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Anhanguera Compra Uniban Por R$ 510 Milhões



Cevnautas, o que será que a Anhenguera vai fazer com os cursos de Educação Física da Uniban, que amontoavam duzentos estudantes por tuma e cobravam baratinho com a desculpa esfarrapada de democracia e altruísmo, argumentando que era pra dar chance aos pobres semi-alfabetizados de terem um diploma de curso superior?(espero que alguém conteste essa definição aqui). Laércio
  
Anhanguera compra Uniban por R$ 510 milhões
Com os 55 mil alunos da Uniban, a Anhanguera vai ultrapassar a marca de 400 mil alunos, tornando-se o 2º maior grupo de ensino superior do mundo
20 de setembro de 2011 | 5h 04

Karina Ninni e Renato Cruz
O Estado de São Paulo
http://www.estadao.com.br/noticias/vida,anhanguera-compra-uniban-por-r-510-milhoes,774783,0.htm

A Anhanguera Educacional, maior grupo privado de educação superior da América Latina, fechou na sexta-feira à noite a compra da Uniban, por R$ 510 milhões, segundo fontes de mercado. Trata-se da maior aquisição da história do setor no País. A operação deve ser comunicada ao mercado amanhã.

Com os 55 mil alunos da Uniban, a Anhanguera ultrapassa a marca de 400 mil alunos, tornando-se o segundo maior grupo de ensino superior do mundo, atrás apenas da americana Apollo Group, dona da Universidade de Phoenix. A marca de 400 mil alunos estava prevista para ser alcançada no fim de 2012.

A nova instituição terá cerca de 10 mil professores. Controlada pelo Pátria Investimentos, a Anhanguera está comprando a operação de educação da Uniban por R$ 380 milhões e mais 13 imóveis do grupo por R$ 130 milhões. A Uniban tem 13 câmpus, sendo nove em São Paulo, dois no Paraná e dois em Santa Catarina. Imóveis que pertenciam à Uniban mas não eram usados para fins educacionais não foram incluídos no negócio.

"A compra foi divulgada oficialmente no sábado somente para os diretores, coordenadores de curso e coordenadores de câmpus, mas o boato já corre na instituição há mais de um mês", afirmou um funcionário da Uniban que não quis se identificar, acrescentando que havia um clima de apreensão entre professores e staff administrativo.

Ciclo. A compra da Uniban encerra o segundo ciclo de aquisições da Anhanguera, que reforçou seu caixa em dezembro de 2010 com uma emissão de R$ 844 milhões em ações. Nos últimos nove meses, a empresa adquiriu instituições de ensino que atendem 100 mil alunos.

O número inclui a aquisição, em abril deste ano, da Faculdade Anchieta e da Faculdade de Tecnologia Anchieta, de São Bernardo, por R$ 74,8 milhões. No ciclo anterior de aquisições, a empresa havia levado dois anos e meio para comprar instituições com 150 mil alunos.

Agora, a prioridade da Anhanguera é consolidar as operações compradas. Os câmpus da Anhanguera, com a última aquisição, passam a ter capacidade para 700 mil alunos. O grupo tem como objetivo alcançar, entre 2014 e 2015, a marca de 1 milhão de alunos, incluindo os atendidos por sistema de educação a distância.

Isso elevaria a participação da empresa no mercado de educação superior brasileiro de 8% para 15% em alunos atendidos. A compra da Uniban faz da Anhanguera líder na Grande São Paulo, com 110 mil alunos.

Mudança. A Uniban adotará os modelos acadêmicos da Anhanguera, será incorporada nos programas de ensino a distância e oferecerá aos alunos mais acesso a financiamento, segundo fontes do mercado.

Apesar de a Anhanguera estar optando pelo crescimento orgânico depois dessa aquisição, o mercado brasileiro de educação superior deve continuar a se consolidar.

O potencial de expansão do mercado é alto, por causa desse movimento de consolidação, das tecnologias de educação a distância e da expansão do crédito estudantil. Nos Estados Unidos, 80% dos alunos universitários têm acesso a crédito, enquanto no Brasil essa fatia ainda está em 5%.

Comentários

Por Luiz Delphino
em 21-09-2011, às 09h22.

Querido Laércio, na condição de coordenador do Instituto de Educação Desportiva da Uniban, contesto as suas informações referentes aos nossos alunos. As nossas turmas, tem no máximo 60 alunos, comprovados pelas comissões do MEC e as aulas práticas com 40 alunos.

