Resumo

•Nesta vídeo-aula discutiremos se a categoria soft power pode ser aplicada ao Brasil dos megaeventos esportivos.

•Consideramos que os jornais analisados retrataram dois países em um mesmo território, um em 2014 e outro em 2016.

•Levantamos cinco hipóteses para compreender este fenômeno: organização, dimensão, características, logística, desinteresse. Ademais, este estudo evidencia que não há elementos que possam corroborar avanço no soft power do Brasil a partir das Copa do Mundo (2014) e dos Jogos Olímpicos (2016).

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