Educação Física Escolar

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Um Basta a Exlusão



Um basta à exclusão

  Tempos atrás, essa era uma cena comum, durante a aula de Educação Física, o aluno que tivesse alguma deficiência era dispensado de participar. Hoje em dia isso não é mais aceitável. Como a Educação é um direito de todas as pessoas com deficiência física devem ser atendidas pelas escolas regulares e inseridas em seu cotidiano, como determina a Declaração de Salamanca da UNESCO, da qual o Brasil é signatário.

  Na realidade atual, um dos principais aspectos, enfoca-se no processo de inclusão. A inclusão é uma perspectiva recente, que coloca em foco o ambiente de ensino, sua estrutura, seus componentes e o deficiente. Quando a escola trabalha com a prática de esportes pode significar melhorias na qualidade de vida do deficiente, proporcionando a ele prazer e com isso pode ser sentido como uma prática que não desconsidera sua deficiência, mas evidencia a sua eficiência e possibilidades. Com a Educação física apropriada aos deficientes, pode mostra-los que são capazes de conviver com suas limitações, sem inibi-los a prática esportiva.

  Mas para as pessoas com deficiência física serem inseridas nesta nova forma de Educação Física, o mercado deve contar com profissionais capacitados para atender esse publico, para isso deve-se aplicar nos cursos superiores de Educação Física disciplinas que abordem o conteúdo relacionado às pessoas com deficiência e não apenas capacitar quem já se formou. Mas como remodelar de forma uniforme os mais diversos cursos de Educação Física para que possam atender este publico? A que entidades ou Ministérios se pode recorrer para por um fim a esta realidade? E também temos outro dilema, as entidades de ensino publico, possui a estrutura necessária para atender a essas pessoas?

Marcos Paulo de Souza

Sidônio Martins

Vinicius Moreira

 

Bibliografia:

Revista EF: Frente Parlamentar da Atividade Física pela Saúde e Qualidade de Vida de Todos os Brasileiros. Ano IX. Nº 40, Julho 2011-CONFEF.

Comentários

Por Suzana Maria da Silva Jorge
em 01-04-2013, às 11h45.

Assunto interessante este. A escola tem que estar preparada para receber alunos portadores de necessidades físicas, à partir que ela aceita essas crianças, ela deve se adaptar, e essa adaptação não tem que acontecer apenas no espaço físico da escola, é também nos seus professores. A ed. física tem esse papel social de unir as pessoas, ela nãp pode ser na escola um fator de exclusão. Hoje a gente vê muitos professores capazes de tais mudanças, porque foram atrás de cursos, de pessoas que já convivem com isso em outras escolas, se informar, ir atrás, é algo que todos devem fazer, devem tornar as aulas de ed. física algo prazeroso não só para os portadores de necessidades especiais, mais também para aquele aluno mais gordinho, aquele que não é muito bom com a bola, ou aquele que não se interessa muito por esportes.

Por Raíssa Carla Gomes
em 01-04-2013, às 14h41.

 

Assunto bastante interessante mesmo eu acredito que inclusão é um processo que exige transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos e na mentalidade de todas as pessoas, inclusive da própria pessoa com necessidades especiais, com objetivo de se alcançar uma sociedade que não só aceite e valorize as diferenças individuais, mas que aprenda a conviver com a diversidade humana, por meio da compreensão e da cooperação.

Acreditando assim que para promover a inclusão na escola, de forma responsável e competente, as atividades da Educação Física escolar devem oferecer e possibilitar condições de auto segurança. O professor deve sempre se preocupar em elaborar práticas educativas em ambientes e materiais adequados.

Por Thiago Menengucci Rodrigues
em 02-04-2013, às 11h24.

A inclusão de pessoas como limitações é totalidade no meio escolar, quiçá em Educação Física. O ambiente deve ser adaptado para receber os alunos, contando com aparelhagem específica. Além do ambiente, os profissionais que lidarão com estes ambientes de ensino, necessitam de uma formação bem direcionada e consistente, inclusive neste campo de atuação.

