Educação Física Escolar

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Inclusão dos Alunos Portadores de Necessidades Especiais na Educação Física Escolar



Fala-se muito em inclusão hoje, mas na prática, são poucos os professores que tentam abrir espaços, poucos os que se preparam, estudam meios e dão oportunidades aos alunos portadores de necessidades especiais  participarem das atividades propostas, juntamente de toda a turma. Uma Educação Física Adaptada.

Sabemos que Portadores de Necessidades Especiais dividem-se em alguns grupos como o  rebaixamento intelectual ( Autismo, Síndrome de Down, PC,... ) necessidades motoras ( Amputados, cadeirantes e hemiplégicos) e sensoriais (cegos, surdos e surdo-mudos). Quais as dificuldades em incluir em nossas aulas de Educação Física na Escola, atividades que possam ser aplicadas com algumas adaptações, mas respeitando seus limites e as mesmas regras que um aluno que não porta nenhuma necessidade especial, realizaria? Local inapropriado? Falta de materiais?

Às vezes o preconceito vem dos próprios professores em minimizar esses alunos, tratando-os com sentimentos de pena ou facilitando muito atividades duvidando de suas possibilidades e habilidades, algumas vezes sendo até excluídos das aulas.

“A participação nessa aula pode trazer muitos benefícios a essas crianças, particularmente no que diz respeito ao desenvolvimento das capacidades afetivas, de integração e inserção social” (PARÂMENTROS CURRICULARES NACIONAIS, 1997)”.

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Indico a leitura do livro “JOGANDO COM AS DIFERENÇAS”,  Rosilene Moraes Diehl. Editora Phorte, Abril 2005.

 Assunto: Educação Física Especial

E também o artigo: “A educação física na Educação Especial” Disponível em:http://www.efdeportes.com/efd104/educacao-fisica-especial.htm

Comentários

Por Mayra Pereira de Jesus
em 01-11-2011, às 18h02.

Com certeza é muito importante que esses alunos sejam inseridos nas aulas de educação física visto que a mesma só lhe trará benefícios não somente na área motora mas no que se diz respeito a parte afetiva e cognitiva. Porém na grande maioria das escolas públicas ainda é difícil ver a inclusão desses alunos principalmente por falta de estrutura física e até mesmo por falta de instrução dos professores. Mas a inclusão ocorre mesmo que, em poucas escolas e de forma “adaptada”. Fala-se muito sobre a inclusão, da sua importância, mas na prática mesmo ninguém a faz. É difícil? É não vou dizer que é fácil. Mas para fazê-la tem que ter vontade, capacidade, instrução para que o trabalho seja realizado certinho, proporcionando aos alunos vivências que só venham contribuir para a formação completa do nosso aluno.

Por Waldir de Meira Albuine
em 01-11-2011, às 18h07.

Acredito que e de fundamental importancia a inclusao destes alunos em nossas aulas,pois ate alunos que nao tem nenhuma necessidade especial fica excluido em determinadas praticas da Educaçao Fisica Escolar.A questao e que ate para os professores e um desafio trabalhar e desenvolver sua pratica com esses alunos e os demais em uma classe,mas podemos sim adaptar o nosso conteudo e promever uma aula bem motivante para que todos possam se sentir em um mesmo objetivo de socializaçao.

Por Giovani Augusto de Queiroz
em 02-11-2011, às 18h00.

Hoje temos poucas instituições preparadas para receber alunos com necessidades especiais, apesar de que existem leis que obriguem que elas se adaptem a isso. Mas isso não deve impedir que esses alunos possam realizar atividade física como outra criança qualquer. Falta aos profissionais da educação física e professores em geral uma melhor preparação para receber pessoas portadoras de necessidades especiais para despojar-se do preconceito e acolhe-las de uma forma integradora guiada pelo bom senso e realmente promover mudanças nas atividades quando forem realmente necessárias.

Por Kerllyn Trindade Coimbra
em 02-11-2011, às 19h33.

Quando pensamos em alunos com necessidades especias, logo pensamos em como vamos lidar com a situação de planejar uma aula para este, isso por vários motivos, alguns deles podem ser a falta de contato com esse tipo de aluno durante a graduação e em alguns casos falta na grade curricular do graduando uma disciplina específica ou direcionada ao tema. S epensarmos então na infraestrutura da maioria das escolas, muitas delas também não estão preparadas para receber esses alunos. Apesar dos portadores de necessidades especiais serem divididos em grupos como você bem colocou Patrícia, se considerarmos uma turma de alunos não portadores de necessidades especiais teremos alunos muito diferentes entre si, dificilmente conseguiremos uma turma homogênia, seja a nível intelectual, motor ou sensorial (ainda que agrupados por faixa etária), e mesmo com essas caracteríscas dierenciadas entre eles, conseguimos preparar uma aula onde todos possam participar, e muitas são as estratégias para que isso ocorra da melhor maneira possível. Em função da minha visão, penso que não é muito difícil então fazer com que um aluno com necessidades especiais sejam elas de qual gênero for sejam incluidos nas aulas.