Os semi-analfabetos em questão, são os mais aplicados na sua evolução pessoal, pois a UNIBAN não é a responsável pela educação básica do país. O IDD de nossos alunos é de 3, os alunos tem de entrada nota 1 e 4 de saída. Ou seja, há um grande desenvolvimento, que nem nas UNiversidades públicas destinados aos mais afortunados, paga com o com dinheiro desses semi analfabetos, tem esses desenvolvimento.

Problemas a UNIBAN tem? Claro que tem, aliás todas tem. Uma pena de quem esta de fora não conhece, e joga ao ventos essas aberrações. O nosso corpo docente é extemamente qualificado, muitos são componetes dessa lista, reconhecidos no mercado e que fazem toda a diferença educacional. A dedicação de nossos professores e coordenadores são exemplares, e isso somente pelo amor a profissão.

São números expressivos que o curso apresenta, mais de 5.000 alunos em 8 campi na grande Sâo Paulo, 138 professores em 3 cursos (Licenciatura, Bacharelado e tecólogo em Gestão esportiva), 14 coordenadores de curso locais, 18 auxiliares de ensino. Maior do que muitas instituições e isso somente na grande São Paulo.

A pergunta eu faria ao contrário, o GRUPO ANHAGUERA, será capaz de manter o mesmo nível de desenvolvimento do curso de educação física que a UNIBAN apresenta?

Um grande abraço de seu amigo

Luiz Delphino

Por Georgios Stylianos Hatzidakis
em 21-09-2011, às 14h40.

Prezado Laércio

O Delphino foi mais rápido do que eu. Adoro provocações mas o Delphino foi perfeito em sua resposta. Temos que acabar com o preconceito contra o ensino privado. Existem boas e más IES Privadas e Públicas. Existem mantenedores comprometidos e outros que estão preocupados somente com o lucro. Existem bons e maus Reitores de Universidades  ou Privadas. Temos visto alguns Reitores de Universidades Públicas mais preocupados com política (para se elegerem) do que com a formação de seus alunos ou a qualidade de ensino. Existem muitos professores colegas nossos que só estão preocupados com pesquisa e verbas dos órgão públicos de financiamento, do que dar aulas de qualidade para a graduação. Existem muitos alunos que têm condições de pagar uma boa instituição privada, que tiram vagas dos alunos que mais precisam do ensino superior gratuito. O custo anual de um aluno na universidade pública é absurdo. Temos IES Federais que tem curso de Educação Física, sem ter nenhuma instalação para atividades práticas. Como ex-coordenador do curso, eu e os professores sempre fomos Dedicados e Comprometidos com a formação dos nossos alunos. Muitos dos que vc rotula como "pobres semi-alfabetizados", não só obtiveram seu diploma, como foram aprovados em diversos concursos públicos. Alguns deles já estão cursando Mestrado e Doutorado nas melhores cursos públicos de nossa área. Todos preocupados com profissionalismo e responsabilidade social, atuando voluntariamente em diversos projetos sociais. Onde se concentra o maior índice de "burgueses" no ensino superior? Na escola pública ou privada?  Então GRANDE AMIGO LAÉRCIO, justo vc não deveria ser preconceituoso. Desejo sucesso aos novos mantededores e tenho fé que continuem prestigiando o Curso de EF que sempre foi o carro chefe da UNIBAN.

Um abraço

Georgios

Por Tiago Aquino da Costa e Silva (paçoca)
em 21-09-2011, às 16h19.

Lamentável!

Grande Prof Laércio... tudo bom? Olá amigos dessa comunidade!

Bem, fiquei preocupado com as palavras do Prof. Laércio sobre a UNIBAN e o nosso curso de Educação Física! O curso de Educação Física da UNIBAN preza pela qualidade no ensino oferecido, nas suas estruturas físicas e na formação de um corpo docente competente!

As aulas são oferecidas para 50 a 60 alunos por sala e apresenta um conteudo programático que atendem com sucesso as expectativas academicas e técnicas dos nossos alunos. Vários dos nossos professores apresentam publicações com certa periodicidade e assim, muitos, são referências no Brasil em suas respectivas áreas de atuação. Estou na Instituição a 5 anos, e é muito oportuno dizer, que vários dos nossos formandos assumem posiçoes de destaque profissional após concluir a graduação! Concordo sim, que todas as universidades tem problemas, vamos lá: vários cursos de Ed. Física fechando por falta de alunos (UAU temos 5mil graduandos em Ed. Física), faculdades com corpo docente irrelevante e sem publicações, universidades sem estrutura mínima para aulas práticas e laboratórios, e por aí vai...