Além do já citado, os familiares e pessoas mais próximas podem participar de todo o processo, inclusive como fator estimulador das atividades, apoiando os discentes tanto durante a execução das tarefas e desafios impostos quanto preparando psicologicamente (de forma indireta) no ambiente familiar.

Por Sydonio Martins Peixoto Neto
em 02-04-2013, às 12h36.

Infelismente as escolas publicas pricipalmente nao oferecem nem mesmo uma estrutura para que cadeirantes possam se locomover com facilidade,nossos governantes deveriam se preocupar mais com a educação e saude de seus cidadãos investindo mais nas escolas principalmente aquipamentos e projetos de inclusão para as pessoas especiais e com deficiencias em vez de investir em estadios de futebol. 

Por Isabela Lemos de Lima Cascão
em 02-04-2013, às 16h53.

Prezados,

Acredito firmemente que seja possível realizar a inclusão nas aulas de educação física, mas destaco que este processo não deve ser de responsabilidade única dos professores. Toda a comunidade escolar deve ser envolvida neste processo para que o mesmo tenha êxito. 

Em busca de escolas para realizar minha pesquisa de mestrado com crianças cegas, deparei-me com escolas públicas e privadas que recebem as crianças e não sabem exatamente o que fazer com elas em um primeiro momento, por falta de formação, mas que buscam alternativas para educar seus novos alunos. Encontrei também escolas públicas e privadas que recebem os alunos com as mais variadas deficiências e as DEPOSITAM em um canto da sala sem a menor preocupação com seu desenvolvimento e aprendizado. Nas escolas que estão preocupadas, as coordenadoras, as faxineiras, as outras crianças participam do processo de ensino-aprendizagem. Nas escolas que os especiais são deixados de lado, a responsabilidade pela inclusão é exclusiva dos professores.

Conversando com uma coordenadora ouvi a seguinte relato: 

" Hoje tenho 12 alunos deficientes na escola, são surdos, cegos, PCs, deficientes físicos, autistas... Não tem como os professores serem especializados em todas essas deficiências, então depois que recebemos um aluno, nos reunimos e estudamos para melhor atendê-lo. Toda semana nos reunimos 4 horas (2h em 2 dias diferentes) e tratamos dos mais variados problemas. Então se um corre atrás do ensino para cegos, outro vai atrás dos PCs, se um vai atrás do ensino para surdos, outro vai atrás do autismo e quando nos reunimos TROCAMOS. Porque se dependermos de cursos para todas as deficiências sempre estaremos atrás e não atenderemos bem nosso público, mas se nos unirmos, vamos conseguindo ter êxito." 

Vale ressaltar que estou falando de uma escola pública, na zona leste de São Paulo, bem na periferia.

Acredito que seja perfeitamente possível incluir, mas o esforço não pode ser exclusivo do professor. A comunidade escolar como um todo deve participar e isso inclui também as famílias.

 

Por Armânio Guilherme Bento
em 02-04-2013, às 18h19.

   A inclusão dos alunos portadores de  necessidades especiais nas aulas de Educação Física.
 
Não podemos pensar que  a inclusão seja algo do  futuro , tem que ser agora e  já,o mais rápido possível, mas tem que ser de uma forma inteligente,temos que reformular  as  aulas de Educação Fisica para  evitar os mesmos erros  do passado,retratando  aquilo que  aprendemos de  forma errônea . As aulas tem que ser  diversificadas para que  todos possam  participarem da mesma com  prazer, e  ter  uma participação efetiva  e   não  ser  meros coadjuvantes, uma  vez que uns  dos papéis da Educação Física é a promoção da  inclusão social , caso contráriao perderá uns dos  seus principais  objetivos .Temos que  incluir não os deficientes físicos de uma forma geral, mas todos aqueles que direta  ou  indiretamente são excluidos devido  os tipo de aula que  são ministradas por   alguns  profissionais , as  quais  por   si mesma exclui automaticamente  alguns alunos.

Armânio  , graduando de Educação Física da  UFOP 2013.