Em seu artigo, Flavia Fernades de Oliveira fala um pouco sobre isso. "A  Educação física deverá ser oferecida de acordo com as necessidades do aluno seja ele deficiente ou não, o que vem a alterar de forma sensível e significativa seu olhar para o mesmo", diz Flávia. Acho que esta perspectiva direciona um pouco o professor de Educação Física no que diz respeito ao tema.

ARTIGO PESQUISADO: http://www.efdeportes.com/efd51/educa.htm

Por Patrícia Arantes de Queiroz
em 02-11-2011, às 21h39.

Concordo com todos vocês. A falta de ambiente adequados nas escolas, falta de preparo dos profissionais, falta de apoio, são problemas comuns hoje em dia. É importante a conscientização de todos e o preparo dos professores, para que os alunos que precisam da gente sejam acolhidos e tratados da mesma forma e tenham oportunidades de se desenvolver sempre mais o lado  motor, o afetivo, social, cognitivo, como qualquer aluno também precisa.

Por Daniel Gomes Pereira
em 03-11-2011, às 14h30.

Para que a criança com necessidades especiais seja verdadeiramente incluída na EF, não basta estar no mesmo espaço físico ou participar de algumas atividades, mas ela deve fazer parte do grupo e participar de todas as brincadeiras e atividades desenvolvidas durante a aula, mesmo que necessite de ajuda e apoio do professor e de outros colegas. Porém este apoio, não deve transformar-se em super proteção, pois esta ao invés de contribuir, tende a dificultar o processo de inclusão. Há possibilidade de se trabalhar a educação inclusiva nas aulas de EF, partindo do princípio que a escola deve estar disposta em receber e principalmente desenvolver esse novo sistema de inclusão. Cabe, portanto a escola e ao professor de EF, que visa uma formação global de seu aluno (corpo e mente), proporcionar oportunidades a esses alunos para eles participarem das aulas, visto que para eles é importante para o seu desenvolvimento social, físico, motor e principalmente afetivo.

Por Ana Luiza Rocha Lisboa
em 03-11-2011, às 14h48.

Creio que a maioria dos professores em escolas não tem o preparo adequado para trabalhar com tal população.

O portador de necessidades especiais não pode se sentir diferente ou excluído do restante dos alunos. ele é portador de necessidade especial sim, mas precisa de igual cuidado do que os outros. As vezes o excesso de cudiado ou proteção faz o aluno se sentir excluído ou muito diferente das outras crianças. Por esse motivo que é necessário um preparo do porfessor e da escola. E cabe ao professor incluir o aluno nas aulas de EFI e mostrar aos outros a importancia e o cuidado necessário. 

Concordo com meus colegas acima e precisamos de ter profissionais dispostos a se doarem  e buscar para a sempre promover a inclusão, não só na área escolar, mas também em todas as áreas que abrangem a EFI.

Por Rodrigo Müller Patrício
em 03-11-2011, às 15h27.

A educação inclusiva se caracteriza como processo de incluir os portadores de necessidades especiais ou com distúrbios de aprendizagem na rede regular de ensino, em todos os seus graus, pois nem sempre a criança que é portadora de necessidades especiais (deficiente), apresenta distúrbio de aprendizagem. Para essas crianças seria necessário desenvolver uma prática educacional mais específica no sentido de ampliar as suas capacidades. Para cada deficiência é enfatizado um tipo de cuidado no trabalho dentro da educação física. No entanto, o professor não pode dispensar a oportunidade destes alunos em participar da aula, pois mesmo o aluno sendo deficiente físico, mental, auditivo, visual, múltiplas e até mesmo apresentando condutas típicas (que são os portadores de síndromes, quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos) eles têm necessidades de fazer atividades que desenvolva a sua relação social, motora e afetiva.

Por Daniel Júlio de Araújo
em 04-11-2011, às 13h44.

