Muitas vezes as escolas de ensino fundamental e médio participam de competições escolares. Como seria uma boa forma de se trabalhar o treinamento dos alunos da escola para uma competição para que obtenham bons resultados e continuem com uma perpesctiva escolar e não com uma perpesctiva totalmente competitiva e esportiva?

Comentários

Por Leonardo Henrique Gomes da Fonseca
em 31 de Maio de 2016 às 23:33.

Uma boa forma de fazer com que os alunos obtenham bons resultados tanto no esporte quanto nos estudos é incentivado os mesmos a estudarem e cobrar sempre os boletins escolares. Além disso, é preciso que se mostre para os atletas que, mesmo que seu futuro profissional seja no ramo dos esportes, o estudo e a educação são extremamente necessários para a formação desses alunos como cidadãos

Por Roberto Affonso Pimentel
em 1 de Junho de 2016 às 08:43.

Roberto A. Pimentel

Olá Samuel, Leonardo e a todos os colegas,, estudantes ou não, de Viçosa, Ouro Preto e adjacências.

A qualquer tempo poderão se ilustrar com muitas experiências de "quem fez" - não ouviu falar - e passou a se embrenhar em estudos, pesquisas por conta própria, sem a mais mínima preocupação de valorizar-se, mas tão somente para melhor indicar caminhos aos novos professores.

Já disse, e respeitadas personalidades da Educação atestam, a formação de professores no Brasil é deficientíssima. Basta acompanhar o noticiário. Dessa forma, torna-se evidente que qualquer avaliação de um acadêmico fica prejudicada. Percebi isto quando cursei a antiga ENEFD (atual UFRJ) no século passado. Se me limitasse ao que ali "foi ensinado" (sic), já teria morrido de fome, ou estaria enganando muitos pais e crianças fingindo que sei o suficiente para Educar.  

Peço permissão para apor aqui neste CEV um dos meus artigos sobre o tema. Àqueles que estiverem realmente interessados, estarei disposto a compartilhar experiências e oferecer coorientação, afirmando que em assim sendo, gratifico-me mais do que repasso para vocês.

Entre muitas postagens - 560 - todas se referem à CULTURA, EDUCAÇÃO & ESPORTE, LAZER. Sendo a predominância em aspectos metodológicos, pedagógicos, didáticos, praxia, neurociência. Sirvo-me de minhas experiências de vida para alinhavar parâmetros de condução a propor especialmente à criança.  

Por exemplo, vejam uma dessas postagens a seguir:  

Como Melhorar a Educação no Brasil? (http://www.procrie.com.br/2015/11/13/como-melhorar-a-educacao-no-brasil-26378)

 

LEGADO OLÍMPICO – Parte VII

Em Educação nada é tão eficaz quanto, mais do que apenas repetir palavras, ensinar a pensar, a juntar ideias, a construir conceitos. Enfim, a sermos CRIATIVOS.

Empreendedorismo e Inovação

Enquanto alguns países revisam currículos escolares a cada dez anos o Brasil não tem nenhum. Não se tem um consenso sobre o que o aluno deve aprender a cada ano em cada disciplina, notadamente em Educação Física e Esporte. Melhor diria: “Sabemos todos o que fazer, mas o problema é como fazer”. E aqui nossas vivências criativas afloram em um cenário estéril de ideias.

Ponte ente neurocientistas e professores

A partir de impulsos intuitivos, construímos agora uma ponte entre a novel neurociência e a escola, revolvendo o ensino reinante e desbravando para uma fantástica aventura pedagógica jamais ousada: a quadra esportiva. A efetivação desse elo emprestará significação a um Centro de Referência em Iniciação Esportiva – inicialmente um protótipo –, suficientemente abrangente para compartilhar e referendar pesquisas de campo na formação profissional continuada de docentes e acadêmicos. Uma ilha de práticas criativas à disposição de pesquisadores e agentes educacionais interessados.

Didatismo – Séc. XXI

Formulamos um projeto educacional moderno e audacioso para nossos padrões alinhado com os principais centros mundiais – Finlândia, Coreia do Sul, EUA – de caráter interdisciplinar simples, inclusivo e objetivo, a ser conquistado a partir do ensino fundamental, e em seguida, médio. Raízes bioquímicas das emoções e mecanismos da memória já podem se tornar matéria para crianças. Didática e neurociência oferecem diariamente novos saberes fascinantes, o que implica constante e efetivo compartilhamento com agentes educacionais na construção conjunta de um currículo nacional.

Restam duas questões:

  • Como profissionais de educação darão conta dessa transição?
  • Como incentivar o aluno a ter ideias, a expô-las e a se conectar com outros de maneira que façam com que a ideia saia do papel?

Clínica investigativa, tatear pedagógico… de caráter interdisciplinar!

Roberto Pimentel , Giba e a História do Voleibol no Brasil. Quando o passado nos remete a grandes saltos para o futuro da Educação.

Trata-se de proposta didática singular e envolvente voltada para a formação esportiva em geral, o chamado esporte de base, com inestimáveis reflexos na formação e vida de milhões de brasileirinhos. A continuar, verão que as crianças aprenderão muito mais do que esporte, mas a se autorregular para a vida adulta.

Niterói, novembro/2015

Roberto A. Pimentel

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TEMAS ATUAIS PARA LEITURA

 I – Caminho para a Excelência

Entrevista com César Camacho; revista Veja, 28/out./2015

Um dos responsáveis por fazer do Impa um centro de relevo mundial na matemática diz que o mais difícil é escapar do peso do Estado, que emperra a pesquisa de alto nível no Brasil. Uma ilha de excelência corre perigo porque a entropia trabalha para igualá-la ao ambiente mediano que a rodeia.

Destaques…

  • As universidades públicas no Brasil são instituições políticas que se devoram.
  • É louvável providenciar um currículo unificado, mas sem um professor que domine o conteúdo, com capacidade para transmiti-lo, vira peça decorativa.

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 II – Inovar para ser mais feliz

Entrevista com Edmund Phelps; revista Veja, 28/out./2015

Quem tem medo às mudanças?

O economista americano, ganhador do Prêmio Nobel em 2006, diz que o impulso de criatividade está sendo derrotado nas economias modernas pelo veneno do corporativismo. […] “Estarei sempre ao lado dos inovadores, daqueles que estão empenhados em detectar novas oportunidades, criar novos produtos ou processos de trabalho. É impossível superestimar o papel que a inovação e o empreendedorismo têm na prosperidade econômica.”[…]

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III – A Grande Heresia do Simples

Por Cláudio de Moura Carvalho; revista Veja, 28/out./2015

A educação brasileira precisa de um feijão com arroz benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Algumas receitas a serem compartilhadas e que já deram certo, a maior delas, a escola precisa de metas.

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IV – Fies tinha falhas, e cortar programa foi importante, diz Neca Setúbal

Entrevista com Neca Setubal à Folha de São Paulo, 9/11/2015

Gargalos na educação

  • Boa formação de professores, valorização, salário e carreira
  • Gestão e recursos
  • Equidade: enormes desigualdades educacionais

Qual seria a solução mágica?

Não adianta achar que o professor está bem formado quando damos um curso ligeiro, que não tem estágio, acompanhamento de estágio, avaliação, formação continuada dentro da escola. Ter direito à educação de qualidade para todos é o básico.

Espero-os com o mais puro sentido de aprendizagem... e que possamos estender laços de amizade.


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