Por Isabela Bastos
em 03-04-2013, às 01h35.

 

Não só uma remodelação nos diversos cursos de Educação Física deve ser feita, mas em todos os cursos os quais dá o direito do indivíduo de atuar como professor ou dentro de uma escola. A inclusão é para ser realizada em todas as escolas, seja ela pública ou privada, então todas as escolas devem estar preparadas com relação à estrutura, materiais a serem utilizados e disponibilizados, e aos profissionais que irão atender pessoas com deficiência e um dos fatores principais pra mim é preparar as pessoas, as crianças “normais” e suas famílias, para que as com deficiência não sofram preconceito e que comece a ser algo comum encontrar nas escolas crianças com deficiência.  Por isso levantando a questão colocada no debate deve-se remodelar de forma uniforme não só o curso de Educação Física, mas é necessário padronizar nas escolas o atendimento as pessoas com deficiência.

No que diz respeito especialmente para Educação Física escolar a prática de esportes só trás benefícios na qualidade de vida do deficiente. Mas como eles se sentiriam em uma escola onde todos, para ele, são diferentes dele? O profissional deve sempre buscar exercícios os quais não exponha o aluno ao ridículo, nem que dê muita ênfase a sua deficiência e, mas que dê crédito a sua eficiência, não se esquecendo do resto da turma que também está ali para vivenciar suas experiências motoras. O deficiente não deve ser o centro das atenções ele deve ser tratado normalmente, apenas mostrar a eles que assim como todos que são capazes de conviver com suas limitações, sem inibi-los a prática esportiva.

Por Jenniffer Querollen Fernandes
em 03-04-2013, às 16h41.

Assunto importantíssimo e que deve ser abordado não só nas escolas, mas na comunidade também. As escolas necessitam de professores capacitados para os alunos portadores de deficiência, afinal o que mais vemos e ouvimos dizer é que os professores não sabem lidar com tais alunos, não conseguem planejar uma mesma atividade para toda a turma.

Deve-se plnejar  uma modificação geral nas escolas tanto no ambiente, como por exemplo rampas para cadeirantes e outras mudanças estruturais que devem ser ajustadas, quanto na visão dos professores; organizar palestras para pais, alunos e professores explicando a real situação do mundo diante da exclusão que ocorre destes alunos(não só em escolas públicas mas em escolas particulares também), incentivando sempre a inculsão; esclarecer que os alunos portadores de deficiência possuem limitações as quais devem ser respeitadas por todos . Portanto o professor deve sempre procurar realizar atividades que motivem todos os alunos a participarem do que foi proposto para que não se sintam excluídos demosntrando que podem vivenciar suas experiências motoras de forma alegre, prazerosa,divertida , saudável, com companheirismo onde um aluno possa ajudar o outro.

Por Marcos Paulo de Souza
em 03-04-2013, às 19h33.

Nome: Marcos Paulo de Souza

Período: 3º

Matricula: 702084

Disciplina: Pedagogia da Educação Física

Um Basta a Exclusão

9º Comentário:

  È de suma importância nas escolas ambientes adaptados para que alunos com necessidades especiais tenham condições de praticarem as aulas de educação física, juntamente com as escolas os professores também devem sofrer adaptações para melhor atender esses alunos. Com os novos modelos de cursos esses profissionais podem se tornar apitos para execução das aulas com qualidade. A Educação Física tem um papel social muito importante por isso tem que evoluir juntamente com o mundo não podendo se tornar um fator de exclusão na sociedade.

Por Daniely Gonçalves Godinho
em 03-04-2013, às 21h28.

Acredito que além de uma estruturação física da escola e da capacitação dos profissionais de educação, seja necessário também a inclusão da comunidade, pois esta tem papel muito importante. Temos menos crianças e jovem com deficiências inseridos no ensino regular do que imaginamos e isso se deve, além dos motivos já expostos, pelo simples fato da desinformação da sociedade e dos pais dessas crianças, que muitas vezes excluem seus filhos por falta de informações, de consciência do quão benéfico é para seus filhos a convivência em igualdade com outras crianças, e  por medo, o preconceito atinge a todos e infelizmente esses pequenos não estão imunes a ele. A educação física é uma ferramenta de socialização e inclusão muito forte, e como profissionais devemos romper essas barreiras e mostrar que as atividades físicas estão muito além do ensino do puro esporte.

