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Nos anos 80, a Secretaria de Educação do Estado do Maranhão lançou o Projeto de Monografias Municipais visando colher informações básicas sobre os municípios, a serem aplicadas no ensino dos Estudos Sociais. Trabalho iniciado em 1981 pelo Projeto de Coordenação e Assistência Técnica ao Ensino Municipal implantado no estado em 1977, para atender somente aos municípios da Baixada Maranhense, e posteriormente estendendo sua atuação a outros. São dessas monografias que tiramos as informações sobre os esportes e a recreação desses municípios.

Além das monografias, está-se utilizando livros lançados sobre as histórias das diversas comunidades maranhenses. As fontes, estão indicadas quando da utilização de uma ou outra obra.

Ainda, alguns levantamentos foram feitos por alunos do CEFET-MA, do curso de Licenciatura em Biologia, disciplina Educação Física, naquelas cidades em que ministrei aulas e/ou por alunos do Curso Seqüencial de Educação Física da UEMA, da disciplina História da Educação Física e dos Esportes. Nesses casos, os pesquisadores estão citados nos seus respectivos levantamentos da memória de suas cidades.

Onde não estão indicados, é de minha autoria...

Atualmente (2006) o Estado do Maranhão possui 217 (duzentos e dezessete) municípios.

 

1590/93 – os bandeirantes Domingos Luis Grau e Antonio Macedo alcançaram o lado goiano do Tocantins;

1596/1600 – a bandeira de Domingos Rodrigues, o Velho, conheceu as cabeceiras do Tocantins, navegando até a confluência TocantinsxAraguaia;

1610 – uma entrada, de parte dos franceses, por Mr. La Blantjatier, a mando de La Ravardiere, quando se sua primeira visita ao Maranhão;

1613 – Daniel de LaTouche, Senhor de LaRavardiére, ultrapassou a confluência do Araguaia-Tocantins

1613/15 – a bandeira de André Fernandes deixou um mapa de seu trajeto; encontrou o Parauabeva – como era chamado o Tocantins -, parando na junção dos dois rios, regressando a São Paulo navegando o Araguaia em sentido contrario, chegando a São Paulo, de volta;

1615/1618 – passagem da bandeira de Pedro de Alvarenga;

1625 – frei Cristóvão de Lisboa chegou até a cachoeira do Itaboca;

1637 – primeira tentativa militar de conquista do rio Tocantins, por Feliciano Coelho de Carvalho, filho do Governador Geral do Maranhão, Francisco Coelho de Carvalho;

1653 – padre Antonio Vieira atingiu a foz do rio Itacaiúna, hoje Marabá;

1654 – segunda tentativa de conquista do Tocantins, pelo Governador do Pará, Inácio Coelho da Silva e dos padres da Companhia de Jesus, à testa dos quais se encontrava o padre Antonio Vieira;

1658 – terceira tentativa, com o objetivo de aprisionar índios, comandada pelo capitão Paulo Martins Garro; participou o padre jesuíta Manuel Nunes;

1658 – o padre jesuíta Francisco Velloso foi até a foz do Itacaiúna buscar os índios que o padre Vieira não conseguiu trazer em viagem anterior;

1658 – nova tentativa, dos padres Manoel Nunes e padre Francisco Velloso;

1665/1666 – passagem de Francisco Lopes Benevides;

1670 – nova bandeira aprestada para o devassamento do curso tocantino, sendo chefe da expedição Francisco Valadares Souto-Maior;

1671 – passagem de Antonio Paes;

1673 – a de Sebastião Paes de Barros saiu de São Paulo com aproximadamente 800 pessoas, para conhecer e explorar o rio e estabelecer-se na confluência do Araguaia com o Tocantins;

1650/1700 – [os jesuítas adquiriram uma imensa gleba de terras, para se estabelecerem, incluindo-se os territórios onde estão os municípios de Imperatriz, João Lisboa e Açailândia, hoje. Os jesuítas mantinham duas sedes: uma na beira do rio, denominada Campo dos Frades, e outra ao pé da Serra Grande, onde aldearam os índios Gaviões. Mantiveram a posse da fazenda até sua expulsão por Pombal, em 1762. Por muito tempo os jesuítas ainda faziam gestões junto a Coroa portuguesa para reaver suas terras do Tocantins, sem serem atendidos.]

