Resumo

Globalmente, o futebol evoluiu para um modelo predominantemente digital: mais de 80% dos torcedores nunca irão a um estádio. Essa parcela da população, liderada pela Geração Z, vive longe dos clubes e constrói sua identidade por meio de telas, redes sociais e apostas. Barreiras econômicas, geográficas e logísticas impedem a presença física nos jogos, transferindo o ritual para o streaming e o uso simultâneo de múltiplos dispositivos. Embora a experiência sensorial do estádio se perca, o torcedor digital ganha acesso a estatísticas em tempo real e comunidades globais. Os clubes adaptaram seus negócios, monetizando esse público massivo por meio de conteúdo personalizado e assinaturas virtuais, reconhecendo que o estádio virtual agora é muito mais vasto do que o de concreto.

Acessar