Aprendizagem Motora

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A Importância do Brincar Para a Aprendizagem Motora



O ser humano, na teoria interacionista, interage com o meio ambiente respondendo aos estímulos externos, analisando, organizando e construindo seu conhecimento a partir do ·erro·, através de um processo contínuo de fazer e refazer (COLL., 1992, p. 164). Essas construções dependem das relações que estabelecem com o ambiente numa dada situação. Podemos empregar o termo construtivismo como sinônimo de interacionismo, uma vez que existe a "construção" do conhecimento considerada a verdadeira aprendizagem.

Comentários

Por Lucas Soares Marcucci Barbosa
em 14-10-2014, às 15h23.

https://www.youtube.com/watch?v=0al1A_UBdWA

Bom vídeo para entender a brincadeira para o desenvolvimento da criança.

Por Erick Pereira da Costa
em 14-10-2014, às 15h24.

 De acordo com Kishimoto (2002) o jogo é considerado uma atividade lúdica que tem valor educacional, a utilização do mesmo no ambiente escolar traz muitas vantagens para o processo de ensino aprendizagem, o jogo é um impulso natural da criança funcionando, como um grande motivador, é através do jogo obtém prazer e realiza um esforço espontâneo e voluntário para atingir o objetivo, o jogo mobiliza esquemas mentais, e estimula o pensamento, a ordenação de tempo e espaço, integra várias dimensões da personalidade, afetiva, social, motora e cognitiva.

 O desenvolvimento da criança e seu consequente aprendizado ocorrem quando participa ativamente, seja discutindo as regras do jogo, propondo soluções para resolvê-los.A intervenção do professor é necessária e conveniente no processo de ensino-aprendizagem, além da interação social, ser indispensável para o desenvolvimento do conhecimento.

Por Allan Gabriel da Silva Nascimento
em 14-10-2014, às 17h46.

Segundo Vygotski, a interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento. Essa é uma relação que o professor de Educação Física procura buscar nas aulas, a interação entre crianças em uma brincadeira éde grande importância para o desenvolvimento principalmente social da criança e Vygostki fala sobre isso em outra de suas citações que diz, "Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial.

Por Patrícia Fayer
em 15-10-2014, às 00h02.

Ao ver a criança brincando, o professor observa seu comportamento e avalia a evolução nos aspectos motor, afetivo, social, cognitivo e não utiliza a brincadeira apenas como diversão ou momentos de prazer. De acordo com Vygotsky (1997), aquilo que uma criança é capaz de fazer com a ajuda de alguém hoje, ela conseguirá fazer sozinha amanhã. Assim sendo, errar seria de importância fundamental para aquisição de habilidades de acordo com as fases do desenvolvimento motor,  Segundo Piaget (1972), o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. De forma geral, as atividades como brincar, jogar, imitar, dançar, criar ritmos e movimentos, ações gerais que fazem parte do cotidiano humano por meio do brinquedo, da dança, dos jogos tradicionais da cultura preencheriam de alguma forma a vida de todos possibilitando às crianças apreenderem um repertório da cultura corporal. Os professores de educação física devem usar as brincadeiras e os jogos como instrumentos a ajudar no desenvolvimento motor. A escola deve oferecer um ambiente físico e social onde a criança sinta-se estimulada e segura para arriscar e vencer desafios, com acompanhamento do professor, oferecendo outros estímulos para seu desenvolvimento futuro.

 

 

 

 

 

Por Hugo Leonardo Barros de Paula
em 03-11-2014, às 14h16.

“A apredizagem motora é uma mudança no estado interno do indivíduo, a qual é inferida de uma melhora, relativamente permanente no desempenho como resultado da prática”.  (MAGILL, 1984). A ludoeducação como meio educacional é a quantidade de objetivos que podem ser alcançados com a aplicação de jogos, um único jogo pode ser um fator de desenvolvimento de diversas áreas. 

Por André Luiz Vieira
em 12-11-2014, às 16h20.

 

O desenvolvimento motor não ocorre de maneira linear; por isso o ambiente tem que ser diversificado e o profissional de Educação Física proporcionar aos alunos meios para a resolução de problemas. Concordo com a Patrícia ao citar que a escola é um lugar onde a criança deve ser estimulada e o professor assuma seu papel com autenticidade.

Por André Luiz Vieira
em 12-11-2014, às 16h20.

 

O desenvolvimento motor não ocorre de maneira linear; por isso o ambiente tem que ser diversificado e o profissional de Educação Física proporcionar aos alunos meios para a resolução de problemas. Concordo com a Patrícia ao citar que a escola é um lugar onde a criança deve ser estimulada e o professor assuma seu papel com autenticidade.

Por Thiago da Costa Barros
em 15-11-2014, às 21h59.

