A internacionalização da ginástica Sueca e sua presença no Brasil na primeira metade do século 20

Por Anderson da Cunha Baía (Autor), Iara Marina dos Anjos Bonifácio (Autor).

Parte de Produção de Conhecimento na Educação Física: Pesquisas e Parcerias . páginas 173 - 190

Resumo

O texto tem como propósito analisar a circulação da ginástica sueca, desde o Instituto Central de Ginástica de Estocolmo, a partir dos sujeitos que na primeira metade do século 20 tiveram como destino o Brasil, e ainda aqueles que encontraram na Revista Brasileira de Educação Física (RBEF) um lugar de circulação da ginástica sueca. Para tanto, o texto estrutura-se a partir da compreensão de que a ginástica criada por Pher Henrik Ling (1776-1839) no início do século 19 na Suécia, vislumbrou em determinado momento romper as fronteiras de seu próprio país, passando por diferentes lugares, inclusive o Brasil. Na Europa, do final do século 18 ao século 19, surgiram diferentes sistematizações da ginástica, com destaque para as que surgiram na Alemanha, na Suécia e na França. Os debates que emergiram nesses países almejavam definir uma forma de exercício de base científica, que fosse racional e, portanto, que contribuísse com a educação do corpo necessário aos diferentes contextos nos quais surgiram (Sarremejane, 2006; Soares, 1994; Moreno, 2015; Quitzau; Soares, 2016; Jubé, 2017).

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