A prática regular e bem orientada do exercício físico pode ser vista como uma contribuição importante para a saúde. Com base nessa relação positiva entre exercício e saúde é que surge a aptidão física para a educação física escolar. Esse movimento visa contribuir para a melhoria da saúde e da qualidade de vida da população e nas escolas, a qualidade de vida das crianças. Embora esse movimento não vem sendo muito trabalhando na educação física escolar, ele não está livre de críticas. Dentre as principais críticas, estão a idéia de qual seria a proposta desse movimento. Para superar essas críticas, devemos considerar que a aptidão física e saúde, auxiliam no aspecto da saúde propriamente dita, em aspectos sociais, culturais, ambientais entre outros. A compreensão da influência desses fatores na aprovação do exercício físico por parte dos alunos, seria um grande papel da educação física escolar.

Comentários

Por Nilian da Silva Gonçalves
em 4 de Maio de 2012 às 13:03.

Por falta de dialogo dos professores com os alunos, dificilmente eles aceitam a ideia da pratica do exercicio físico como ganho da aptidão física durante as aulas de Educação Física, já que a maioria das vezes fazem o que querem durante as aulas. cabe primeiramente ao professor mostrar para os alunos a importancia da pratica regular de exercicio físico durante as aulas escolares, como componente da aptidão física. A partir daí surgirá interesse da parte dos alunos. Att., Nilian

Por Marina Gurgel Simoes
em 4 de Maio de 2012 às 20:40.

Concordo com a Nilian, para que os alunos tenham essa compreensão, é importante que o professor os incentive a pensar dessa maneira. A educação física escolar é vista com muito preconceito pela sociedade, muitas pessoas afirmam não ter conteúdo, isso para os leigos e desinformados, assim acho que cabe ao professor mostras e aplicar estes conteúdos aos seus alunos e o fazê-los identificar e pensar na pratica desse exercício para o beneficio de sua saúde e qualidade de vida, hoje ou futuramente.

Por Roberto Affonso Pimentel
em 5 de Maio de 2012 às 08:40.

Pelo visto as mineiras estão acordes sobre o tema. Mas, como filho de mineiro, talvez seja mais desconfiado do que todos. Fazer exercício é recomendável para todos, em qualquer idade. Deixemos de lado as exceções por diversos motivos. Especialmente no caso de crianças, destaco duas variáveis que precedem a prática propriamente dita: o bom professor e a alimentação saudável pela manhã. Uma criança adquire os hábitos alimentares em sua própria casa e, como sabemos, o brasileiro se alimenta muito mal, especialmente pela manhã. E as cantinas das escolas particulares contribuem para este estado de coisas. Mal alimentado pela manhã, qualquer indivíduo estará indisposto para suas atividades diárias, não terá energia suficiente para realizá-las. Aliás, vejam o excelente trabalho desenvolvido pela TV Globo, no Fantástico sobre o tema. Quanto ao BOM professor, cabe a ele entender como pensam e agem as crianças para que possa levá-los a compreender o valor das "brincadeiras", que o adulto chama de "exercício físico". De outra forma, não se espere que as academias estejam repletas de crianças que entendem o valor da prática de exercícios. As suas motivações (felizmente) são acentuadamente diferentes dos adultos. Elas se apresentam inicialmente às aulas de EF com o fito primacial de "brincar" e não exercitar-se com calistenia ou jogar futebol ou queimada. Assim, peço perdão em sugerir uma visita a www.procrie.com.br/ e, especialmente na Categoria de Mini Vôlei, poderão encontrar vários artigos sobre Técnicas de Ensino, em que o tema principal é "Aprender a Ensinar" que, em outras palavras,traduz-se por "Despertar o Interesse". Tenho certeza de que gostarão: vale um pão de queijo. Vejo-as por lá! Se mais dúvida houver, leiam "Como as crianças pensam e aprendem" (David Wood), "O código do talento" (Daniel Coyle), "Psicologia Pedagógica" (Vygotsky).

Por Charlene Priscila Herculano de Morais
em 10 de Outubro de 2012 às 11:34.