Por Danielle Costa de Sousa Santos
em 04-04-2013, às 00h45.

Toda a comunidade escolar precisa se unir para que possamos realmente dar um basta á exclusão, concordo com  a Porfessora Isabela Lemos, que mais uma vez contribuiu passando nos um pouco da sua experiência, obrigada.

Mas não adianta falarmos da não exclusão se primeiro não soubermos respeitar os outros e suas limitações. Todos nós temos os mesmos direitos e fala-se muito no dever que temos e  devemos de não excluir ninguém, que na minha opinião, o respeito a todos independente da raça, cor, crédulo, se criança, ou adulto, com algum tipo de deficiência ou não vem de berço. Mas e nossa inclusão na vida dessas pessoas com deficiência não se fala tanto, ou seja, o passar a fazer parte da vida dessas crianças, o nos  doarmos realmente; esta é a parte mais difícil porque teremos que abrir mão do nosso conforto para sabermos realmente o que essas pessoas e suas famílias passam no seu dia a dia para podermos tentar entender o que é exclusão.

E acredito que seja aí que nós futuros profissionais da Educação Física poderemos contribuir e mais ainda aprendermos principalmente, porque precisaremos da contribuição de todos os envolvidos, seja pela família, pela comunidade escolar,  por este ou aquele autor. Porque acredito que muitas vezes as trocas de experiências poderão ajudar-nos a acabar ou pelo menos quem sabe um dia, a amenizar esta falta de respeito ao próximo que  chama-se de exclusão e dar-nos a possibilidade de acima de tudo fazer com que todas as crianças sejam acolhidas e acompanhadas nas escolas independentemente de necessidades especiais ou não, cada qual com suas limitações e cuidados necessários.

 

Por André Gonzaga Batista
em 04-04-2013, às 18h28.

 

   

Por André Gonzaga Batista
em 04-04-2013, às 18h43.

É fundamental que o corpo escolar, a comunidade e demais interessados estejam cientes que não se trata de um ingresso à uma atividade esportiva específica e sim de respeito ao próximo. É dever de todos nós trabalharmos a inclusão de qualquer aluno, seja ela por falta de incentivo ou estímulo, portadores de nessecidades especiais ou por falta de capacidade de interação pelos demais profissionais. Relato que são necessárias ferramentas sócio-educativas para que os professores transformem o ambiente escolar, para que o mesmo se torne prazeroso e bom para ensinar e aprander.

Por Mauro Afonso de Jesus
em 04-04-2013, às 19h26.

Esta situação ela é bem nítida, e acontece aos olhos de todos, e não adianta resposabilizar somente as escolas, porque isso é um problema social e cabe cada um de nós cotribuir para essa situação acabar.partindo principalmente dos nossos governantes que por se só mantém uma política de exclusão,onde não há de uma forma efetiva o investimento para área que realmente necessitam,Ex:a saúde e a educação, uma vez investindo para valer nessas áreas,todos passaram a ter direito de verdade,principalmente a educação ,que dará a gualquer aluno a condição de ir e vir, fazendo com ele se torne um cidadão conciente e que possa lutar pelos seus direitos e dos demais.

Por Atiley Carolina Perdigao
em 04-04-2013, às 20h44.

 

A prática de atividade física é benéfica para todas as pessoas, eu apoio firmemente a inclusão de pessoas com necessidades especiais nas aulas de educação física, acho também que para esses alunos receberem o tratamento adequado devem-se ir muito além de acréscimo de disciplinas no ensino superior que abordem como lhe dar com situações dessa espécie, os professores devem quebrar o preconceito que é imposto sobre esses alunos, eles são sim capazes de realizar atividades físicas claro que possuem suas limitações, mas aqueles alunos que não portadores de necessidades especiais também as possuem e nem por isso são deixados de lado, a atividade física contribui muito para o desenvolvimento dos alunos, ajudando com que se tornem ativos, que interajam com outras pessoas, fazendo com que eles percebam que são capazes de fazer o que eles quiserem desde que tenham vontade de se superar a cada dia  e isso é papel do professor, incentivar e não deixar que ele desista.

