Skate no Sudoeste da Bahia: Um Estudo Exploratório dos Objetivos, Perfil e Características Associativas dos Skatistas

Por: e Walter Junior.

VIII Congresso Brasileiro de Atividades de Aventura - CBAA

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Resumo

O esporte skate pode ser identificado como um componente da cultura corporal do movimento inserido no contexto da Educação Física contemporânea. O numero de skatistas cresce consideravelmente por todo o Brasil, inclusive no nordeste, e isto motiva o desenvolvimento de novas pesquisas com este população. A Bahia possui poucas associações e pistas publicas disponíveis para prática do skate quando comparado com outros estados da região sudeste e sul. Este trabalhou busca elucidar os objetivos dos praticantes, o perfil geral dos skatistas e suas características para se organizarem enquanto associação. A pesquisa exploratória utilizou um formulário eletrônico contendo perguntas de múltipla escolha e questão dissertativa. A amostra foi estabelecida por conveniência sendo os participantes aqueles que estavam inseridos no grupo de skate criado no Facebook com o propósito de divulgar campeonatos e novos lugares para se andar de skate na Bahia. Todos interessados foram convidados a participar voluntariamente e a qualquer momento poderiam solicitar a retirada do seu nome da pesquisa sem nenhum ônus. Os resultados são apresentados em frequencia absoluta e refletem a participação de 22 skatistas com média de idade 17,7 ± 4,7 anos, de várias cidades do interior da Bahia (Vitória da Conquista 14; Poções 3; Porto Seguro 2; Trancoso 1; e Murucri 1); praticante do esporte há mais de 3 anos. A maioria (18) acredita que começou a andar de skate por influência dos amigos e da família. A minoria (4) acredita que a mídia possa ter influenciado na decisão de andar ou não andar de skate. A maioria prefere praticar o skate por diversão 16, sendo que a minoria prefere praticar por esporte 2, saúde 2 e como profissão 1. A maioria dos skatistas andam com o pé direito na frente 16 e a minoria anda com o pé esquerdo na frente 6. A maioria consegue executar manobras de base trocada 18 e a minoria não consegue 4. Todos acreditam que a organização de uma associação de skatistas pode ser o caminho para implantação de políticas publicas e a construção de novos espaços. A respeito das características associativas dos skatistas, a falta de interesse liderança 7, a falta de interesse 5, falta de compromisso 5 e a falta de tempo 5 dos skatistas pode comprometer a criação de uma associação esportiva atuante que reinvidique políticas e melhorias para o esporte. Pode-se considerar com essa pesquisa que os skatistas baianos andam de skate por diversão. A maioria anda com o pé direito na frente, sabe mandar manobras de base trocada, começaram a andar de skate por influencia dos amigos. Todos acreditam que uma associação de skatista pode ajudar a melhor o cenário do esporte no estado, entretanto alguns problemas podem comprometer o nível de atuação dessa associação. Recomenda-se o desenvolvimento de novos estudos no estado na Bahia e a criação de mais associações e políticas de expansão do esporte skate no estado. 

Endereço: http://cev.org.br/biblioteca/anais-do-viii-congresso-brasileiro-de-atividades-de-aventura-cbaa

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