Avaliação da prevalência da Disfunção Temporomandibular em para-atletas brasileiros
Por Luana Mordask Bonetto (Autor), Caroline Mendes Souza (Autor), Aline Monise Sebastiani (Autor), Rodrigo Von Held (Autor), Lívia Azeredo Alves Antunes (Autor), Ricardo da Cunha (Autor), Erika Calvano Küchler (Autor), Rafaela Scariot (Autor), João Armando Brancher (Autor).
Resumo
Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência da Disfunção Temporomandibular (DTM) em para-atletas brasileiros. Realizamos exames clínicos em para-atletas durante uma competição seletiva. Para o diagnóstico da DTM foi utilizado o Critério Para Diagnóstico de DTM e os indivíduos foram divididos em três grupos: distúrbios musculares, deslocamento de disco e artralgia. Realizaram exame clínico 138 para-atletas: 40 (28,9%) eram nadadores, 27 (19,6%) eram halterofilistas e 71 (51,5%) eram do atletismo. 35 (25,3%) para-atletas apresentaram DTM e o sintoma mais prevalente foi distúrbios musculares em mulheres (p=0,003). Conclui-se que a prevalência de DTM em para-atletas é maior em mulheres do que em homens, entretanto ainda é menor do que na população em geral.