 

Discordo um pouco da Nilian, na maioria das escolas principalmente públicas não adiando o professor ter diálogo incentivando os alunos a fazerem a pratica, pois grande parte dos alunos já vem desde pequenos complexados com peso ou que não sabe jogar direito, e estes alunos por mais que tentem uma, duas, três vezes vão acabar voltando a ficar parados; outra parte da turma se recusa a fazer qualquer tipo de aula, digo de outras matérias também, porque esta na escola obrigado esperando completar 18 anos para fazer EJA, esses alunos ficam observando o professor achando que ele é um ser de outro mundo, e raramente fazem a prática; outra parte da turma é os “espertos” que sabem jogar tudo e dificultam a participação dos outros casos da turma. Enquanto a Educação Física continuar sendo banalizada dentro das escolas como se não fosse uma matéria igual às outras; uma válvula de escape quando falta professor e junta três quatro turmas dentro de uma quadra minúscula, o que é um absurdo, ela nunca vai ser levada a sério, nem pelo pessoal que trabalha na escola, nem pelos pais do aluno e muito menos pelos próprios alunos. O erro pode estar em alguns professores sim, mas principalmente está em quem escolhe as prioridades da escola. Desse jeito sempre os objetivos da Educação Física sempre vão ser dificultados. 

Por Sabrina Santos
em 14 de Outubro de 2012 às 16:54.

Penso que para se fazer valer o tema do debate, o primeiro passo tem de vir do educador. Tudo bem, que nos dias de hoje há bastante dificuldades impostas pelso alunos, pela escola (estrutura), pelos pais, pela sociedade como um todo. Se a criança traz consigo algum complexo e se a família não da suporte, acho que o educador juntamente com outras entidades dentro da própria escola, pode ajudá-lo a supera-lo. O educador físico vem sendo recebendo durante seus trabalhos, muitos pseudônimos que para alguns não convém ser assim chamado. Ser professor "rola bola" é fácil, tive vários como experiência própria em todo o meu trajeto escolar, e sempre quis muito fazer uma educação física de verdade. Acho que o se os alunos de hoje, se dispersam, cabe a nós educadores, resgatá-los e fazer valer tudo aquilo que a educação física tem a oferecer.

Por Bruno Nunes da Cruz
em 15 de Outubro de 2012 às 07:49.

 

Com certeza é a função do professor fazer com que os alunos participem das aulas ,mas quando isso não acontece o profissional fica desmotivado e começa a deixar as aulas preparadas ,ou adaptadas e tendem a deixar os alunos a vontade. Não que seja uma educação física militar mas os professores  trabalhando com um certo nível de autoritarismo e atividades criativas são atributos para driblar a falta de estrutura das escolas,já que é outro problema bem agravante na educação brasileira .

Por Luciano Mauricio Figueiredo
em 16 de Outubro de 2012 às 14:59.

Gente,convenhamos...fazer atividade física é chato e cansativo (pelo menos para a maioria); dependendo da idade os alunos ainda não tem a noção dos valores que a atvidade física promove ao seu corpo/mente, ele só quer se divertir. Isso cria uma barreira difícil de transpor por nós professores, cabe a nós utilizarmos de métodos criativos para incentivá-los; claro que cada método será aplicado conforme a faixa etária dos alunos; aluno sem motivação pode acarretar no professor também desmotivado como bem colocou o Bruno aí acima. Assim quando o jovem aluno atingir a maturidade necessária para compreender os benefícios da atividade física, ele já terá adquirido um certo condicionamento físico e estará mais bem adaptado até para seguir em alguma modalidade esportiva. 

Por Lidiane Cristina Estevam
em 25 de Fevereiro de 2013 às 16:04.

Acredito sim que deva haver uma consciêntização dos alunos à necessidade da aptidão física,bem como a simples participação deles nas aulas de educação física escolar,pode não parecer mas o mais comum é que jovens entre 12 a 15 não façam as aulas.Mas pra isso é necessário mudar velhos hábitos nos professores de educação física escolar,lançar mão de novos projetos,novas aulas,acompanhar tendências,motivar os alunos.Mas para isso precisamos de Professores dispostos a usar e adquirir novos conhecimentos.


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