Concordo inteiramente com o Prof. Georgios e Luiz Delphino...

Fico feliz em participar do corpo docente da UNIBAN e assim contribuir para a formação e qualificação dos nossos alunos...

O problema é que, talvez, tenhamos julgamentos sem mesmo visitar os campus, adentrar aos nossos laboratórios, aos nossos ginásios, e principalmente ao analisar o lattes do nosso corpo docente! Aqueles que ainda tem dúvidas do que estou falando... fica o meu convite para uma breve visita aos campus! Bem, o café ou um bom copo de vinho é por minha conta!

Abraços

Prof. Esp. Tiago Aquino (Paçoca)

Prêmio TOP FIEP BRASIL "Melhor Profissional de Educação Física 2010/ 2011"

Palestrante em mais de 60 universidades do Brasil e América Latina

Co-autor do livro "Manual de Lazer e Recreação"- Phorte Editor

www.professorpacoca.com.br

Por Deborah Palma
em 21-09-2011, às 16h22.

Prezados,

Todos sabem que trabalho em duas Instituições, com perfis distintos. Apesar de universos diferentes, para mim é muito claro o empenho e engajamento da grande maioria dos alunos da Uniban, que privilegia o acesso à educação superior.  Jovens interessados e envolvidos, até por demasia, no processo ensino-aprendizagem, justamente porque eles sabem que que cada centavo colocado impacta em seu orçamento pessoal ou familiar. Realidade esta que nem sempre encontramos em IES cujo ticket médio supera 1 K. Da mesma forma, os docentes com os quais tenho contato merecem todo meu respeito e seguramente  contrataria a maioria deles para o curso o qual coordeno em outra instituição, pois são qualificados e têm competência para exercer a difícil arte de ensinar.  Por fim, sem querer me alongar... De certo, a Uniban sempre trabalhou no lucro pelo volume, mas isso não significa que os alunos são confinados em uma única sala. A distribuição é lógica e motivadora. Só lembrando, uma de minhas formações acadêmicas foi em uma das mais tradicionais  e respeitadas universidades de São Paulo, que começou com 100 alunos e terminou 60. Quanto aos aspectos administrativos, contundentes ou não, fazia parte do nosso sistema, com regras com as quais concordamos em fazer parte. Queria agradecer ao Georgios e , hoje, ao Delphino, pelo excelente trabalho no curso de Educação Física, que, por exemplo, lotam o Contâncio Vaz em uma simples atividade acadêmica.

Por Sérgio Maroneze
em 21-09-2011, às 17h01.

Senhores, boa tarde.

Conforme já foi dito anteriormente, a Uniban tem problemas, sim, e eles só são diferentes dos problemas que outras IES também tem.

A Uniban tem alunos ruins, sim, como todas as IES que conheço tambem tem. Acredito sinceramente que o corpo docente da Uniban faz o possível e o impossível para, dentro de um contexto longe do ideal, criar um ambiente de progresso para os seus alunos. Há alunos limítrofes, sim, com os quais trabalhamos numa perspectiva de que muito provavelmente nunca serão professores de educação física atuantes no mercado, mas para quem, talvez, o ambiente acadêmico seja a única alternativa de crescimento em diversos âmbitos conhecidos de todos nós. Da mesma forma, historicamente tivemos alunos com grande diferencial de qualidade e que, por mérito próprio, hoje são nossos colegas na instituição.

Creio que há assuntos mais graves a discutir, como a mercantilização do Ensino Superior, por exemplo.

Saudações a todos.

Sérgio Maroneze

http://lattes.cnpq.br/9724167887265475

Por José Arthur Fernandes Barros
em 21-09-2011, às 17h04.

Colegas

Com o perdão e com a admiração que tenho pelo trabalho do Prof. Laércio, não acredito na crítica pela crítica. Colocar todos em uma vala comum pode ser no mínimo um grande pecado. Há de se conhecer o trabalho adimirável dos colegas da UNIBAN em poder construir um pensamento crítico e analítico em alunos egressos de instituições públicas de menor nível de atenção pelo poder público que são as escolas públicas de ensino médio.

De certo modo temos uma inversão total de valores, alunos desprezados pelo poder público no ensino médio são aceitos nas Faculdades Particulares que com muito esforço, com reforço de matérias básicas como as apresentadas no EAD da Uniban, recuperam esses jovens para o mercado de trabalho em condições de deixar em pleno funiconamento, academias, clubes, condomínios, escolas, etc...

