Resumo

O texto enaltece o trabalho conspiratório feito pelos autores, desde que o Instituto de Educação Física era um pequeno Departamento da Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1975. O pensamento crítico como horizonte de suas ações foi o eixo central que permitiu aos estudantes da UFF disporem de práticas prazerosas e jogos com regras adaptadas, contrapondo-se ao senso comum da tradição protofascista militarista, eugenista e desportivista da Educação Física, transformada pela ditadura militar em disciplina obrigatória para os cursos de graduação, no Brasil.

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