Resumo

 O objetivo do estudo foi comparar os níveis de condicionamento físico (resistência aeróbica, força e flexibilidade) em idosas ativas da Casa do Idoso na Cidade de Belém-PA, Brasil, que foram divididas em quatro grupos: de dança (GDan: n=30; idade=68.5±3.47 anos; IMC=26.53±2.91 kg/m2), de meditação (GMed: n=31; idade=68.1±4.37 anos; IMC=25.95±2.73 kg/m2), de musculação (GMusc: n=30; idade=67.2±5.66 anos; IMC=26.77±4.53 kg/m2) e controle (GC: n=10; idade=66.1±2.56 anos; IMC=27.12±5.68 kg/m2). Cada grupo estava realizando a atividade física a, no mínimo, 6 meses. Foram aplicados os testes de caminhar 6 minutos (C6M); sentar-e-levantar (SL); flexão e extensão de cotovelo (Flext/Ext) e o Normalflex para medir o nível de condicionamento físico. O IGF-1 foi analisado através do Método Quimioluminescência. O teste de Kruskal-Wallis apontou que o GMusc, o GDan, e o GMed apresentaram valores significativamente (p<0.05) melhores para os níveis de condicionamento físico que o GC, porém não mostraram diferenças entre si. Através da ANOVA one way, o GMUSC se mostrou com níveis de IGF-1 significativamente mais elevados (p<0.05) que o GMED e o GC. O GDAN apresentou níveis mais altos (p<0.05) que o GC. Não foram encontradas diferenças significativas (p>0.05) entre GMUSC e GDAN, e entre o GMED e o GC. Não foram encontradas outras diferenças entre os outros testes. O estudo sugere que as atividades que propiciem estímulos de maior intensidade durante os exercícios podem melhorar o condicionamento físico e possibilitam níveis séricos de IGF1 mais elevados. 

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