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As Listas/grupos/comunidades do Cev Estão Migrando Para o Fb.



Cevnautas,

Como muitos sabem, demos vários cavalos-de-pau nas Listas, Grupos e Comunidades do CEV nesses 21 anos.  

No proximo, que começa agora, pretendemos migrar as Comunidades (153) para o Facebook (sim, muiiitos daqui sempre sugeriram;-)  

Para a prova piloto começamos com a maior e mais antiga lista/grupo/comunidade do CEV e criamos o Grupo Educação Fisica e Esporte(aberto e em busca de adesões)  

Dúvidas, sugestões, protestos e compartilhamentos são muitíssimos importantes nesse período.  

Quem quiser comentar aqui também vale.  

https://www.facebook.com/groups/cevefesporte/  

Laércio

Comentários

Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz
em 19-03-2017, às 10h19.

Pereira

creio que o melhor, em vez de no face, criar - ou transformar - cada comunidade em um blog - embora já pareça...

Duvidas: manteria o titulo CEV? pagina seria CEV-EDUCAÇÃO FÍSICA MARANHÃO, por exemplo? o CEV obriga a uma inscrição e recebimento direto na caixa postal; no face, além dos inscritos, possibilidade de compartilhamentoi, e atingir um publico maior...

Sugiro manter o CEV-(Página específica) e na transposição, todos os inscritos, como membros do grupo... o Rafael fará isso? ou cada adminstrador (vixe) criará a sua página, mantendo-se a logo marca do CEV?

O que não se pode perder é a História/memória do que foi feito, com a evolução da web.3.0...

 

Leopoldo

 

 

Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz
em 19-03-2017, às 10h22.

CENTRO ESPORTIVO VIRTUAL: UMA REDE SOCIAL EM CIÊNCIAS DO ESPORTE?

 

LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ

LAÉRCIO ELIAS PEREIRA

 

O pedagogo, o historiador, o físico também “transferem” informação e “geram” conhecimento. No entanto, o organizador dos saberes está preocupado em desdobrar as possibilidades de preservação, representação e de transmissão desta “informação” do pedagogo, do historiador, do físico. (SALDANHA, 2012, p. 23-4) [1].

 

CEV – FERRAMENTA DE BUSCA OU REDE SOCIAL?

 

Com o advento da Internet[2] e desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC’s, as relações sociais foram completamente alteradas e o fluxo da comunicação científica teve que ser reestruturado e readaptado aos novos ambientes (TAVARES, VALÉRIO e SILVA, 2012) [3]:

A Web 2.0 permitiu a criação de sistemas de compartilhamento de informações e a interação entre pessoas. Mecanismos esses, que dentro da comunidade científica, possibilitaram a rápida comunicação de resultados de pesquisas e a disseminação de informação entre os grupos de pesquisadores. [...] as RSVs [[4]] são consideradas fontes de informação que proporcionam ao pesquisador, de maneira rápida, a informação necessária para obtenção de conhecimento. Durante a análise, percebeu-se que os pesquisadores dão mais ênfase à utilização de fontes primárias de informação, ou seja, livros e periódicos. Mas alguns ainda são mais resistentes, usam apenas a versão impressa, descartando a utilização de qualquer meio digital.   (...) Enfim, parece adequado refletir sobre a importância e o alcance que essas redes têm atingido no processo de comunicação, pois os sujeitos sociais podem partilhar de vários materiais de interesse comum, de forma que as informações que circulam em rede tende a ser especializada, atendendo as necessidades desses grupos.

 

Já a Web 3.0 é a terceira geração da Internet. Esta nova geração prevê que os conteúdos online estarão organizados de forma semântica, muito mais personalizados para cada internauta, sites e aplicações inteligentes e publicidade baseada nas pesquisas e nos comportamentos. Esta nova Web também pode ser chamada de "A Web Inteligente". O termos Web 3.0, atribuído ao jornalista John Markoff do New York Times, é uma evolução do termo Web 2.0 que foi criado por Tim O'Reilly durante a conferência O'Reilly Media Web em 2004.[5]

 

A Internet definitivamente mudou a forma pela qual a literatura acadêmica é publicada e disponibilizada. Se houve um aumento substancial das fontes de informação, este foi acompanhado pelo surgimento de inúmeras possibilidades de busca e localização da literatura. Motores de busca, bases de dados, indexadores, agregadores, sites Web do periódico e/ou do publisher, redes sociais, ferramentas para comentar e compartilhar publicações e muitos outros foram criados e aperfeiçoados ao longo do tempo, oferecendo aos leitores várias formas de chegar aos mesmos conteúdos[6].

[...] bases bibliográficas seguem sendo a fonte mais relevante, sua importância vem diminuindo desde 2008, perdendo lugar para motores de busca acadêmicos, redes sociais e serviços de agregadores como EBSCO, ProQuest JStor. Serviços de bibliotecas ganharam relevância em 2012 e vem mantendo sua posição. Apesar de desaconselhados por bibliotecários, fontes veiculadas pelos próprios periódicos e/ou seus publishers vem crescendo em importância através das áreas, setores e perfis de países (INGER e GARDENER, 2013) [7].

             

              Fonte: Silva, Mugnaini, Mucheroni[8]

Para Garvey (1979, p. 10) [9], a comunicação científica[10]

[…] inclui o espectro total de atividades associadas à produção, disseminação e uso de informação, desde o momento em que o cientista concebe a ideia para a sua pesquisa até quando a informação sobre os resultados de sua pesquisa é aceita como parte do conhecimento científico […].

 

A entrada em cena das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no final do século XX e início do século XXI, especialmente da Internet e da Web, vêm produzindo sensíveis alterações nos processos tradicionais de comunicação científica, alterando padrões e comportamentos, introduzindo uma série de mudanças e abordagens, possibilitando novas formas de produção, circulação, disseminação, recuperação e uso da informação - listas de discussão, bibliotecas digitais, laboratórios virtuais, arquivos abertos e, mais recentemente, blogs e redes sociais. (PRINCE, 2013) [11]. Essa autora apresenta algumas reflexões sobre o processo de absorção e uso de redes sociais na comunicação científica, apresentando algumas iniciativas e implementações que estão ocorrendo no exterior e no Brasil, de modo a promover pesquisas no âmbito da ciência da informação, especialmente no escopo da comunicação científica:

[...] as redes sociais estão presentes em todos os níveis e segmentos da sociedade e, na ciência, não é diferente. Elas possibilitam maior interação entre os atores envolvidos no processo – autores, leitores e editores - de maneira rápida, imediata e interativa, apontando para novas práticas de comunicação e informação, ampliando a visibilidade e alcance das pesquisas realizadas e sua disseminação para a comunidade específica e sociedade em geral. Dentre essas tecnologias emergentes, destaca-se uma vasta relação de redes sociais e blogs - Facebook[12], Orkut[13], MySpace[14], Twitter[15], Mendeley[16], ResearchGate[17], UniPHY[18], LinkedIn[19], Friendster[20],  fotologs[21] e outras. [...] É importante destacar, também, as novas plataformas desenvolvidas para compartilhamento de dados científicos primários, como a e-Science (e-Ciência)[22].

 

 

O quadro abaixo relaciona as fontes preferenciais utilizadas por pesquisadores da América do Sul para buscar artigos em 2015 (em ordem decrescente de importância):

Base de dados bibliográfica

Motor de busca acadêmico

Site do publisher

Agregador

Motor de busca geral

Site do periódico

Serviços de biblioteca

Alertas de periódicos

Redes sociais gerais e acadêmicas

Site de sociedade científica

 

Fonte: INGER, S. and GARDNER, 2015, in Nassi-Calò, 2016 [23]

 

 

Hoje, o pesquisador precisa lidar diariamente com o volume crescente de informação científica publicada. Um recurso crescente para encontrar informação relevante é o uso de redes sociais como filtros de conteúdo. Redes como blogs, Twitter, Facebook, e serviços mais especializados e acadêmicos como Mendeley e similares são usados para recomendar e discutir artigos e conteúdo científico em geral, expondo ao mundo a discussão que antes estava restrita ao laboratório ou aos corredores dos centros de pesquisa. Daí, que as facilidades oferecidas pelas redes sociais acrescentam também novas camadas de métricas de impacto da pesquisa muito mais dinâmicas, que vão além das citações, como compartilhamentos, número de acessos e outras, medidos no intervalo de dias a meses, que ajudam a preencher o vazio entre a publicação de um artigo e a contagem de citações tradicionalmente medida. Também geram novas possibilidades para a comunicação da ciência, criando formas de disponibilização de conteúdo que agilizam o processo de publicação, tornando-o mais próximo do público interessado, mais familiar e com grande alcance e facilidade de acesso. Este é um avanço sem volta, e compreender e acompanhar o seu uso pode trazer benefícios para todos: publishers, editores, pesquisadores, estudantes, instituições acadêmicas e o público interessado [24].

