Resumo

Este estudo teve como objetivo associar características demográficas, qualidade de vida, atividade física (AF), atividades de vida diária (AVDs), índice de massa corporal (IMC) e capacidade funcional de indivíduos com e sem sequela de fadiga residual pós-fase aguda da infecção por SARS-CoV-2. Trata-se de um estudo observacional com 70 casos incidentes, com participantes entre 18 e 59 anos. Os resultados demonstraram que a pontuação na Escala de Avaliação da Fadiga (EAF) correlacionou-se com idade e com anos de AF; a pontuação no SF-12 associou-se à pontuação da EAF e aos anos de prática de AF; identificaram-se associações entre fadiga, AVDs, sexo, IMC e AF pós-COVID. Conclui-se que níveis elevados de fadiga estão associados a menos anos de AF ao longo da vida.

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