Resumo

A partir do arcabouço da Teoria Crítica da Sociedade, realizo nesse ensaio uma aproximação histórica e micrológica do surfe como esporte, prática social e cultural que representa um microcosmo do todo social. Para isso, a partir de sua constituição histórica, e metodologicamente, do primado (dialético) do objeto, apresento uma reflexão sobre as contradições entre o discurso ideológico e a prática esportiva. Avanço para a relação entre o surfe e a questão do feminino, passando por tópicos relativos às violências de gênero, ao preconceito, à resistência e seus movimentos, à crítica social e à possibilidade de criação de uma nova cultura a partir do movimento das mulheres no surfe pensando em termos de localismo feminino.

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