Mas o que é uma ‘rede’? A palavra indica que os recursos estão concentrados em poucos locais – nas laçadas[25] e nos nós[26] – interligados - fios e malhas. Essas conexões transformam os recursos esparsos numa teia que parece se estender por toda parte (LOPES e ROMANCINI, 2009, p 504) [27]. Trata-se de um conjunto de nós e laços com relações ilimitadas e híbridas articuladas entre sujeitos, objetos e discursos, que interagem no mundo real e no virtual. Por analogia, estrutura sem fronteiras; comunidade não geográfica (POBLACIÓN, MUGNANI, RAMOS, 2009, p. 626-7) [28]. Assim temos que:

Redes Sociais são estabelecidas por organismos que estabelecem uma rede de comunicação para alcançar alvos específicos tais como se mantiver informado sobre um tema, manter um sistema social, alcançar uma meta. (WITTER, 2009, p. 170) [29]

Para essa autora, a rede social merece a adjetivação de Colaborativa ou Cooperativa quando todos que a integram, não apenas os que são nós ou membros integradores contribuem significativamente para o grupo, se empenham em disseminar via rede o que for de interesse comum, partilham as informações com todos. (p. 171). A rede é alimentada pelo repasse constante da informação entre seus integrantes tanto de trabalhos que estão desenvolvendo individualmente ou em grupo, como por informações científicas localizadas e consideradas pertinentes por alguns de seus membros (p. 180-181).

As redes sociais[30], conforme definido por Marteleto (2001, p. 72) [31], compreendem:

 

[...] um sistema de nodos e elos; uma estrutura sem fronteiras; uma comunidade não geográfica; um sistema de apoio ou um sistema físico que se pareça com uma árvore ou uma rede. A rede social, derivando deste conceito, passa a representar um conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados.

 

Já as redes sociais de C&T são:

[...] tipos de redes sociais que visam integrar competências e otimizar o uso de recursos de diversas naturezas, incluindo a utilização das TIC´s, para a solução de problemas ou para o avanço no estado da arte de determinadas áreas de Ciência e Tecnologia. O desenvolvimento dessas redes depende da promoção de políticas públicas que visem à racionalidade do processo de seu financiamento, bem como sua legitimação social. (POBLACIÓN, MUGNANI, RAMOS, 2009, p. 633) [32]

 

Trata-se de organizar o conhecimento. E algumas perguntas são fundamentais: para quem organizar? Por que organizar? O que organizar? Como organizar? Quando organizar? Onde organizar? Quem vai organizar?[33]

A intenção é introduzir o novo através da informação o que, contudo, por vezes é uma condição imponderável. Para o Cientista da Informação Aldo Barreto (2010) [34], disponibilizar o acesso à informação para um conhecimento em rede e para acesso de todos tem sido o sonho de grande número de pessoas durante muito tempo. Desde a prisão dos conteúdos nos muros medievais dos mosteiros copistas até realidade da web, pessoas e seus mecanismos se agregaram para este fim.

Continua: o espetáculo da novidade é uma condição humana que só pode ser exercida em conjunto. Corresponde a uma atuação na pluralidade; uma ação da vida política do homem na terra. Nela o indivíduo exerce por livre arbítrio sua inteligência para introduzir conhecimento no seu espaço de convivência. Nada está mais longe do discurso que a ação de inovação:

Ao falar de inovação seria conveniente lembrar que esta palavra traz um sentido de ação em um processo completo que vai do surgimento de um fato ou idéia até a aceitação deste por uma comunidade em convivência. Este grupo de pessoas é que vai decidir se aceita ou rejeita uma coisa nova, que pode estar substituindo um similar já existente. Ao aceitar o novo existe uma crença compartilhada de que isto trará um acréscimo ao bem estar de todos. (BARRETO, 2010) 3

 

            Para esse autor, uma inovação não é sinônima de P&D, patente registrada, invenção, criatividade, ou nova tecnologia embora estas coisas sejam necessárias para que uma ação de inovação se manifeste. Quando comparadas a inovação as atividades anteriores tem uma configuração estática. Já a inovação é uma aceitação acoplada a uma decisão pela coisa nova que resulta em ações dinâmicas de implantação da nova técnica em um determinado espaço social:

Neste quadro é a informação livre que, ao final, melhora o homem e sua realidade. Se a introdução da inovação não é aceita por todos em um espaço, por qualquer razão, ela não acontece. Só em convivência política entre os habitantes de uma sociedade se delibera sobre a introdução da novidade. (BARRETO, 2010) 3

 

Daí que o processo de inovação tecnológica relaciona, para sua efetivação, variadas competências. O fator de maior importância é a vontade de mudar, de modificar estruturas, correndo riscos e motivando pessoas para trazer uma idéia nova, mais produtiva e mais coerente para a vivência comum. É um processo político que só acontece na pluralidade dos habitantes de um ambiente social. Não é só uma ação de estratégia estratégica ou de criatividade e gestão.

Para Sotero (2011) [35], as redes sociais:

 

[...] existem desde sempre na história humana, tendo em vista que os homens estabelecem relações entre si formando comunidades ou redes de relacionamentos presenciais. Hoje, por meio da internet, estamos transcrevendo nossas relações presenciais no mundo virtual de forma que aquilo que antes estava restrito a nossa memória agora está registrado e publicado. As tecnologias da web 2.0 ampliaram as possibilidades de interação na medida em que nos permitem visualizar as conexões existentes para além dos nossos relacionamentos presenciais [...].

 

 

A rede social ResearchGate[36] agrega mais de 3 milhões de pesquisadores de vários países e áreas de conhecimento, e cerca de 92 mil pesquisadores brasileiros,16 e sua proposta é facilitar a comunicação e a troca de experiências entre pessoas que atuam numa mesma área ou especialidade. Foi fundada em 2008, pelos físicos Ijad Madisch e Sören Hofmayer e pelo pesquisador da Computação Horst Fickenscher[37].

 

O termo “blog” é a abreviatura do termo original da língua inglesa “weblog” (diário da Web) e parece ter sido usado pela primeira em 1997 por Jorn Barger (BLOOD, 2000 apud GOMES, 2005, p. 311) [38]:

[...] é uma página na Web que se pressupõe ser actualizada com grande freqüência através da colocação de mensagens – que se designam ‘posts’ – constituídas por imagens e/ou textos normalmente de pequenas dimensões (muitas vezes incluindo links para sites de interesse e/ou comentários e pensamentos pessoais do autor) e apresentadas de forma cronológica, sendo as mensagens mais recentes normalmente apresentadas em primeiro lugar. A estrutura natural de um blog segue portanto uma linha cronológica ascendente. (GOMES, 2005, p. 311)  [39].

 

 

Enfatizando o uso de blogs científicos pela comunidade científica, Alves (2011) [40] comenta:

 [...] Outros espaços de comunicação científica são os blogs científicos, ainda pouco utilizados no Brasil, mas na Europa e EUA são bastante difundidos, principalmente entre as áreas de exatas e biomédicas. Os chamados pre-prints são expostos nesses espaços e através das colaborações dos pares, o texto é debatido, revisado e em seguida publicado novamente, um processo mais rápido do que o processo de submissão aos periódicos. E por fim, os colégios invisíveis eletrônicos, local de debate de idéias e surgimento de novos caminhos para pesquisas, e que após esse convívio geram novos artigos e pesquisas. (ALVES, 2011).

 

Fabrício Marques (2012)[41], editor de política da revista de divulgação científica Pesquisa FAPESP, apresenta um bom resumo sobre o uso das redes sociais pela comunidade científica, destacando o impacto no modo de trabalhar dos pesquisadores através do uso das novas ferramentas digitais:

O cotidiano dos pesquisadores está sofrendo o impacto de uma nova onda de ferramentas digitais, tais como redes sociais, softwares on-line e blogs, capazes de estimular novas parcerias, acelerar o intercâmbio de informações ou garantir acesso instantâneo a dados científicos de seu interesse.

 

 

Muitos cientistas utilizam blogs de ciência para postar informação sobre seu trabalho e assim obter comentários de outros cientistas e também de pessoas fora do círculo usual de leitores. Temos a Technorati, uma empresa que desenvolveu um motor de busca especializado em blogs. Seu diretório registra 1.329.732 blogs,18 das mais diversas categorias (entretenimento, esporte, política, tecnologia etc.), e os blogs classificados como científicos somam 13. 547[42]. Uma relação de blogs de ciência no Brasil e exterior pode ser vista no blog da revista Ciência Hoje, no post de Carla Almeida “A ascensão dos blogues de ciência”[43]. O blog “Bússola” traz textos sobre a atualidade científica no Brasil e no mundo e é atualizado por jornalistas, pesquisadores e colaboradores do Instituto Ciência Hoje[44].

O modelo de escala livre, proposto por Barabási e Albert propõem um modelo que 1. incorpora o crescimento das redes e do numero de vértices e 2. a propriedade de ligação preferencial dos novos vértices a vértices mais proeminentes. É modelo “Scale-free network”.[45]

 

 

Fonte: BARABÁSI, 2002

Pensando em informação – mais complexo (Floridi), propõe o seguinte fluxo:  

 

Fonte: Adaptado de Floridi, 2002[46].

 

 


[1] SALDANHA, Gustavo Silva. Uma filosofia da Ciência da Informação: organização dos saberes, linguagem e transgramáticas. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2012, citado por SCHNEIDER, Marcos. ÉTICA, POLÍTICA E EPISTEMOLOGIA: INTERFACES DA INFORMAÇÃO. In ALBAGLI, Sarita (Org.). FRONTEIRAS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília-DF: IBICT, 2013, p. 57-77.