Em relação a inclusão de pessoas com necessidades especiais às aulas de educação física, vejo que não é uma tomada de decisão a ser tomada somente pelos profissionais da área. O incentivo do governo é de suma importância, não que isso não tenha sido feito, mas as autoridades deveriam tratar isso com mais “seriedade”. Não devemos limitar as aulas para esse público somente a instituições de ensino especializadas, tendo como exemplo a APAE, cabe ao governo e as profissionais da área a iniciativa de se fazer um projeto e implantá-lo nas escolar públicas, pois assim poderá abranger em maiores escalas as comunidades carentes. Levando em conta a capacitação dos professores de educação física para atendimento deste público, não vejo como negligência, mas sim uma falta de incentivo até mesmo das universidades, para que os futuros professores possam se contextualizar nessa área de necessidades especiais e posteriormente procurar uma possível especialização nesta área.    

Por Ana Daniela Damacena
em 04-11-2011, às 14h10.

Não tenho muita experiência com alunos com necessidades especiais, mas tenho contato com professoras da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionaise realmente não é legal minimizar a dificuldade da atividade por pena ou para poder ajudar, pelo contrário isso pode enfatiar ainda mais a sua necessidade especial, os alunos assim como qualquer alunos também gostam de desafios, gostam de se superar, isso é importante para o seu desenvolvimento, mesmo sem eu ter essa experiência ainda,  estudando e planejando bem as aulas com certeza qualquer profissional da área está apto a ministrar uma aula sem problemas.

Por Patricia Santos Carneiro
em 04-11-2011, às 14h39.

Com certeza é muito importante as aulas de educação física para esses alunos, pois trará muitos benefícios para estes, como o desenvolvimento motor, afetivo e cognitivo. Mas tem algumas escolas que ainda não tem a inclusão desses alunos, pois não tem uma estrutura adequada, profissionais adequados, mais caberá a nos professores adaptar nas nossa aulas de educação física, atividades em que envolveram esses alunos fazendo a aula ser motivante e proporcionando vivências que só venham contribuir para a formação do aluno.

Por Elizabete Lacerda da Silva
em 04-11-2011, às 15h40.

 

   É muito comum ouvir-se falar em inclusão porém na pratica isso às vezes não acontece, acredito que por falta de interesse de alguns professores, pois, informação, nós temos em nossa graduação, onde aprendemos à planejar nossas aulas e incluir os alunos nas atividades adaptadas.Tornando assim mais prazerosa a vida escolar dos alunos com necessidades especiais, e proporcionando aprendizado que é importante.                                                    Com certeza facil não é, mas se ouver força de vontade e interesse nós conseguimos.

Por Luan Carlos Guimarães Souza
em 04-11-2011, às 17h28.

  A uma importância muito grande em trabalhar a inclusão de portadores de necessidades especiais nas aulas de educação física. Mais é preciso de profissionais dispostos e qualificados, pois não depende só do querer. Esses alunos dependem de uma atenção maior e não podemos trabalhar atividades que prezam somente a necessidade do aluno, pois seria uma forma de excluir os não portadores de necessidades especiais. Na disciplina educação física especial, que estou cursado vi que é possível incluir os alunos que possuem necessidades especiais, pois existem atividades adaptadas que podem ser realizadas, nós professor temos o papel de buscar ao Maximo a adaptação, para podermos conseguir dar uma aula que atenda todos os alunos, pois sabemos que em nossa realidade temos uma grande dificuldade que é a infra-estrutura das escolas e falta de materiais. Mesmo assim devemos educar e fazer com que nossos alunos se sintam bem em nossas aulas de educação física.

Por Vitor Henrique de Lima Falci
em 05-11-2011, às 10h32.

A inclusão deve ser feita para esses alunos mas nos professores não podemos realizar uma aula pensando somente no alunos com necessidades especiais e não avançar com determinadas atividades para os outros alunos. Ainda percebo que essa inclusão e bastante complicada mas e nosso papel tentar fazer de tudo para que esses alunos participe de nossas aula tendo ganho motor e também afetivo criando laços com seus colegas e assim facilitando o seu aceitamento perante a sociedade.

Por Talisson dos Reis
em 05-11-2011, às 11h50.

É dever do Professor, facilitar o processo de inclusão destes alunos no ambiente escolar, o que acontece é que muitos não estão preparados para tal tarefa, muitos desses não tiveram um preparo adequado para lidar com tal situação, lá na graduação, e o que muitas vezes acontece é que o ambiente escolar é desfavorável para a inclusão dos mesmos por falta de estrutura física adequada. Eu sou a favor da inclusão dos alunos com necessidades especiais nas aulas de Educação Física e como amo basquete, quando vejo um cadeirante jogando, eu não sinto pena “Pô o cara lá ta na cadeira de rodas”, pelo contrario, eu sinto é vontade de ir lá e jogar junto, participar das atividades com eles, o que eu penso é que as escolas publicas no Brasil, não estão preparadas para tal. Abraço. Talisson dos Reis

Por Patrícia Arantes de Queiroz
em 05-11-2011, às 13h49.