Não estamos em condições ideais, como nenhuma outra faculdade particular está, mas garanto que mesmo que nos faltasse tudo, ainda assim a confiança na qualidade do corpo docente seria suficiente para levar o conhecimento a esses alunos. E a cada ano estamos melhor.

Se fosse comentar sobre as diferenças básicas entre as Universidades Públicas e Universidades Particulares, teríamos como primordial diferença a PESQUISA.

De um lado temos jovens vindos de famílias com condições de sustentar boas escolas particulares, e algumas excessões advindos de escolas públicas (existem até cotas para reforçar essa entrada, o que não agrada a grande parte dos docentes), com a disponibilidade de período integral para estudos e pesquisas, e de outro lado, jovens que precisam trabalhar para custear sua faculdade, que chegam cansados as salas de aula, mas que arrumam tempo e disposição para enfrentarem quatro anos de extrema dedicação.

Como os demais, faço um convite ao Prof. Laércio para que possa nos visitar, em especial peço para que venha na minha classe de 4º ano de Marketing e Gestão da Unidade de Campo Limpo (extremo sul da cidade) na sexta feira, e tenha o prazer de acompanhar uma sala cheia que fica comigo das 19:45 até as 22:45 pelo simples fato de respeitar quem lhes trás conhecimento.   

Coloco a disposição meu Lattes para que seja feita um acompanhamento daqueles que se preocupam em transmitir conhecimento aos pobres semi-alfabetizados.

Prof. José Arthur F. Barros

Por Marcelo Moreira Passos
em 21-09-2011, às 17h28.

Professor, Com todo respeito, ainda me choca muito ver um formador de opinião, tão qualificado, falar sem conhecimento de causa. Até pelo que sei o senhor nao vive o dia-a-dia da instituição que está criticando. Como bem disseram os outros professores todas as universidades no Brasil, sejam elas públicas ou privadas, tem seus problemas, até a razão de existir de cada uma delas são diferentes. Desqualificar nossos alunos e os profissionais que lá atuam, é preconceito e não colabora em nada na melhora da situação e muito menos atinge o verdadeiro problema, que é o nosso sistema educacional como um todo, começando lá da base. Att, Marcelo.

Por Nelson Gonçalves do Nascimento Filho
em 21-09-2011, às 17h34.

O comentário do professor Laércio está parecendo aqueles professores que acabam de se formar na graduação, fazem pós graduação e entram no mestrado sem mesmo terem se quer entrado numa sala de aula, acho que o senhor foi muito infeliz na sua colocação, sou professor da Uniban e com muito orgulho posso dizer que já atuei em todas as faixas etárias possíveis e tenho muita experiência como docente. Generalizar uma coisa que não se tem prova é como publicar algo que nunca foi pesquisado. Então vai aqui o meu convite as portas da nossa instituição estarão sempre abertas. Quem sabe se o senhor fizer uma pesquisa de campo não poderá retificar esse absurdo descrito nessa comunidade.

Abraços.

Por Elder Jorge Gravalos
em 21-09-2011, às 17h39.

BOA TARDE .

PROF: LAERCIO

ME MANIFESTO ATRAVES DESTE COMENTARIO, PARA DISCORDAR DAS SUAS PALAVRAS, POIS FUI ALUNO DESTA UNIVERSIDADE(UNIBAN) TIVE UM OTIMO CORPO DOCENTE COM VARIOS PROFESSORES QUALIFICADOS NA SUAS AREAS DE ATUAÇÃO. NO PERIODO QUE ESTIVE COMO ALUNO NO CAMPUS ABC SEMPRE TIVE UM OTIMO ESPAÇO PARA PRATICAS DAS ATIVIDADES QUE O CURSO OFERECE, COMO QUADRA, PISTA DE ATLETISMO E PISCINA DENTRE OUTRAS. ATE MESMO COM UM NUMERO DE  50 A 60 ALUNOS POR SALA. NAO TENDO PROBLEMAS COM A APRENDIZAGEM NO DECORRER DO CURSO.