Por Patrícia Santos de Souza
em 04-04-2013, às 22h24.

  Acredito que tanto os profissionais de Ed. Física quanto o ambiente escolar devem conter o mínimo de estrutura para receber pessoas com necessidades especiais, a fim de se propor e planejar atividades que possam ser acessíveis aos mesmos. A própria sociedade já exclui as pessoas com deficiência e a educação Física sendo representada por um profissional habilitado e competente conseguirá planejar sua aulas em que os deficientes poderão praticar. Devemos como profissionais ampliar nossa gama de conhecimento e pesquisar campos em que a Ed. Física se encaixa para inserir o indivíduo novamente na sociedade

Por Patrícia Santos de Souza
em 04-04-2013, às 22h24.

  Acredito que tanto os profissionais de Ed. Física quanto o ambiente escolar devem conter o mínimo de estrutura para receber pessoas com necessidades especiais, a fim de se propor e planejar atividades que possam ser acessíveis aos mesmos. A própria sociedade já exclui as pessoas com deficiência e a educação Física sendo representada por um profissional habilitado e competente conseguirá planejar sua aulas em que os deficientes poderão praticar. Devemos como profissionais ampliar nossa gama de conhecimento e pesquisar campos em que a Ed. Física se encaixa para inserir o indivíduo novamente na sociedade

Por Saulo Augusto Rosa da Silva
em 05-04-2013, às 02h47.

Nome: Saulo Augusto Rosa

Período: 3º

Matricula: 11.2.7074

Disciplina: Pedagogia da Educação Física

Infelizmente até hoje há uma segregação e exclusão dos alunos que possuem "deficiência" das atividades físicas em geral, e as aulas de educação física AINDA não fogem desse triste fato. Como estudante do curso de ed.física penso que cabe ao professor variar o conteúdo das aulas. A inclusão dos alunos passa primeiramente pelo interesse que as aulas geram nos mesmo, e um conteúdo amplo e diversificado faz com que esse interesse seja aflorado. Despertando o interesse nos alunos cabe ao profissional maestrar as aulas dedicando a atenção necessária a cada individuo, contudo sem praticar exageros, pois isso pode de certa forma gerar mal estar para o praticante. Hoje ja existem muitas atividades devidamente adequadas e preparadas para pessoas com deficiência, basta saber usar e ministrar. Nada de exclusão e nada de exageros.

Por Lidiane Cristina Estevam
em 05-04-2013, às 12h57.

Infelizmente não possuem! Muito já se tem feito para  inclusão,mas a sociedade,as instituições ainda estão despreparadas.Não há ainda intérpretes em muitas universidades para o atendimento do aluno Surdo,despreparo e demora na disponibilização de material em braile para os Cegos,as empresas de transporte público,ainda não oferencem profissionais qualificados para atendimento aos deficientes.Uma nova metodologia,atualização da grade curricular para que inclua,matéria,conteúdo que qualifique o docente a trabalhar com a inclusão. Muito se fala,mas pouco se tem feito.

 

Por Karine Marlleny Neves Corrêa
em 05-04-2013, às 13h25.

È um assunto muito amplo e de diversas discursões, a inclusão dentro da escola é importante, porém se deve pensar como andam nossas escolas estruturalmente para receber estes alunos deficientes, não há livro em braile, ou interprete de libras para auxiliar os surdos, não há uma acessibilidade boa para cadeirantes, exemplo não muito longe é a UFOP, nem os prédios mais novos possuem rampas para se circular entre um bloco e outro. Fala-se de inclusão, mas antes deveria se incluir-nos ditos normais no mundo dos deficientes para aprender com as suas limitações ai saberíamos como fazer a inclusão de todos.