Segundo Kröger e Roth (2002), os desportos coletivos realizados nas nossas escolas devem ser baseados em três pontos de apoio: "jogos situacionais" (construção de jogos de um modo que possa permitir à criança desenvolver elementos táticos, adquirindo uma capacidade geral de jogo e competência tática); "orientados para as habilidades" (ao exercitar diversos elementos comuns a todos os esportes coletivos, acredita-se que a criança irá adquirir uma base para o aprendizado de elementos técnicos específicos de determinados esportes, que poderão ser priorizados em um momento posterior. Entre estes elementos estão o controle dos ângulos, a regulação de aplicação da força, determinação do momento do passe, determinação das linhas de corrida e tempo da bola, oferecer-se, antecipação da direção do passe, antecipação defensiva e a observação dos deslocamentos. E "orientados para as capacidades coordenativas" (o professor deve apresentar aos alunos diferentes estímulos informacionais (variabilidade) de natureza eferente (coordenação motora grossa e coordenação motora fina) e de natureza aferente (óptico, tátil, vestibular, acústico e cinestésico). Além da variabilidade de estímulos, o professor deverá levar em consideração que as atividades deverão ser executadas dentro de certas condições de pressão. São elas: pressão temporal, pressão de precisão, pressão de complexidade, pressão de organização, pressão de variabilidade, pressão de carga, porém precisamos ter o cuidado de não colocarmos todas estas condições de pressão, acima citadas, em uma mesma atividade para um aluno que está na iniciação esportiva.

Por Roberto Affonso Pimentel
em 16-11-2014, às 09h10.

Professores e alunos,

Percebe-se que a "escola de Ouro Preto" e adjacências está se esmerando no aprendizado teórico sobejamente. Concordo com a estratégia pedagógica do Orientador, exista ou não. Todavia, acescentaria algo para o crescimento de todos em qualquer assunto em que venham a atuar ou de  interesse ocasional.

Como o assunto é extenso devo resumir, mas aqueles que se dispuserem a investigar profundamente, ofereço uma pequena porta de entrada: www.procrie.com.br/ Logo na entrada (acima) há uma postagem contendo o sumário dos artigos. Isto deve ajudá-los a realizar suas pesquisas.

Por que lhes ofereço isto? A missão de que me imbui foi exatamente transformar textos TEÓRICOS em PRÁTICAS efetivas, de maneira que a cada momento o docente perceba os avanços em seu aprendizado. Ninguém aprende se não pratica. E, acrescento ainda, Erre e tente de novo. Torne a errar, e levante-se mais uma vez e continue, mas desta vez ... ERRE MELHOR! 

Algo que li me marcou muito nessa caminhada... "Sabemos todos o que fazer. O problema é colocar em prática".

Conclusão: o ensino universitário no Brasil é ineficiente em muitos aspectos. Especialmente nos dias atuais. Releiam com bastante atenção a sentença do prof. português José Pacheco escrita neste CEV há algum tempo: "Temos escolas do séc. XIX, professores do séc XX, e alunos do séc. XXI".  

O que se tem feito para alterar o status quo?

Abraço a todos e coloco-me à disposição para mais conversarmos sobre o assunto: www.procrie.com.br/procrienoprezi/

  

Por Laryssa Fernandes Silva
em 19-11-2014, às 19h32.

Segundo Gallahue (2001), o desenvolvimento motor é uma contínua alteração do comportamento ao longo do ciclo da vida, realizando pela interação entre as necessidades da tarefa, as necessidades biológicas do individuo e as condições do ambiente. É importante oferecer condições para um desenvolvimento motor  contínuo de acordo com as fases. Segundo Piaget (1972), o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. De forma geral, as atividades como brincar, jogar, imitar, dançar, criar ritmos e movimentos, ações gerais que fazem parte do cotidiano humano por meio do brinquedo, da dança, dos jogos tradicionais da cultura preencheriam de alguma forma a vida de todos possibilitando às crianças apreenderem um repertório da cultura corporal.

Por Bárbara Alves Mól Pasqua
em 24-11-2014, às 20h02.

Para a criança, o brincar é uma maneira de liberar energias, já que seu espaço para o lazer nas grandes cidades é cada vez mais restrito. Assim, as brincadeiras e jogos podem ser utilizados como uma ferramenta de extrema importância na educação oferecendo exercícios físicos sadios e intensos, feito alegremente, e quase sempre socialmente explorando as suas possibilidades e de descobrir o mundo onde vive.

Segundo Gallahue (2001), o desenvolvimento motor é uma contínua alteração do comportamento ao longo do ciclo da vida, realizando pela interação entre as necessidades da tarefa, as necessidades biológicas do individuo e as condições do ambiente.

     A Educação Física na escola utiliza jogos e brincadeiras como principal instrumento a auxiliar o desenvolvimento motor, com finalidade de promover um estilo de vida ativo e saudável, propiciando uma boa qualidade de vida. A escola deve oferecer um ambiente físico e social onde a criança sinta-se estimulada e segura para arriscar e vencer desafios, com acompanhamento do professor, oferecendo outros estímulos para seu desenvolvimento futuro.

    “A escola facilita a aprendizagem, estimulando o desenvolvimento da criança através do trabalho em torno de desafios, explorando, criando e desenvolvendo suas habilidades, expandindo seus potenciais.” (CURTISS, 1988).

    Devemos levar em conta os conhecimentos e as habilidades que a criança já possui e avaliar o seu nível de desenvolvimento. Conhecendo os estágios de desenvolvimento de cada fase para que possamos propiciar os estímulos adequados a sua faixa etária.

Por Ivonei da Silva Salazar
em 01-06-2015, às 10h29.

