leopoldo, ambos no Rio Grande do sul. Desde lá, tive o apoio da Proª Vera Mastrascusa, Presidente da Federação Gaúcha de Badminton (FGB).
Em 7 de outubro de 2008 foi inaugurada a Escolinha Municipal de Badminton de Esteio, sendo a primeira Prefeitura a implantar o esporte no estado.
Estou no aguardo do curso de Técnico em Badminton no Brasil.
Obrigada!
Taciane
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