INCLUIR esse aluno não é excluir os outros NUNCA! Acho que a maior dificuldade em adaptar uma aula seria pensar quando se fala em "Portadores de Necessidades Especiais"(E NÃO DEFICIENTE), associando á uma imagem de um público “incapaz” de participar de jogos e brincadeiras. Vale lembrar que os alunos com graus severos de alguma deficiência que apresentam um rebaixamento intelectual ou físico mais grave, passam parte do dia em grupos especializados que atendem exclusivamente esse público,  que não é o foco do debate que se trata da Inclusão nas aulas de Educação Física.

As escolas recebem (não com as melhores condições de acesso e ainda está longe dos padrões corretos) portadores de Deficiência física, deficiência auditiva, visual (perda de uma das vistas, miopia por exemplo), alguns casos de  autistas e amputados, cabe ao professor tentar da melhor maneira incluir esses alunos que na maioria das vezes são tímidos precisam de uma maior contato social, necessitam de desenvolvimento motor, o afetivo, cognitivo como qualquer outro aluno e não montar uma aula exclusiva para o portador de necessidades especiais. O erro pode estar nesse pensamento e o segredo é adaptar! Pode-se aproveitar e mostrar aos outros colegas um pouco, pois, é impossível ter a total sensação das dificuldades que o colega apresenta, com atividades que façam com que a turma participe junto, ajude-o quando necessário e não o veja  como diferente e incapaz nunca. É difícil sim, mas pense que a qualquer momento da carreira passará por uma situação assim e terás que estar preparado.

Por Mariane Mendes Luiz Corrêa
em 10-11-2011, às 11h27.

A Inclusão dos Alunos Portadores de Necessidades Especiais na Educação Física Escolar, é um tema bastante interessante a ser discutido, pois existe ainda muito preconceito tanto da parte dos professores quanto dos alunos com os portadores de necessidades especiais. Todos tem que entender que estes devem ser tratados como pessoas normais no âmbito escolar principalmente na educação física, não podemos deixa-los excluídos e sim ajudando-os a submeter lições e atividades normais do nosso dia-a-dia, claro que com uma atenção maior. Temos que ter essa consciência fazendo com que eles sintam como uma pessoa igual a todos. Não devemos deixa-los de inclui-los nas aulas, e sim transmitindo para eles tudo que sabemos.

Por Pablo Vecchi Moreira
em 10-11-2011, às 20h58.

Concordo que falta muito ainda para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais nas aulas de educação física . Vejo que há falta de preparo dos profissionais e a falta de estrutura nas escolas pra receber os alunos são uns dos principais empecilhos para tal . Creio que o que é mais complicado ao se pensar em incluir esses alunos é como adaptar a aula para que todos os alunos possam participar, difícil  é sim , porem não é impossível. Esse livro que a autora do debate indicou por exemplo , mostra varias atividades que trabalha o físico , social , cognitivo , dos alunos e podem ter a participação de todos .

Por Renato Davoli
em 10-11-2011, às 22h18.

Dependendo do nível da deficiência o aluno não pode ser inserido nas aulas sem autorização médica, considero isso muito sério pois pode agravar o problema do mesmo . O que  caberia ao caso seria a criação de projetos visando a relação entre deficientes e atividade física, com um grupo multidisciplinar e totalmente preparado propiciar experiências motoras e lúdicas. O ‘perigo’ é  que diante multidisciplinaridade da educação física pressupor que o profissional será apto para solucionar todos os tipos de problemas, ao meu ver essa situação implica em uma ação conjunta com psicólogos, fisioterapeutas, médicos, etc.

Por Thúlio Luiz
em 10-11-2011, às 22h20.

Acredito que a inclusão dos alunos portadores de deficiência nas aulas de Educação Física, deve ser tratada de maneira conciliadora, adequando as atividades aos deficientes sem deixar os não deficientes desmotivados pela simplicidade da aula propósta. Nós enquanto professores ainda temos uma formação pouco aplicada neste conteúdo, mas precisamos estar sempre atualizados quanto às necessidades que estes alunos tem.

Por Marina Gurgel Simoes
em 02-08-2012, às 14h49.

