Bioquímica do Exercício
Ponto de encontro para discussão e divulgação dos conhecimentos acerca de bioquímica do exercício e áreas afim
Por Marco Machado
em 06-05-2011, às 19h39.
2 comentários. Deixe o seu.
Será Possível?
Caros amigos
Será que finalmente encontraram um meio não invasivo que realmente nos dê respostas satisfatórias? Ou será mais uma daquelas falsas "promessas"?
Noninvasive Estimation of Myosin Heavy Chain Composition in Human Skeletal Muscle
Boštjan Šimunič; Hans Degens; Jörn Rittweger; Marco Narici; Igor B Mekjavić; Rado Pišot
Medicine & Science in Sports & Exercise., POST ACCEPTANCE, 4 May 2011 doi: 10.1249/MSS.0b013e31821522d0
AbstractPurpose: Information on muscle fiber type composition is of great importance in muscle
physiology and athletic performance. Since there are only a few techniques available that non-invasively and accurately provide an estimate of muscle fiber type composition the development of additional and alternative approaches is required. Methods: Twenty-seven participants (21 men, 6 women) with an average age of 43 ± 18 years, height 175 ± 7 cm, and mass 74 ± 12 kg participated in the study. Delay time, contraction time and half relaxation time were calculated from tensiomyographic radial twitch responses of the vastus lateralis muscle. Univariate and multiple linear regression analyses were used to correlate the proportion of myosin heavy chain I (%MHC-I) in a biopsy obtained from the same muscle with single and all three radial twitch parameters. Results: Delay time, contraction time and half relaxation time all correlated with %MHC-I (r = 0.612, 0.878 and 0.669, respectively at P ≤ 0.001). When all three parameters were included in a
multiple linear regression the correlation with the %MHC-I was even better (R = 0.933; P < 0.001). Conclusion: These data suggest that time parameters of the skeletal muscle mechanical radial twitch response, measured with a contact linear displacement sensor, can be used as an accurate non-invasive predictor of the %MHC-I in a muscle.
Comentários
Por Marco Machado
em 06-05-2011, às 19h39.
Esqueci o link para o resumo:
Por Paulo Azevedo
em 07-05-2011, às 14h13.
Olá Marco e estimados listeiros!
Não li o artigo, apenas o resumo postado aqui. Correlação não significa causa e efeito, ou que uma coisa representa realmente a outra. Penso que os autores poderiam/deveriam ter aplicado o teste de Bland-Altman para avaliar a concordâcia dos métodos. Não é incomum ver artigos em que a correlação é elevada mas a concordância baixa!
Neste artigo, se a concordância for baixa, a estimação perde força e não tem validade.
Saudações
Paulo Azevedo
Para comentar, é necessário ser cadastrado no CEV fazer parte dessa comunidade. Clique aqui para entrar.