HOJE COMO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FISICA, E ATUALMENTE TRABALHANDO NA UNIBAN POSSO DESCORDAR DAS SUAS PALAVRAS.POIS JA ESTOU NO CORPO DOCENTE DESTA INSTITUIÇÃO A 3 ANOS, SEMPRE COLABORANDO NA FORMAÇÃO DOS  "SEMI ANALFABETOS" COMO O SENHOS CITOU .E POSSO AFIRMAR QUE NOSSOS ALUNOS QUE TEM COMO FORMAÇÃO DE AMBAS (LICENCIATURA E BACHARELADO) TEM PLENOS PODERES DE ATUAR NO MERCADO DE TRABALHO E SEREM OTIMO PROFISSIONAL, POIS NO SEU DECORRER DO CURSO SEMPRE TEVE O APOIO DA UNIVERSIDADE E DO CORPO DOCENTE QUALIFICADO. ALGUNS ALUNOS JA ESTAO FAZENDO POS GRADUAÇÃO, MESTRADO E DOUTORADO, SENDO ASSIM ELES SAO GRANDES PROFISSIONAIS NAS SUAS AREAS DE ATUAÇÃO.OS ESPACOS FISICOS DA UNIBAN SÃO MUITO MELHORES QUE DE IES PUBLICAS E PRIVADAS, TENDO QUASE TUDO PARA O DESENVOLVIMENTO DO CURSO NO INTERIOR DE SEUS CAMPIS.

SENDO ASSIM O CORPO DOCENTE DA UNIBAN ESTA DE PARABENS  EM TODO ESSE TEMPO DE TRABALHO.

PARABENS PROFESSOR GEORGIOS PELO TRABALHO REALIZADO E O PROFESSOR LUIZ DEPLHINO POR  ESTAR DANDO CONTINUIDADE AO TRABALHO DEIXADO PELO PROFESSOR GEORGIOS.

Por Laercio Elias Pereira
em 21-09-2011, às 19h12.

Cevnautas, Luiz, Georgios, Déborah, Arthur, Sérgio, Tiago, Marcelo, Nelson, Elder,

   Pelo jeito eu perdi uma boa ocasião de ficar calado. Peço desculpas aos amigos. Acho que andei trabalhando nas particulares, conversando com pessoas desanimadas e acabei assimilando. Reitero pedido de desculpas, pois. Uma coisa que gostaria de não ter feito é entristecer meus amigos. Laercio

Por Milton Serra da Fonseca Junior
em 21-09-2011, às 19h29.

Boa noite a todos! Vou tentar ser breve, por tudo o que já foi falado e pelo último comentário que o Prof. Laércio acaba de postar. Quem está doente é a EDUCAÇÂO BRASILEIRA! Todas as Instituições, da Educação Infantil ao Pós-pós-pós doutorado estão infectados pelo vírus do descaso das políticas públicas! Os problemas que a Uniban tem, como qualquer outra Instituição, não são exclusividade nem privilégio da referida Instituição. A compra da Uniban pela Anhanguera não significa nenhuma solução. Pode melhorar algumas coisas, piorar outras. Acho que temos que ter uma visão mais macro do problema. Como Professores, como formadores de opinião, temos sim é que pensar num modelo educacional mais adequado para o nosso País, para formarmos não só Professores de Educação Física com mais qualidade, mas médicos, engenheiros, advogados, além de políticos! Mas toda esta discussão sempre parece levar em consideração a formação específica dos diferentes profissionais e deixa de lado, na minha humilde opinião, o ponto central de qualquer processo educativo. Esquecemos de pensar no HOMEM, na ÉTICA, no CIDADÃO. Para finalizar, gostaria de reforçar a opinião de que, apesar de "suspeito" para falar isto, o corpo de Professores da Uniban é da melhor qualidade! Milton Serra.

Por Leandro Mazzei
em 21-09-2011, às 21h19.

O que falar se tudo já foi falado? Penso que preconceito, o que no caso aconteceu aqui, nunca é bom. Para mim, que estudou em Universidade Pública, e dizem que é a melhor da América Latina, e trabalha em algumas Universidades Privadas, o comentário feito pelo gestor do site exalta no mínimo uma falta de conhecimento e vivência no mercado do Ensino Superior em Educação Física. Em todos os lugares existem pontos negativos e positivos, mas nunca podemos julgar as pessoas que são vítimas de um sistema e muito menos desvalorizar os profissionais que trabalham e lecionam em determinada instituição... E é o que o Luiz falou, a Anhanguera manterá o nível do curso em Educação Física da Uniban? Pois, apesar de preconceito, os alunos são muito bem assimilados no mercado de trabalho, tanto por outras organizações públicas e privadas. É isso, é preciso cuidado em colocar julgamentos em um veículo que antes, para mim, era bem conceituado.

Por Eloisio Dias de Albuquerque
em 21-09-2011, às 21h52.

Boa noite para todos!