[2] A Evolução da Web - Web 1.0: Sites com conteúdos estáticos, produzidos maioritariamente por empresas e instituições, com pouca interatividade entre os internautas. Altavista, Geocities, Yahoo, Cadê, Hotmail, DMOZ eram as grandes estrelas da internet. Web 2.0: Conteúdos produziro pelo próprios internautas, maior interatividade online através de Blogs e sites como o Youtube, Flick, etc. https://www.significados.com.br/web-3-0/

[3] TAVARES, Aureliana Lopes de Lacerda Tavares; VALÉRIO, Erinaldo Dias; SILVA, Tiago José da in SBPC 65,

F. Ciências Sociais Aplicadas - 11. Documentação e Informação Científica - 1. Documentação e Informação Científica: A Comunicação Cientifica em Redes Sociais Virtuais, disponível em http://www.sbpcnet.org.br/livro/65ra/resumos/resumos/9008.htm.

[4] Redes Sociais Virtuais 

[5] https://www.significados.com.br/web-3-0/

[6] Nassi-Calò, Lilian. A busca por literatura científica: como os leitores descobrem conteúdos. In Blog Scielo em Perspectiva, publicado em 19 de maio de 2016, disponível em http://blog.scielo.org/blog/2016/05/19/a-busca-por-literatura-cientifica-como-os-leitores-descobrem-conteudos/#.WKWI_m_yuHs.

[7] INGER, S. and GARDNER, T. Scholarly Journals Publishing Practice. Academic journal publishers’ policies and practices in online publishing. Fourth survey 2013. 2013. ISBN: online 978-0-907341-46-8; ISBN 978-0-907341-45-1. Available from: http://www.alpsp.org/Ebusiness/ProductCatalog/Product.aspx?ID=359, citado por Nassi-Calò, 2016, obra citada

[8] SILVA, José Fernando Modesto da, MUGNAINI, Rogério; MUCHERONI, Marcos Luiz. Redes Sociais e Comunicação Científica. In MUCHERONI, M. L. Blog Filosofia, Cibercultura e Noosfera, Disponível em: http://www.marcosmucheroni.pro.br/blog.

[9] GARVEY, William D. Communication: the essence of science. Oxford: Pergamon Press, 1979, citado por PRINCE, Eloisa. COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA E REDES SOCIAIS. In ALBAGLI, Sarita (Org.). FRONTEIRAS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília-DF: IBICT, 2013, p. 196-216

[10] O termo “comunicação científica”, cunhado na década de 1940 pelo físico e historiador da ciência John Bernal, denota o amplo processo de geração, transferência e uso de informação científica (CHRISTÓVÃO; BRAGA, 1997). In PRINCE, Eloisa. 2013, p. 196-216, obra citada.

[11] PRINCE, Eloisa. 2013, p. 196-216, obra citada

[12] Disponível em: <https://www.facebook.com/>.

[13] Disponível em: <http://www.orkut.com.br/About>.

[14] Disponível em: <https://myspace.com/>

[15] Disponível em: <https://twitter.com/>. Microblog limitado a 140 caracteres. Os posts no Twitter são chamados de tweets. Criado em 2006 por Jack Dorsey.

[16] Disponível em: <www.mendeley.com>. Gerenciador de referências e rede social acadêmica.

[17] Disponível em: <www.researchgate.net>. Dirigida a cientistas e pesquisadores.

[18] Disponível em: <www.aipuniphy.org>. Voltada para físicos e engenheiros

[19] Disponível em: <http://br.linkedin.com/>.

[20] Disponível em: <http://www.friendster.com/>.

[21] O Flickr <http://www.flickr.com/>, Fotolog <http://www.fotolog.com.br/> e Instagram

<http://instagram.com>, por exemplo, são sites para gerenciamento e compartilhamento de imagens.

[22] Termo criado em 1999 pelo diretor do Gabinete de Ciência e Tecnologia do Reino Unido, John Taylor. Para uma visão sobre o tema e-Science, ainda que inicial no âmbito da ciência da informação, consulte o trabalho de Medeiros e Caregnato publicado em 2012. Recentemente, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Microsoft Research promoveram, de 13 a 15 de maio de 2013, o Latin American e-Science Workshop 2013. A cidade de São Paulo sediou em 2014, a 10th IEEE International Conference on e-Science 2014.

[23] INGER, S. and GARDNER, T. How Readers Discover Content in Scholarly Publications. Trends in reader behavior from 2005 to 2015. 2015. ISBN 978-0-9573920-4-5 Available from: http://www.simoningerconsulting.com/nar/how_readers_discover.html, citado por Nassi-Calò, 2016, obra citada

[24] Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGADM/UFES), SciELO promove seminário sobre o uso de Redes Sociais na Comunicação Científica. http://www.ibict.br/sala-de-imprensa/noticias/scielo-promove-seminario-sobre-o-uso-de-redes-sociais-na-comunicacao-cientifica/image/image_view_fullscreen) disponível em http://www.periodicos.ufes.br/ppgadm/announcement/view/37

http://jorgewerthein.blogspot.com.br/2012/08/uso-de-redes-sociais-na-comunicacao.html

[25] LAÇOS ligações entre atores que constituem canais para a transferência ou fluxo de recursos materiais e não materiais. ((POBLACIÓN, MUGNANI, RAMOS, obra citada, p 624)

[26] NÓS – ator de uma rede social. Um nó pode ser constituído por um membro de um grupo, seja um pesquisador, um indivíduo que tem relações de amizade ou colaboração, um relacionamento de negócio entre companhias, etc. (POBLACIÓN, MUGNANI, RAMOS, obra citada, p 625)

[27] LOPES, Maria Immaculada Vassalo de; ROMANCINI, Richard. A rede social na comunicação em seus grupos de pesquisa. In POBLACIÓN, Dinah Aguiar; MUGNANI, Rogério; RAMOS, Lúcia Maria S. Costa (Org). Redes sociais e colaborativas em Informação Científica. São Paulo: Angellara, 2009, p 503-530.

[28] . In POBLACIÓN, Dinah Aguiar; MUGNANI, Rogério; RAMOS, Lúcia Maria S. Costa (Org). Redes sociais e colaborativas em Informação Científica. São Paulo: Angellara, 2009

[29] WITTER, Geraldina Porto. Redes sociais e sistemas de informação na formação do pesquisador. In POBLACIÓN, Dinah Aguiar; MUGNANI, Rogério; RAMOS, Lúcia Maria S. Costa (Org). Redes sociais e colaborativas em Informação Científica. São Paulo: Angellara, 2009, p. 169-204

[30] Para uma visão sobre redes sociais e/ou suas ferramentas metodológicas veja FERREIRA, Gonçalo Costa. Redes sociais de informação: uma história e um estudo de caso. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 16, n. 3, set. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

99362011000300013&lng=pt&nrm=iso>, que apresenta um panorama histórico dos conceitos de redes e redes sociais, descrevendo sinteticamente o método de Análise de Redes Sociais (ARS).

[31] MARTELETO, Regina Maria. Análise de redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, p. 71-81, jan./abr. 2001. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/226/201>.

[32] POBLACIÓN, Dinah Aguiar; MUGNANI, Rogério; RAMOS, Lúcia Maria S. Costa (Org). Redes sociais e colaborativas em Informação Científica. São Paulo: Angellara, 2009, p.

[33] Para quem? Para os usuários; Por que? Para facilitar a busca e recuperação e o acesso, para facilitar a navegação; O que? A informação/conhecimento; Como? Através de regras, métodos e softwares, com base em teorias; Quando? Sempre que se quiser socializar o conhecimento/informação; Onde? Em ambientes virtuais; Quem? Profissional da Informação. (MIRANDA, Marcos Luiz Cavalcante. A organização do conhecimento e as redes sociais. In POBLACIÓN, Dinah Aguiar; MUGNANI, Rogério; RAMOS, Lúcia Maria S. Costa (Org). Redes sociais e colaborativas em Informação Científica. São Paulo: Angellara, 2009, p. 57-92

[34] BARRETO, Aldo. Ciência, Tecnologia e Inovação; in Aldobarreto's Blog, postado em 11 de julho de 2010, disponível em  http://aldobarreto.wordpress.com/2010/07/11/ciencia-tecnologia-e-inovacao/, acessado em 18/09/2010

 

[35] SOTERO, Frederico. As redes sociais são o futuro da Internet? E qual seria o futuro das redes sociais? 2011. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/16465551/Futuro-Da-Internet-e-Redes-Social>

[36] BENGSCH, Danielle. Pesquisadores brasileiros no ResearchGate, in PRINCE, Eloisa. COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA E REDES SOCIAIS. In ALBAGLI, Sarita (Org.). FRONTEIRAS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília-DF: IBICT, 2013, p. 196-216

[37] Disponível em: <http://www.researchgate.net/>

[38] GOMES, Maria João. Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE INFORMÁTICA EDUCATIVA, 7., Leiria, 2005. Anais…. Leiria: Escola Superior de Educação de Leiria, 2005. p. 311-315. Disponível em: <http://stoa.usp.br/cid/files/-1/3104/Blogs-final-nome.pdf>.

[39] GOMES, 2005., obra citada

[40] ALVES, Letícia. Informação e os sistemas de comunicação científica na Ciência da informação. DataGramaZero: revista de informação, v. 12, n. 3, jun. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun11/Art_04.htm>.

[41] MARQUES, Fabrício. Curtir e compartilhar. Pesquisa FAPESP, n. 195, maio 2012. Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/05/Pesquisa_195-15.pdf>

[42] Disponível em: <http://technorati.com/>.

