Análise do Componente Força Através da Dinamometria, em Um Grupo de Atletas de Corrida de Aventura Que Participaram do Evento Ecomotion Pro 2005

Por: Carlos Alberto Kelencz, Ivani de Souza Manzzo, Rafael Nunes e Roberto Silva Junior.

XI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Na última década, presenciamos o surgimento de muitas modalidades
esportivas que rapidamente absorveram um grande número de adeptos,
principalmente nas modalidades que possuem na sua dinâmica de execução
o contato com a natureza. Dentre esses esportes classificados como
ESPORTES DE AVENTURA, está a corrida de aventura que é um esporte
relativamente novo, fruto do aperfeiçoamento de vários tipos de esportes
de aventura existentes e, claro da criatividade de seus idealizadores. Sendo
uma modalidade nova, ainda carece de pesquisas que possam melhorar o
desempenho, atualizarem a dinâmica de treinamento e ainda a possibilidade
de prevenir lesões e situações de risco para a saúde dos atletas. Este estudo
avaliou uma equipe formada de atletas experientes. Os mesmos foram
controlados e avaliados nos períodos de pré-competição, de competição e
de recuperação pós prova. Utilizou-se como evento competitivo a corrida
internacional etapa do circuito mundial de corridas de expedições o
ECOMOTION PRO 2005, com um percurso de 450 km. O objetivo desta
pesquisa foi o de fornecer mediante os seus resultados, mais informações
sobre algumas dinâmicas de treinamentos, avaliando as alterações da força
muscular durante os períodos de pré-competição, de competição e de
recuperação pós prova, onde foram feitas avaliações da força máxima
voluntária em isometria através da Dinamometria avaliando assim o músculo
reto da coxa (D e E), braquio radial (D e E) e latíssimo do dorso (D e E).
Análise e conclusão parcial: 1) A perda de força não ocorreu em todos os
músculos; 2) Houve perda de força nos mm. braquio radial em todos os
integrantes da equipe; 3) Houve aumento de força nos mm. latíssimo do
dorso em todos os integrantes da equipe; 4) O comportamento da força
mu s c u l a r d o s mm. re t o d a c ox a s e mo s t ro u h e t e rog ê n e o ; 5 ) No
comportamento geral os mm.reto da coxa não sofreram perda, os mm.
braquio radial apresentaram perda e os mm. latíssimo do dorso apresentaram
ganho de força.

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/64_Anais_p277.pdf

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