SÉCULO XIX - 50 anos após a expulsão dos jesuítas, as propriedades foram colocadas em leilão, não conseguindo bom preço, pois a região era tomada por hordas selvagens. O arrematante foi o capitão-mor Antonio Rabelo Bandeira, morador da Chapada (Grajaú); após a sua morte a propriedade passou para sua esposa, beatriz Cândida de Aurora Barros e a seu único filho, tenente-coronel Militão Bandeira Barros. Parte das terras foi vendida ao medico Antonio Aguiar e Silva, a melhor fatia de toda ela compreendida entre a foz do ribeirão Jataubá (Jatobá) até o ribeirão Paraná, fronteiriço à Ilha do Papagaio

1849 – o Presidente da Província do Grão-Pará, Jerônimo Francisco Coelho, envia uma missão, a quinta, ao Alto Tocantins, com o objetivo de fundar a Colônia Militar de Santa Teresa; adjunto a tropa militar – comandada pelo Tent. João Roberto Ayres Carneiro -, e como seu capelão, o Frei Manoel Procópio do Coração de Maria, incumbido de aldear onde fosse mais conveniente segundo as oportunidades e circunstâncias as tribos que habitavam o Tocantins e o seu afluente Araguaia.

1851 – a 16 de julho, Frei Manoel Procópio, juntamente com dois colonos, Juvenal Simões de Abreu e Zacarias Fernandes da Silva, com suas famílias, guarnecidos por quatro praças, encontrou na foz do rio Cacau o local ideal, lançou os fundamentos de uma povoação, e a colocou sob os auspícios da Virgem de Ávila, Teresa de Jesus. Antes,escolheram outro local, denominado Campo dos Frades, antiga possessão dos jesuítas; ao tomarem conhecimento que já tinha dono – o médico Antonio Aguiar e Silva, procuram outro local, mais acima, acampando as margens do riacho Cacau.

1854 – a lei 772, de 23 de agosto, determina a linha divisória entre as províncias do Maranhão e Pará; a povoação de Santa Teresa fica do lado maranhense, perdendo a proteção do governo do Pará; o fundador, Frei Manoel Procópio não a abandona;

1856 – o governo do Maranhão cria uma lei, mandando criar uma vila as margens do Tocantins, próxima a Vila de Boa Vista, no Goiás, para incrementar o comércio; tomando conhecimento dessa lei, - n. 398, de 27 de agosto – Frei Manoel Procópio achou ser o momento certo para elevar a sua povoação a categoria de Vila;

1858 – em 12 de maio, o presidente da província do Maranhão, Francisco Xavier Paes de Barros, manda tornar efetiva a criação da Vila Nova de Imperatriz, na Povoação de Santa Teresa, realizando a eleição de seus vereadores.

1859 – a sede da Vila Nova de Imperatriz é transferida para a Vila de Porto Franco, ficando aquela como termo desta;

1862 – pela lei 631, de 05 de dezembro, o Povoado é elevado a Vila

1872 – pela lei 985, de 20 de maio, é criada a comarca de Imperatriz, desmembrada da de Carolina

1924 – pela Lei 1170, de 22 de abril, a Vila é elevada a categoria de Cidade.

1949 – julho – fundado Imperatriz Esporte Clube e o Tocantins Futebol Clube, dois dos primeiros clubes de futebol da cidade

1954 – 05 de maio, fundação do Renner de Futebol e Esportes, um dos primeiros clubes de futebol de Imperatriz;

1960 – fundado como Clube Juvenil Católico, o hoje Clube dos Meninos, pelo italiano Ambrósio Albé; dentre outras atividades, havia a prática esportiva

1962 – em 04 de janeiro, é fundado o Imperatriz Atlético Clube, pelo capitão da PMM José de Ribamar Braga; começou a disputar o campeonato maranhense em 1980, com o nome de Sociedade Atlética Imperatriz – SAI -, quando ficou em sexto lugar; não participando dos campeonatos de 1991, 1992 e 1996; vice-campeão em 1993; outras colocações: cinco vezes me 3º. lugar, duas vezes em 4º. lugar, e tres vezes em 5º. lugar; é chamado de Cavalo de Aço e de o Mais Querido;

- agosto, em uma das inúmeras crises da administração João Meneses, o gerente da cerâmica do prefeito é assassinado pela Polícia; motivo: o vereador Epitácio Carvalho Brito, que estava bebendo em companhia de amigos, e recebe ordem de prisão de um cabo da PM, que ordena ao destacamento que o amarrem; como luta karatê, evita a situação, desarmando os soldados; o cabo e um de seus subordinados foram mortos; Acácio foi assassinado depois, na cadeia.