Tentatei ser o mais sucinto possível (coisa que eu acho difícil). Na minha jornada de 11 à 12 anos de estudos na educação básica, estudei em escolas públicas. No final desta jornada, conquistei uma bolsa integral pelo prouni para o curso de Licenciatura em Educação Física na Uniban. Depois de formado, fui convidado a trabalhar como auxiliar na Uniban e hoje faço especialização em Deficiência Auditiva e Surdez - LIBRAS. Tive muita dificuldade no meu período de estudos na Uniban, pois sofri na carne o reflexo da nossa educação pública, mas graças ao meus esforço e ao corpo docente da Uniban, cresci muito como pessoa e profissional na aréa da Educação Física. Acredito que todos os docentes do curso da Uniban se empenham arduamente para fazer o seu melhor quando estão preparando e ministrando suas aulas.

Infelizmente, a prioridade das políticas educacionais deste país, não é investir numa melhor educação para todos. E quando os discentes terminam sua jornada na educação básica é vão concorrer a uma vaga numa universidade pública, as chances acabam sendo menores, e muitas vezes não é por ser um "semi-alfabetizado", mas por ter que se preocupar em trabalhar em vez de estudar. Se uma IES (instituição de ensino superior) diminui os preços das mensalidades de seus cursos alegando que é para dar condições para as classes C e D cursarem uma Universidade e mesmo assim, mantem uma boa qualidade de ensino, as elites e pessoas "fluentes" no mundo acadêmico alega que isso é balela, bom. Eu cursei um desses curso para semi-alfabetizados, e tenho total segurança que posso concorrer a qualquer vaga com alunos "alfabetizados" das universidades privadas da Elite e até das públicas!

Quem faz a faculdade é o aluno. E garanto que os alunos e corpo docente da Uniban tem qualidade de sobra.

Sem mais,

Atenciosamente,

Eloisio D. Albuquerque

Por Marcelo Moreira Passos
em 21-09-2011, às 22h36.

Por Luiz Delphino
em 21-09-2011, às 22h52.

Prezados Colegas, vocês sabem o quanto nós gostamos do CEV e principalmento do Laércio, que tenho como guru desde a fundação do CEV. Estou aqui como CEVnauta de 1997.

De fato é generalizado os desconhecimento do que acontece nas entranhas das IES, principamente as privadas, e é senso comum que elas são fabricas de diplomas.

A fala do Laércio, foi uma grande provocação ao momento que ela esta antecedendo uma mudança no momento social ao qual o Sérgio Maroneze citou. A grande mercantilização.

O grande movimento dos docentes da Uniban mostra o quanto são engajados na sua tarefa e preocupados com o futuro breve que esta por vir. Assiti a um filme chamado "Grande demais para quebrar", e estamos nesse furacão.

Ao Laércio, somente agradecer a oportunidade de termos esse espaço democrático de forma diletante e gratuita. Mestre o momento não foi bom, o timing daqui a 6 meses seja perfeito. Conte comigo.

um grande abraço à todos.

Delphino

Por Sandro Barone
em 22-09-2011, às 00h41.

Por Adriano Pires de Campos
em 22-09-2011, às 01h40.

Caros colegas,

Já fazia algum tempo que não via um debate tão intenso no CEV, li todas as postagens sobre esse tema e agradeço pelas reflexões que vocês me proporcionaram.

Com relação à provocação do Laércio, talvez ele tenha tocado a ferida meio bruscamente, colocando a Uniban numa berlinda que não é só dela. Entretanto, não há dúvida de que a ferida já estava, continua e continuará exposta, colocando-nos o desafio de equacionar problemas crônicos das instituições de ensino superior, não apenas privadas, mas também públicas.

Não basta apontarmos problemas como super lotação de classes, estruturas físicas inadequadas, má remuneração docente, dentre outros que bem conhecemos. Esse diagnóstico já está feito há muito tempo e acho pouco produtivo sair em defesa dessa ou daquela instituição, como se fosse mérito sobreviver em meio à desgraça alheia. Mal comparando, é como possuir uma bela casa no meio da periferia... talvez nos enganemos com o cenário micro, mas o macro diz onde realmente estamos.

Se a situação na Uniban está melhor do que expôs a crítica do Laércio, não significa que devamos nos vangloriar por esse fato e encerrar a discussão. Compreendo que os docentes da Uniban - e ressalto que sou um deles no momento - sintam-se ofendidos em alguma medida, afinal é nossa instituição que está em jogo. Mas se não está ruim ali, certamente está em muitas outras universidades e, volto a dizer,  isso não é motivo de comemoração. Buscar soluções para esse cenário requer o mínimo de articulação e planejamento dos gestores de instituições públicas e privadas, seja qual for o nível de ensino. Não acredito que isso aconteça tão brevemente, mas me contento em saber que o problema é visível e que pessoas como vocês importam-se com um melhor encaminhamento desse processo.

