“Bora pro rolê”: relato de experiência de uma aula de skate no Ifrj Pinheiral
Por Gabriela Conceição de Souza (Autor), Marcelo Faria Porretti (Autor), Anna Carolina Carvalho de Souza (Autor), Rayná da Silva Brum Pinto (Autor), Leandro Gouveia Almeida (Autor), Edson Farret da Costa Junior (Autor).
Resumo
As Práticas Corporais de Aventura (PCA) no ensino médio ganharam impulso com a sua implementação na Base Nacional Curricular Comum (BNCC) (Brasil, 2017), mesmo que houvesse críticas (Severino, Pereira, Santos, 2016). Porém, cabe destacar o crescimento e a visibilidade que algumas destas práticas começaram a ter, sobretudo com suas aparições nos Jogos Olímpicos. Para Porretti (2021), a fim de fidelizar expectadores, a mídia já vinha focando nestas temáticas, de forma a influenciar na chegada destas práticas aos currículos de Educação Física. Mesmo que seu contexto de difusão, nos anos 1970, tenha sido com os movimentos rebeldes, que o associavam a desocupados e arruaceiros, chegando a ser proibido na cidade de São Paulo (Brandão, 2018). Sendo assim, este texto tem o objetivo de analisar um plano de curso de cinco aulas ministradas no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), campus Pinheiral, com estudantes do 3º ano do ensino médio/técnico integrado de diferentes cursos.