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Resumo

A arte do acrobata sobrevive e sua imagem emblemática acaba, por sua vez, representando o sublime e o grotesco em uma sociedade que não há com-preende. Sua arte, muito cobiçada exatamente pelo excesso de ousadia, é constantemente associada a uma idéia que propõe um mundo às avessas, um mundo ao contrário. Um mundo redondo como um circo (Soares, 2001). 

Desde sempre o domínio do corpo e de suas potencialidades tem fascinado os homens e possibilitado proezas de grande impacto visual. Ao longo dos tempos estas habilidades funda-das em ações não naturais (antinaturais ou inabituais), isto é, que não pertencem aos movimen-tos elementares predispostos na bagagem genética e que, portanto necessitam ser aprendidos e aperfeiçoados, foram transformando-se numa atrativa manifestação performática: a acrobacia.

A cultura corporal é imensamente diversa e permite a existência de múltiplas leituras e possibilidades da acrobacia e de sua aplicação, seja com finalidade estética, performática (artística) ou mesmo emocional (atração pelo medo).

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