 Para a criança, o brincar é uma maneira de liberar energias, já que seu espaço para o lazer nas grandes cidades é cada vez mais restrito. Assim, as brincadeiras e jogos podem ser utilizados como uma ferramenta de extrema importância na educação oferecendo exercícios físicos sadios e intensos, feito alegremente, e quase sempre socialmente explorando as suas possibilidades e de descobrir o mundo onde vive, aliviando as dificuldades emocionais, sentimentos, conflitos e agressividade, dando força entre outras coisas a auto-estimar e a segurança. Será um fator indisponível para o aprendizado, pois sentirá prazer em estar participando ao mesmo tempo em que estará se desenvolvendo a habilidade motora básicas nas diferentes áreas da educação.   

 

Por Hugo Leonardo Barros de Paula
em 02-06-2015, às 10h21.

Segundo Piaget (1972), o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. De forma geral, as atividades como brincar, jogar, imitar, dançar, criar ritmos e movimentos, ações gerais que fazem parte do cotidiano humano por meio de brinquedo, da dança, dos jogos tradicionais da cultura preencheriam de alguma forma a vida de todos possibilitando às crianças aprenderem um repertório da cultura corporal.    

Por Jeffrey Gerard Fernandes
em 19-01-2016, às 14h00.

Brincar é uma importante forma de comunicação, é por meio deste ato que a criança pode reproduzir o seu cotidiano, num mundo de fantasia e imaginação. O ato de brincar possibilita o processo de aprendizagem da criança, pois facilita a construção da reflexão, da autonomia e da criatividade, estabelecendo, desta forma, uma relação estreita entre jogo e aprendizagem.

Por Lourdes da Aparecida Fernandes
em 19-01-2016, às 17h08.

Para a crinça o brincar  é uma maneira de expressar sua alegria e felicidade e sem duvida gastar suas energia. Toda criança gosta de dançar, pular , correr, nadar e muito mais. O ato de brincar possibilita a criança a descobrir o mundo em que vive respeitando seus limites. Lembrando que devemos levar em conta os conhecimentos e as habilidades que a criança pusui, avaliando assim seu potencial e o seu nivel de desenvolvimento. O melhor lugar onde a criança se sente bem é na escola fazendo atividade fisica.

Por João Luis Xavier Sans de Magalhães
em 01-02-2016, às 16h00.

O brincar é parte essencial do desenvolvimento físico, psicológico e social da criança. Através dele, a criança descobre novos movimentos, desenvolve o raciocínio e interage com outras crianças, ajudando assim na criação da sua própria identidade como indivíduo. É notória a diferença entre as habilidades físicas de indivíduos que foram fisicamente ativos na sua infância quando comparados a indivíduos com déficit de atividades durante a infância. Com isso é possível afirmar que o brincar exerce papel fundamental para a aprendizagem motora (coordenativo, cognitivo, etc.) de cada um.

Por Aline Senna
em 01-02-2016, às 16h35.

Os jogos e as brincadeiras fazem parte do cotidiano humano, trabalhando com a cultura corporal, movimento e expressão. O lúdico facilita o relacionamento entre as pessoas, possibilita a criatividade, proporciona à criança um ambiente agradável, e propicia a aprendizagem de varias habilidades.

Por Ana Luíza Ferreira
em 01-02-2016, às 19h19.

Segundo Piaget (1972), o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. De forma geral, as atividades como brincar, jogar, imitar, dançar, criar ritmos e movimentos, ações gerais que fazem parte do cotidiano humano por meio de brinquedo, da dança, dos jogos tradicionais da cultura preencheriam de alguma forma a vida de todos possibilitando às crianças aprenderem um repertório da cultura corporal.  
 O brincar tem um papel fundamental para a aprendizagem motora, é parte indispensavel do desenvolvimento psicológico, físico e social da criança. Ajuda na criação da sua própria identidade,  e fica notório as diferenças de um indivíduo que foi ativo na sua infancia, perto de um individuo não ativo, suas habilidades físicas são bem diferentes. 

Por Johnny Dias
em 02-02-2016, às 17h24.

O jogo é uma atividade Ludica, e tem importancia educacional de acordo com Kishimoto (2002)

Por Thiago Moraes
em 02-02-2016, às 18h28.

O ato de brincar é uma situação extremamente importante na formação da bagagem motora  e capacidade cognitiva do ser humano, pois a aprendizagem de novos movimentos e o convívio com outros indivíduos  faz com que a criança conheça o seu corpo, desenvolva seu intelecto e aprenda a conviver em um meio social. Esse fato com certeza contribui para a formação de uma identidade pessoal, que determinará a conduta social do indivíduo no futuro. 

Por Mariana Cristina da Silveira Lessa
em 22-04-2016, às 21h08.

A brincadeira em grupo favorece princípios como cooperação, liderança e competição.  Através do jogo, a criança compreende o mundo à sua volta, aprende regras, testa habilidades físicas, como correr, pular, aprende a ganhar e perder. O brincar desenvolve também a aprendizagem da linguagem e a habilidade motora. A brincadeira em grupo favorece alguns princípios como o compartilhar, a cooperação, a liderança, a competição, a obediência às regras. O jogo é uma forma da criança se expressar, já que é uma circunstância favorável para manifestar seus sentimentos e desprazeres. Assim, o brinquedo passa a ser a linguagem da criança.

Por Thales de Almeida Antunes
em 11-05-2016, às 20h24.

É através das brincadeiras que as crianças desenvolvem a percepção do mundo que as cerca. O uso de objetos (brinquedos) ajudam no reconhecimento do espaço e melhorias nos movimentos do corpo. Com o tempo as brincadeiras também se modificam visando o desenvolvimento de outras percepções além do espaço, que são os valores morais da sociedade criados a partir das relações interpessoais (brincadeiras de teatro).