1963 – fundação do Clube Recreativo Tocantins, em 1º. De outubro;

1965 – 28 de junho, o prefeito Pedro Ribeiro Gonçalves inicia a construção do Estádio Municipal Frei Epifanio d´Abadia, inaugurado em 30 de janeiro de 1966

1966 – 30 de janeiro - inauguração do Estádio Municipal Frei Epifanio d´Abadia, pelo prefeito Pedro Ribeiro Gonçalves, cujo mandato encerraria no dia seguinte

1968 – 07 de abril, realizado o primeiro salto de pára-quedas em Imperatriz, por Edson e patrocínio da Casas Novo Mundo;

1970/73 – na primeira administração Renato Moreira, embora ainda departamento de educação com status de Secretaria Municipal Educação e Cultura, com uma Coordenação de Educação Física, Esportes e Recreação;

1971 – em 08 de dezembro, foi instalada a Liga Imperatrizense de Desportos, tendo como líderes principais, Severino Silva, Pedro Faustino Neto e Divino Monteiro.

- a Sociedade Atlética Imperatriz passa a ser dirigida pelo Sindicato dos Arrumadores, era, ao lado do Renner, Cruzeiro, Fabril e do Industrial, um dos cinco clubes existentes na cidade e um dos que mais ganhava torneio até então;

1972 – 23 de setembro é instalado oficialmente o Campus Avançado de Imperatriz, da Universidade Federal do Paraná, Fundação Projeto Rondon; seu primeiro diretor foi Valfrido Piloto, que, dentre outras atividades, promoveu o esporte e a recreação na cidade, trazendo, nos períodos de férias, equipes de acadêmicos de educação física; seu segundo diretor foi o professor de educação física Alberto Milléo Filho;

1973 – disputado o primeiro campeonato de futebol amador de Imperatriz, vencido pelo Vasquinho, do bairro Juçara (título não-oficial)

1974 – 05 de março, instalado em Imperatriz o Serviço Social da Indústria (SESI); seu primeiro diretor foi Muracy de Oliveira Santos, que incentivou muito os esportes na cidade, especialmente entre os industriários e seus filhos;

- fundado o Aeroclube de Imperatriz, em agosto, em reunião realizada no Rotary Clube de Imperatriz; primeiro presidente: Augusto B. Quiroga

1975 – o Prof. Alberto Milléo Filho assume a direção do Campus Avançado de Imperatriz, da Fundação Projeto Rondon; Milléo é professor de educação física da UFPR (hoje, aposentado); na sua gestão, cria a Olimpíada Colegial de Imperatriz – OCOI -, em parceria com o Lions Clube, apoio da Prefeitura Municipal, e ajuda de amigos, destacando-se, entre os colaboradores, Roberto Santos (Gelobon); foi Roberto Gelobon quem desenhou o símbolo da OCOI; a equipe técnica para coordenar a I OCOI veio de Curitiba; eram acadêmicos de Educação Física; em Imperatriz, antes da chegada de Milléo, havia jogos e corridas de forma esporádica  em escolas ou comemorações especiais, mas jogos escolares competitivos ainda não havia acontecido.

Todas as escolas, tanto oficiais quanto particulares, foram convidadas. Os atletas de ambos os sexos, com idade máxima até 17 anos foram inscritos; os jogos são realizados no período de 30 de agosto a 06 de setembro, com as seguintes modalidades: Atletismo, Basquetebol, Futsal, Natação. Participam mais de 300 atletas do Ginásio Bernardo Sayão, Escola Técnica, Mourão Rangel, Cristo Rei, Municipal Adventista, São Francisco de Assis, SESI, São Vicente de Paula, Dorgival Pinheiro de Sousa, Olavo Bilac, Fortaleza e Santa Teresinha. A Escola Santa Teresinha foi a campeã geral.