Por Cláudia Maria Pereira dos Santos
em 10-08-2013, às 15h05.

Hoje, toda pessoa com algum tipo de limitação física tem também o direito ao acesso a uma educação integral e isso inclui o direito às aulas de educação física, que particularmente pode trazer enormes contribuições para esses indivíduos. Mas, que, com muita frequência depara com obstáculos em nossa área de atuação. Muitos são os ambientes escolares com falta de estrutura mínima para desenvolvimento de atividades simples envolvendo a prática esportiva, quem dirá então para tornar acessível aos portadores de deficiência. Temos que cobrar dos administradores (seja da própria escola, como também e inclusive dos governos municipais, estaduais, federais) a estruturação dos ambientes. E quanto a capacitação de profissionais, temos que correr atrás, e assegurar que as instituições de formação nos forneça sim esse conhecimento tão importante, reforçando que aconteça de fato “... uma prática que não desconsidere a deficiência, mas evidencie a eficiência e possibilidades do indivíduo.” Devemos fazer com que a inclusão seja real e permanente, acontecendo efetivamente no nosso ambiente de trabalho.

Por Daniel Sodré Vieira
em 11-08-2013, às 18h45.

O Brasil hoje tem uma realidade diferente dos últimos anos quanto a portadores de necessidades especiais, vejo que algumas pessoas pensam de forma diferente quanto esse assunto e acho um bom começo, hoje se vão construir prédios, shopping,hospitais entre outros, eles colocam rampas, elevadores ente outros,  respeitam mais esse tipo de necessidades.Mas as escolas publicas não tem esse cuidado com essas pessoas, não procuram adequar a nem um tipo de necessidade, as poucas escolas que conheço não tem acessibilidade alguma para eles, acho que o estado deveria pensar mais neles.

Por Jonathan Felix de Miranda
em 12-08-2013, às 06h21.

Com as diversas pesquisas que comprovam o bem que as atividades físicas trazem ao organismo no todo, porque não incluir os deficientes físicos, mentais e psiquicos nas práticas de atividades físicas?

Eu apoio firmemente a inclusão de pessoas com necessidades especiais nas aulas de educação física, acho também que para esses alunos receberem o tratamento adequado devem-se ir muito além de acréscimo de disciplinas no ensino superior que abordem como lhe dar com situações dessa espécie, os professores devem quebrar o preconceito que é imposto sobre esses alunos, eles são sim capazes de realizar atividades físicas claro que possuem suas limitações, mas aqueles alunos que não portadores de necessidades especiais também as possuem e nem por isso são deixados de lado, a atividade física contribui muito para o desenvolvimento dos alunos, ajudando com que se tornem ativos, que interajam com outras pessoas, fazendo com que eles percebam que são capazes de fazer o que eles quiserem desde que tenham vontade de se superar a cada dia  e isso é papel do professor, incentivar e não deixar que ele desista.

Por Camila Teixeira Guimaraes
em 12-08-2013, às 19h16.

Embora nosso país já tenha evoluído bastante no que diz respeito a acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, temos ainda muita coisa para aprender e também colocar em prática, pois não adianta ter elevador e acentos preferenciais dentro dos ônibus, vagas reservadas para estacionamento, rampas e outros meios que ajudariam as pessoas portadoras de necessidades especiais se as população ainda não tem respeito e consciência da necessidade dessas pessoas. Já no que diz respeito a essa acessibilidade no ambiente escolar, encontraremos outra dificuldade, pois todo o profissional da área reconhece e sabe da importância das atividades físicas corretamente destinadas e aplicadas a esse grupo de pessoas, o fato é que as escolas brasileiras principalmente se analisadas as públicas não oferecem suporte adequado para se trabalhar com educação física para esses grupos, uma vez que elas estão cada vez com salas de aulas mais cheias, o espaço físico muita das vezes é totalmente inadequado, e nessa hora se fala muito sobre a criatividade do professor, mas para que aconteça essa inclusão a criatividade torna-se um pequeno problema, visto que muito mais do que ela essas pessoas muita das vezes precisam de dedicação exclusiva e em todo o tempo, ou seja, não basta apenas um professor para ministrar as aulas, ele precisa de uma equipe que conheça e o ajude a trabalhar com esse público. Então para que essa exclusão deixe de existir vão ser necessárias várias modificações, importantissímas por parte daquelas pessoas que regem e criam nossas leis, visando o bem estar, o reconhecimento, a inclusão, o respeito e a felicidade dessas populações.

