Tiro com Arco

Por: Projeto Inteligência Esportiva.
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.Resumo

Elegância e precisão do antigo “Arco e Flecha”

Este clássico esporte olímpico, muitas vezes, é confundido com uma das mais remotas práticas humanas – a utilização do “arco e flecha”. A mesma remonta do período Paleolítico (aproximadamente 10 mil a.C.), no qual homens a usavam para conseguir alimento por meio da caça e para defender-se de animais extremamente mais fortes e ágeis. Esta invenção, juntamente com o controle do fogo e as criações da roda e da escrita, permitiu a perpetuação e expansão da espécie humana, que posteriormente, se dividiria em grandes e poderosas civilizações. A partir deste desenvolvimento, a luta por poder passou a ser constante entre os grupos, e o armamento, que antes era utilizado apenas como meio de sobrevivência, tornou-se, também, ferramenta de combate.

Hititas e assírios tornaram-se grandes potências militares, cerca de 1200 anos a. C., justamente pelo complexo desenvolvimento deste tipo de arma. Eles criaram equipamentos menores e de fácil empunhadura, permitindo que os mesmos fossem usados em cima de cavalos e carros puxados à tração animal. Egípcios, gregos e romanos também obtiveram muito sucesso utilizando-se do instrumento de alta precisão e acabaram formando grandes impérios.

Os equipamentos foram ficando cada vez mais precisos e fatais. Já na Idade Média, o antigo artefato passou a ser largamente utilizado em festivais competitivos, nos quais nobres aproveitavam para demonstrar suas habilidades a um grande público. O rei Henrique VIII, da Inglaterra, foi responsável, inclusive, por ajudar a fundar o primeiro clube para arqueiros – Fraternity of St. George – em 1537. Esta prática era muito valorizada, tanto que lendas e narrativas foram criadas com o objetivo de contar os feitos de heróis arqueiros. Como exemplo, de períodos bastante distintos, pode-se citar: Robin Hood (personagem lendário inglês, conhecido por usar o armamento, com sentido de roubar dos ricos e dar aos pobres) e Ulisses (seus feitos encontram-se registrados no livro “Odisseia”. Destemido e arrogante em relação aos poderes divinos, este homem é conhecido como o melhor arqueiro da Grécia).

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