- nos anos subseqüentes, 1976 e 1977, são realizadas as II e III OCOI, já incluídas no Calendário Oficial do órgão municipal responsável pela Educação e Cultura.

- em novembro, fundação do Tocantins Esporte Clube – TEC;

1976 – em janeiro, os Professores Leopoldo Gil Dulcio Vaz e Marilene Mazzaro participam da equipe 49 do Projeto Rondon, formada por acadêmicos de educação física, medicina e bioquímica, totalizando 30 pessoas; realizam uma Colônia de Férias com aproximadamente 1200 crianças inscritas, em oito locais distintos, durante 25 dias;

- em março, retornam a Imperatriz, contratados pelo Ministério do Interior, dentro do programa de interiorização de profissionais, e assumem a Coordenação de Educação Física, Esportes e Recreação, da SEDUC de Imperatriz, sendo Secretária de Educação a Profa. Lorena Salvatori, e Interventor Municipal, o Tent. Cel. PM Carlos Alberto Barateiro da Costa – o Coronel Bebeto – um dos grandes atletas que o Maranhão, destacando-se no Futebol e no Basquetebol e Voleibol; incentivou muito os esportes, sendo responsável pela criação das Olimpíadas Colegiais de Imperatriz, junto com o Prof. Alberto Milléo Filho.

- uma das primeiras providencias, numa parceria UFPR/FUNRON/PMI foi a realização de um curso para qualificar pessoas da comunidade e ex-atletas em atividades físicas e esportivas, para implantação da educação física e esportes nas escolas da rede pública municipal; foram matriculadas 100 (cem) pessoas; no segundo semestre, houve a participação da Secretaria Estadual de Educação, através do Departamento de Educação Física, Esportes e recreação – DEFER -, que enviou os Professores Sidney Forghieri Zimbres, Marcos Antonio Gonçalves, Gilmário Pinheiro e Lino Castellani Filho; o curso teve a duração de um ano, ocorrendo principalmente durante as férias escolares, no que chamaríamos hoje de treinamento em serviço.

- a Divisão de Educação Física, Esportes e Recreação, da SEDUC, é estruturada, elaborando-se um calendário de atividades, ministrando cursos e treinamentos a professores e ex-atletas, introduzindo-se as modalidades de Basquetebol (só o Santa Teresinha e o SESI disputaram na I Olimpíada), Handebol, e Ciclismo.

- é realizado a II OCOI, agora sob a coordenação dos Professores Leopoldo Gil Dulcio Vaz e Marilene Mazzaro, contando ainda com a colaboração do Professor Alberto Milléo Filho. A Escola Santa Teresinha, tendo os dois professores como professores, é a grande vencedora das Olimpíadas, sagrando-se bi-campeã. São disputadas as seguintes modalidades: Atletismo, Basquetebol, Ciclismo, Handebol, Futebol de Salão, Futebol de Campo, Natação, Voleibol, e Xadrez.

1977 – toma posse como prefeito o médico Carlos Amorim; em sua administração (1977/83) é construído o Centro Esportivo Bajorna Lobão;

- o Centro Esportivo Bajorna Lobão foi projetado pelo Prof. Leopoldo Gil, ainda na administração do Interventor Carlos Alberto Barateiro da Costa, com recurso do então CND;

- pela Lei Delegada 2/77 é criada a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, assumindo-a Benedito Batista Pereira; com um Departamento de Educação – Chefe Edelvira Marques de Moraes Barros; e a Divisão de Educação Física, sob a responsabilidade de Leopoldo Gil Dulcio Vaz

- já estruturada, a DEFER, conta com um quadro de instrutores de educação física e esportes, em formação, atuando em diversas escolas da rede municipal - e por extensão, nas diversas escolas estaduais, particulares e confessionais-, é realizada a III OCOI, agora sob a supervisão do DEFER/SEDUC do Estado, que enviou vários técnicos para auxiliar na coordenação e execução dos jogos. Como já se disputavam os Jogos Escolares Maranhenses – JEMs -, a III OCOI foi organizada seguindo o regulamento daquela competição, em duas classes – Infanto-juvenil (até 16 anos) e Juvenil (até 18 anos), em ambos os sexos, e disputadas em nove modalidades. A Escola Santa Teresinha conquista o seu tri-campeonato.