[43] Disponível em: <http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/07/a-ascensao-dosblogues-de-ciencia>

[44] Visando o debate e o fortalecimento dos blogs sobre ciência, foram realizados os Encontros de Blogs Científicos em Língua Portuguesa (EWCLiPo). A primeira edição ocorreu em dezembro de 2008, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). A cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, foi sede do II EWCLiPO, em 2009, que teve como organizadores a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

[45] BARABÁSI, A. L. et al. Evolution of the social network of scientific collaborations. Physica A 311, 590–614, 2002, citado por SILVA, José Fernando Modesto da, MUGNAINI, Rogério; MUCHERONI, Marcos Luiz. Redes Sociais e Comunicação Científica. In MUCHERONI, M. L. Blog Filosofia, Cibercultura e Noosfera, Disponível em: http://www.marcosmucheroni.pro.br/blog.

[46] Floridi,  L. Information ethics: an environmental approach to the digital divide. Philosophy in the Contemporary World, v. 9, n. 1, p. 39–45, 2002.citado por SILVA, José Fernando Modesto da, MUGNAINI, Rogério; MUCHERONI, Marcos Luiz. Redes Sociais e Comunicação Científica. In MUCHERONI, M. L. Blog Filosofia, Cibercultura e Noosfera, Disponível em: http://www.marcosmucheroni.pro.br/blog. 

 

Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz
em 19-03-2017, às 10h23.

O CENTRO ESPORTIVO VIRTUAL

Lá, no distante (e isolado...) Maranhão, dos anos 1970 (século passado), em que a correspondência pedestre (via ECT) levava pelo menos 15 dias para ir – e outro tanto para voltar -, a São Paulo, por exemplo, e que uma ligação telefônica era feita através de ‘dona’ TELMA – ligava-se e a telefonista, a quem chamávamos de D. Telma, mas na realidade era a sigla de Telecomunicações do Maranhão (depois Telemar, hoje OI), e isso lá no posto para interurbanos localizados nos baixos do Hotel Central, na Praça Benedito Leite - que o hoje Professor Doutor Laércio Elias Pereira idealizou o Centro Esportivo Virtual, ainda numa era pré internet; tinha-se - ligado à Escola de Engenharia da UFMG -, uma ferramenta de comunicação interpares Bitnet – onde atuavam os gatekeepers[1], os ‘sentinelas da tecnologia’, para diferenciar dos membros do ‘colégio invisível’[2], que ocorre principalmente na área das ciências sociais. Só tempos depois se falaria de Internet, e da rede mundial de computadores.  

 Como futuro ex-jornalista – abandonou o curso de comunicação pela educação física – começou com a publicação de um jornal mural – o BOLETEFE – Boletim de Educação Física, Esportes e Lazer, pregado nas paredes do Curso de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão – UFMA -, lá pelo ano de 1980. Crescia, na medida que surgiam noticias, datilografadas, e depois colada ao final da página... Depois, com a mudança do seu editor/redator chefe para a UFMG, lá foi ele, o Boletefe, com o nome de O PEREBA[3]...

Antes, Pereira se dedicara à redação de uma revista dedicada aos Desportos e Lazer – esse o título – órgão oficial da então recém criada Secretaria de Desportos e Lazer do Maranhão – SEDEL (1979) -; Pereira, no Maranhão desde 1974, quando da criação da tal secretaria de estado, participa desde a sua implantação ainda no Plano de Governo de João Castelo, instalado em novembro de 1978, culminando com a criação da secretaria em maio de 1979; passa a assessorar o Secretário, até sua saída em 1989...

Com as dificuldades de comunicação, naquela época, com os centros mais adiantados, e sentindo a necessidade de informações, e sua disseminação, uma de suas bandeiras de vida, afinal seu projeto de vida, participa, em 1980, de um encontro sobre informação desportiva na Colômbia[4].  O segundo encontro deveria ocorrer no Maranhão, no ano de 1982... a grande questão da época: qual a produção científica originada no Maranhão? Que pesquisa? Que experiências poderíamos apontar? Então, ainda no final de 1979, Pereira criou um “decálogo”: dez pontos que deveria abordar, para produção, circulação de informações da/sobre as Ciências do Esporte.

Pouco antes desse encontro na Colômbia, Laércio Elias Pereira e Leopoldo Gil Dulcio Vaz criaram o CEDEFEL-MA - Centro de Estudos e Documentação em Educação Física, Esportes e Lazer:

Para atacar o problema da dispersão da Informação em Ciências do Esporte foi desencadeado um trabalho de indexação de artigos de revistas no início da década de 80 que serviu de base para a implantação de um Centro de Estudos e Documentação em Educação Física, Esportes e Lazer - CEDEFEL. As ações do CEDEFEL estão voltadas para um processo de criação de um modelo de "Centro Referencial" - informação sobre a informação - com o objetivo de recuperar e organizar as informações  básicas em  Educação Física, Esportes e Lazer e efetivar a comunicação entre especialistas.(VAZ, PEREIRA, 1992)[5]

 

Assim, como consta no resumo de sua tese de doutoramento, na Escola de Educação Física da UNICAMP,

Partindo da necessidade de facilitar a disseminação e busca da informação para profissionais, estudantes e pesquisadores da preparação profissional em Educação Física e Esportes, num ambiente em que a quantidade de informação duplica a cada dois anos, buscou-se a alternativa dos recursos da Internet, elegendo para este trabalho um experimento de potencialização de três canais de informação: 1) Sítio W3; 2) Lista de discussão e 3) Gatekeepers (pessoas, vetores de tecnologia). Optou-se pela construção de um centro referencial (informação sobre a informação), a partir de tecnologias Internet utilizadas pelos projetos do Núcleo de Informática Biomédica da Unicamp e, como modelo inicial, a proposta do Hospital Virtual, uma metáfora de um hospital real, para a montagem do Centro Esportivo Virtual - CEV. (PEREIRA, 1998) [6].

 

Hoje, 21 anos após o aparecimento do CEV, para as novas gerações, essa história até pode aparecer engraçada, mas exigiu anos de trabalho e aperfeiçoamento, na medida em que as tecnologias da informação evoluíam. Primeiro o que é (era) informação[7], em especial, em Educação Física e Esportes – Ciências do Esporte; ênfase na sua evolução no Brasil. Quais recursos disponíveis, e com o advento da Internet, quais as possibilidades e como utilizá-los. Como funcionavam, até então, os sistemas de ‘gatekeepers’ e ‘colégios invisíveis’, e qual e como sua utilização na área em questão. Construiu-se, então, uma versão experimental do CEV; e em sua versão atualizada constantemente, na medida da evolução tecnológica, partindo-se da interação dos três canais de informação escolhidos para o trabalho: 1) Sítio W3; 2) Lista de discussão e 3) Gatekeepers. Desta forma ao criar o CEV optou por trabalhar a informação enquanto saber, ao mesmo tempo representacional e performático, cujo ciclo de vida sofre as seguintes metamorfoses: percepção, pensamento, registro, circulação, acesso, decodificação, pensamento, uso (SCHNEIDER, 2013)  [8].

Para esse autor, caberia à Ciência da Informação[9] estudar e gerenciar esse ciclo, minimizando seu potencial entrópico, tecendo a crítica e propondo soluções para os problemas relacionados à qualidade, ao uso, à restrição, à circulação e ao acesso, o que envolve questões de ordem política, econômica, técnica e cognitiva:

Por essa via, chegamos a uma conclusão um tanto surpreendente: a “informação”, em si mesma, não seria o principal objeto da CI, e sim a OS [organização dos saberes] [10], enquanto conjunto de práticas e teorias voltadas à produção, gestão e crítica da “metainformação” [[11]], da informação sobre a informação. (SCHNEIDER, 2013, p.60)[12].

 

 

Schneider (2013) serve-se de Saldanha (2012) [13] para delimitar os campos, entre a CI e os demais, pois:

 

A diferença deste campo, a CI, para os demais, no trato com a informação, está na preocupação com a elaboração de uma “metainformação”. O pedagogo, o historiador, o físico também “transferem” informação e “geram” conhecimento. No entanto, o organizador dos saberes está preocupado em desdobrar as possibilidades de preservação, representação e de transmissão desta “informação” do pedagogo, do historiador, do físico. (SALDANHA, 2012, p. 23-4).

 

Continuamos com Schenider (2013) para caracterizar o ‘organizador de saberes”:

O “organizador dos saberes”, portanto, deve executar suas tarefas não apenas munido de competências técnicas, mas principalmente de erudição crítica – Saldanha (2012) remonta essa erudição à ecdótica [[14]] dos primeiros bibliotecários – e de uma perspectiva humanista. Aqui, a interdisciplinaridade do campo mostra-se absolutamente necessária. E é aqui também que a CI aproxima-se mais intimamente de nosso objeto, dado que a ética, a filosofia política e a epistemologia podem ser concebidas como metainformação, metadiscursos, enquanto discursos – que são um momento do ciclo de vida dos saberes – sobre os discursos (e sobre seus referentes) de natureza moral, política e científica. A CI, então, pode produzir um metadiscurso crítico sobre a história da relação entre esses metadiscursos. Nessa história, a propósito, a informação, a metainformação e a OS – localização, classificação, arquivamento, disponibilização, reprodução, legitimação, hierarquização, eliminação, restauração, combinação, confrontação etc. –, ainda que com outros nomes, têm desempenhado papéis nada desprezíveis.