Por Roberto Affonso Pimentel
em 13-05-2016, às 16h33.

Aos professores e acadêmicos ouro-pretanos,

Não creio que seja uma boa ideia fazerem o que estão a fazer. Há casos até de repetição de textos "colados" em algum livro ou apostila. Não é por aí que aprenderão. Por isto, alerto-os uma vez mais para que "parem e pensem", e façam "em grupo", uma crítica desse "aprendizado"(?) 

Se se dispuserem a discutir, apresento-lhes um texto postado no Procrie que poderá indicar-lhes caminhos muitdo mais promissores. Visitem, e comentem sem medo: http://www.procrie.com.br/2016/04/19/valor-do-brincar-atividades-fisicas-para-criancas-26527/

Valor do Brincar, Atividades Físicas para Crianças 

Interdisciplinar: Matemática, Leitura 

Projetos em Grupos, Monitoria

Residência Pedagógica, Cursos

Praxia Inovadora e Criativa

Design Instrucional

 

Encontro com pais e pedagogas

Em maio próximo, estou convidado a realizar um encontro com os pais e responsáveis na reunião programada da Escola Marly Cury, uma das mais tradicionais instituições de Niterói. Inclusive, minha neta ali estuda e meu primogênito, - doutor em física e destacado professor do CAp (UFRJ) - também frequentou seus bancos. A instituição promove a Educação Infantil a partir dos três anos de idade e até o Fundamental II (10-11 anos). Faço esse destaque com orgulho e gratidão, pois entre seis educandários contatados, foi o único que abriu suas portas para ouvir-me. O tema da "reunião de pais" é uma das rotinas pedagógicas e, na oportunidade, ofereço à direção  uma contribuição discorrendo sobre o valor e a importância das "atividades físicas" na educação integral das crianças. Isto se faz necessário, pois desenvolvo projeto oferecendo às escolas novas diretrizes curriculares e um imprescindível estágio supervisionado para professores da Educação Física. Quiçá para outras disciplinas, uma vez que tem viés de interdisciplinaridade. Penso inicialmente em matemática e leitura/interpretação, com estímulos para currículos baseados em projetos, trabalho em Grupos e Monitoria.

Estágio supervisionado e sua importância

Em minhas buscas em porões de universidades, revistas especializadas e entrevistas de experts nacionais e internacionais, deparei-me com o excelente trabalho da Profª Dra. Maria Teresa Cauduro, sob o título "Diretrizes curriculares e o estágio supervisionado em Educação Física: o que mudou"? (Universidade Regional Integrada do alto Uruguai e das Missões, em 2011). Está publicado na Revista Educação e Cultura Contemporânea, Vol. 10, n.21 pág. 306. Encontrado em http://cev.org.br/

No resumo da obra a professora destaca o trabalho realizado com acadêmicos em 2011. [...] O texto apresenta uma pesquisa realizada no Estágio Supervisionado em Educação Física e a metodologia empregada nas aulas de estágio. A metodologia volta-se para o Ensino Fundamental e anos iniciais e trabalhou com 35 alunos de graduação no período de quatro meses. E continua...

 

Duas perguntas norteadoras balizaram a investigação: 

1.   É possível mudar a percepção dos novos professores sobre a educação física nos estágios?

2.   A metodologia empregada pelo professor da disciplina é fator de mudança?

Como objetivo indagava-se:

"Seria possível introduzir nas escolas uma visão diferenciada de atividades físicas a partir da proposta dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) em um curso novo da disciplina Educação Física?"

E concluiu...

"O trabalho foi realizado conforme proposto enquanto conteúdos e filosofia e todas as atividades desenvolvidas de forma lúdica. Resultados obtidos em 30 escolas resultaram em elogios aos estagiários, abrindo portas para outros estagiários, sendo que alguns alunos foram contratados como monitores em vários municípios. Observou-se que a mediação de um Supervisor no estágio é fundamental para mudanças, entretanto a escolha das escolas é importantíssima, visto que os acadêmicos poderão romper ou não com as reproduções que a sociedade impõe. Enfim, o que se procurou provar é que a mudança pode sair do papel, de que o estágio supervisionado é uma ferramenta de mudança pedagógica e social".

Roberto Pimentel - Como estamos realizando a mesma proposta com o nosso Manual de Engenharia Pedagógica, que inclui a formatação de um Centro de Referência em Iniciação Esportiva (Procrie), identificamo-nos com suas ideias e conceituações, embora estejamos dando um passo à frente com a construção de um PROTÓTIPO provido de praxia inovadora e criativa, e permanente. Tentamos contato com a autora, mas até esta postagem não recebemos qualquer retorno. A ideia é compartilhar informações e experiências principalmente com seus discípulos e futuros estagiários, se é que o trabalho continua, pois como concluiu: [...] "a mudança pode sair do papel, de que o estágio supervisionado é uma ferramenta de mudança pedagógica e social".

Permitimo-nos divagar sobre seu texto, dando sequência e reforço ao nosso trabalho, pois quando "sairmos do papel" estaremos corroborando, divulgando e desenvolvendo a necessidade de inovarmos e ampliar horizontes educacionais. A fase que se inicia nestes momentos é essencialmente de caráter prático, isto é, verdadeiramente "entramos na quadra", a nossa sala de aula, e para a qual estão TODOS convidados.

