Resumo

A avaliação das características morfológicas dos jovens atletas está sendo amplamente considerada, já há alguns anos, por treinadores, técnicos e dirigentes, com vista à identificação, ao desenvolvimento e à orientação de atletas de exceção. A utilização desses resultados é, no entanto, de pouca utilidade se não for associada a uma informação fidedigna da maturidade do potencial talento desportivo. Neste artigo de opinião, apresento aquela que é considerada a metodologia “Gold Standard” na avaliação maturacional e faço algumas reflexões relacionadas com a orientação de jovens desportistas.

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