Por Ruana Caroline Ramos Batista
em 12-08-2013, às 20h34.

A atitude tem que partir de cima , ou seja do governo  melhorando a acessibilidade das escolas públicas,a formação dos professores,etc. Para que assim a hierarquia desça e chegue aos pais dos alunos que muitas vezes os limitam de práticas corporais, os tratam no próprio lar como diferentes, como limitados, não deixe que os mesmos conquistem sua independência ,assim os mesmos chegam as escolas com essa visão, esse paradígma tem que ser quebrado, cabe a nós professores não focar nas deficiências e nas limitações dos alunos e sim na eficiência e no que eles podem fazer, explorar suas capacidades , motivá-los praticar assim acontece a  inclusão. Muitos profissionais da área tem conhecimento do benefício de atividade física para deficientes mais muitas vezes não trabalham com isso dentro da escola por medo , ou por acomodação, a iniciativa tem que acontecer , o conhecimento não pode morrer assim que saímos da vida acadêmica tem que dar frutos,tem que ser colocado em prática, tem que fazer sentido.

Por Alan Jaques Martins
em 13-08-2013, às 18h21.

Excelente assunto à ser exposto e comentado, muito bom mesmo.. Antigamente , alunos com qualquer tipo de deficiencia ,seja mental ou até mesmo alunos gordinhos, sem muita flexibilidade,sem muito jeito não participavam das aulas de educação física, o que é ridiculamente errado , pois a Educação Física é uma prática que deve ser realizada por todos, principalmente no âmbito escolar, no dicionário da educação Física nao pode existir a palavra "Exclusão".  Assim como nas aulas de Educação física, o estabelecimento deve conter estruturas para deficientes. Muitos profissionais de Educação Física está por dentro de assuntos voltados à deficientes, como trabalhar com eles, como socializar esses deficientes com o resto da turma, mas não colocam muito em prática. é um modelo uniforme que devemos tirar, devemos saber como lidar com todos os tipos de alunos,mas creio eu que hoje em dia ,está muito mudado, as escolas já estão visando esse trabalho, esse quado já está bem melhor do que antigamente.

Por Leandro Stampini
em 14-01-2014, às 17h22.

Não podemos pensar que  a inclusão seja algo do  futuro, mas tem que ser de uma forma inteligente,temos que reformular  as  aulas de Educação Fisica para  evitar os mesmos erros  do passado . As aulas tem que ser  diversificadas para que  todos possam  participarem da mesma com  prazer, e  ter  uma participação efetiva  e   não  ser  meros coadjuvantes, uma  vez que uns  dos papéis da Educação Física é a promoção da  inclusão social , caso contráriao perderá uns dos  seus principais  objetivos .Temos que  incluir não os deficientes físicos de uma forma geral, mas todos aqueles que direta  ou  indiretamente são excluidos devido  os tipo de aula que  são ministradas por   alguns  profissionais , as  quais  por   si mesma exclui automaticamente  alguns alunos.

Por Rildo Ansaloni Gomes
em 23-11-2014, às 22h43.

O grande problema dessa inclusão é a preparação dos profissionais e a estrutura das escolas para tal. As universidades preparam os futuros profissionais para poderem atender esses alunos da forma correta? Não adianta querer só incluir e não ter capacitados, o mesmo digo das escolas, a expressiva maioria não são preparadas para essa inclusão. Essa inclusão é para ontem, pois, esses alunos também tem o direito de participar das aulas.

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