Resumo

Perspectivamos ampliar o olho acerca do corpo como objeto de estudo o qual esteve hegemonicamente marcado pelo viés biologiscista alheio à concepção de cultura, como anunciou Daolio (2010). Deste modo, percebemos o corpo enquanto expressão de dinâmicas culturais alusivas ao movimento diaspórico africano e retratadas em uma comunidade negra brasileira, considerando que essas dinâmicas são permeadas por aspectos estéticos, subjetivos e simbólicos. Entendemos que produzir conhecimento acerca da corporeidade de uma comunidade negra brasileiras significa trazer à baila o corpo resistência que se lança ao movimento frente a um cenário de negação de identidades e de existências.

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