Considerações iniciais... Passemos a palavra à Profª Maria Teresa em sua exposição:

Curso novo, disciplina nova, portanto, um campo fértil para propostas inovadoras. [...] Durante toda minha vivência docente em ensino superior (mais de 30 anos), dediquei meu foco para o trabalho com as crianças de 5 a 9 anos. Minha premissa sempre foi que as aulas deveriam ser baseadas no lúdico e na cooperação. E mais, que o professor deveria passar para as crianças a paixão e a alegria na realização das atividades.Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Educação Física vieram reforçar minha crença. Entretanto, pouca mudança conseguiu realizar com acadêmicos da grande Porto Alegre. Em 2011 tive oportunidade de desenvolver um trabalho diferenciado no Curso de Educação Física da URI - Frederico Westhalen, na disciplina de Estágio Supervisionado em Educação Física Escolar (Educação Infantil e Anos Iniciais) na modalidade de licenciatura.

A seguir, faz uma análise retrospectiva do ensino esportivo em seu estado...

 

 A Educação Física, tradicionalmente, reproduz o saber técnico, de reprodução de jogos “oficiais”– futebol, voleibol, handebol, basquete, com suas regras oficiais na escola. Transmite conteúdos específicos de jogos, em qualquer nível, em qualquer idade, muitas vezes inapropriado. A proposta das diretrizes trouxe o nivelamento dos conteúdos divididos por faixas de escolaridade e de aprendizado, adaptando-os às diversas realidades. O futuro educador, penso eu, deve ser “ensinado” para obter um novo pensar na educação física, compreendendo as dimensões previstas nas novas diretrizes (1996, 2001, 2002) avançando num contexto amplo, político e ético social. [...] O pano de fundo da viabilização econômica alicerça o planejamento educacional, traduzindo-se em apelo aos bens materiais, ao consumo. Entre os produtos consumíveis, insere-se a educação. Eu acrescento mais, a educação física serve muito mais para esse cenário, visto os jogos olímpicos, os campeonatos nacionais e internacionais e as copas do mundo. Praticamente nas escolas se reproduzem, sem sequer haver uma análise por parte dos professores com os alunos sobre toda a questão política, social e de mercado que esses fenômenos representam.

Roberto Pimentel - Por extensão, no Brasil a chancela advém do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), em sua ávida luta por títulos e medalhas. Sobrepõem-se aos ministérios da Educação e do Esporte.

Profª Maria Teresa - O que observamos na Educação Física, já consolidado, são os alunos vivenciarem na extensão experiências não escolares - as atividades de academias, clubes, danças, personal trainer, treinadores de escolinhas entre outras. A sociedade respalda tudo isso porque a televisão incentiva essa reprodução (vendem-se artigos esportivos, vende-se canal especifico, dá audiência na TV etc.). Há muito tempo vêm se ouvindo reclamações sobre a má qualidade das aulas de Educação Física na rede escolar, acarretando o desinteresse dos alunos (...) em 2007, revelavam-se que os professores se encontram despreparados e desmotivados, os alunos são abandonados nas quadras, os programas são reduzidos apenas a aulas de futebol, o esporte escolar continua sendo elitizado e reprodutor e, ainda, totalmente desvinculado do projeto educacional. Essa disciplina é tratada como um caso a parte dentro da escola, com suas aulas na maioria das vezes fora do horário normal (e os professores até gostam) e com pouquíssimas chances de ser incluída na interdisciplinaridade escolar. De forma geral, o declínio da Educação Física é global e a maioria das diretrizes de Educação Física não são cumpridas e muitos professores não conhecem esses documentos. Há muito, minha preocupação é com a criança que ainda não adquiriu seu desenvolvimento motor a contento para essa pressão de participação ou eliminação! E para concluir:

 

Portanto, o aprender a aprender na disciplina de estágio supervisionado deve buscar a formação do professor priorizando o pedagógico-didático da educação física rompendo o viés economicista da sociedade e priorizando-se a inclusão de “todos” os alunos da escola a participarem e aprenderem os esportes. Como reflexão, coloco um exemplo: no voleibol são seis para cada lado e os outros fazem o quê enquanto esperam? Poderíamos adaptar 10 para cada lado ou ainda, adaptar o espaço para círculos concêntricos onde faríamos diferentes “times”. Assim considero a inclusão na Educação Física na escola: não reproduzir regras oficiais e, sim, adaptar para que todos possam participar nos 45 a 50 minutos de aula.

Roberto Pimentel - Apesar de as TICs terem entrado no dia a dia da maioria dos brasileiros, certamente há algo cultural que impede as pessoas de perceberem o que muitas outras estão fazendo há algum tempo e que, se lhes fosse permitido, teriam compartilhado ideias que abreviariam muitos estudos e alavancariam novas descobertas. Afinal, "Educar  não é constante renovação de saberes"?

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Ops!! Entrou um novo personagem que nos enriquece com sua farta experiência sobre o mesmo tema... Isto é formidável, e faz-me prever um aprendizado incomensurável. Tudo está convergindo para alavancar de forma sustentável a construção do nosso protótipo. Vejam a seguir...

A Criatividade nasce da Diversidade

Passo a apresentar-lhes destaques pinçados da entrevista que o consultor inglês KEN ROBINSON  especializado em educação e inovação deu à revista Veja (20/abr./2016) nas páginas amarelas.