 

 

O CEV é um “centro referencial de informação em Educação Física, Esportes, Lazer”. Centro referencial – informação sobre a informação!! Baseado na vivencia de Pereira (1998) [15] na área de informação em educação física e esportes, tomando como base os três canais de comunicação, a partir das tecnologias da Internet utilizadas nos projetos do Núcleo de Informática Biomédica da Unicamp (SABBATINI, 1997) [16]:

O envolvimento com a Informação e Documentação Esportiva vinha da criação do Centro de Estudos e Documentação em Educação Física, Esportes e Lazer CEDEFEL, em 1980 no Maranhão, como Prof. Leopo1do Gil Dulcio Vaz, que mais tarde viria a cursar o mestrado em Ciência da Informação na Escola de Biblioteconomia da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais -, que valeu urna apresentação na I Conferencia Latinoamericana de Informação e Documentação Esportiva- Medellín, Colômbia- e uma função na primeira diretoria da Associação Latinoamericana e do Caribe para Documentação e Informação Esportiva (1980). Na segunda metade da década de oitenta, o convite, feito pelo Diretor da recém criada Faculdade de Educação Física da Unicamp, João Batista A. G. Tojal, para submissão ao processo de seleção e depois trabalhar como professor de Handebol na Unicamp - 1986/1990 - trouxe um novo alento para o trabalho, com informação em Educação Física, servindo como ponto catalisador das experiências anteriores. Com promoção da Faculdade de Educação Física e do Núcleo de Informática Biomédica - NIB - da Unicamp, coordenamos o I Simpósio Brasileiro de Informática em Educação Física e Esportes- chancela do CBCE - em 1987, e o segundo como satélite do Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte – CONBRACE - de 1989, em Brasília.

 

A organização da informação em Ciências do Esporte teve seu início em 1947, na Europa. Em 1959 foi criada a "INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR SPORTS DOCUMENTATION" - IASI -, sendo Cuba o primeiro país latino-americano a se filiar (1964), seguindo-se o México, Colômbia, Venezuela e Brasil, em 1981 [17].

O "WORD INDEX OF SPORTPERIODICALS" (IASI, 1984) - surgido da necessidade levantada durante o encontro da "COMISSIOM INFORMATION SOURCES" da IASI, realizada na Holanda em 1979, concluído em 1984 - apresenta 2.196 títulos de periódicos da área das Ciências do Esporte de 54 diferentes países. É organizado combinando-se título do periódico e país de origem, sob uma entrada principal. Neste índice aparecem apenas os títulos das revistas, endereço, periodicidade, país de origem. Há uma relação de unitermos (keywords) utilizados e um índice de assuntos, onde o número de entrada, da IASI, remete às referências[18].

O sistema utilizado pelo Instituto de Ciências del Deporte, da Universidad de Antioquia - Colômbia[19], baseia-se na classificação apresentada pelo "SPORTWISSENCHAFT" (1978)[20].

No Brasil, a organização da informação na área tem seu início com o Centro de Documentação e Informação do ISEFL. De acordo com MEDINA (1980) [21], em 1940 foi criado o Instituto Nacional de Educação Física e em 1964 foi instalado o seu setor de Documentação, Informação e Divulgação, com recursos do Fundo de Fomento do Desporto Nacional. Em 1972 este setor é transformado em Centro de Investigação, Documentação e Informação e, em 1974, recebe nova denominação: Centro de Documentação e Informação, com o objetivo de: a) fornecer apoio documental aos cursos, trabalhos de pesquisa e às ações de formação permanente de docentes; b) editar documentação de caráter científico, técnico e pedagógico no âmbito da Educação Física e Esportes; e c) manter relações de intercâmbio com centros congêneres nacionais e internacionais

Ainda em 1974 é criado, pela Federação Brasileira de Medicina do Esporte, o Centro de Documentação e Informação de Medicina do Esporte - CEDIME -, com sede em Porto Alegre-RS, hoje Centro de Documentação e Informação das Ciências do Esporte. De acordo com SIDERMANN (1980)[22] os objetivos do CEDIME  são:  a) organizar e fomentar a informação e documentação das Ciências do Esporte e influir na pesquisa, ensino e prática profissional; b) coletar, organizar e divulgar bibliografias; c) publicar com regularidade um bibliografia seletiva; e d) editar a Revista de Medicina do Esporte.

O SISTEMA BRASILEIRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DESPORTIVA - SIBRADID -, funcionando junto à Biblioteca da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Minas Gerais - EEF/UFMG - desde 1985 utiliza um sistema de informação bibliográfica denominado de "MINISIS", adotado pela IASI e pelo "SPORT INFORMATION RESOURCE CENTER" - SIRC -, base de dados localizada no Canadá [23]. Há uma tentativa de implantação do programa "MICRO-ISIS" pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT - com a finalidade de padronizar o uso do computador por parte das universidades universitárias [24]. O sistema adotado pelo SIBRADID utiliza terminologia extraída do SportThesaurus do SIRC e permite interagir com seus usuários, fornecendo e recebendo dados, através de uma rede de vinte núcleos regionais e setoriais [25], sendo a base central a EEF/UFMG, interligada ao SIRC/Canadá.

Para atacar o problema da dispersão da informação técnico-científica em Educação Física, Esportes e Lazer foi criado, em 1980, o Centro de Estudos e Documentação em Educação Física, Esportes e Lazer do Maranhão - CEDEFEL-MA-, que reuniu profissionais da Universidade Federal do Maranhão - UFMA; da Escola Técnica Federal do Maranhão - hoje Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, IF-MA; da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA; e da Secretaria de Desportos e Lazer do Maranhão - SEDEL-MA, sob a coordenação dos professores Laércio Elias Pereira e Leopoldo Gil Dulcio Vaz[26]. A formação desse grupo de trabalho deu-se pelo fato de a II CONFERÊNCIA SOBRE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DESPORTIVA NA AMÉRICA LATINA ter sido programada para São Luís-Ma, em 1982. A conferência não foi realizada, mas estudos sobre documentação esportiva foram levados adiante, aparecendo, em 1983, o "ÍNDICE DA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS", seguindo-se o "ÍNDICE DA REVISTA STADIUM" (1986) [27].

A criação de um modelo de Centro Referencial - informação sobre a informação - para facilitar a comunicação entre especialistas e a procura de formas alternativas de editoração, que permitam a apropriação de grandes quantidades de informações pelos centros de menor poder aquisitivo é a proposta do CEDEFEL-MA, criando em 1980 [28].

O desenvolvimento de um sistema gerenciador de banco de dados próprio solucionou uma das principais dificuldades encontradas na indexação de periódicos. A utilização de uma listagem de palavras-chave, acumulada pela Escola de Educação Física da USP e que vem recebendo modificações nos últimos anos, resolveu em parte outra dificuldade, a inexistência de um "thesaurus" em Ciências do Esporte[29]; e iniciar um cotejamento com o "SPORTS THESAURUS" do SIRC para construir/adaptar um "thesaurus” [30] brasileiro em Ciências do Esporte.

Mas Pereira (1996) recua ainda mais, considerando como marco inicial o seu trabalho de editor do jornal Opinião "Informativo Oficial do Centro Acadêmico – CA - Ruy Barbosa", da Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo - USP - na época ainda pertencente a Federação das Escolas Superiores do Estado de São Paulo e que dividia as instalações do Ginásio do Ibirapuera com apresentações de circos e músicos populares, o que fornecia grandes temas de protesto para o vibrante informativo, que chegou a manter o editor alguns dias longe da Escola e da sede do CA, vasculhada pela policia política. O primeiro número ostentava uma época combativa: maio de 1968:

O trabalho continuou sempre entre as publicações e as instituições de preparação e de organização profissional. A coluna "Opinião" do Jornal do CA foi aceita como "Rumorismo" na Revista Esporte e Educarão, "Revista na(sic) Associação dos Professores de Educação Física do Estado de São Paulo" - APEF-SP. 0 Rumorismo duraria ate o ultimo numero dessa Revista (1977), que teve como editor o autor da coluna, apostando na esperança de que o mestrado então recém implantado na Universidade de São Paulo - tema da capa- nunca mais iria deixar desaparecer revistas de Educação Física por falta de artigos (PEREIRA, 1985)[31].

A seção Rumorismo voltaria em outra revista da APEF-SP "Corpo e Movimento", em 1984. No intervalo, houve a tentativa de manter periódicos técnicos de Educação Física no Maranhão - Jornal Desportos e Lazer (10 números) e Revista Desportos & Lazer (9 números), sempre como co-editor anônimo por conta da ação do sindicato dos jornalistas, que exigia registro profissional aos integrantes da redação. Em São Luis do Maranhão, o Rumorismo também chegou a ser uma coluna das paginas de esporte do "Jornal Pequeno". (PEREIRA, 1992, p. 4) [32].

