Engenheiro Civil
Brasil.
Montes Claros-MG.
Sou um Sertanejo, como tal gosto de assuntá, lavar roupa sem molhar e buscar um rumo convergente.
Iniciei a capoeira em julho de 1974, e tudo nela gosto de olhar respeitando os documentos , mas buscando uma visão acolhedora da realidade.
Ao meu ver, sem a inserção da Marana, dos Maranjoabas, dos Tapuias e da Rainha Ginga no contexto antropológico da capoeira, não vejo como ir além de documentários e teses apaixonantes. Como uma arte espirituosa, a capoeira merece uma visão mais espiritualizada, sem contudo afrontar a Ciência
Gostaria de partilhar alguns ensaios, com humildade e respeito a Ciência e aos que Ela se dedicam
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