 Sir Ken Robinson (66 anos) é uma celebridade. Há poucos  consultores no mundo nas áreas de educação, inovação e criatividade tão populares e, sobretudo respeitados, quanto ele. Seu primeiro vídeo gravado para o TED, em 2006, é o mais acessado da história do site especializado em conferências: 38 milhões de visualizações. Liderou uma comissão a pedido do governo da Inglaterra destinada a refletir sobre os rumos do ensino no país. Direcionou políticas educacionais formais e informais e também a repensar o currículo nacional britânico. Para ele as escolas travam a imaginação dos alunos ao apostar em currículos segmentados e em exames que buscam respostas únicas para as questões. Três aspectos a considerar:

1.   Sistemas educacionais não são formulados para encorajar a criatividade. O currículo é muito limitado e segmentado. A criatividade é o processo de ter ideias originais, e se por acaso o assunto pelo qual uma pessoa se interessar não fizer parte do currículo, então sua habilidade será negligenciada.

2.   Os métodos de ensino podem inibir a criatividade, como no caso de um professor que esteja sempre à procura de um única resposta correta ou que não tenha métodos que estimulem os alunos a desenvolver a imaginação.

3.   As provas, que têm sempre uma única resposta correta, e o aluno é punido com uma baixa pontuação se não acertá-la. Professores precisam mudar suas estratégias de ensino e torná-las mais flexíveis.

Estratégias de ensino - Sobre o que são estratégias de ensino mais flexíveis ele aponta um exemplo de uma rede de escolas (San Diego, Califórnia), as High Tech High, criada em 2000, com a proposta de integrar o ensino técnico ao acadêmico. A escola formula seu currículo baseado em projetos. Os professores definem o que querem ensinar e os alunos preparam trabalhos, textos e até documentários sobre o tema determinado. Arte e biologia são abordadas em um mesmo projeto, assim como matemática e humanas. Não há sinal de intervalo nem troca de sala e os alunos não precisam pedir ao professor para ir ao banheiro. Esse tipo de ensino estimula as habilidades tanto dos alunos quanto dos professores.

Estímulos às habilidades - Pais e professores são igualmente decisivos quando se trata de estimular as habilidades de jovens e crianças. Embora os pais conheçam os filhos profundamente, às vezes os professores podem ser mais objetivos. Eles veem qualidades na criança que os outros não notam.

Roberto Pimentel - Isto me faz lembrar Henry B. Adams quando afirmava: "Um professor afeta a eternidade, ele nunca sabe em que ponto cessa sua influência".

Transtorno do déficit de atenção ou tédio? - Eu e muitas pessoas nos sentíamos entediados também. Há discordância ente especialistas sobre o que realmente é o transtorno do déficit de atenção e sobre sua ocorrência entre crianças. Alguns acreditam que não é um transtorno físico ou psicológico, mas um transtorno do ambiente. Muitas pessoas estão sendo diagnosticadas com uma deficiência que não têm, mas estão apenas entediadas.

Valor do brincar - Pesquisas revelaram recentemente que as crianças brasileiras brincam menos de duas horas por dia fora de casa. Vejam algumas implicações desse estilo de vida:

 

Praia de Icaraí, Niterói-RJ. Aulas regulares para 400 crianças.

 

Duas horas é o mesmo período disponível para o banho de sol de um preso.

1.   40% das crianças brincam menos de uma hora por dia ao ar livre e 6% praticamente não brincam fora de casa.

2.   94% dos pais entrevistados acreditam que, sem oportunidades para a criança brincar, o aprendizado infantil pode ser impactado.

E estão certos. Brincar é uma parte importante do desenvolvimento infantil, não é tempo desperdiçado. É com brincadeiras que as crianças aprendem a sociabilizar-se, conhecem as regras da cooperação e da competição, recebem estímulos à imaginação. Essas capacidades são ainda mais importantes quando viramos adultos. São características das quais nossas economias dependem hoje em dia.

Tecnologia é a culpada? - Há claramente um desequilíbrio entre o uso de computadores ou videogames e as brincadeiras na vida real. No estudo que se fez no Brasil, 90% dos pais disseram que seus filhos prefeririam jogar um esporte virtualmente a praticá-los na vida. Apresentam como razões a segurança e a falta de espaço. Os pais podem melhorar um pouco essa situação. O estímulo físico e social que a brincadeira cara a cara oferece não deve ser negligenciado.

Como um Estado pode virar referência em inovação e criatividade? – Lugares que se tornaram polos criativos encorajaram o dinamismo. A criatividade vem da diversidade, não da homogeneidade. Se as pessoas se comportam da mesma maneira, pensam da mesma maneira, não há espaço para a inovação. Recentemente, Finlândia e China passaram a afastar suas culturas educacionais da homogeneização e dos testes e começaram a encorajar a inovação e o pensamento criativo.

O teatro ajudou-o na produção da palestra mais vista da história do site de conferências TED? – Certamente. Falar em público é estabelecer uma relação com a audiência e ter a possibilidade de improvisar. Boa parte do que disse naquela ocasião foi improvisada. É mais ou menos como o jazz.

Como estimular a criatividade dos filhos? – Tentamos entre outras coisas, customizar (personalizar) a experiência de cada um. Os pais precisam ficar atentos aos interesses naturais de seus filhos.