 

Para Laércio Elias Pereira (1992, obra citada) o que mais o motivou a ir para o Maranhão, naquele inicio da década de 1970 foi uma das mais fecundas experiências de televisão educativa do Brasil. Tele-salas de recepção dos programas longe da sede São Luis, e animadas por professores com baixa formação escolar, levados, então, a modernas concepções pedagógicas de terem que discutir o conteúdo das emissões com os alunos, premidos pelas circunstancias. A emissão das aulas era intermitente, prevendo o trabalho com os conteúdos nos intervalos. O contato com a Televisão Educativa do Maranhão - TVE-MA marcaria um fecundo encontro com os professores que estavam no processo de criação do Curso de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão. O Pro£ Dimas (Antonio Maria Zacharias Bezerra de Araujo) [33], responsável pela Educação Física no sistema TVE, e um pioneiro na EF do Estado, fazia parte do grupo de implantação do curso. A televisão era um recurso a ser explorado pela Educação Física. A produção e as aulas eram grandes recursos de informação para os professores:

A participação na criação do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte - CBCE, em 1978, e a integração das diretorias até 1985 também serviram como campo de atuação na informação cientifica na área. A organização de congressos, o acompanhamento da Revista Brasileira de Ciências do Esporte, o Boletim Brasileiro de Ciências do Esporte e o informativo da Diretoria "Pensando Alto" (PAIVA, 1994) [34] exigiram urna imersão importante no universo dessa informação cientifica. Contribuiu, também, a participação nas discussões sobre as publicações da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, e a reativação de secretarias estaduais, como responsável pela secretaria regional da SBPC na Região Norte entre 1984-85. (PEREIRA, 1992) [35].

 

 

 

No âmbito acadêmico, a participação na busca de um adequado suporte de informação para a primeira turma de mestrado da Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo - EEFUSP - na medida em que integrava a Comissão de Pós-Graduação como representante discente - levou a busca de disciplinas (Mídias Alternativas e Cibernética Pedagógica) na Escola de Comunicação e Artes - ECAUSP, onde se deu o inicio do contato com as "mídias alternativas" (que mais tarde, com o aumento da capacidade de processamento dos computadores, permitindo a maior interatividade entre as pessoas e as maquinas, passariam a ser chamadas de "mídias interativas"):

Nas disciplinas da ECA, foram iniciados, também, os contatos com o que passou a ser chamado de "mídias interativas". Durante o doutorado em comunicação - 1985, não concluído - apresentamos, com o professor Gabriel Munhoz Palafox - que tinha vindo do México para estagiar no Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS) e, na época, cursando o mestrado em Educação, trazendo na bagagem um moderno computador de 8 bits - a proposta de um calendário esportivo em videotexto, que não encontrou patrocinador, mas serviu para um bom treinamento na iniciação com a informática e as perspectivas do uso do computador na comunicação, já que o videotexto foi um precursor da WWW. Com Gabriel Palafox, foi iniciada urna serie de cursos de "Informática em Educação Física e Esportes” (PEREIRA, L. E., PALAFOX,G.M.,1985)[36] Gabriel abordava a parte referente a Informática e nos tratávamos da informação - a "telemática", como passou a ser chamado o avanço marcado pela união da informática com os meios de comunicação. Estávamos envolvidos pelo entusiasmo do recém contato com o Prof. Fredric Litto, então chefe do Departamento de Radio e Televisão da ECAIUSP, e que viria a criar e dirigir a Escola do Futuro e a Associação Brasileira de Educação a Distância. Também teve influencia nesse trabalho a nossa passagem funcional pelo Ministério da Educa;;ao – MEC (1985-86), na Comissão Ministerial criada para elaborar propostas para a utilização do satélite Brasilsat I pela Educação, alem da responsabilidade de coordenar, pelo lado do Ministério da Educação e Cultura, o projeto de implantação do Sistema Brasileiro de Informação e Documentação Esportiva. (PEREIRA, 1992) [37].

 

 

Na UFMG, um dos pólos pioneiros da implantação de redes eletrônicas no Brasil, inicia-se a utilização da Bitnet, em 1991, intensificando os contatos com o Núcleo de Informática Biomédica- NIB/Unicamp e a Escola do Futuro- USP:

Com a aposentadoria em 1994, volto para Campinas e integro-me ao recém criado Laborat6rio de Estudos Avançados em Jornalismo- LABJOR em urna serie de projetos de Jornalismo Esportivo, juntamente com o Prof. João Tojal. Estava formado o tripé - Escola do Futuro, Núcleo de Informática Biomédica e Laborat6rio de Jornalismo - que daria sustentação a uma proposta de trabalho no doutoramento em Educação Física na Unicamp: "A Criação de um repertório de Informação para a Formação e Atualização Profissional em Educação Física- uma base de dados em CDROM', sob a orientação do Prof. João Tojal, culminando urna proposta que vinha sendo trabalhada desde o "I Simpósio Brasileiro de Informática em EF&Esportes ", em 1987. Como suporte técnico fundamental no tripé citado, e preciso registrar que o Núcleo de Informática Biomédica já oferecia, desde 1986, um curso de verão para professores universitários da área de saúde - quase que exclusivamente para medicina – que estivessem interessados em implantar a disciplina Informática em Saúde nos cursos das instituições de ensino superior. Como o curso era caro, nunca tinha havido a oportunidade de financiamento de urna atividade do gênero para a Educação Física. Tampouco tínhamos profissionais, em número suficiente, para montar a infra estrutura de um curso especifico.

Em 1996, recebemos convite para participarmos desse curso, como parte das atividades do doutorado. Durante o curso, nas discussões que se seguiram a exposição do Prof. Renato Sabbatini sobre o Hospital Virtual, que ele havia criado no NIB, surgiu a idéia: "por que não um Centro Esportivo Virtual na Internet, em vez do trabalho documental e restritivo da criação do CD ROM?". (PEREIRA, 1992) [38].

 

Estava lançada urna proposta e iniciados os trabalhos que culminaram, com o apoio do Instituto Nacional do Desenvolvimento dos Desportos- INDESP, na implantação da fase experimental do Centro Esportivo Virtual, trabalho de preparação iniciado em março e foi para o ar com domínio próprio em agosto de 1996.

Como na sua concepção original o Centro Esportivo Virtual - CEV1 – tinha uma característica mais de uma base de informação documental (teses, revistas, endereços de instituições e  ligações para outras páginas; então voltou-se a atenção para o lançamento de páginas experimentais, que tinham a função de testar tecnologia e atacar setores específicos de usuários, em busca de mobilização.

 

CENTRO ESPORTIVO VIRTUAL, HOJE

A maior comunidade acadêmica e de pesquisa em Educação Física, Esportes e Lazer da Internet:

Comunidades é o ponto de encontro para troca de informações sobre conceitos, livros, congressos e artigos entre pesquisadores, professores e estudantes da área de Educação Física, Esportes e Lazer[39];

Comunidade

Participantes

ABENEFS - Associação Brasileira de Ensino da Educação Física para a Saúde

220

Agita (Programa)

115

Anatomia em Educação Física

935

ANPPEF - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação Física

331

APEF - Associações de Profissionais em Educação Física

175

Aprendizagem Motora

561

Artes

124

Atividade Física no Programa Saúde na Família

559

Atividade Motora Adaptada

319

Atletismo

436

Avaliação em Educação Física e Esporte

538

Badminton

105

Basquete

329

Biblioteconomia

91

Biomecânica

385

Bioquímica do Exercício

377

Capoeira

290

CBCE - Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte

414

CEVCafé

229

Ciclismo

186

Copa 2014

512

Corfebol: Esporte Coletivo Misto

71

Corpo e Educação Indígena

51

Corporeidade - Estudos Transdisciplinares

313

Criança

322

Dança

450

Dança e Educação Física: Diálogos

216

Desportos Aquáticos

291

Dirigentes de IES em Educação Física e Esporte

134

Dopagem na Atividade Física e Esportes

186

EAD - Educação a Distância

74

Economia

40

Editores de Publicações Científicas

209

Educação

283

Educação Física e Circo

159

Educação Física e Esporte

1152

Educação Física e Esporte do Trabalhador

72

Educação Física em Alagoas

129

Educação Física em Goiás

69

Educação Física em Minas Gerais

225

Educação Física em Pernambuco

75

Educação Física em Rondônia

65

Educação Física em Roraima

98

Educação Física em Santa Catarina

75

Educação Física em São Paulo

208

Educação Física em Sergipe

54

Educação Física Escolar

818

Educação Física Militar

142

Educação Física na Bahia

187

Educação Física na Paraíba

35

Educação Física no Acre

22

Educação Física no Amapá

62

Educação Física no Amazonas

185

Educação Física no Ceará

127

Educação Física no Distrito Federal

1244

Educação Física no Espírito Santo

47

Educação Física no Maranhão

166

Educação Física no Mato Grosso

65

Educação Física no Mato Grosso do Sul

70

Educação Física no Pará

75

Educação Física no Paraná

94

Educação Física no Piauí

35

Educação Física no Rio de Janeiro

148

Educação Física no Rio Grande do Norte

105

Educação Física no Rio Grande do Sul

116

Educación Física en Latinoamerica

2

EF - UEM - Universidade Estadual de Maringá

10

Esporte Escolar

459

Esporte para Todos

155

Esporte Universitário

175

Esportes de Aventura

273

Esportes Diferenciados

112

Esportes Náuticos

32

Esportes Paralímpicos

54

Estudos Olímpicos

222

Ética e Moral no Esporte

218

FEF - Unicamp

31

FIEP - Federação Internacional de Educação Física

46

Filosofia do Esporte

99

Fisiologia do Exercício

704

Fisioterapia Esportiva

177

Fitness e Qualidade de Vida

420

Futebol

797

Futsal

400

Gênero e Esporte

148

Genética e Atividade Física

153

Gestão Desportiva

536

Ginástica

191

Ginástica Laboral

224

Handebol

310

História da Educação Física e dos Esportes

459

Idoso

308

Instalações Esportivas

84

Jiu-Jitsu

184

Judô

179

Karate

98

Legislação Desportiva - CEVLeis

863

Lusofonia

53

Marketing Esportivo

517

Mídia e Esportes

254

Musculação

824

Nutrição em Educação Física e Esportes

481

Oftalmologia Esportiva

29

ONGs e Esporte

128

Panathlon

58

Pedagogia do Esporte

326

Políticas Públicas

190

Professores Universitários em EF

191

Psicologia do Esporte

305

Rádio CEV

38

Recreação e Lazer

483

Rio 2016

287

Rugby

56

SBAFS - Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde

36

Sociologia do Esporte

263

Surfe

61

Tecnologia no Esporte

320

Tênis

72

Tênis de Mesa

71

Treinamento Desportivo

548

Triathlon

80

Volei

344

Wushu

60

Xadrez

106

 

