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Resumo

Os aparelhos são a alma da ginástica rítmica. O conjunto de trabalho entre elementos corporais e aparelhos é o que a diferencia completamente do ballet, da dança e de outras modalidades ginásticas. Cada aparelho tem características próprias, ou seja, manejos específicos.
Nesta parte do livro não iremos entrar no desenvolvimento do manejo avançado, pois a finalidade é a iniciação. Além do mais, com o tempo, a experiência e a criatividade cada treinadora e ginastas vão descobrindo novas formas de “lidar” com os materiais, criando as chamadas maestrias. Entretanto iremos fazer algumas considerações de ordem prática para aqueles que irão iniciar seus trabalhos em ginástica rítmica.
A primeira consideração a fazer é de que o aparelho é continuidade do corpo da ginasta, faz parte do seu corpo, e, por isso a ginasta deve desenvolver afinidades de movimentação com este aparelho. Lembramos que o manejo deve sempre vir acompanhado de uma preparação física ideal, correspondente a cada idade fisiológica e cronológica. (Ver capítulo III)
As autoras búlgaras Ketiedieva, Vankova e Tiprinova (1985) consideram que devem ser trabalhados aparelhos desde os anos iniciais de treinamento da GR e também series de mãos livres. Elas consideram fase de aprendizagem inicial dos 5 aos 8 anos de idade, divididos metodologicamente da seguinte forma: ...

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