Como se estimula a criatividade? – Há duas coisas que me ajudam: trabalhar em grupo e escrever. O trabalho em grupo me enche de energia. A escrita é uma atividade mais solitária. Escrevo para organizar minhas ideias. Se não me sentar para escrever, dificilmente as ideias aparecerão. A criatividade não é um processo aleatório, precisa de disciplina.

Boas leituras e interpretações. Se tiverem alguma dúvida, tentem resolvê-la de alguma forma. Mas se continuarem a se repetir e repetir outros, jamais caminharão na vida.

 

Por Roberto Affonso Pimentel
em 17-05-2016, às 16h26.

A prática do bom professor de Educação Física na perspectiva dos

alunos do ensino médio

Por Jaqueline Aparecida de Souza e Jairo Antônio da Paixão 

Fonte: http://cev.org.br/arquivo/biblioteca/4030613.pdf

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Jaqueline Aparecida de Souza, licenciada em Educação Física pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), é integrante do grupo de pesquisa em Fisiologia do Exercício pela mesma instituição. Trabalha na rede pública municipal de educação da cidade de Mariana, Minas Gerais, Brasil.

Jairo Antônio da Paixão, doutor em Ciência do Desporto pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em Portugal, é professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Minas Gerais, Brasil.

Recebido em 17 de abril de 2014. Aprovado em 26 de janeiro de 2015.

Rev. bras. Estud. pedagog. (online), Brasília, v. 96, n. 243, p. 399-415, maio/ago. 2015.

Palavras-chave: Esporte a temas como saúde e meio ambiente.

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Considerações finais

Diante das constatações e dos resultados obtidos nessa investigação e considerando as suas limitações metodológicas, é possível afirmar que a análise realizada a partir da prática pedagógica do professor de Educação Física, balizada pelo conceito de “bom professor” na perspectiva dos alunos do ensino médio, apresentou informações que, ainda que desprovidas de ineditismo e comumente apontadas e discutidas nos estudos sobre formação de professores, despertam para uma reflexão sistemática sobre a referida temática no campo da Educação Física.

Os resultados apontaram para práticas pedagógicas que seguem um padrão, presente na maioria das escolas. Como evidenciado pela pesquisa pedagógica, parece existir uma resistência por parte dos professores a aplicar teorias metodológicas, métodos e estratégias deparadas no curso de formação inicial em prol daquelas que com eles foram aplicadas, nomeadamente, ao longo da educação básica. Com isso, conserva-se uma situação que mostra a dificuldade de se manter o equilíbrio entre inovação e tradição. Cita-se, como exemplo, a manutenção da hegemonia do conteúdo esporte, se comparado com os demais propostos pela Cultura Corporal de Movimento, como as danças, as lutas, as ginásticas e os jogos. 

Nessa direção, é importante assinalar que a participação dos professores em cursos de formação continuada poderá contribuir na aquisição e/ou na operacionalização das diferentes visões metodológicas existentes, que podem se adequar aos diferentes contextos e cenários sociais passíveis de intervenção.

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Este seria um bom momento para discutirmos o tema - O BOM PROFESSOR - e o que isto possa representar e repecurtir no ensino universitário em Metodologia, Pedagogia e Didática. Até aonde pude perceber ao longo de pesquisas a respeito, a qualidade do ensino é lastimável em sua maioria. Há até propostas de alteração curricular no sentido de Residência pedagógica para recém-formados. Além da obrigatoriedade de Formação Continuada. Lembro aos leitores que, isto seria o mínimo, pois o leque de opções que diversas outras disciplinas oferecem, tornariam qualquer professor um verdadeiro "pedagogo", caso fosse seguida a tendência moderna de ensino em todas as áreas humanas de interdisciplinariade. Em suma, é bom que se conheça de tudo um pouco.

Especialmente aos alunos (e professores) da UFOP, peço desculpas por tamanha intromissão, mas servindo a propósitos deste CEV - DEBATES & COMENTÁRIOS - ao que me parece são mais produtivos do que simples e muitas vezes despropositadas intervenções. Podemos TODOS ganhar muito mais trocando e compartilhando ideias.

Nã é por acaso que aqui estou, mas interessei-me pelo estudo citado inicialmente, e especialmente por se tratar de docentes na UFOP. Seria interessante que lessem o trabalho e expressassem suas dúvidas e críticas e sugestões, i.e. , o que pode ser melhorado, aprimorado a partir de novos ideias.

Coloco-me, então, uma vez mais para aprofundar-me e ilustrar-me com BOAS QUESTÕES que nos enriquecerão a todos. Aguardo-os.  

 

Por Janaina Ferreira da Silva
em 31-05-2016, às 14h58.

De acordo com Piaget, a aprendizagem é um processo interno, no qual irá acontecer no tempo e no ritmo da criança, isso deve ser levado em conta, pois facilita no processo ensino-aprendizagem o entendimento e a compreensão da capacidade que cada criança possui na hora da aprender. A brincadeira é importante pois, a partir dela as crianças adquirem experiências de acordo com as situações vivenciadas, e posteriormente adapta-os a nova situação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Júlia Batalha Gomes Costa
em 01-06-2016, às 22h23.

