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Obesidade



Como a Obesidade é vista nos dias de hoje para os profissionais da Educação?

Comentários

Por Roberto Affonso Pimentel
em 23-04-2016, às 09h16.

Camila,

Não sei o que entende por "profissionais da Educação". Por meu turno, começaria pelos "pais", detentores de todos os direitos e responsabilidade sobre seus filhos. A partir deles, pode-se entender que necessitam muitas vezes de ajuda e, por isso, recorrem a "especialistas" ou "profissionais".

No caso da obesidade, até ao "(ir)responsável pela lanchonete" da escola frequentada pelas filhos. Mas, devemos considerar que mais um elemento passa a compor essa cadeia: a "direção" da escola. Afinal, ela é a grande responsável pelo que se produz e é oferecido aos alunos. Inclusive, auferindo receitas em dinheiro.

Normalmente, o "professor de Educação Física" - um outro tipo de "profissional" da Educação - não está qualificado para desempenhar o papel de "consultor apto sobre alimentação, e muito menos, diagnosticar e recomendar algum procedimento a um obeso. Seria racional, então, que os "pais" tomassem as primeiras providências nesse aconselhamento e se reportassem a um "profissional da saúde". E, ainda mais, não só aos obesos, possivelmente com tendências cardíacas, mas a TODOS os seus alunos, isto é, inteirar-se de que tenham atestado médico que os permita praticar exercícios físicos. Já passei por uma experiência em que ao formatar um curso para 400 crianças (8-13 anos) em logradouro público (praia), exigi dos responsáveis o atestado, sem o que não participariam das aulas. Um pai procurou-me dias depois para agradecer-me: seu filho foi diagnosticado pelo médico com pequena lesão no coração.

Não antes de terminar, os hábitos alimentares incentivados na própria casa. E agora, nos pequenos restaurantes próximos, em que os jovens "escolhem por conta própria" a refeição do almoço.

Em caso extremo, um "prefeito" de Los Angeles (EUA), proibiu abertura de redes "MCDonald's" e similares na periferia da cidade, reduto da população negra, que apresentava altos níveis de obesidade.

Como vê, estamos todos envolvidos muitas vezes até sem saber. E agora, o que VOCÊ acha?       

Por Camila Silva Bittencourt
em 24-04-2016, às 10h12.

Concordo perfeitamente com o que disse,a educação alimentar começa dentro da própria casa.Com a reeducação alimentar podemos perceber melhor a  prática de exercícios físicos,com maior disposição dos alunos,uma vez que muitas atividades se tornam um obstáculo para pessoas obesas,pois não possuem um bom condicionamento físico.Dessa forma,mudar os hábitos alimentares possibilitará um melhor trabalho dos "profissionais" da educação. 

Por Roberto Affonso Pimentel
em 24-04-2016, às 18h58.

Olá Camila,

Permita-me pronunciar-me uma vez mais, pois percebo que gosta de compartilhar informações e conhecimentos. 

Seu pensamento esboçado na frase. -- [...] "uma vez que muitas atividades se tornam um obstáculo para pessoas obesas, pois não possuem um bom condicionamento físico"[...] -- requer um estudo mais profundo.

As atividades físicas não devem ser oferecidas às pessoas como um cardápio de restaurante, mas individualizadas. Se o indivíduo - obeso ou não - não possui condições físicas para acompanhar uma aula, cabe ao "profissional" programar-se para atendê-lo especificamente, recebendo apoio e incentivos, mas de modo que não comprometa sua saúde.

 

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