1978 – o Prof. Leopoldo Gil afasta-se da direção da DEFER, e as atividades esportivas sofrem um abalo. A Profa. leiga Mary de Pinho assume a Divisão e realiza o que seria a IV OCOI, agora mudada a denominação para Jogos Escolares de Imperatriz, disputado em sua primeira versão - I JEIs – embora continuidade dos jogos anteriores (deveria ser os IV JEIs...); a nova denominação, justificou, seria para se adequar as regras ditadas por São Luís; a Escola Santa Teresinha foi novamente a grande vencedora, sendo campeã, como nos anos anteriores (76 e 77) de todas as modalidades em disputa, sob a direção dos Professores Leopoldo Gil e Marilene Mazzaro;

- a partir daí, os Jogos Escolares aconteceram normalmente, com exceção do ano de 1992, quando a campanha para as eleições municipais foi tão acirrada que não houve espaço para a realização dos jogos.

1979 – os professores Leopoldo Gil e Marilene Mazzaro deixam Imperatriz; Leopoldo transfere-se para São Luis indo para a então ETFM, e no Estado, trabalhar no grupo que implantou a primeira Secretaria de Desportos e Lazer do Brasil – SEDEL; Marilene, para a Paraíba.

- Como reflexo do trabalho implantado por eles nas escolas municipais, as equipes vencedoras eram sempre oriundas de escolas públicas: Dorgival Pinheiro de Sousa (município), Graça Aranha e Polivalente (ambos, do estado), por exemplo. Com o decorrer dos anos, as escolas particulares foram selecionando os melhores atletas e passaram à vanguarda.

1980 – em 06 de junho, é fundada a primeira escolinha de futebol de Imperatriz. A “Marwel”, por José Moreira da Silva; em 1987, quando deixou o Exército,onde serviu a partir de 1984, ganhou apoio do 50º. BIS para continuar o trabalho social com crianças casrentes

- fundação do Clube de Regatas América por Francisco Valdenê, entidade não filiada a LIF; apesar do nome dedica-se ao futebol;

1983 – na administração Fiquene, A SEDUC é desdobrada, criando-se a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEDEL); coube a Mary de Pinho, então diretora da Divisão de Esportes assumir a nova Secretaria, com sede no Centro Esportivo Bajorna Lobão, construído na administração Carlos Amorim;

- é construído o Ginásio de Esportes Fiqueninho

1985 – é organizado o corpo de arbitragem da Liga, sendo relacionados e aprovados, passando a fazer parte do quadro da COBRAF, da CBF. O decano da arbitragem é Jackson Pereira Silveira, sendo indicado, em 1988, para o quadro especial de arbitragem. Em 1990, foi indicado aspirante a FIFA, onde permaneceu ate 1995, quando se aposentou. Outro indicado a apitar jogos de campeonatos regionais e brasileiros é Alfredo Silva Filho. Ainda pertencem ao quadro da COBRAF Juscelino Miranda Silva  e Reinaldo Martins Filho.

1987 – 10 de outubro, realizada a primeira corrida de kart da cidade, trazida pela Associação de kart da Ilha – AKAI -, de São Luís; a prova aconteceu na Praça Tiuradentes;

- 30 de outubro, fundado o Clube de Kart da Região Tocantina;

- com a inauguração do Kartodromo Luiz Salem, em São Luís, os kartistas imperautas passam a disputar corridas e a treinar na capital;

1990 – 20 de maio, o Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, vem a Imperatriz, onde joga e empata por 0 a 0 com a Sociedade Atlética Imperatriz, no Estádio Municipal Frei Epifânio d´Abadia

1989 – fundado o Yate Clube de Imperatriz, de lazer e esportes aquáticos; em 20 de julho

1991 – XIII JEI – Escola Dorgival Pinheiro de Sousa

- 07 de junho, inaugurado o Kartódromo de Imperatriz, construído em regime de mutirão; na prova de inauguração compareceram 43 pilotos dos estados do Maranhão, Goiás, Tocantins, Piauí e Pará; a prova era de caráter festivo e foi vencida por Marco Antonio Lins

1992 – na administração Davi Alves Silva, pela lei 678, a SEDEL é extinta, e seus dois departamentos, Esportes e Praças Esportivas, é incorporada pela Secretaria  de Cultura

– XIV JEI – Escola Rui Barbosa (particular)