O momento da brincadeira é uma boa oportunidade de a criança se desenvolver. A brincadeira não pe apenas uma atividade de entretenimento, mas também é de extrema importância para seu desenvolvimento. Com ela, a criança aprende, adquire autonomia de ações, pode experimentar o mundo, etc. Já com a brincadeira em grupo a criança aprende princípior fundamentais, como, cooperação, respeito as regras e ao próximo, além de desenvolver a aprendizagem de linguagem e a habilidade motora. Então, é possível perceber que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento e aprendizagem da criança. 

Por Júlia Batalha Gomes Costa
em 01-06-2016, às 22h24.

O momento da brincadeira é uma boa oportunidade de a criança se desenvolver. A brincadeira não é apenas uma atividade de entretenimento, mas também é de extrema importância para seu desenvolvimento. Com ela, a criança aprende, adquire autonomia de ações, pode experimentar o mundo, etc. Já com a brincadeira em grupo a criança aprende princípior fundamentais, como, cooperação, respeito as regras e ao próximo, além de desenvolver a aprendizagem de linguagem e a habilidade motora. Então, é possível perceber que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento e aprendizagem da criança. 

Por Tales de Gouveia Santiago
em 10-06-2016, às 13h18.

A brincadeira é fundamental para criança pois estimula os seus sentidos,criatividade (imaginação) coordenação e desenvolve também a interação social e valores.

Por Petterson Ananias S
em 14-06-2016, às 14h50.

A brincadeira na vida da criança contribui para o desenvolvimento moral, a partir do entendimento de que a mesma estará buscando um equilíbrio entre seu comportamento e o meio social. Ajuda na coordenação motora, no desenvolvimento cognitivo e motor. Também influencia a imaginação, autonomia e liberdade das crianças. As brincadeiras são fundamentais para aprendizagem motora e nunca devem ser descartadas

Por Stéfany Moreira
em 22-06-2016, às 20h56.

Brincar é uma importante forma de comunicação, é por meio deste ato que a criança pode reproduzir o seu cotidiano.O ato de brincar possibilita o processo de aprendizagem da criança, pois facilita a construção da reflexão, da autonomia e da criatividade, estabelecendo, desta forma, uma relação estreita entre jogo e aprendizagem.

Por Matheus Fialho Bittencourt
em 24-06-2016, às 21h19.

A criança deve brincar, isso estimula seu desenvolvimento, e ela pode experimentar o mundo à sua volta. Com os jogos ela aprende regras e testa habilidades, e desenvolve aprendizagem motora, de linguagem e psicosocial.

Por Higor Marcos Ribeiro
em 25-06-2016, às 11h37.

A ludicidade e um  meio de desenvolvimento e uma das formas de aprendizado que leva a criança a diferencia o real do imaginário, expressar em si suas emoções e fantasias. E brincando que a criança aprende a esperar sua vez, a lidar com frustações, a conviver, ganhar e perder e interagir com seu semelhante. Possibilita a ampliação do lado criativo e inovador, dando significado a sua própria existência, inventando e reinventando o meio onde vive. Ao ver a criança brincando, o professor observa seu comportamento e avalia a evolução nos aspectos motor, afetivo, social, cognitivo e não utiliza a brincadeira apenas como diversão ou prazer.

Por Lucas Maciel Bernardo Medina
em 29-06-2016, às 10h52.

Para Go Tani (2008), a aprendizagem motora é entendida como um processo de solução de problemas motores. Isto implica um esforço consciente de elaboração, execução, avaliação e modificação de ações motoras a cada tentativa. Toda e qualquer aprendizagem visa à obtenção de respostas corretas; entretanto, pelo fato de ser ela um processo contínuo, a aquisição de respostas corretas é apenas uma fase em todo esse processo. Respostas erradas as sucederão, porque existe na aprendizagem uma hierarquia de objetivos a serem alcançados: quando se atinge um objetivo (resposta correta), novos objetivos são estabelecidos (BERTALANFFY, 1968). 

Para tanto, na infância, o ato de brincar é fundamental pois, esse processo é mais facilmente observado em crianças tanto que, ao se pensar nelas, logo se imagina movimento. As crianças lidam com o movimento de forma bastante diferenciada quando comparadas com outras fases de sua vida. 

A interferência do Profissional de Educação Física é impreterível no processo de ensino-aprendizagem. O professor deve utilizar meios e técnicas dentro de brincadeiras e jogos para que se tenha um maior estímulo no desenvovimento da criança. Além disso, a escola deve oferecer uma estrutura segura e harmoniosa para que as crianças tenham uma aprendizagem eficaz.

 

Por Danielle Vieira de Campos
em 01-07-2016, às 08h30.

O fundamento Sociointeracionista utilizado por Vigotsky para explicar o linguagem no desenvolvimento do indivíduo. O desenvolvimento humano se dá na relação, mas trocas entre parceiros sociais; o sujeito adquire conhecimento à partir da relação intra e interpessoais e da troca com o meio, à partir do processo denominado mediação. O contexto social é palco das principais transformações e evolução do bebê ao idoso. Ele afirma que a cultura torna-se parte da natureza e cada pessoa ao insistir que as funções psicológicas são um produto da atividade cerebral. Brincar, torna-se importante, pois é um movimento que auxilia no desenvolvimento motor, que é um processo continuo-descontínuo, relacionado à idade cronológica, sendo que o indivíduo progride de um movimento simples e sem habilidades motoras complexas e organizadas. Se dá por fatores internos dos indivíduo e ambientais.

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