 

Acho que a falta de inclusão dos alunos portadores de necessidades especiais, acontece devido á um conjunto de falhas. É falta de materiais, falta de acessibilidade, falta de instrução dos professores, mas principalmente falta de interesse dos professores. Há vários lugares onde os próprios professores utilizam de produtos recicláveis para confeccionar os materiais. Acho que as pessoas são muito mal acostumadas, querem tudo na mão. Sempre colocamos a culpa no governo, na escola, ao invés de corremos atrás para fazer valer o direito de todos, que é simplesmente de poder participar das aulas de educação física, sem discriminação, sem exclusão. 

Por Nilian da Silva Gonçalves
em 28-09-2012, às 15h40.

Existem varias barreiras que impedem a inclusão de portadores de necessidades especiais na Educação Física esolar, vinda tanto dos profissionais de Educação Física quanto da escola como dos proprios pais, onde citarei poucas delas:
*Falta de contratação de profissional qualificado e especializado para trabalhar na area.  *Muitos profisionais não foram preparados durante a graduação, porque a uiniversidade  que estudou não tinha materiais que lhe dessem a oportunidade de vivenciar , lidar com individuos nessa situação.
*Falta de interesse dos proprios profissionais em buscar uma melhor qualificação para trabalhar com eles.
* Muitos pais preferem esconder os filhos em casa ou mesmo mantê-los somente nas APAEs. São muitos comodos em procurar o direito de colocar seu filho em uma escola de ensino regular. (Tenho uma prima com necessiddae especial, onde o pai dela negou procurar uma escola que daria a ela o direito de estudar regularmente).
Onde chegaremos se nenhum desses individuos abrirem oportunidades para essa população tão especial e capaz?
 

Por Lorena Mariana Cesário
em 29-09-2012, às 17h52.

Acredito que a presença de um deficiente na escola pressupõe uma mudança radical da mesma, seja nos procedimentos de ensino de qualquer que seja a disciplina, neste caso a Educação Física, na avaliação, no currículo, enfim, em todas as áreas do sistema escolar. Mas realmente percebemos que este fato não ocorre em todas as instituições. Nós professores, deveriamos trabalhar para a inclusão e socialização destes alunos para que assim eles sintam como pessoas normais e capazes, dentro de suas limitações.

Por Bruno Nunes da Cruz
em 02-10-2012, às 08h58.

 

 

 Ao tratarmos da inclusão de alunos portadores de necessidade especiais  nas salas de aulas das escolas publicas ,é um fato bem complicado ,pois o ministério e secretarias  promovem a inclusão desses ,mas na maioria das vezes os professores não tem qualificação para lidar com esses alunos por não conhecerem as características particulares de cada um.O professor de educação física deve ter criatividade ou bom senso em criar atividades ou tarefas em que esses alunos sejam tratados não como iguais mas que se sintam capazes de estar e exercer qualquer função dentro da aula proposta ,e  governantes devem oferecerem adequações físicas as escolas e a capacitação aos  professores .

Por Karine Marlleny Neves Corrêa
em 04-10-2012, às 10h27.

A inclusão de alunos portadores de deficiencia num meio escolar e ainda mais dentro da educação física serve como incentivo não só para o próprio portador, que verá que sua deficiencia o limita porém não o impedi de fazer  coisas como nós "pessoas normais" aumentando sua auto-estima, e também ensina as outras criança, adultos e adolescente que inclusão é direito de todos, o que diminui o pensamento racista de muitos. Porém é necessário a ajuda de todos inclusive dos governos possibilitando uma escolha adequada e modificada para estes deficêntes.

Por Jefferson Armon Santos de Resende Silva
em 04-10-2012, às 12h01.

Acho que a maioria dos professores gostaria de contribuir para essa inclusão, nunca vi alguém que não fosse a favor. O que acontece, como muitos disseram aqui, é que há falta de preparação desses profissionais e falta de estrutura nas escolas. Acho que esse é um problema na área da educação que frequentemente deixamos de citar. Afinal a capacitação dos profissionais faz parte da educação superior e a infra estrutura das escolas é importante para a educação básica.

Por Raíssa Carla Gomes
em 01-04-2013, às 14h46.

   Acredito que inclusão é um processo que exige transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos e na mentalidade de todas as pessoas, inclusive da própria pessoa com necessidades especiais, com objetivo de se alcançar uma sociedade que não só aceite e valorize as diferenças individuais, mas que aprenda a conviver com a diversidade humana, por meio da compreensão e da cooperação. Acreditando assim que para promover a inclusão na escola, de forma responsável e competente, as atividades da Educação Física escolar devem oferecer e possibilitar condições de auto segurança. O professor deve sempre se preocupar em elaborar práticas educativas em ambientes e matérias adequados.

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