Costuma-se dizer que a gestão sustentável é a forma estratégica de atuarmos no presente, garantindo a qualidade de vida para as gerações futuras. Espero, sinceramente, que consigamos criar um cenário diferente no ensino superior em Educação Física e Esporte, que é a pequena parte que nos cabe. Se conseguirmos fazer isso, talvez as provocações passem a ser algo do tipo: como tal universidade consegue superar a nossa, que faz de tudo para ser a melhor? Se chegarmos nesse estágio, passaremos a discutir as qualidades de quem está na ponta da tabela, não os problemas daqueles que, como muitos de nós, estão mais próximos da segunda divisão.

Por Rafael Pereira
em 22-09-2011, às 09h12.

Colegas de profissão!

Falo como ex-aluno Unibaniano e, hoje, como Auxiliar do Instituto de Educação Desportiva da mesma universidade.

Minha formação de Educação Básica é de escola pública, uma boa escola da Zona Norte de São Paulo, já considerada escola modelo e de onde surgiu grandes profissionais nas diversas áreas do conhecimento, disso me orgulho, porém, vemos que não é a realidade da massa de nosso país que, quando muito, contam com um lugar para deixar os filhos e poder trabalhar "tranquilamente".

Como muitos já deixaram, o problema está na Educação Básica, mas não adianta apontarmos os problemas ou defender o clichê "faça a diferença", precisamos de pessoas que nos representem, pessoas instruidas, influentes e, principalmente, insatisfeitas com o quadro que encontramos na Educação, seja ela dentro de casa, na educação básica ou no ensino superior. Afinal, isso é sistêmico.

Temos o problema e damos, aos ventos, as soluções. Após uma discussão como essa que, apesar de início conturbado, tornou-se no mínimo construtiva, merecia atenção para as outras áreas do conhecimento, visto que a problemática não é exclusividade da UNIBAN, tão-pouco da Educação Física.

Respeito cada Professor que aqui deixaram seus comentários, muitos dos quais são defensores da profissão como é idealizada hoje, deram direcionamento, apoiaram a criação de leis, conselhos, sindicatos, associações e federações em benefício a profissão, o que faz com que os alunos dos Cursos de Educação Física também respeitem a profissão. Por isso, acredito fielmente que estamos bem representados na profissão, precisávamos de tanto empenho, na educação nacional.

Forte abraço a todos!

Por João Fernando Brinkmann dos Santos
em 22-09-2011, às 14h37.

Foram meus Professores na UNIBAN: Aylton José Figueira Junior, Jorge Roberto Perrout de Lima (O Grande), Georgios Stylianos Hatzidakis, Nestor Soares Publio, Sérgio Maroneze, Hairton Cabral, Cesar Cavinato Cal Abad, Vagner Mathias Pinto, Douglas Vieira... Escrever mais o quê?

hehe

João Brinkmann

Por Antonio Ricardo Torres da Silva
em 23-09-2011, às 16h40.

Olá professor, tudo bom.

Como aluno, não acredito no que leio. Mais já percebi que o senhor tambem chegou a esta conclusão.

Estamos sendo muito bem instruidos, e acredito que meus colegas pensam da mesma forma. Não vejo nenhum "semi-analfabeto" em sala, talvez estajam em bares ou fazendo DPs para que possam ter um tempo a mais de aprendizagem (construtivismo). Durante as aulas percebo mais alunos desinteressados aos assuntos não sendo assim "semi-analfabetos". No fim das contas como proprietário de academia já entrevistei varios candidatos e os que mais me surpreenderam pela suas qualidades multiplas foram os alunos da unibam, me orgulho de ser da unibam e de meus docentes (não tenho necessidade de bajular ninguem). Espero que com a Anhanguera só ajam melhoras, mais isso é um pensamento meu, vivemos em um pais que presa subir escadas passos largos e cuecas cheias..........

obrigado pelo espaço.

Por Jose Augusto Honorato Vieira Junior
em 05-10-2011, às 09h55.

Bom dia a todos.

Não desmerecendo os profissionais atuantes na referida universidade, em alguns pontos venho a concordar com este professor.

Isto porque, quando morava em São Paulo, era totalmente justificada essa pauta por profissionais da área.

Muitos ingressantes na área, têm suas dúvidas ao ingresso nesta universidade pelos seus problemas administrativos e educacionais.

Eu por exemplo, não gosto da grade curricular desta universidade, principalmente no quesito hora-aulas.

