Resumo

Para Darido (2011), a ginástica faz parte da vida humana desde seus primórdios. A mesma é composta por movimentos intencionais que auxiliam no desenvolvimento corporal na qual melhoram a resistência e a coordenação. Segundo o Coletivo de autores (2012), podemos conceituar a ginástica como uma forma específica de exercitar o corpo em que é possível enriquecer e moldar a experiência corporal do sujeito, com ou sem o uso de equipamentos. Dentro das diversas possibilidades da ginástica, existe a GG que é o movimento de democratização do acesso para a população que promove atividades de lazer, proporciona bem-estar físico, mental e social aos praticantes, promove a realização coletiva, respeita a individualidade e a capacidade de realização independente de gênero ou idade. A Ginástica pode ser conhecida pelo conjunto das relações de cada época histórica e, com seus fundamentos e bases, suas diferentes formas ou modalidades, deve fazer parte do conteúdo da Educação Física nos diferentes ciclos do ensino fundamental e médio, contribuindo com a reflexão do estudante sobre a cultura corporal e a realidade material que lhe cerca. (LORENZINI, 2013). O presente trabalho é um relato de experiência sobre possibilidades e dificuldades no trato da GG no âmbito do Programa Segundo Tempo (PST) para alunos de uma escola de rede pública de ensino da cidade de Arapiraca, Alagoas. O PST visa democratizar o acesso às práticas corporais e à cultura esportiva para promover o desenvolvimento integrado da infância e da juventude como fator de formação cívica e melhorar a qualidade de vida.

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