Qualidade de vida, atividade física e capacidade funcional relacionadas à fadiga residual pós-COVID-19
Por Beatriz Azevedo da Silva (Autor), Jessica Fernanda Zoz Bolomini (Autor), Fernanda Matos Weber (Autor), Heitor Vaselechen Rodrigues Teixeira (Autor), Milena Ketzer Caliendo dos Reis (Autor), Monica Manganelli Coimbra Forcellini (Autor), Poliana Piovezana dos Santos (Autor), Rudney da Silva (Autor).
Resumo
Este estudo teve como objetivo associar características demográficas, qualidade de vida, atividade física (AF), atividades de vida diária (AVDs), índice de massa corporal (IMC) e capacidade funcional de indivíduos com e sem sequela de fadiga residual pós-fase aguda da infecção por SARS-CoV-2. Trata-se de um estudo observacional com 70 casos incidentes, com participantes entre 18 e 59 anos. Os resultados demonstraram que a pontuação na Escala de Avaliação da Fadiga (EAF) correlacionou-se com idade e com anos de AF; a pontuação no SF-12 associou-se à pontuação da EAF e aos anos de prática de AF; identificaram-se associações entre fadiga, AVDs, sexo, IMC e AF pós-COVID. Conclui-se que níveis elevados de fadiga estão associados a menos anos de AF ao longo da vida.