 

Quem é Quem Procurando alguém? Aqui você encontra uma extensa lista de nomes dos atores da Educação Física, Esportes e Lazer. http://cev.org.br/qq  

[1]“a person whose  job is to open and close a gate and to prevent people intering without permission; someone who has the power to decide who gets particular resources and opportunities, and who does not” http://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles/gatekeeper#translations O termo surgiu em 1947, no campo da psicologia, criado pelo psicólogo Kurt Lewin. Foi aplicada ao jornalismo em 1950 por David Manning White. Essa teoria surgiu nos anos 50, nos Estados Unidos, como forma de deferência ao jornalismo e ao seu poder. Acredita que o processo de produção da informação é um processo de escolhas, no qual o fluxo de notícias tem que passar por diversos "gates" (portões) até a sua publicação. Entende que há intencionalidade no jornalismo e que o processo é arbitrário e subjetivo. A teoria esbarra em alguns limites: (1) A análise da notícia apenas a partir de quem a produz; (2) Esquece que as normas profissionais interferem no processo; (3) Desconsidera a estrutura burocrática e a organização. http://teoriadojornalismouniube.blogspot.com.br/2010/11/teoria-do-gatekeeper.html. A diferença básica entre este e aquele tempo é, entretanto, a dimensão que essas escolhas tomaram. Com a popularização do uso da internet, em âmbito mundial, muito tem se discutido sobre o trâmite de informações nas novas redes de relacionamento, sites de pesquisa e empresas que veiculam conteúdo online. https://pt.wikipedia.org/wiki/Gatekeeping .

[2] A expressão Colégio Invisível, ou muitas vezes encontrada no plural como, Colégios Invisíveis, foi criada por Robert Boyle (1627-1691) define um grupo de pesquisadores que trabalham juntos, mas não estão fisicamente próximos, não trabalham na mesma instituição, podem ter nacionalidade diferentes e falar língua diversas. O que os une é o objeto da pesquisa. Hoje pode-se também usar a expressão Colégios Virtuais. https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_invis%C3%ADvel

[3] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; PEREIRA, Laércio Elias. A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Tema-livre apresentado Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 45, Recife-Pe, julho de 1993; Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, 8, Belém-Pa, setembro de 1993;

[4] 1ª CONFERÊNCIA SOBRE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO ESPORTIVA NA AMÉRICA LATINA, realizada em Medellin, no ano de 1980. COMITÊ  DE  INFORMACION Y DOCUMENTACION DEPORTIVA DE  LATINO AMÉRICA. Declaracion de Medellin sobre informacion y documentacion deportiva en latinoamerica. Educacion Fisica y Deporte, Medellin, v. 2, n. 2 : 39-43, maio  1980.

[5] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; PEREIRA, Laércio Elias. ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DO ESPORTE: A EXPERIÊNCIA DO CEDEFEL-MA. Tema livre apresentado no XVIII Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, São Caetano do Sul, outubro  de 1992.

[6] PEREIRA, Laércio Elias. Centro esportivo virtual: um recurso de informação em educação física e esportes na internet. Tese de Doutorado em Educação Física: Campinas: UNICAMP, Orientador: João Batista Andreotti Gomes Tojal, disponível em http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000215735 , acessado em 13/02/2017

[7] Informação é a resultante do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema (humano, animal ou máquina) que a recebe. Le Coadic, pesquisador da área da Ciência da Informação, destaca que o valor da informação varia conforme o indivíduo, as necessidades e o contexto em que é produzida e compartilhada. (LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Brasília: Briquet de Lemos 1996). Uma informação pode ser altamente relevante para um indivíduo e a mesma informação pode não ter significado nenhum para outro indivíduo. Informação enquanto conceito carrega uma diversidade de significados, do uso quotidiano ao técnico. Genericamente, o conceito de informação está intimamente ligado às noções de restrições, comunicação, controle, dados, forma, instrução, conhecimento, estimulo, padrão, percepção e representação de conhecimento. https://pt.wikipedia.org/wiki/Informa%C3%A7%C3%A3o

[8] SCHNEIDER, Marcos. ÉTICA, POLÍTICA E EPISTEMOLOGIA: INTERFACES DA INFORMAÇÃO. In ALBAGLI, Sarita (Org.). FRONTEIRAS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO.Brasília-DF: IBICT, 2013, p. 57-77.

[9] A Ciência da informação é um campo interdisciplinar principalmente preocupado com a análise, coleta, classificação, manipulação, armazenamento, recuperação e disseminação da informação. Ou seja, esta ciência estuda a informação desde a sua gênese até o processo de transformação de dados em conhecimento. Alguns profissionais afirmam que a Ciência da Informação pode ser dividida em seis correntes teóricas[2]. Elas são: (1) Estudos de natureza matemática (incluindo a recuperação da informação e a bibliometria); (2) Teoria sistêmica (origem em princípios da biologia); (3) Teoria crítica (fundamentam-se principalmente nas humanidades – particularmente na filosofia e na história); (4) Teorias de classificação e representação; (5) Estudos em produção e comunicação científica; (6)Estudos de usuários (seu objetivo era o de mapear características de determinada população para planejar as informações mais adequadas a serem oferecidas com fins de educação e socialização). https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_informa%C3%A7%C3%A3o

[10] OS - organização dos saberes

[11] Metadados ou Metainformação, são dados sobre outros dados. Um item de um metadado pode dizer do que se trata aquele dado, geralmente uma informação inteligível por um computador. Os metadados facilitam o entendimento dos relacionamentos e a utilidade das informações dos dados. https://pt.wikipedia.org/wiki/Metadados

[12] SCHNEIDER, Marcos, 2013, p. 57-77, obra citada.

[13] SALDANHA, Gustavo Silva. 2012, citado por SCHNEIDER, Marcos. 2013, p. 57-77, obra citada.

[14] Ciência que busca, por meio de minuciosas regras de hermenêutica e exegese, restituir a forma mais próxima do que seria a redação inicial de um texto, a fim de que se estabeleça a sua edição definitiva; crítica textual.

[15] PEREIRA, Laércio Elias, 1998, obra citada

[16] SABBATINI, Renato. A horae a vez da Internet. Intermedic. Campinas: Nucleo de Informatica Biomedica da Unicamp. V.1 n.l. jul/ago 1997.

SABBATINI, Renato. WebWacker. Intermedic. v.1, n. 1. P.l9, 1997.

SABBATINI, Renato. Brasil: aplicaciones de Internet en Salud. In OLIVERI, N. (Org) Internet, Te1ematica y Salud. Mexico: Editorial Medica Panamericana, 1997, p.441-442

[17] MARQUES, Maria  Lícia  Bastos.  Situação atual da informação desportiva na América  Latina. REVISTA BRASILEIRA DE  CIÊNCIAS DO ESPORTE, Campinas, v. 11, n. 2 : 123, jan. 1990. 

[18] INTERNATIONAL ASSOCIATION  FOR  SPORTS  INFORMATION.  WORLD INDEX OF SPORTSPERIODICALS. Holanda: IASI, 1984.

[19] GARCIA ZAPATA & OUTROS. Bibliografia deportiva . Medellin : Universidad de Antioquia, 1979.

[20] BUNDSINSTITUT FUR SPORTWISSENCHAFT KLN.  Literatur der Sportwissenchaft. SPORTDOKUMENTATION 1/78.

[21] MEDINA, Paulo.  O Centro de Documentação e Informação do ISEFL. CONFERÊNCIA SOBRE DOCUMENTACION I INFORMACION DEPORTIVA EN LATINOAMERICA, I, Medellin, 1980. ANAIS... Medellin : Convenio Colombo-Aleman de Educacion Fisica, Deporte y Recreacion, 1980, p. 135-153.

[22] SINDERMAN, Renate. Documentacion y informacion del deport en el Brasil. CONFERÊNCIA SOBRE DOCUMENTACION E INFORMACION DEPORTIVA EN LATINOAMERICA, I, Medellin, 1980. ANAIS... Medellin: Convenio Colombo-Aleman de Educacion Fisica, Deporte y Recreacion, 1988, p. 135-153.

[23] UNIVERSIDADE  FEDERAL  DE  MINAS  GERAIS.  Introdução ao sistema  MINISIS. Belo Horizonte : EEF/UFMG, 1989 (mimeog).

[24] GASPAR, Anaiza Caminha. Biblioteca. CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, São Luís: UFMA/Associação dos Arquivistas Brasileiros, 1989.  (anotações de aula).(mimeog).