1993 – o prefeito Renato Cortez Moreira reinstala a SEDUC, com abrangência maior e nova denominação - Secretaria Municipal de Cultura, Desportos e Turismo; o Departamento de Esportes é dirigido por Jucelino Miranda Silva, com uma Divisão de Eventos (Linda de Fátima Dias) e o de Praças Esportivas dirigida por Pedro Faustino Neto, e assistentes Raimundo Vale Leal e Rodolfo Ferreira Carvalho

- dezembro – é extinta a Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo; as responsabilidades esportivas passam ao Departamento de Esportes, agregadas a Secretaria de Educação, como em 1977;

- os últimos remanescentes dos times de futebol profissional dos anos 60 são o Tocantins e o Imperatriz. O Prefeito Renato Moreira, um apaixonado pelo futebol, tenta a recuperação desse esporte. Dos dois times, o que estava em melhores condições era o Imperatriz, ajudado pelo Sindicado dos Arrumadores. Moreira empenhou-se em recupera-lo, mas não era bem isso que o novo diretor desejava. Depois do assassinato de Renato, o Imperatriz foi definhando até não ter mais um time organizado capaz de sobreviver as dificuldades e competir em campeonatos.

- o Imperatriz Esporte Clube é dirigido por Damião Benício dos Santos, do grupo do prefeito Renato Moreira, que apóia o Clube, que faz a sua melhor campanha no Campeonato Maranhense, chegando ao vice-campeonato

– XI JEI – Escola Rui Barbosa (particular)

- fundada a Sociedade Esportiva Juduí, clube de futebol amador

1994 – XVI JEI – Escola Rui Barbosa (particular)

- realizada a I Copa CEFET, em Imperatriz; disputada por alunos do CEFET-MA  e de escolas convidadas, nas modalidades de Futsal, Basquete, Futebol de Campo, Handebol, Voleibol, Nataçãoi e Tênis de Mesa, nas categorias juvenil e adulto; uma corrida rística marcou a abertura do evento

1995 – reformulada pela Lei 757/95, de 31 de março, com a denominação de Secretaria de Educação, Cultura, Desportos e Lazer

– XVII JEI – Escola Rui Barbosa (particular)

1996 – A Liga Imperatrizese de Futebol, subordinada a Federação Maranhense de Futebol, coordenou 35 equipes de futebol amador, classificados em masters, juniores, e juvenis, disputando torneio e campeonatos no Estadio Frei Epifânio d´Abadia e em campos particulares.

- apenas seis professores de educação física, da cidade, têm graduação

- BARROS (1996), de quem nos servimos para traçar a memória do esporte em Imperatriz, informa que neste ano, 1996, os esportes estavam estruturados desta forma:

 

Academias – a primeira foi a Academia Luzibel; depois vieram a Escola do Corpo e a Academia Movimento.

- outras academias:

- Só ela – estética feminina

- Corpo Livre – karatê

- Pró-cprpo – Ginástica e musculação

- Asdteca – karatê

- Aslam – ginástica e karatê

- Centauros Gin – ginástica e musculação

- Clube do Peso – musculação

1986 – a Academia Poliher foi inaugurada em 09 de dezembro, pelo professor de educação física José Hércio, atendendo ao público com musculação, ginástica aeróbica, ginástica localizada, e ginástica olímpica feminina. De lá saiu a equipe campeã maranhense na modalidade, nos JEMs 1995; especializada na parte estética, ainda oferece karatê, judô, jazz, e balé, prepara-se para instalar um parque aquático.

 

Judô – começou com o professor Adolfo; calcula-se que atualmente150 crianças pratiquem em Imperatriz

 

Karatê – o médico Rui Guilherme é apontado como o melhor da cidade

 

Natação – a grande piscina sempre foi o rio Tocantins, com as suas travessias, especialmente no verão – época da seca:os cansados ou medrosos ficavam na praia do Meio. Não havia títulos nem premiação; hoje, faz-se com orientação técnica e apoio;

1975 – a primeira OCOI teve, entre os esportes disputados, a Natação; o primeiro campeão foi José Henrique dos Santos Barros, da Escola Cristo Rei;hoje,é um dos mais destacados professores de natação da região;

Escolas de Natação: Juçara Clube (J. Henrique Barros); Associação Médica (Guilherme Pessoa), Fliper (50º. BIS, Joselina); SESI I e SESI II (Marizete)

 

Bicicross -  ainda improvisdado, sem uma sede e sem uma pista definitiva, já produziu um campeão brasileiro,convocadopara um campeonato mundial na Europa: Esmeradson de Pinho.

