Respostas de Alguns Marcadores Bioquímicos de Overtraining Ao Longo de Uma Periodização no Futebol, Relações com as Performances Aeróbia e Anaeróbia

Por: Adelino Sanchez Ramos da Silva.

2007 00/00/0000

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.Resumo

No esporte de alto nível, o desenvolvimento, maximização e manutenção do desempenho esportivo dependem do equilíbrio entre as cargas de trabalho (treinos e jogos) e o período destinado à recuperação do atleta. Caso esse equilíbrio não ocorra, o esportista pode desenvolver o overreaching e posteriormente o overtraining. O principal objetivo do presente estudo foi verificar as respostas de diversos parâmetros de performance, psicológicos, hormonais, bioquímicos e hematológicos relacionados ao overtraining ao longo de uma temporada competitiva desenvolvida em futebolistas profissionais. Para tanto, dezoito jogadores de futebol foram avaliados no início (T1, semana 0), meio (T2, semana 06) e fim (T3, semana 12) de uma temporada competitiva. As avaliações foram conduzidas em dois dias. No 1o dia às 7:30 am foram coletadas amostras sangüíneas (25 mL) no estado de jejum. No mesmo período, os atletas realizaram a avaliação antropométrica e psicológica. Após aproximadamente 90 min, a avaliação da performance anaeróbia lática foi realizada na pista de atletismo da Unesp - Rio Claro. No 2o dia os atletas se dirigirão às 8:30 am a pista de atletismo da Unesp - Rio Claro para realização dos testes de determinação da performance anaeróbia alática e aeróbia. A coleta da urina de 24 horas teve início no primeiro dia de avaliação. Anova one-way e Kruskal-Wallis test foram utilizados para verificar os efeitos dos diferentes períodos de treinamento nos parâmetros analisados. Para todos os casos o nível de significância pré-fixado foi 5%. Os atletas apresentaram alterações nos parâmetros de performance, psicológicos, hormonais, bioquímicos e hematológicos em resposta ao período de treinamento que foi caracterizado por incremento tanto no volume quanto na intensidade das sessões de treino (T2-T3). De acordo com os resultados do presente estudo é possível concluir que os marcadores de OT analisados nos futebolistas profissionais foram sensíveis às alterações no volume e intensidade do treinamento.

Endereço: http://www.acervodigital.unesp.br/handle/123456789/51207

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