[25] MARQUES, Maria  Lícia  Bastos.  Situação atual da informação desportiva na América  Latina. REVISTA BRASILEIRA DE  CIÊNCIAS DO ESPORTE, Campinas, v. 11, n. 2 : 123, jan. 1990. 

[26] PEREIRA, Laércio Elias.  INDICE DA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS. Brasília: SEED/MEC, 1983.

PEREIRA, Laércio Elias; VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; e Outros. Organização da Informação em Ciências do Esporte veiculada em periódicos de língua portuguesa. ENCONTRO DE PESQUISADORES DO MARANHÃO, I, São Luís, 1990. ANAIS... São Luís: UFMA, 1990.

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio & PEREIRA, Laércio Elias. ÍNDICE DA REVISTA STADIUM.  São Luís: SEDEL, 1984 (edição em microficha).

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio & PEREIRA, Laércio Elias. Índice da Revista Brasileira de Ciências do Esporte. REVISTA BRASLEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, Campinas, v. 10, n. 1: 33-45, set. 1988.

[27] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio & PEREIRA, Laércio Elias. Coleta de bibliografia para processamento por computador. ENCONTRO DE PESQUISADORES DA UEMA, I, São Luís, 1986. ANAIS... São Luís, 1986.

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio & PEREIRA, Laércio Elias. ÍNDICE DA REVISTA STADIUM.  São Luís: SEDEL, 1984 (edição em microficha).

[28] PEREIRA, Laércio  Elias; VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; Organização da Informação em Ciências do Esporte veiculada em periódicos de língua portuguesa. ENCONTRO DE PESQUISADORES DO MARANHÃO, I, São Luís, 1990. ANAIS... São Luís: UFMA, 1990.

[29] DORIA, Irene Meneses.  Sugestões para uma classificação decimal de Educação  Física  e Esportes. (IN) CONGRESSO PAULISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, I, São Paulo, 1940. ANAIS... São Paulo, 1942, p. 243-246 (citada por SILVA, Maria Stela Vercesi, op. cit.).

SILVA, Maria Stela Vercesi.  Adaptação da  classificação decimal de Dewey para Educação Física. REVISTA PAULISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, São Paulo, v. 3, n. 4: 43-46, jun. 1989.

VAZ, Leopoldo Gil Dulcio & PEREIRA, Laércio  Elias  &  Outros.  Indexação: em busca da construção de um thesaurus em Ciências do Esporte. ENCONTRO DE PESQUISADORES DO MARANHÃO, I, São Luís, 1990. ANAIS... São Luís, 1990.

GOMES, Hagar Espanha (Coord.).  MANUAL DE ELABORAÇÃO DE TESAUROS MONOLINGUES. Brasília: Programa Nacional de Bibliotecas de Instituições de Nível Superior, 1990.

[30] GOMES, Hagar Espanha  (Coord, 1990, obra citada.

[31] PEREIRA, L.E., MUNOZ PALAFOX, G. Curso Paralelo: Informática e Educação Física e Esportes. IN: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIAS DO ESPORTE, 4, 1985, Poços de Caldas: Escola Superior de Educação Física de Muzambinho, p.8.

[32] PEREIRA, Laércio Elias, 1992, obra citada, p. 4

[33] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio; ARAÚJO, Denise Martins. QUERIDO PROFESSOR DIMAS (Antonio Maria Bezerra de Araujo) e a educação física maranhense: uma biografia (autorizada). São Luis: EPP, 2014.

[34] PAIVA, Fernanda. Ciência e poder simbólico no CBCE. Vitória: CEFD-UFES, 1994

[35] PEREIRA, Laércio Elias, 1992, obra citada

[36] PEREIRA, L. E., MUNOZ PALAFOX, G, 1985, obra citada

[37] PEREIRA, Laércio Elias, 1992, obra citada

[38] PEREIRA, Laércio Elias, 1992, obra citada

[39] Posição em 13 de fevereiro de 2017, 18:30 horas

 

Por Leopoldo Gil Dulcio Vaz
em 19-03-2017, às 10h34.

Sabemos que, das postagens, que todos recebem, menos de 1% se manifesta... seja respondendo, discordando ou concordando, ou acrescentando algo mais à discussão... ou pouco mais de 99% restantes, apenas lê, e quando lê o que se postou... o FB não comporta longos artigos, apenas a sua publicação em blog permite e mesmo assim se perge alguma coisa... em especial graficos e figuras... mas pdem remeter ao endereço - informação sobre a informação - o que o CEV se pretende...

Assim, sugestão de transformar as 'comunidades' - que virou sinonimo de 'favela', - ainda prefiro o 'colégio invisível' e os 'gatekeppers', e agora os 'ORGANIZADORES DO SABER"

Em que nos transformamos?

 

Ficam, ainda, duas pendencias: para onde vai a BIBLIOTECA????? e seu acervo? e seus livros e postagens on-line?????

Outra: O QUE ACONRTECE, com os congressos, simposios, os encontros, não só o calendário e o alerta dos eventos, mas, depois, o registro do que foi, com o que foi publicado e apresentado? a responsabilidade caberia a quem, de unir - organizar o saber???

O acervo dos congressos, fica onde?

Como acessar?

O que mantemos no CEV?

 

lEOPOLDO

Por Yuri Lopes Motoyama
em 19-03-2017, às 13h35.

Acredito que isso pode ao mesmo tempo aumentar o número de interações (e até adesões) dos profissionais nas comunidades como também pode deixar a propria página do CEV sem atividade nenhuma. Eu pensei nisso pois sempre participei de páginas criadas para comunidades sobre games, informática e tecnologia. Depois que algumas criaram suas fãnpages no facebook acabaram inativando as páginas originais. Mas eu sempre acho que o facebook pode ser melhor aproveitado, e utilizaro CEV lá poderia ser uma boa!

Por Laercio Elias Pereira
em 19-03-2017, às 18h51.

Opa,  Leopoldo, Yuri, Cevnautas,

Obrigado por manterem essa conversa crucial para o futuro do CEV acesa aqui.

Leopoldo, como contei lá no FB, eu defendo o bicho transmissor - como o epidemiologia nossa amigo Ptos Othon dizia nos seus estudos na Baixada Maranhense.

1. Comunidade é uma das áreas do CEV. Estamos agora tentando dar mais atividade/visibilidade pra ela com o FB.

2. A área de eventos continua a mesma, apenas com desenho diferente no Novo CEV.

3, A Biblioteca continua de vento em popa, hoje com os seguinte números:

53.582 obras cadastradas 26.212  Artigos (em Periódicos) 8.752  Artigos (em Congressos) 8.136  Teses 5.241  Livros 3.299  Periódicos 1.001  Capitulo de Livros 403  Artigos 262  Vídeos 164  Vídeos (em Congressos) 110  Leis   Yuri, precisamos mesmo de sintonia fina nesse momento de aproximação/interação com o FB. O que Vc recomenda?   Como o Leopoldo disse, o FB não comporta artigos longos. Mandei lá no FB uma nota com a URL da postagem que o Leopoldo fez na Comunidade EF no Maranhão com a história do CEV.   Aos princípios nosteadores do nosso trabalho dos 40.017 cevnautas cadastrados (cada um fez o seu cadastro/quem-é-quem):   O CEV é uma reunião de pessoas fazendo um curso de um mês, um anos, ou os 21 anos como muitos amigos.   Como é uma reunião de pessoas o trabalho  e c-laboração é feito baseado em princípios. Entre eles um protagonista é a solidariedade.   A partir das pessoas (vetores de tecnologia, como dizem na árrea de ciência da informação em que o Leopoldo tem mestrado) procuramos nos aproximar dos Colégios Invisíveis de cada área ou nicho de conhecimento e pesquisa.   No novo CEV vamos apresentar a produção de cada cevnauta que está indexada na biblioteca. As palavras-chave (tags) mais usadas e, especialmente, os componentes do seu colégio invisível, por classificação, na colaboração. Nas co-autorias, bancas das teses, orientações... Assim, os primeiros da lista serão os mais importantes no colégio invisível dos autores.   Ixi! Escrevi demais. Espero ter provocado dúvidas pra darmos continudade a essa conversa.   Laércio        

 

Por Yuri Lopes Motoyama
em 20-03-2017, às 10h46.

Bom dia pessoal!

O facebook atualmente tem espaço para 63 mil caracteres, até conseguiríamos colocar postagens com artigos longos por lá. Mas particularmente, eu acho muito ruim para ler pois o facebook é muito poluído e tem um layout feito para você perder a atenção logo e partir para outras "fococas" que aparecem na sua timeline. Acho que migrar as comunidades por lá é uma boa pensando no número de pessoas (principalmente jovens) que poderíamos atingir. Um ponto que eu pensei que poderia unificar as comunidades do facebook com as comunidades aqui no CEV seria o sistema de comentários. Eu não manjo muito disso, mas por um tempo eu criei um sistema de comentários no meu blog que era sincronizado com o facebook. Eu acabei desistindo por dar muito erro, porém eu acredito que atualmente isso esteja resolvido. Mas imagina se uma postagem aqui do CEV (hospedada aqui), fosse divulgada no facebook e os comentários de lá ficassem aqui (nessa parte que estou escrevendo) e ao mesmo tempo lá nos grupos. Se tiver algum programador aí ajudando vocês eu acho que isso até seria possível. É uma ideia...

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