Formação de Professores de Educação Física no Brasil: Implicações e Perspectivas

Por: Cláudia Aleixo Alves e Zenólia Christina Campos Figueiredo.

Formação Profissional e Mundo do Trabalho.

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.Resumo

Introdução

Tomamos como ponto de partida a edição da Revista Motrivivência: “10 anos de Diretrizes Curriculares para a formação de professores,” publicada em 2014, para introduzir as refl exões desenvolvidas exclusivamente para este capítulo do livro comemorativo dos 40 anos do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE).1 Entendemos a Motrivivência como marco importante, por veicular artigos de análise e avaliação de uma década de novos ordenamentos legais para a Educação Física brasileira. Em síntese, os textos trazem uma espécie de “balanço” que indicou, por um lado, o avanço relativo no que se refere à formação de professores; por outro, críticas contundentes às diretrizes e aos cursos ofertados País afora. Assim, utilizamos aqui essa publicação como demarcação simbólica, provocadora de inquietações e motivadora de questões emblemáticas que persistem na formação profi ssional – agora, não mais passados 10, mas 15 anos de Diretrizes Curriculares para a formação de professores de Educação Física. 

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