Mas com opniões pessoais a parte, espero que além de uma busca de dominação mercadológica, esse investimento possa enriquecer esta universidade que em diversos cursos, não somente na Educação Física, tem tido diversos problemas de reconhecimento e notas junto ao MEC.

Sobre as explanações dos professores atuantes, deve-se analisar se estes não são somente de uma unidade, pois em informações que possui, muitos dos professores são Especialistas, não que isto influa na qualidade de um profissional, porém, é de extrema importância um quadro moderado de mestres para reforçar esta qualidade.

Hoje vejo, como um dos grandes problemas das universidades privadas, o desmérito de Doutorados, manutenção de alguns mestres e emprego de especialistas, na busca de redução de custos, sem se preocupar com a devida qualidade do ensino, visando somente preencher requisitos mínimos da aprovação do MEC.

Muito Obrigado.

Por Tiago Aquino da Costa e Silva (paçoca)
em 05-10-2011, às 10h43.

Olá Prof Laércio, Amigos e Prof José Augusto!

Antes de se fazer uma análise crítica das atividades da UNIBAN/ ANHANGUERA é preciso conhecer e/ou estabelecer uma avaliação diagnóstica realizada de forma sincera, satisfatória e eficiente!

Vamos lá... O Prof. José Augusto pautou seus comentários sobre a instituição em conversar com outros professores da área! Bem... vou seguir em frente!

Com relação aos problemas administrativos e educacionais... é bom lembrar que nestes 5 anos em que estou como docente, jamais tive problemas de atraso no pagamento, e outros mais!!! O que são problemas educacionais?? Ficou incompreensível... 

Justifique o pq não goste da grade curricular, sendo que esta e a forma de avaliação são positivamente reconhecidas pelo MEC e outras instituições!

Bem... Por essa discussão acontecer no CEV, acredito que esteja falando do Curso de Educação Física... com relação às avaliações do MEC, estamos com notas superiores a 3, e com reconhecimento pelo Guia do Estudante! Não cabe eu citar as notas de grandes instituições aqui, mas tem tantas outras sofrendo com isso!

Com relação ao número de professores especialistas, isso é uma verdade! A instituição organiza o seu corpo docente com especialistas, mestres e doutores, tudo dentro das normas estabelecidas pelos orgãos regulamentadores... 

Bem... fui pesquisar o seu curriculo lattes, e percebi que vc está se especializando em Educação Física Escolar, é monitor-voluntário da universidade e já ministra algumas aulas! E aí o que falar? 

Bem, é isso... sou especialista e esta semana finalizei minha 3a. Especialização! Fico à disposição! 

Envio meu link do lattes para qq coisa- http://lattes.cnpq.br/4759879702456715

E qualquer coisa, caso ainda tenha duvidas de um professor especialista em universidade, favor jogar meu nome no google e verá as minhas competências e produções
Tiago Aquino (Paçoca) www.professorpacoca.com.br

Por Milton Serra da Fonseca Junior
em 05-10-2011, às 11h57.

Caro Professor José Augusto e demais cevnautas.

Faço coro com meu colega Tiago Paçoca, um dos grandes profissionais que presta serviço na UNIBAN. Longe de querer julgar a competência das pessoas, mas devo acrescentar que titulação não é sinônimo de eficiência no exercício da função de Professor. Muitos de nossos Mestres e Doutores (não na Uniban, na Educação Física de maneira geral) podem e devem ser ótimos pesquisadores, aliás uma das principais funções da titulação acadêmica; porém isto não significa que sejam eficientes no processo de ensino aprendizagem, às vezes até, por desviarem ou priorizarem seu trabalho na pesquisa e não na sala de aula, o que é perfeitamente justo; mas alguns, por conta disto, são cada vez menos Professores e cada vez mais pesquisadores. O Professor Especialista tende a ser alguém que vive o mercado real, e não o mercado virtual que existe no subconsciente do mundo acadêmico. Não quero generalizar, estaria cometendo um grande equívoco. Mas o Professor Especialista, via de regra, é alguém que consegue de maneira rápida e eficiente perceber as necessidades que o mercado apresenta e as transforma em conteúdo na formação de futuros profissionais. creio que isto, por si só, já justifica a presença de professores especilistas no mundo acadêmico, participando de forma efetiva do universo acadêmico, e talvez, aí é pura opinião, dando um traço de realidade à conteúdos muitas vezes elaborados por Mestres e Doutores que nunca colocaram um tenis, um calção e ministraram uma aula numa quadra aberta para um grupo de 40 alunos!

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