 

Kart

1987 – Giovanni Guerra trouxe da Anápolis um kart, e dentre em pouco havia uma frota de 12 veículos

- em outubro, promoveram a primeira corrida, na Praça Tiradentes, com 12 concorrentes, sagrando-se campeão Roberto dos Santos Brito – o Beto.

1991 – 07 de julho, inauguração do kartodromo, em terreno doado por d. Rosalina, uma área de dez hectares, as margens da BR, que levou três anos para ser construído; o campeão da corrida de inauguração foi Marcos Antonio Lins

1993 – o sócio Aruanâ Parreira organizou a categoria infantil, para ambos os sexos. Nesse mesmo foi filiado ao kartismo o garoto Fernando Teles Nunes Neto, de quatro anos de idade, considerado o mais jovem kartista do mundo em disputa de provas

1994 – Campeão estadual: Luciano Guerra

- campeão interestadual – Rodrigo Campolina

 

Tiro ao Alvo – 1986 - o Clube de Caça e Tiro foi inaugurado

 

Clubes Recreativos

1963 – inauguração do Clube Tocantins; possui sede urbana e sede campestre; a parte esportiva é dotada de quadras de vôlei, vôlei de praia, futvolei, futebol soçaite; um grande ginásio esportivo esta sendo constrído; possui uma piscina natural, chalés e áreas para lazer

- Juçara Clube –

- AABB -

1989 – Yate Clube de Imperatriz é inaugurado a margem do rio Tocantins, numa área de 35.000 m; objetivo e o lazer aquático

1998 – decisão do Campeonato de Futebol Amador da 2a. Divisão, que reuniu oito clubes; Botafogo e Volta Redonda, rebaixados no ano anterior, fazem a final;

- realizada a 3ª. Prova da Amizade de kart; vencida por Luciano Guerra; o evento contou com a participação do piloto Nelson Piquet

- fundado o Clube de Xadrez de Imperatriz

2000 – A Sociedade Atlética Imperatriz, fundada em 04 de janeiro de 1962, tem seu nome modificado para Sociedade Esportiva Imperatriz, que seria mudado posteriormente para Sociedade Imperatriz de Desportos, nome que mantém atualmente;

- fundado o Jeep Clube de Imperatriz

2001 – Geovanni Guerra funda a Federação de Automobilismo do Estado do Maranhão (FAEM) com sede em Imperatriz; a entidade foi reconhecida no mesmo ano pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

- A Petrobrás aprova a inclusão de Imperatriz no calendário da “Seletiva de Kart Petrobrás”;

- realizada a prova seletiva de Kart, em Imperatriz, que recebeu o nome de Copa Fiat Mileniun de Kart/Seletiva Petrobrás/Amir Near Racing

- a imprensa atribui a Imperatriz o título de Capital Norte-Nordeste de Automobilismo,após uma seletiva de Kart Petrobrás

 2002 – em 06 de janeiro, começa a Exposição Esportiva Marwel de Craques, realizada pela Marwel Esporte Clube, em frente ao 50º. BIS, em homenagem aos 22 anos de fundação da escolinha de futebol, a primeira de Imperatriz

- morre Aruanã Pinto da Silva, desportista e empresário; foi aluno do Prof. Leopoldo Gil, na Escola Santa Teresinha, disputando as primeiras OCOI, nas modalidades de Atletismo, Basquetebol, Voleibol, e Handebol; era kartista.

Fontes: BARROS, Edelvira. HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DE IMPERATRIZ. Imperatriz: Éticas; Academia Imperatrizense de Letras, 1993. Caderno de Debates 2; BARROS, Edelvira Marques de Moraes. IMPERATRIZ – Memória e registro. Imperatriz: Éticas, 1996; COUTINHO, Milson. IMPERATRIZ, subsídios para a história da cidade. São Luís: SIOGE, 1994; SANCHES, Edmilson (Editor). ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ. Imperatriz: Instituto Imperatriz, 2002

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